quinta-feira, 27 de maio de 2021

Democracia contra o ódio e a violência

Democracia digital, transparente e participativa contra o ódio e a violência Três gerações em profundas mudanças Mesmo sendo um dos países que tem mais informações registradas, o brasileiro ainda conhece pouco o Brasil real. Da mesma forma que sempre escondeu seu passado escravocrata, injusto socialmente e com grande concentração de renda, o Brasil sabe que tem uma parcela, de mais ou menos 20% da população que vive num alto padrão de vida bastante e distante dos 80% do povo brasileiro. Como inverter estes números? Como fazer do Brasil um país com 80% de classe média? Em primeiro lugar precisamos definir se o governo, o Estado com suas instituições vai trabalhar para: a) toda a sociedade; b) priorizar os recursos disponíveis para melhorar a vida dos 80% dos brasileiros mais pobres; ou, c) parte da premissa que para o Brasil ter competitividade, deve dar prioridade aos mais competitivos. Saímos de um período onde a população era rural, com baixa escolaridade, mas com a economia crescendo, gerando empregos, infraestrutura e industrializando-se, a partir dos anos 80 do século passado, o Brasil, e o mundo, passaram a conviver com as décadas perdidas na economia, na politica e no social... O jornalista e escritor , Sergio Rodrigues, chama atenção na Folha de hoje que “o Brasil está em guerra com o Brasil”. Tratando-se de uma disputa pela alma do país. “Há todos os sinais de que estamos entrando num períodos mais perigosos da combalida democracia brasileira: o caminho das eleições do ano que vem.” Um dos principais desafios é a falta de transparência e participação na vida brasileira. Mesmo nos Estados Unidos, a democracia sofre seus solavancos. No governo Obama, por exemplo, o jornalista James Risen, revelou em livro UM PLANO SECRETO DA CIA CONTRA O PROGRAMA NUCLEAR DOS IRANIANOS, Risen passou sete anos sob ameaça de cadeia... Já o atual presidente dos Estados Unidos, Joe Bide, tentando criar dificuldades para a China, pediu aos “serviços de inteligência”, diga-se espionagem e estudos secretos, redobrem os esforços para saber AS ORIGENS DO CORONAVIRUS, e, se o vírus vazou acidentalmente de um laboratório ou se foi transmitido por um animal para os seres humanos. Porque os Estados Unidos não priorizam parcerias com a ONU como forma de ajudar mais efetivamente na distribuição de vacinas para todos os países, na integração econômica e na consolidação de uma democracia com transparência e participação do povo? Precisamos superar a teoria do ódio, e trabalhar juntos pela democracia com padrões de Qualidade de Vida, com políticas públicas e privadas que estimulem a melhoria da educação, da saúde, da moradia e da integração internacional. Se o mundo foi capaz de se unificar para combater o nazismo, o mundo também pode se unificar para combater o vírus, os malucos tipo Bolsonaro e avançar na democracia, na liberdade e a qualidade de vida.

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