domingo, 31 de janeiro de 2021

O ministério da Saúde adverte: Não saber vacinar os brasileiros é crime

VACINAÇÃO: crimes de guerra não prescrevem Se querem um bom motivo para o impeachment de Bolsonaro, há o crime da vacinação Na Folha de hoje, no caderno Tendências e Debates, temos o artigo assinado pelos médicos especialistas Carla Domingues e Drauzio Varella, com uma relação de números assustadores. Este governo Bolsonaro, além de irresponsável e incompetente, é criminoso! O Brasil é o segundo país do mundo em mortes causadas pelo vírus, perdendo somente para outro louco chamado Trump, ex-presidente dos Estados Unidos. No Brasil já morreram mais de 220 mil pessoas. E vão continuar morrendo, já que a aquisição e distribuição da vacina em todo território nacional estão atrasadas e desorganizadas. O Brasil, sem Bolsonaro atrapalhando, já fez campanhas de vacinações que são reconhecidas pela OMS como das melhores no mundo. O Programa Nacional de Imunizações já chegou a vacinar 18 milhões de crianças contra a poliomielite num ÚNICO dia. Em 2010, vacinamos 100 milhões de pessoas contra a H1N1 em apenas três meses. Sem falar das campanhas anuais contra a gripe que, em 2020, proporcionaram a imunização de 80 milhões. Apesar da excelente experiência dos profissionais do Ministério da Saúde em todo Brasil, o governo atual distribuiu as poucas vacinas que temos entre os 5.570 municípios, mesmo sabendo que muitos deles não dispõem de hospitais nem de unidades de emergência, além de terem poucos casos da doença. Ainda não foi divulgado o número de pessoas vacinadas no país, dado que era publicado no site do ministério, diariamente, nas campanhas anteriores. O Brasil pode se transformar num imenso Manaus. E a gente ter que ouvir o presidente dizer que lamenta muito. Isto é incompetência, é crime. O povo não pode continuar morrendo diariamente e, ao mesmo tempo, o presidente andar sem máscara e sem priorizar a saúde e a vida dos brasileiros. Mais do que o impeachment, este é um caso de crime de guerra.

sábado, 30 de janeiro de 2021

Ou tem vacina para todo mundo, ou a violência vai aumentar

Viver está ficando cada vez mais difícil Cada vez que recebemos a notícia de que mais um colega, parente ou amigo morreu ou está internado com o covid-19, sentimos um frio na coluna, uma sensação de impotência e isso aumenta nosso ódio deste governo Bolsonaro. Mais de 220 mil pessoas já morreram e o presidente continua indiferente às mortes, às dificuldades nos hospitais e ao sofrimento dos parentes e familiares. Conseguir a vacina, condição para retomar o crescimento econômico, voltar a ter emprego e salário, continua difícil, onde o povo mais assiste às brigas políticas e ao atraso na distribuição das vacinas. O Brasil deixou de ser um país sério e respeitado. Os salários continuam congelados, o governo quer acabar com o auxilio emergência, e o custo de vida continua subindo, aumentando a pobreza, o desemprego e a violência. As crianças e os adolescentes vão voltar para as salas de aula ou vão ficar esperando mais dois anos, até o povo todo ter tomado vacina? Saúde e Educação são a base da vida das crianças como condição para crescer com solidez para disputar vagas nos empregos, salários decentes e remuneração justa para quem vai trabalha como autônomo. Três anos sem aulas presenciais significam uma perda imensa no aprendizado e na formação dos alunos. Considerando o caráter emergencial do Covid-19 e a incapacidade de Bolsonaro comportar-se como um presidente que governa para o povo brasileiro, a proposta do impeachment ganha cada vez mais relevância. Nesta segunda-feira teremos um momento importante no cenário de mortes e internações, no Congresso Nacional, teremos as eleições dos presidentes da Câmara e do Senado, além de outros cargos relevantes. Mais uma vez vai valer o fisiologismo, o toma-lá-dá-cá, a corrupção, ou vai valer o compromisso com o povo brasileiro? Os deputados e senadores votarão abertamente, todos acompanhando pela imprensa, ou vão se esconder atrás do VOTO SECRETO? Ainda bem que, antes das eleições das mesas da Câmara e do Senado, temos a disputa da Taça Libertadores da América Latina. Nem começou o jogo e já morreu um torcedor. Parece que um palmeirense matou um corintiano... E o jogo é Palmeiras contra o Santos.

