quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Brasil o país dos SEM

Brasil: o pais dos SEM... Sem advogado não há justiça, sem imprensa não há democracia, sem economistas não se governa, sem médicos não há saúde, sem professores não há Educação... Hoje, vi uma propaganda dos advogados: Sem advogados não há justiça. Lembrei-me da propaganda da Folha: Sem imprensa não há democracia... E fui lembrando de tantas profissões e profissionais que são importantíssimos. Um amigo nosso foi morar na Inglaterra, e a primeira coisa que ele quis ver ser era verdade foi a pontualidade dos carteiros. Ele perguntou aos vizinhos que hora passava o carteiro. Foi avisado que era às onze horas. No horário ele ficou na porta esperando e, para surpresa dele, as onze o carteiro chegou com o pacote de correspondência. Os carteiros, os taxis ingleses são marcas históricas... No Brasil, temos infinitas histórias dos médicos da cidade, dos professores, dos padres, dos motoristas, do leiteiro e tantas outras profissões. Para nós, sempre imprescindíveis... Atualmente, não só no Brasil, mas no mundo, as pessoas estão discutindo se os partidos políticos e os Congressos ainda são necessários e, se forem, como devem se adequar ao mundo atual. Há um consenso de que como está não pode continuar. O mesmo vale para os cargos executivos: Qual a melhor forma de elegê-los? Como evitar que eles digam uma coisa e façam outra? Como impedir a corrupção? E tantas outras perguntas. Vejam a situação de ontem. Quem está falando a verdade? Bolsonaro? Os congressistas? A imprensa? O Fux? Os empresários que se dizem a voz do mercado? Os pastores que se dizem os porta-vozes de Deus ? Os jornalistas que trabalham nas TVs das Igrejas pentecostais? Os tribunais e os banqueiros? Como construir um “consenso progressivo” sobre estes assuntos sem preisar recorrer às armas, aos tanques e às mentiras? Talvez se cada um tentar ceder um pouco, diminuindo a arrogância de se achar que é dono da verdade, facilite as coisas. Ultimamente, só temos paz nas mortes e nas doenças. Assim não vale. Nós temos direito a ser feliz e a gostar das pessoas que são diferentes de nós.

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