quinta-feira, 3 de junho de 2021

Xp e Itaú, casamento que não deu certo

Xp e Itaú, casamento que não deu certo Da mesma forma que vinha comprando tudo que era banco disponível no mercado nacional e na América Latina, os clientes e funcionários do Itaú estavam certos de que o Itaú tinha comprado a Xp. A impressão que temos é que “a Xp roeu a corda e decidiu não aceitar a venda para o Itaú, e, depois desta decisão, partiu para a hostilização e a recomposição do contrato de aquisição”. O mal estar ficou na praça e, depois de muito desgaste das partes, partiu-se para uma composição amigável. Amigável? Vocês se lembram da venda do Pão de Açúcar para a Casino, francesa? Quando Abílio Diniz caiu em si, o Casino estava municiado com tudo que era possível e apoderou-se de um dos símbolos brasileiros... No caso do Itau com a Xp, o acordo firmado em 2017, previa que em 2022, o Itaú assumiria o controle da corretora. Houve uma rebelião e o Itaú não comprará mais a Xp... Com o aumento da tensão entre os dois, o Itaú teve que sair da relação direta com a Xp, substituir suas ações na Xp, transformando-as em uma nova empresa de investimento, chamada de XPart, empresa criada para alocar os papeis. E a Xp acelerou a criação de seu “Banco Xp”. Resumindo: 1 – O Itaú continuará investindo na sua Plataforma de Investimentos; 2 – A Xp, independente do Itaú, está criando um banco para chamar de seu. Observação: Como cliente tanto do Itaú como da Xp, considerando que tanto o Itaú como a Xp são os melhores e maiores investidores em comunicação, considero um absurdo a falta de transparência desta operação mal resolvida e mal informada... Tanto a matéria divulgada pelo jornal Valor, quanto a matéria publicada na Folha de hoje, continuam truncadas. Por onde anda Nizan Guanaes?

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