André Lara Resende chuta o balde e convoca o povo a entender economia

André Lara Resende e a função dos Economistas e do Estado O mundo modern criou novas necessidades e novos especialistas para entender e responder estas necessidades. Já na Bíblia, tem a história de José, judeu que foi vendido pelos irmãos para o Egito, mas que, por ser brilhante esclarecedor de sonhos, ante as sonhos do rei, ao ser chamado para explicar o significado dos sonhos, tornou-se o gestor da Economia egípcia. Os economistas têm ajudado a resolver problemas macroeconômicos, mas, também tem destruído economias e governos, particularmente quando erram nos seus diagnósticos. No Brasil, temos economistas famosos como Celso Furtado, Delfim Neto, Roberto Simonsen, entre os mais antigos e temos os economistas dos anos oitenta para cá, como André Lara Resende e outros que fizeram o Plano Real. O jornal Valor publicou um longo estudo de André Lara Resende, que considero importante que os movimentos sociais busquem entender um pouco, afinal, a tragédia do virus que parou o Brasil e o mundo, juntamente com a violência da crise econômica e a irresponsabilidade do governo Bolsonaro, estão destruindo o Brasil. Leiam parte do estudo de André Lara Resende e, se precisar de ajuda, chamem os economistas do Dieese para ajudar a traduzir. Boa leitura: André Lara Resende: Vale tudo pelo equilíbrio fiscal? Verdadeira responsabilidade não é a harmonia orçamentária em todas as circunstâncias e a qualquer custo Por André Lara Resende — Para o Valor, de São Paulo 29/01/2021 05h01 · Atualizado há 23 horas Eu& 30/01/2021 2/31 A partir da segunda metade dos anos 1990, depois da estabilização da inflação crônica brasileira, passou a haver uma sistemática preocupação de evitar que as contas do setor público saíssem de controle. A preocupação com o descontrole das contas públicas advém da vinculação entre o déficit fiscal e a expansão monetária. Até o fim do século passado, a macroeconomia hegemônica considerava que o descontrole dos gastos públicos e a excessiva expansão da moeda estavam por trás de todo processo inflacionário. Como gato escaldado tem medo de água fria, no Brasil depois da estabilização, a preocupação com o equilíbrio das contas públicas passou a pautar a política macroeconômica. No momento em que se discute a suspensão do auxílio emergencial à população em nome do equilíbrio fiscal, justamente quando a epidemia de covid recrudesce, é (3/31) fundamental entender que a verdadeira responsabilidade fiscal não é o equilíbrio orçamentário em todas as circunstâncias e a qualquer custo. Nas atuais circunstâncias, a insistência no equilíbrio fiscal, além de macroeconomicamente equivocada, é moralmente inaceitável. O objetivo deste artigo é examinar mais a fundo as raízes dos equívocos da macroeconomia hegemônica. Apesar de revista, continua pautada pela lógica da moeda metálica. É incapaz de incorporar em seu arcabouço analítico a moeda fiduciária e o crédito sem lastro na poupança prévia. Macroeconomia revista A teoria monetária passou por uma profunda revisão a partir da última década do século passado. Quando ficou claro que o instrumento de política dos bancos centrais não é a base monetária, mas sim a taxa de juros, a relação automática entre a moeda e a inflação foi abandonada. O “quantitative easing”, QE, um inusitado experimento de expansão monetária sem respaldo analítico prévio consolidado, multiplicou o passivo dos bancos centrais por fatores superiores a dez vezes num espaço de poucos meses, sem que houvesse qualquer sinal de pressão inflacionária. Ficou então patente que não há relação entre a expansão da moeda e a inflação. Todas as economias onde o QE foi posto em prática continuaram a flertar com a deflação. Abandonada na prática a relação de causalidade entre expansão monetária e inflação, por tantas décadas sustentada pela macroeconomia hegemônica, a restrição conceitual imposta à expansão do crédito público foi reformulada como um limite superior para a relação dívida/PIB. 4/31 Em 2009, Carmen Reinhart e Kenneth Rogoff2, dois expoentes da macroeconomia hegemônica, publicaram trabalho influente sustentando que o limite a partir do qual a economia se desorganizaria seria 90%. Mesmo sem considerar a totalidade do passivo consolidado do Estado, ou seja, o passivo do Tesouro somado ao do Banco Central, antes mesmo da crise de covid, inúmeros países, entre eles Japão, Itália, Grécia, EUA, já tinham ultrapassado esse nível de endividamento. A reação coordenada das políticas monetárias e fiscais à pandemia durante 2020 voltou a elevar a relação dívida/PIB em todo o mundo. Apesar dos altos níveis de endividamento público e da abundância de crédito monetário, não há sinais da volta da inflação, nem de que as economias avançadas estejam à beira de uma crise fiscal. Está claro que não existe um limite fatídico para a relação dívida/PIB, a partir do qual se abriria um “abismo fiscal”, na expressão preferida dos analistas brasileiros, e o país entraria em colapso. Diante de tão flagrante evidência, os principais macroeconomistas americanos deram uma guinada conceitual. No início de dezembro último, Jason Furman e Lawrence Summers3, renomados professores da Universidade Harvard, argumentaram em favor de uma mudança de paradigma: a relação dívida/PIB, ao contrário do que acreditavam, não é um indicador relevante da sustentabilidade fiscal. Ben Bernanke, ex-presidente do Fed, assim como Olivier Blanchard e Kenneth Rogoff, ex-economistas chefes do FMI, concordaram com eles. Como as taxas de juros praticamente nulas não foram capazes de reativar as economias paralisadas pela (5/31) pandemia, Furman e Summers agora defendem uma política fiscal expansionista, baseada num programa de investimentos públicos. No Brasil, ao menos por enquanto, a esmagadora maioria dos analistas continua a defender a imperiosa necessidade de equilibrar as contas públicas. Optaram por se dissociar de seus mentores americanos para sustentar seus dogmas. Apelam para a tese da jabuticaba, Brasil é diferente porque o Estado e os políticos não são confiáveis. Sustentam que por aqui o equilíbrio orçamentário é ao mesmo tempo condição necessária para evitar o abismo e condição suficiente para que a economia volte a crescer. Aparentemente, os únicos temas econômicos relevantes são o risco fiscal e as reformas necessárias para garantir o equilíbrio das contas públicas. Tudo mais seria secundário. O ponto central da tese de Keynes na “Teoria Geral” é que a política monetária precisa ser acompanhada do investimento público para que a economia se recupere. A possibilidade de que, apesar do crédito abundante e dos juros baixos, não haja recuperação do investimento e da atividade econômica não deveria ser novidade. Excesso de poupança não pode ser usado como explicação