domingo, 24 de janeiro de 2021

Qual é o melhor caminho para o Brasil: Impeachment ou Programa Mínimo Nacional?

Desejos, necessidades, frustações e violência O quê faz a pessoa aceitar a pobreza e a escassez passivamente? O que faz o rico achar que o pobre tem que aceitar sua pobreza passivamente? O que faz com que hajam pessoas “simples” e felizes, sendo que também hajam pessoas bem de vida e infelizes, doentes e raivosas? Há doenças de pobres, como anemia, mortes precoces, etc. Há doenças de ricos, cansaços de tantos exercícios na academia, alergia à certos lugares em outros países, etc. Também há doenças em todo tipo de renda e saúde. Atualmente há uma lista imensa. O tratamento, em geral, é caro e os remédios são caríssimos. Como isto se relaciona com a tal da “luta de classe”? Como fazer política, respeitando as diferenças e tendo as urnas como limites de tolerância? Quando surge necessidade de uma guerra militar, ou intervenção jurídica para reprimir os excessos? O que “alimenta” o fascismo, o nazismo, o comunismo stalinista ou as ditaduras personalistas? A falta de comida, moradia, trabalho, escolaridade, saúde, infraestrutura decente e principalmente, segurança. Onde faltam isto, sobra violência... A falta de liberdade cultural, esportiva e religiosa, também ajuda a botar fogo nas comunidades. O Brasil e o mundo atual estão sofrendo os efeitos desta instabilidade, que economicamente a gente chama de “transição ou mudança” de um modo de produção e sustentabilidade, para outro. O mundo do trabalho é o mais afetado, obrigando as pessoas a migrarem pelo mundo em busca de trabalho e de sobrevivência. Historicamente estas crises são a base para as guerras destruidoras. Sejam guerras nacionais ou internacionais. Será que vamos ter que passar por mais um período de guerras generalizadas? Está tudo indicando que sim. Que tipo de esforços os países podem fazer para evitar novas guerras? Necessariamente passa por melhorar a qualidade de vida das pessoas e dos países. Ou se encontra formas de ampliação da qualidade de vida ou as guerras serão inevitáveis. Todos devem trabalhar e usufruir do seu trabalho. Nada de viver de “bolsa desempregado”, ou “bolsa invalidez”... Todos somos produtivos em algumas áreas. Podemos dedicar horas em maior ou menor quantidade, mas sempre podemos fazer algo pela comunidade. Reconhecendo estes pressupostos, devemos abrir o debate sobre como ajudar a pacificar o Brasil e o mundo. O Brasil está em momento mais difícil do que o mundo, já que o presidente do país é um louco, incapaz de conviver em comunidades e respeitar suas diferenças. Isto justifica mais um impeachment? Talvez... Talvez seja mais fácil abrir debates com todos os setores da sociedade sobre a necessidade de se definir princípios fundamentais que possam fazer parte de uma Constituição, e que todos os setores respeitem e cumpram estas normas constitucionais e determinantes para o acordo ou pacto de pacificação do Brasil. Podemos chamar estes pontos como um PROGRAMA MÍNIMO para o Brasil. E se Bolsonaro for contra? Façamos esforços para incluir todos os setores da sociedade e quem quiser ficar fora, terá que acatar as decisões da maioria do povo brasileiro, que deverá aprovar ou ratificar este PROGRAMA MÍNIMO. Temos até 2022 para fazer isto. E se Bolsonaro tentar impedir a construção desta unidade nacional, a sociedade deve por limites ao governo ou ao processo eleitoral. Voltou a crescer o clamor pelo impeachment do presidente. Isto é bom e é ruim. Bom porque mostra que o povo volta a ter voz ativa e a participar efetivamente da vida nacional; Por outro lado, é ruim porque estamos passando por um período em que os derrotados eleitoralmente, usam o legislativo e/ou o judiciário para encurtar os mandatos. Vivemos derrubadas de governos ou golpes de Estados camuflados. Isto quase aconteceu nos Estados Unidos... O Brasil não pode esperar. A pandemia e o descaso com as vacinas e com os doentes estão desmoralizando o Brasil internacionalmente. Ou se constrói uma solução para o Brasil, ou a frustração vai se transformar em violência. E aí, não sabemos como começa e muito menos saberemos como vai acabar.

Nenhum comentário:

Postar um comentário