domingo, 19 de setembro de 2021

Mais um furo jornalístico de André Singer

As profecias dos Singer contra a besta do apocalipse Paul Singer renovou o debate com a esquerda ao introduzir no Brasil a importância da Economia Solidária. Eu costumava chama-lo de um dos “últimos românticos”. André Singer, tão brilhante quanto o pai, renovou o debate com a esquerda ao sistematizar e traduzir o LULISMO e a democracia de massa. Mais uma vez André Singer consegue brilhar quando escreve sobre o fascismo atual no Brasil e o inferno dantesco que nos ronda. “Para evitar riscos, A oposição democrática precisa Emparedar e reduzir o bolsonarismo A uma franja lunática e isolada.” O chamamento à responsabilidade histórica feito Andrá Singer está publicado em duas páginas do Caderno Ilustríssima da Folha. Um hai kai que pode mudar a história do Brasil e do mundo. André nos fala também da Velha Alemanha que precedeu o nazismo e da violência que matou tanta gente. Uma das mortes mais sentidas foi a de Rosa Luxemburgo. Quando fiz parte de uma delegação brasileira que foi participar de um congresso mundial dos trabalhadores, realizado em Berlim já sem os muros e sem o comunismo, fomos ao Cemitério onde está o túmulo de Rosa Luxemburgo. Para minha surpresa, entre os vários túmulos tinha um que era homônimo do nosso querido professor Paul Singer. Numa outra oportunidade, ao andar pelas ruas da cidade, o sindicalista alemão parou e nos perguntou: Vocês sabem o que são estas ruínas? Como ninguém sabia, ele respondeu orgulhoso: Aqui acabava o território do Império Romano, derrotado pelos bárbaros. E os bárbaros éramos nós, os alemãs... No próximo domingo os alemães irão às urnas para, democraticamente, despedir-se de Angela Merkel e eleger um novo governo. A Alemanha continua sendo uma das principais referências no mundo. O Brasil precisa valorizar tanto os alemãs de lá, como prestigiar os alemãs que vieram para o Brasil, nos ajudar a construir UMA NAÇÃO livre e democrática.

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