para as baixas taxas de juros, porque a poupança está em queda neste século A possibilidade do que Keynes chamou de uma armadilha da liquidez tem sido efetivamente reivindicada para explicar por que, apesar das taxas de juros muito próximas de zero, as economias contemporâneas continuam estagnadas e sem inflação. No entanto, a solução proposta por Keynes, uma política fiscal expansionista com o aumento do investimento público, continua a ser vista com desconfiança pela grande maioria dos analistas. (6/31) Mesmo superado o dogma do equilíbrio fiscal e o fetiche da relação dívida/PIB, a macroeconomia hegemônica continua a não entender que a expansão do crédito prescinde da expansão da poupança. A tese de que a taxa de juros baixa é consequência do excesso de poupança tem origem na análise dos economistas clássicos que precederam Keynes. Segundo os clássicos, a taxa de juros é resultado do equilíbrio entre a oferta e a demanda de fundos para investimento. Conhecida como a teoria dos “loanable funds”, dos fundos disponíveis para empréstimos, foi um dos pontos centrais da crítica de Keynes, para quem a taxa de juros nada tem a ver com a poupança, é determinada no mercado monetário. Para Keynes, a poupança é sobretudo função da renda e investimento do otimismo dos empresários. São ambos pouco sensíveis à taxa de juros. Se não há otimismo e perspectiva de crescimento, a economia pode ficar estagnada, sem investimento, mesmo quando a taxa de juros está baixa e há abundância de crédito. Para a maioria dos economistas, inclusive os recém-convertidos como Summers, Bernanke, Blanchard e Rogoff, a tese de que os atuais juros excepcionalmente baixos são fruto de um excesso de poupança, de um “savings glut”, é predominante. Além de anacrônica, a tese do excesso mundial de poupança não tem sustentação nos fatos. Desde o início do século, a poupança está em queda, não apenas nos EUA, mas na grande parte das economias ocidentais. O excesso de poupança não pode ser reivindicado como explicação das baixas taxas de juros. Os juros de curto prazo baixos são consequência da decisão dos bancos centrais de fixar a taxa básica de remuneração das reservas bancárias perto de zero. As taxas mais longas baixas são resultado da combinação de uma extraordinária expansão do crédito promovida pelos bancos centrais desde a grande crise financeira de 2008, com o anúncio, chamado de “forward guidance”, de que pretendem manter a taxa básica nos níveis atuais por tempo indeterminado, mesmo depois da eventual recuperação da economia. (7/31) A expansão do crédito privado nunca dependeu da existência de poupança. Só o Estado, restrito pela exigência do lastro metálico, era incapaz de expandir o crédito sem o prévio acumulo de reservas, mas a macroeconomia hegemônica continua a associar toda expansão de crédito a um aumento da poupança. Não foi ainda capaz de incorporar o fato de que, num sistema monetário exclusivamente fiduciário, a expansão do crédito pelo banco central prescinde do aumento da poupança. Como apontou James Galbraith em artigo recente, porque continuam a raciocinar com o anacrônico modelo de “loanable funds”, Furman e Summers chegam às conclusões certas a partir de velhos equívocos. Por isso são obrigados a recorrer a obscuros “fatores estruturais” para justificar um suposto excesso mundial de poupança, quando a poupança no mundo está em queda. São também incapazes de compreender as implicações e os riscos da atual combinação de juros próximos de zero com o excesso de crédito criado pelo QE dos bancos centrais. A dificuldade para entender as atuais taxas de juros está na incapacidade da macroeconomia hegemônica de distinguir fluxos de poupança de fluxos financeiros de crédito. A economia contemporânea não é mais a economia que pautou a formulação do modelo macroeconômico canônico. Desenvolvida a partir do início do século XX, consolidada por John Maynard Keynes (1883-1946) nos anos 1930, a macroeconomia continua a refletir a economia da moeda metálica. (8/31) A partir do início do século XVIII, com a criação dos primeiros bancos centrais e a introdução da moeda bancária, o sistema monetário passou a ser híbrido, isto é, passaram a conviver a moeda metálica emitida pelo Estado com a moeda criada pelos bancos. Com o fim do padrão ouro, na conferência de Bretton Woods, após a Segunda Guerra (1939-1945), a moeda passou a ser exclusivamente fiduciária. A longa vigência da moeda metálica, como não poderia deixar de ser, pautou o desenvolvimento da macroeconomia, que até hoje não foi revista para incorporar o fato de que a moeda contemporânea é exclusivamente fiduciária e o sistema financeiro cria crédito de forma praticamente irrestrita. O Estado emissor da moeda fiduciária não tem restrição financeira na jurisdição onde a moeda é aceita. Não precisa de fundos existentes para gastar, porque ao gastar cria os fundos de que precisa. Esse é um corolário lógico da definição de moeda fiduciária. Por ser contraintuitivo e percebido como politicamente perigoso, sofre uma ferrenha oposição dos macroeconomistas hegemônicos. Sobre o tema tenho escrito com frequência. A possibilidade da criação de crédito, sem contrapartida de poupança prévia, é mais uma incompreendida decorrência da moeda fiduciária. A lógica da moeda metálica está profundamente enraizada no pensamento macroeconômico. A moeda como um (9/31) estoque físico e o crédito como indissociável da poupança são concepções que até hoje permeiam o raciocínio hegemônico. Como os conceitos estabelecidos estão profundamente associados a tais concepções, o próprio vocabulário macroeconômico dificulta o entendimento de uma economia baseada na moeda fiduciária. Todo aumento de demanda, qualquer que seja, será capaz de quebrar a estagnação de uma economia com capacidade ociosa A macroeconomia, como o arcabouço mental que baliza as políticas públicas, precisa ser compreendida por qualquer pessoa educada. Não pode ficar restrita a um grupo de iniciados que utiliza um dialeto pretensamente científico. No que se segue, sou obrigado a utilizar a notação da macroeconomia básica para ressaltar o papel da moeda fiduciária e do crédito excluídos da análise tradicional. Peço aos não economistas de formação que não se intimidem, procurem acompanhar o raciocínio e julguem por si mesmos. Fechada com ociosidade Assim como a moeda fiduciária depende da credibilidade institucional do Estado, é o fato de que o Estado pode se tornar devedor líquido, pode ter um passivo a descoberto e ainda assim ter sua dívida aceita como meio de pagamento, que viabiliza a expansão do crédito sem prévio aumento de poupança. O ponto fica mais claro se partirmos das identidades macroeconômicas básicas.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Merkel se despede do Forum Economico Mundial como chanceler alemã

