terça-feira, 11 de maio de 2021

O Brasil que nos entristece...

Preços reais e inflação de mentira Aumento do salário 2,5%. Aumento do milho 208%. Não está bom? Disparada nos preços de alimentos aumenta a inflação no Brasil e no mundo Arroz, feijão, saúde e educação! Desde minha adolescência que ouço o povo cantar o refrão acima: Arroz, feijão, saúde e educação! Faltou incluir moradia e trabalho/emprego. O sonho de toda pessoa que fica adulta e pensa em casar é ter condições de oferecer à família: Comida, saúde, educação para os filhos, moradia para todos e um trabalho decente, com direito ao lazer e ao descanso. O tempo vai passando e a vida vai ficando mais difícil. - Quando pensávamos que a democracia conquistada fosse ficar para valer, aparecem os golpistas, os mentirosos e os violentos e ameaçam acabar com a democracia; - Quando pensávamos que a aposentadoria seria um direito pétreo, aparecem os neoliberais mercenários e acabam com a aposentadoria; - Quando pensávamos que o SUS e os convênios médicos garantiriam nossa velhice, aparecem os neoliberais e precarizam o SUS e aumentam os preços dos convênios médicos; - Quando pensávamos que comer picanha com cerveja no fim de semana fosse direito adquirido, aparecem os neoliberais e aumentam o dólar, aumentam os preços de tudo e congelam os salários; - Quando pensávamos que haveria moradia digna para toda família brasileira, até o programa minha casa minha vida sofre restrição do governo neoliberal e entreguista de Bolsonaro; - Quando pensávamos que haveria trabalho e emprego, para quem quisesse trabalhar, vem este governo neoliberal e mercenário e provoca o maior desemprego dos últimos tempos no Brasil. Junto com tudo isto, vivemos a maior mortandade da nossa história. São mais de 410 mil mortes, somente no Brasil. Este é o governo genocida do governo que foi eleito contando com o apoio dos golpistas. Os jornais dizem que não dá para antecipar as eleições presidenciais. Dizem também que não compensa fazer mais um impeachment. Que devemos esperar as eleições do ano que vem. Até as eleições do ano que vem, quantos brasileiros precisarão morrer, além dos 410 mil que já morreram? Além dos que morrem por causa do vírus, há os que morrem por falta de comida, há os que morrem de tristeza por falta de dinheiro e de trabalho. Há os que morrem matados por tiros nas favelas e nas ruas da periferia. Não sei se chegaremos em outubro do ano que vem, mantendo um mínimo de harmonia e de respeito às pessoas e às instituições. Mas os preços das coisas bem que podiam parar de subir. Ou então, que voltemos a ter inflação e reposição salarial corrigidos pelo mesmo critério. Ninguém aguenta mais...

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