quinta-feira, 15 de julho de 2021

Terceira Via e golpe de Estado ferem a Democracia

Terceira Via e Golpe de Estado ferem a Democracia De onde vem a imposição da Terceira Via, como alternativa a Lula e Bolsonaro? - A mesma visão autoritária de imposição de um candidato, contrário ao nome apoiado pela maioria dos eleitores, isto é, o povo. Numa Democracia plural, isto é, democracia de verdade e não democracia de fachada, há vários partidos e vários candidatos aos cargos executivos. Prefeitos, governadores e presidente. Além da existência de vários candidatos, pode acontecer eleição em turno único ou em dois turnos. Eleição com um turno, é eleição com maioria simples: Quem for o mais votado, leva. Mesmo que tenha tido somente 20% dos votos. A regra eleitoral pode estipular um quorum minimo. A eleição em dos turnos é uma forma de se garantir que o eleito tenha maioria absoluta dos votantes. Os candidatos devem negociar e lançarem chapas com vários partidos ou podem lançar com apenas um partido. Os eleitores vão decidir em quem vão votar. Tudo isto é democracia. Porém, quando um banqueiro, um general ou um dono de jornal ou TV afirma que tem que indicar um terceiro nome, este TEM QUE TER, evidenciar UM PODER DE VETO que VIOLENTA a soberania do povo. Da mesma forma, quando um conjunto de militares fecha o Congresso Nacional, suspende as eleições livres e fazem uma eleição proibindo certos candidatos, torna-se uma ditadura militar. A imprensa - que aglutina a elite conservadora nacional - tem insistido na terceira via. Mas faz isto de forma desrespeitosa com a Democracia. O que é lamentável. FHC, Montoro, Mario Covas e outros quadros políticos brasileiros fizeram mandatos eleitos sem golpismo e sem imposições de nomes. Democracia se aprende praticando. Os conservadores já erraram feio quando bancaram a candidatura de Bolsonaro contra Haddad. Foi a disputa entre um louco violento e irresponsável contra um professor de direito, um gentleman que o único defeito era candidatar-se pelo PT. O erro saiu caro demais. Todos pagaram pelo terrível erro. Errar é humano, repetir o erro, é burrice. Já diz o ditado popular. Que saiam quantos candidatos quiserem. Mas, vamos deixar o povo decidir soberanamente. Chega de preconceito. Chega de democracia de fachada. A voz do povo é a voz de Deus.

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