Angela Merkel, a pandemia, a China, os Estados Unidos e o Fora Bolsonaro O mundo anda de lado e as pessoas continuam morrendo Angela Merkel, em seu último discurso no Forum Econômico Mundial como chanceler da Alemanha, trouxe grande contribuição sobre o significado da PANDEMIA. “É preciso achar o equilíbrio correto entre ações dos governos e os direitos individuais. Precisamos ser capazes de parar a concentração quando ela está criando empresas muito poderosas, e pensar de forma global, para além de nosso país.” Vejam as três grandes lições da pandemia... 1 – Deixar claro como o mundo está conectado e interdependente, o que mostra que tentar isolar-se dentro de suas própria fronteiras não é boa solução; 2 – Evidenciar a vulnerabilidade do ser humano em relação à natureza e a urgência de adotar medidas que protejam o clima e a biodiversidade; 3 – Apontar gargalos e fraquezas que precisam ser resolvidas. Ainda no discurso no Forum Econômico, Angela Merkel disse que é contra tentar dividir o mundo entre Estados Unidos e China. Depois de ligar para os governantes do Canadá, México e Reino Unido, e antes de falar com a Rússia, JOE BIDEN, telefonou para Angela Merkel. Em seguida , a líder alemã falou no Forum. “EU GOSTARIA MUITO DE EVITAR A CONSTRU’ÇÃO DE BLOCOS”. Ninguém sentiu falta do Brasil... Enquanto isso, o DEM racha, dá força a bloco de Lira e irrita Maia. Sabe o que significa isto? O partido de Maia, o DEM, expôs uma crise na candidatura de seu apadrinhado político à presidência da Câmara de Deputados... Enquanto o povo discute FORA BOLSONARO, os partidos políticos no Congresso Nacional negociam cargos, dinheiro e espaço político. E o povo? O povo continua morrendo na fila por leitos e vacinas... E, como o povo brasileiro é paciente, as coisas só serão resolvidas nas eleições de 2022, entre os que sobreviverem. Que país é este?

terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Diga a SENHA ou MORRERÁ

Sob o domínio das senhas Nossa vida virou um inferno Antes da informática as pessoas vivam decorando livros, datas, nomes e tudo mais. Com o advento da informática, a princípio pensamos que a vida ficaria bem mais simples. No entanto, em nome da segurança, tudo no computador pede ou exige senha. E a partir daí nossa vida virou um inferno. E, se a gente parar de usar tudo que exija senha? Simplesmente o sistema nos excluirá de tudo. Dos bancos, dos registros dos governos, das relações com os parente e amigos. Enfim, estaremos vivos, mas, para o sistema, não existiremos. Da mesma forma que os governos podem dar um único número de CPF para cada cidadão de seu país, os sistemas de informática podem criar um cadastro único, tipo telefone, onde na senha necessariamente conste um número para o país, outro número para a cidade-Estado, outro número para sobrenome, e depois deste número, a pessoa poderá fazer a senha mais maluca que quiser. Por exemplo, hoje, depois de brigar duas horas com as senhas, quando um destes aplicativos malucos obrigou-me a mudar minha senha eu criei uma nova senha: PUTAQUEPARIU! E a senha está sendo um sucesso. Se alguém perguntar por mim... cantou ontem Nara Leão.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

