sexta-feira, 16 de julho de 2021

Brasil vive dilema entre pobreza e riqueza

Brasil vive dilema entre pobreza e riqueza Para as eleições presidenciais a disputa já está radicalizada: 1 - a grande maioria quer a volta de Lula, que defende os trabalhadores; 2 - e a minoria da população, ainda insiste em querer votar em Bolsonaro, que defende os patrões e é maluco, maluco. Acontece que, com a pandemia, o desemprego e o arrocho salarial, os pobres ficaram mais pobres, e os 1% dos que tem renda, ficaram ainda mais ricos. Para este pessoal, pouca importa a quantidade de mortos e feridos... mais a Um estudo recente do banco Credit Suisse, aponta que o 1% da pirâmide brasileira já concentra metade da renda. E tende a piorar. Há no Brasil atual mais de 20 milhões de adultos desempregados, procurando ou não por empregos cada vez mais difíceis. Mas a Universidade de Oxford, no Reino Unido, não produz só vacinas contra o covit-19, lá tem um Departamento de Desenvolvimento Internacional pesquisando alternativas econômicas para ajudar a diminuir o sofrimento da população da Terra. O chefe deste Departamento é o espanhol, Diego Sanchez-Ancochea, escreveu um livro sobre o tema: “The Costs of Inequality in Latin America”: Lessons and Warnings for the Resto f the World. Todos os países podem buscar mais espaço para desenvolver políticas redistributivas mais ambiciosas. É um momento de pensar em como aumentar a arrecadação tributária a longo prazo, como dar continuidade às políticas de transferências que foram adotadas e também buscar caminhos para impulsionar o mercado de trabalho. Precisamos desenvolver UM NOVO MODELO ECONÔMICO focado na proteção da classe média e na redução da pobreza. É preciso apoiar o setor de informais e tentar aumentar o emprego de carteira assinada. Curiosamente isto é exatamente o contrário do que o governo Bolsonaro vem fazendo. No que cabe a cada país, tudo depende da capacidade das sociedades de gerar novos consensos sociais e e novas alianças pró-redistributivas. Formado em Oxford e dirigente no banco Credit Suisse. Logo, um outro Brasil é possível. ( Baseado na reportagem da Folha de hoje).

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