domingo, 11 de abril de 2021

Aprendendo com a História, com nossa vida e a vida dos amigos

Caminhos com e sem respostas Quem imaginou que apareceria um vírus ou várias nuvens de vírus que obrigaria a Terra a parar? Estamos parados há mais de um ano e o estrago é imenso. Incomensurável, como gostava de dizer o pastor... Por mais que os cientistas e analistas tenham planejado, o impacto foi muito maior do que qualquer pessoa normal pudesse imaginar. Depois de assistir vários pedaços do filme sobre a crise de 2008, das hipotecas e das precatórias, onde grandes bancos americanos quebraram, fiquei assustadíssimo. Voltamos a 1500 com as grandes descobertas? O mundo teve uma das grandes mudanças da sua existência. O estranho é que, com o fim da guerra fria, imaginávamos que teríamos um período de paz e progresso. Não tivemos nem paz, nem progresso para todos. Por estranho que pareça, o país que mais se beneficiou do fim da União Soviética, e, por tabela, do fim oficial do comunismo, foi um país que mantêm a palavra comunista no seu nome e no seu quotidiano, mesmo não sendo mais comunista. Este país é a China. Nenhum país sozinho tem força para controlar a Terra. Pode ter hegemonia, como foi com o Império Inglês nos séculos 15 até o início do século 20. Talvez a Inglaterra tenha tido mais poder do que o império americano. Ninguém fazia sombra à Inglaterra, enquanto que há várias sombras ao império americano. Daí a importância das alianças, do somar esforços e compartilhar benefícios. No mundo há espaço para muitos caminhos e encruzilhadas. Estamos perdidos nos caminhos e nas encruzilhadas, usando máscaras, rezas, bengalas e armas atômicas. Mas não sabemos onde vamos chegar ainda neste século 21... Mesmo quando paramos e olhamos para nosso passado, quando analisamos os anos 60, 70, 80, 90... o terceiro milênio e seus mistérios... Em vez de guerras entre pessoas, a grande guerra do início deste século são os vírus e seus desdobramentos. Se, de 1960 até agora em 2021, representando sessenta anos, tivemos altos e baixos na vida das pessoas, das famílias, das empresas, das cidades e dos países, mesmo pensando egoisticamente só em nós, é tão difícil chegar a uma conclusão, imaginem quando abrangemos o mundo e suas diferenças? Tanta gente, tantas empresas e tantos países poderosos, e tão incapazes de garantir vacinas para todos, incapazes de descobrir uma forma mais rápida de combater o vírus. Nem sei falar sobre os caminhos nem sobre as encruzilhadas. Sei que minha vida que foi sempre planejada, teve que readequar-se a algo poderoso que me obriga a gastar muito dinheiro com remédios, tratamentos e médicos. Uma doença incurável como várias que existem, mas a nossa não mata, nem atrofia o cérebro, ela ataca nosso sistema nervoso e a nossa autonomia. O Parkinson, por ironia, me faz lembrar que o inglês foi a l[íngua do século 20 e pode ser a língua mais usada mundialmente no século 21. Não foi nem Lavoisier, nem Copérnico, nem Beethoven. Talvez, por estar obrigado a prestar mais atenção às coisas do que ser ator direto, praticando esporte ou correndo para ganhar dinheiro ou para ganhar uma eleição, talvez esta nova realidade observadora nos ajude a descobrir os vários fatores que podem levar à cura deste vírus e de tantos outros. Se as pessoas escutassem mais o que as outras pessoas falam ou fazem, talvez teríamos evitado grandes tragédias... Vamos aprender com as pequenas coisas, vamos seguindo os caminhos e parando nas encruzilhadas. Comecemos vendo as flores e ouvindo o cantar dos pássaros. Será como o pequeno passo na Lula e o grande passo para a Eternidade...

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