China mostra ao mundo como ser competente

China pede maior colaboração para distribuir e fabricar vacinas, em Davos. 25/01/2021 - UOL Notícias https://noticias.uol.com.br/colunas/jamil-chade/2021/01/25/pandemia-nao-deve-ser-usada-para-reverter-globalizacao-alerta-xi-jinping.htm 1/7 JAMIL CHADE O presidente chinês, Xi Jinping, participa de econtro dos Brics no último dia 17 Imagem: Li Xueren/Xinhua RES U M O DA NOT Í C IA O presidente de China, Xi Jinping, usou seu discurso de abertura no Fórum Econômico Mundial nesta segunda-feira para pedir que haja um acordo e entendimento entre governos para "incrementar a colaboração para fabricar e distribuir a vacina para que esteja acessível a todos os países". Jamil Chade Colunista do UOL 25/01/2021 10h03 Discurso de presidente da China marcou a abertura do Fórum Econômico Mundial e foi recebido como alerta da nova postura internacional de Pequim Em meio a um debate sobre a cooperação com o Brasil, China criticou ainda preconceito ideológico. 2/7 Segundo ele, Pequim cooperou com mais de 150 países e 13 organismos internacionais, além de mandar equipes médicas para 35 países. "A China seguirá dando assistência aos países menos preparados para a pandemia", disse. Para o presidente, a vacina precisa ser um bem público e o governo chinês indicou que vai "trabalhar" para garantir países mais pobres possam receber doses. O Fórum, que tradicionalmente ocorre em Davos, está sendo realizado por meio virtual neste ano. A declaração ocorre num momento em que seu governo é criticado por sua falta de abertura e transparência no início da crise sanitária e por não estar atendendo de forma suficiente à demanda por vacinas. Como resposta, Xi Jinping indicou que seu governo está disposto a promover maior acesso à sua economia e ciência. Mas também deixou claro que seu governo não aceitará que economias pelo mundo usem a pandemia como uma oportunidade para rever cadeias de abastecimento, regras de abertura comercial ou mesmo a globalização. "Não serve ao interesse de ninguém usar a pandemia como justificativa para reverter a globalização", alertou Xi. Para ele, a pandemia está "longe de terminar" e uma resposta global deve ser baseada em ciência e "humanismo". "Conter o vírus é a maior missão da comunidade internacional", defendeu. Xi acredita que esse será o aspecto mais importante para que a economia mundial possa se recuperar. Menos de uma hora depois, a postura da China foi alvo de duros ataques por parte de Anthony Fauci, conselheiro médico da Casa Branca. Para ele, que participou de um outro evento em Davos, a falta de transparência em Pequim teve "um impacto negativo substancial". "E isso vemos há tempos", declarou. De acordo com ele, se houvesse uma transparência por parte da China, algumas informações poderiam ter evitado milhões de contaminações. "Isso teria influenciado a política", disse. "Metade das transmissões é realizada por pessoas que não tem sintomas", insistiu. 3/7 - Recado contra as ideologias Questionada por governos como de Jair Bolsonaro e atacada pelo chanceler Ernesto Araújo, o presidente da China ainda adotou um tom firme ao pedir que o mundo "abandone o preconceito ideológico" e a "mentalidade da Guerra Fria". "A diferença por si só não é motivo de preocupação. O que gera uma preocupação é a arrogância, preconceito e ódio", declarou. Xi defendeu uma nova era nas relações internacionais. "O modelo de o vencedor levar tudo não funciona", disse. "Nenhum problema global pode ser resolvido por um país sozinho. Devemos ter uma ação global, uma resposta global e cooperação global", defendeu. Mas o presidente chinês fez questão de insistir que Pequim "vai estar mais envolvida na governança global" e que decisões internacionais devem ser tomadas com base em "coordenação, não imposição". O recado foi recebido como um sinal de que a China exigirá ser consultada. "Não podemos voltar ao mundo do passado", disse, numa referência ao fato de que, hoje, a China faz parte da nova realidade do poder. Para ele, qualquer ação diferente corre o risco de levar a perdas para todos. "Guerra Fria, Guerra Quente, Guerra comercial ou guerra tecnológica apenas irão gerar perdas para todos", disse. Em um tom de alerta, Xi ainda lembrou que a história recente é uma prova do que pode ocorrer quando países optam pelo confronto. Para ele, sempre que um governo tentou agir de forma unilateral, o resultado foi o "fracasso". "Iniciar uma nova Guerra Fria apenas levará o mundo a uma nova divisão e mesmo confrontação", disse. Seu discurso ainda representou um recado claro aos demais países de que Pequim quer fazer parte das decisões globais e que não abrirá mão de ser ouvida. Seu recado vem no momento em que o governo de Joe Biden acena com um projeto para incentivar licitações nos EUA a dar maior privilégio a empresas americanas. O programa "Buy American" já é alvo de duras críticas por parte de alguns dos principais parceiros comerciais dos EUA e que esperavam um desembarque de Biden mais favorável ao comércio internacional. Na OMC nesta segunda-feira, por exemplo, a Casa Branca manteve o veto ao restabelecimento dos tribunais da entidade, uma política adotada pelo governo de Donald Trump. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

