sábado, 30 de janeiro de 2021

Ou tem vacina para todo mundo, ou a violência vai aumentar

Viver está ficando cada vez mais difícil Cada vez que recebemos a notícia de que mais um colega, parente ou amigo morreu ou está internado com o covid-19, sentimos um frio na coluna, uma sensação de impotência e isso aumenta nosso ódio deste governo Bolsonaro. Mais de 220 mil pessoas já morreram e o presidente continua indiferente às mortes, às dificuldades nos hospitais e ao sofrimento dos parentes e familiares. Conseguir a vacina, condição para retomar o crescimento econômico, voltar a ter emprego e salário, continua difícil, onde o povo mais assiste às brigas políticas e ao atraso na distribuição das vacinas. O Brasil deixou de ser um país sério e respeitado. Os salários continuam congelados, o governo quer acabar com o auxilio emergência, e o custo de vida continua subindo, aumentando a pobreza, o desemprego e a violência. As crianças e os adolescentes vão voltar para as salas de aula ou vão ficar esperando mais dois anos, até o povo todo ter tomado vacina? Saúde e Educação são a base da vida das crianças como condição para crescer com solidez para disputar vagas nos empregos, salários decentes e remuneração justa para quem vai trabalha como autônomo. Três anos sem aulas presenciais significam uma perda imensa no aprendizado e na formação dos alunos. Considerando o caráter emergencial do Covid-19 e a incapacidade de Bolsonaro comportar-se como um presidente que governa para o povo brasileiro, a proposta do impeachment ganha cada vez mais relevância. Nesta segunda-feira teremos um momento importante no cenário de mortes e internações, no Congresso Nacional, teremos as eleições dos presidentes da Câmara e do Senado, além de outros cargos relevantes. Mais uma vez vai valer o fisiologismo, o toma-lá-dá-cá, a corrupção, ou vai valer o compromisso com o povo brasileiro? Os deputados e senadores votarão abertamente, todos acompanhando pela imprensa, ou vão se esconder atrás do VOTO SECRETO? Ainda bem que, antes das eleições das mesas da Câmara e do Senado, temos a disputa da Taça Libertadores da América Latina. Nem começou o jogo e já morreu um torcedor. Parece que um palmeirense matou um corintiano... E o jogo é Palmeiras contra o Santos.

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