terça-feira, 3 de agosto de 2021

China assusta o mundo com números

China assusta o mundo com números A professora e economista, Cecilia Machado, juntou uma série de números sobre a China que matam os demais países de inveja e de medo. Nem em jogos Olímpicos os Estados Unidos ganham mais da China. Virou coadjuvante do Xing Ling. Dizem que a China é uma ditadura, mas, tudo que a China ganhou com seu trabalho incansável foi distribuído à população e tem se convertido em melhorias de diversos indicadores de bem-estar dos chineses. O fim da pobreza extrema foi anunciado neste ano: a proporção de pessoas vivendo em extrema pobreza caiu de 96,2% em 1978 para 0,6% em 2019, o que representa a ascensão de 765 MILHÕES DE PESSOAS à condição mínima de subsistência. Isto não é ditadura, chama-se DIGNIDADE! O 14o. Plano Quinquenal estabelece diretrizes para o desempenho da China de 2021 a 2025 em quatro áreas - redução das desigualdades, crescimento, ambiente e consumo interno. Hoje, a China está em primeiro lugar nas exportações globais, com a participação de 13% em 2020. Já nas importações chinesas, o bloco asiático lidera com 15%, seguido pela União Europeia, 14%, Japão com 8%. A América Latina, cada vez mais faz menos e compra mais da China, representando 8%. E os Estados Unidos participam com APENAS 8% das importações. Do ponto de vista dos orientais, a estabilidade política que vem de um partido único comunista traz maiores chances para um planejamento econômico de longo prazo, com metas progressista e líderes pragmáticos, distante do comunismo praticado na Guerra Fria. Chegando ao tamanho que chegou, a China não precisa mais “nem do stalinismo”, nem da “ociosidade ocidental”. Contra fatos, não há argumentos. A China usa governo forte para combater a miséria, a pobreza e conquistar mercados econômicos e aliados políticos, enquanto o Ocidente quer viver como se todo mundo fosse “funcionário público”, fingindo que trabalha, enquanto os governos fingem que pagam. E o Brasil, que era muito mais rico que a China, agora bate palmas, timidamente.

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