domingo, 24 de janeiro de 2021

O vírus afeta a Economia, a Política e a Religião Diálogos da crise: 1 – A inflação, o custo de vida e os preços nas feiras Morador novo no bairro de Higienópolis, fui na feira de quinta-feira, que é realizada num travessa da Higienópolis. Precisava comprar um pouco de filé de pescada. Fiquei surpreso por existir apenas uma barraca de peixe – risco de monopólio e preços altos – não deu outra, o preço do filé de pescada branca estava em R$.58,00. Na Vila Madalena eu pagava R$45,00. Na sexta-feira, fui à feira que fica na Rua Mato Grosso, atrás do Cemitério da Consolação. Para minha surpresa tinha QUATRO barracas de peixe. Fui ver os preços do filé de pescada branca: Na primeira barraca era R$.54,00; a segunda R$.52,00; na terceira era R$.50,00 e a quarta era R$48,00. Quando perguntei porque tanta variação nos preços a resposta foi a PANDEMIA... Passei na barraca de cebola para comprar um quilo de arroz integral. Para minha surpresa, o quilo estava em R$.15,00. Era doze há poucos dias. O vendedor, jovem esperto ponderou apontando para meu pacote de pasteis: “Quanto o senhor pagou pelos pasteis?” Eu respondi: R$.8,00 por unidade. Ele respondeu: Pois é, na semana passada um pastel custava R$.6,00. Aumentou em dois reais, que representa 33% do valor antigo. De quanto o governo diz que é nossa inflação? 4 ou 5%. Toda vez que vou comprar nova remessa de produtos, sempre tiveram aumento. Como os assalariados, os aposentados e os desempregados conseguem sobreviver? 2 – NOVA PESQUISA DA FOLHA No sábado a Folha voltou a comemorar a queda de Bolsonaro nas últimas pesquisas. Afinal, a tragédia de Manaus, combinada com o desemprego e as disputas partidárias , voltaram a ajudar a desgastar a imagem deste governo que é a aventura e irresponsabilidade que o Brasil já teve. A Folha ajudou muito a eleger Bolsonaro, porém, nunca imaginou que Bolsonaro fosse tão louco e irresponsável, como tem sido seu governo. Para tristeza da própria Folha, 53% das pessoas pesquisadas ainda são contra derrubar o governo Bolsonaro... Os setores da economia e da política que ajudaram Bolsonaro como forma de impedir a vitória de Haddad ou de Lula, ambos do PT, agora estão percebendo que jogaram o Brasil num lamaçal desacreditado internacionalmente. E, se bobear, Bolsonaro pode tentar um novo golpe de Estado e continuar governando para os banqueiros e empresários internacionais. Vendendo a soberania nacional. 3 - Porque os evangélicos estão aceitando ser bucha de canhão do entreguismo, do desemprego, do arrocho salarial e da venda da soberania nacional? O governo Bolsonaro fez publicamente o que os governos do PSDB faziam e fazem escondidos, sem divulgar na imprensa, afinal, a imprensa é amplamente tucana. Bolsonaro distribuiu cargos para todas as Igrejas Evangélicas, aumentando o prestígio dos pastores e bispos, aumentarem a renda dos dízimos e facilitando a eleição ou reeleição dos bispos, pastores e também de policiais evangélicos. Bolsonaro vai também nomear evangélicos pentecostais para os tribunais, incluído o STF. Ora, se todo mundo comemora quando uma mulher ou um negro ocupa um cargo importante, imaginem a alegria e a gratidão que os seguidores de Bolsonaro têm quando vêm suas Igrejas crescerem. E eles melhorarem de vida financeiramente? Se o Brasil tem 1/3 de Evangélicos, é natural que Bolsonaro tenha entre 30 e 40% de apoio dos brasileiros. Este percentual alto é composto por evangélicos, agricultura de exportação, de pequenos comerciantes, de aposentados., de parcela da classe média que vem empobrecendo desde o governo de FHC, de parcela importante da imprensa e pelo sistema financeiro. Ou o conjunto da sociedade reage às loucuras de Bolsonaro, ou corremos o risco de vivermos um período mais longo do que foi a ditadura militar. Podemos ter uma ditadura eleita, legitimada, destruindo o Estado o Bem Estar Social e destruindo os nossos sonhos e nossas esperanças... Um outro mundo é possível. Um mundo de inclusão social e de liberdades. Mas este mundo NÃO será dado por Deus, ele precisa ser conquistado, construído e compartilhado. Gilmar Carneiro 23/01/2021

Qual é o melhor caminho para o Brasil: Impeachment ou Programa Mínimo Nacional?

