sexta-feira, 27 de agosto de 2021

Aprendendo a superar crises

Aprendendo a superar crises Todos estão percebendo que o Brasil vive um impasse. Como superaremos este momento tão difícil? O desemprego aumenta, os produtos e serviços sobem de preço, os pobres sofrem muito mas a classe média também está abrido o bico... As pessoas fazem reuniões, estudam, avaliam os fatos e tentam encontrar alternativas. A solidariedade musical ameniza o sofrimento. Quando puder, ouça a música abaixo. Eu a tenho escutado nos últimos dias... Eliades Uchoa, músico cubano, canta em AfroCubism, sua música “Al vaiven de mi caretta”. Uma melodia maravilhosa e uma letra cheia de dor pela precariedade das condições de trabalho e vida. A crise não é apenas moral, é também uma crise real e mensurável. Como equilibrar o orçamento? Cortar despesas é fundamental, mas tem hora que não podemos continuar cortando. E, nas crises, o que é mais desagradável é a perda do poder aquisitivo, é o empobrecimento. E ninguém gosta de ficar pobre. Ou voltar a ser pobre. A superação deste empobrecimento pode se dar por imigrações para países mais ricos e com mais oportunidades. Em época de crescimento, fica mais fácil de melhorar de vida. A solidariedade praticada com inovações nas relações também pode ajudar. Por exemplo: fazer compras coletivas, juntando várias famílias para conseguir ter mais descontos; levar filhos para a escola em sistema de carona; fazer saraus culturas com música e poesia, leitura coletiva, etc. Geralmente as crises econômicas são apresentadas como algo que os governantes não tiveram responsabilidade. E aí eles fazem promessas para os eleitores, dizendo que vão acabar com o desemprego e a fome. Se os políticos dizem que podem acabar com as crises, é porque eles também são responsáveis por elas... Portanto, além de praticar experiências coletivas para ajudar a superar as crises econômicas, políticas e sociais, é importante se exigir dos candidatos que eles apresentem por escrito seu Programa Eleitoral para ele acompanhado diariamente pelo povo. Independente de qual partido for o candidato. Deus é bom e nos ajuda muito, mas esta ficando cada vez mais claro para as pessoas, que todos temos que fazer nossa parte, dar nossa contribuição, respeitando as diferenças econômicas, políticas e sociais.

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