segunda-feira, 4 de abril de 2022

Impulso suicida na Europa e no mundo

Ainda é possível salvar o mundo! Suicídio coletivo: com voto ou sem voto? Governos falidos, imprensa confusa, empresários falindo, desemprego aumentando, pandemia matando, as Igrejas viraram partidos politicos, e as guerras aumentando, a violência se generalizando, a mentira virando regra e ainda temos o salve-se quem puder... Onde e quando melhoraremos nossa vida? Suicíduo individual: Perder as esperanças, ou, nao desistir de lutar pela vida? Os suicidas potenciais, nas crises, estimulam a união de suicidas, baderneiros, provocadores e oportunistas para, coletivamente, virar a mesa e tomar conta de tudo. O mundo anda doido, estranho e violento. E as pessoas andam inseguras, violentas e descrentes. Como recomeçar a viver com esperança, alegria e fraternidade? Dizem os políticos e os militares que, a melhor forma de se garantir a paz é preparando-se para a guerra. Nos últimos dez ou 20 mil anos, o que a humanidade faz é lutar para se defender, ou lutar para ampliar suas garantias... E tome guerras e violências por toda parte. As guerras militares são as mais violentas, pela sua capacidade de destruição em pouco prazo, alguns meses ou alguns anos. Morrem em nome da pátria, em nome de sua etnia e, o que é muito comum, matam e morrem em nome de seus deuses... Os deuses da guerra, na história da humanidade, estão mais presentes do que os deuses da paz. E, da destruição de quase tudo, sobra o trabalho de reconstrução e de acolhimento, para os deuses da paz. O curioso é que dficilmente identificamos quem vem primeiro: se é a fragilidade da economia, provocando pobreza e miséria e daí as guerras; ou, se são as consequencias das guerras que ns levam para a pobreza e a violência, se retroalimentando. Variando apenas os intervalos de meses e anos para novas guerras e novas armas, cada vez mais destruidoras... Quando o mundo começou a ter guerras que atingiram todos os continentes, a partir de 1914, o poder de destruição foi se multiplicando, pondo em risco a vida do próprio planeta. Mesmo com tanta loucura e destruição, há algo que nps ajuda a vencer. Uns acham que Deus intervêm, outros acham que o instinto de vida seja maior do que o instinto de vida. A verdade é que ainda temos vencido, isto é, temos conseguido mater a vida e o progresso, até dos intervalos violentos. O Brasil tem feito parte importante desta confusão. Os militares brasileiros tiveram momentos importantes como no Tenentismo e no golpe militar de 1964. Os empresários ensaiaram construir uma grande economia nacional, construindo com o apoio dos trabalhadores uma grande Nação. De repente, os empresários perderam à vontade de trabalhar e passaram a ser investidores em ações especulativas e entregaram o poder às multinacionais. Sem poder econômico, abriram mão também do projeto educacional, de saúde, de alimentação e de integração nacional. O Brasil perdeu competitividade. E, seu povo, perdeu a motivação, voltando a ser exportador de mão de obra barata e exportador de matérias primas, além de destruir a Amazônia, o Pantanal e tudo que tinha de bom... De repente, algo pode voltar a unir o povo brasileiro, unindo este país, do Amapá ao Rio Grande do Sul, e assim,democraticamente, respeitando as pessoas de todas as origens e de todos os níveis de renda, de repente pode crescer este clamor por um Brasil unido, democrático e solidário. Enfim, pode ser que ainda reste uma esperança, a esperança de um Brasil com todos, de todos e para todos. De todos os continentes temos ouvidos os apelos: Lula precisa voltar a ser presidente do Brasil. Lula precisa voltar a ajudar a acalmar o mundo, ajudar os povos de todos os continentes a conviverem em paz e praticando à Solidariedade. O mundo clama pela Paz. O mundo clama por pessoas como Lula! Um outro mundo é possível. Pela paz na Europa! Pela qualidade de vida em todos os continentes! Pela democracia participativa em todos os níveis.