Desejos, necessidades, frustações e violência O quê faz a pessoa aceitar a pobreza e a escassez passivamente? O que faz o rico achar que o pobre tem que aceitar sua pobreza passivamente? O que faz com que hajam pessoas “simples” e felizes, sendo que também hajam pessoas bem de vida e infelizes, doentes e raivosas? Há doenças de pobres, como anemia, mortes precoces, etc. Há doenças de ricos, cansaços de tantos exercícios na academia, alergia à certos lugares em outros países, etc. Também há doenças em todo tipo de renda e saúde. Atualmente há uma lista imensa. O tratamento, em geral, é caro e os remédios são caríssimos. Como isto se relaciona com a tal da “luta de classe”? Como fazer política, respeitando as diferenças e tendo as urnas como limites de tolerância? Quando surge necessidade de uma guerra militar, ou intervenção jurídica para reprimir os excessos? O que “alimenta” o fascismo, o nazismo, o comunismo stalinista ou as ditaduras personalistas? A falta de comida, moradia, trabalho, escolaridade, saúde, infraestrutura decente e principalmente, segurança. Onde faltam isto, sobra violência... A falta de liberdade cultural, esportiva e religiosa, também ajuda a botar fogo nas comunidades. O Brasil e o mundo atual estão sofrendo os efeitos desta instabilidade, que economicamente a gente chama de “transição ou mudança” de um modo de produção e sustentabilidade, para outro. O mundo do trabalho é o mais afetado, obrigando as pessoas a migrarem pelo mundo em busca de trabalho e de sobrevivência. Historicamente estas crises são a base para as guerras destruidoras. Sejam guerras nacionais ou internacionais. Será que vamos ter que passar por mais um período de guerras generalizadas? Está tudo indicando que sim. Que tipo de esforços os países podem fazer para evitar novas guerras? Necessariamente passa por melhorar a qualidade de vida das pessoas e dos países. Ou se encontra formas de ampliação da qualidade de vida ou as guerras serão inevitáveis. Todos devem trabalhar e usufruir do seu trabalho. Nada de viver de “bolsa desempregado”, ou “bolsa invalidez”... Todos somos produtivos em algumas áreas. Podemos dedicar horas em maior ou menor quantidade, mas sempre podemos fazer algo pela comunidade. Reconhecendo estes pressupostos, devemos abrir o debate sobre como ajudar a pacificar o Brasil e o mundo. O Brasil está em momento mais difícil do que o mundo, já que o presidente do país é um louco, incapaz de conviver em comunidades e respeitar suas diferenças. Isto justifica mais um impeachment? Talvez... Talvez seja mais fácil abrir debates com todos os setores da sociedade sobre a necessidade de se definir princípios fundamentais que possam fazer parte de uma Constituição, e que todos os setores respeitem e cumpram estas normas constitucionais e determinantes para o acordo ou pacto de pacificação do Brasil. Podemos chamar estes pontos como um PROGRAMA MÍNIMO para o Brasil. E se Bolsonaro for contra? Façamos esforços para incluir todos os setores da sociedade e quem quiser ficar fora, terá que acatar as decisões da maioria do povo brasileiro, que deverá aprovar ou ratificar este PROGRAMA MÍNIMO. Temos até 2022 para fazer isto. E se Bolsonaro tentar impedir a construção desta unidade nacional, a sociedade deve por limites ao governo ou ao processo eleitoral. Voltou a crescer o clamor pelo impeachment do presidente. Isto é bom e é ruim. Bom porque mostra que o povo volta a ter voz ativa e a participar efetivamente da vida nacional; Por outro lado, é ruim porque estamos passando por um período em que os derrotados eleitoralmente, usam o legislativo e/ou o judiciário para encurtar os mandatos. Vivemos derrubadas de governos ou golpes de Estados camuflados. Isto quase aconteceu nos Estados Unidos... O Brasil não pode esperar. A pandemia e o descaso com as vacinas e com os doentes estão desmoralizando o Brasil internacionalmente. Ou se constrói uma solução para o Brasil, ou a frustração vai se transformar em violência. E aí, não sabemos como começa e muito menos saberemos como vai acabar.

sábado, 23 de janeiro de 2021

O virus está determinando a economia, a política e a religião

O vírus afeta a Economia, a Política e a Religião Diálogos da crise: 1 – A inflação, o custo de vida e os preços nas feiras Morador novo no bairro de Higienópolis, fui na feira de quinta-feira, que é realizada num travessa da Higienópolis. Precisava comprar um pouco de filé de pescada. Fiquei surpreso por existir apenas uma barraca de peixe – risco de monopólio e preços altos – não deu outra, o preço do filé de pescada branca estava em R$.58,00. Na Vila Madalena eu pagava R$45,00. Na sexta-feira, fui à feira que fica na Rua Mato Grosso, atrás do Cemitério da Consolação. Para minha surpresa tinha QUATRO barracas de peixe. Fui ver os preços do filé de pescada branca: Na primeira barraca era R$.54,00; a segunda R$.52,00; na terceira era R$.50,00 e a quarta era R$48,00. Quando perguntei porque tanta variação nos preços a resposta foi a PANDEMIA... Passei na barraca de cebola para comprar um quilo de arroz integral. Para minha surpresa, o quilo estava em R$.15,00. Era doze há poucos dias. O vendedor, jovem esperto ponderou apontando para meu pacote de pasteis: “Quanto o senhor pagou pelos pasteis?” Eu respondi: R$.8,00 por unidade. Ele respondeu: Pois é, na semana passada um pastel custava R$.6,00. Aumentou em dois reais, que representa 33% do valor antigo. De quanto o governo diz que é nossa inflação? 4 ou 5%. Toda vez que vou comprar nova remessa de produtos, sempre tiveram aumento. Como os assalariados, os aposentados e os desempregados conseguem sobreviver? 2 – NOVA PESQUISA DA FOLHA No sábado a Folha voltou a comemorar a queda de Bolsonaro nas últimas pesquisas. Afinal, a tragédia de Manaus, combinada com o desemprego e as disputas partidárias , voltaram a ajudar a desgastar a imagem deste governo que é a aventura e irresponsabilidade que o Brasil já teve. A Folha ajudou muito a eleger Bolsonaro, porém, nunca imaginou que Bolsonaro fosse tão louco e irresponsável, como tem sido seu governo. Para tristeza da própria Folha, 53% das pessoas pesquisadas ainda são contra derrubar o governo Bolsonaro... Os setores da economia e da política que ajudaram Bolsonaro como forma de impedir a vitória de Haddad ou de Lula, ambos do PT, agora estão percebendo que jogaram o Brasil num lamaçal desacreditado internacionalmente. E, se bobear, Bolsonaro pode tentar um novo golpe de Estado e continuar governando para os banqueiros e empresários internacionais. Vendendo a soberania nacional. 3 - Porque os evangélicos estão aceitando ser bucha de canhão do entreguismo, do desemprego, do arrocho salarial e da venda da soberania nacional? O governo Bolsonaro fez publicamente o que os governos do PSDB faziam e fazem escondidos, sem divulgar na imprensa, afinal, a imprensa é amplamente tucana. Bolsonaro distribuiu cargos para todas as Igrejas Evangélicas, aumentando o prestígio dos pastores e bispos, aumentarem a renda dos dízimos e facilitando a eleição ou reeleição dos bispos, pastores e também de policiais evangélicos. Bolsonaro vai também nomear evangélicos pentecostais para os tribunais, incluído o STF. Ora, se todo mundo comemora quando uma mulher ou um negro ocupa um cargo importante, imaginem a alegria e a gratidão que os seguidores de Bolsonaro têm quando vêm suas Igrejas crescerem. E eles melhorarem de vida financeiramente? Se o Brasil tem 1/3 de Evangélicos, é natural que Bolsonaro tenha entre 30 e 40% de apoio dos brasileiros. Este percentual alto é composto por evangélicos, agricultura de exportação, de pequenos comerciantes, de aposentados., de parcela da classe média que vem empobrecendo desde o governo de FHC, de parcela importante da imprensa e pelo sistema financeiro. Ou o conjunto da sociedade reage às loucuras de Bolsonaro, ou corremos o risco de vivermos um período mais longo do que foi a ditadura militar. Podemos ter uma ditadura eleita, legitimada, destruindo o Estado o Bem Estar Social e destruindo os nossos sonhos e nossas esperanças... Um outro mundo é possível. Um mundo de inclusão social e de liberdades. Mas este mundo NÃO será dado por Deus, ele precisa ser conquistado, construído e compartilhado. Deus está cansado da passividade dos brasileiros. Gilmar Carneiro 23/01/2021

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Futebol, Posse de Biden e Medos

Futebol como bem público e posse de Biden alertando o mundo O medo vai aumentar ou vai diminuir? A incerteza deixa as pessoas enlouquecidas e violentas. O povo sem acesso ao futebol, pode virar violência e quebradeiras. Os governos sem legitimidade, podem levar o povo a apoiar ditadores e assassinos. Ontem foi a posse de Biden, como presidente dos Estados Unidos. Uma posse sóbria, mostrando respeito aos mais de 400 mil mortos pela pandemia do virus, mostrando cuidado especial com a metade do povo americano que votou em Trump, o louco que apoia o fascismo e a intervenção nos países que discordam com ele. O mundo espera que o novo governo americano traga paz, SAUDE, respeito e crescimento econômico com melhoria do bem estar social. Já o futebol brasileiro, está tão ruim quanto o governo atual que destroi coisas belas... Para indignação geral dos saopaulinos, os jogadores entregaram o jogo. Tomaram uma goleada de 5 a 1. Não jogaram bola ante um time jovem e com vontade de ganhar.O Internacional deu um banho em pleno Morumbi. Tudo indica que o jogadores fizeram corpo mole para ridicularizar o técnico e a diretoria do clube. Enquanto o São Paulo lambe suas feridas, o Palmeiras vai decidir com o Santos, hoje no Maracanã, quem será o campeão da Libertadores. Serão dois jogos de mata-mata. Hoje é o primeiro. O mundo inteiro tem acesso ao jogo, MENOS OS BRASILEIROS. Roubo, apropriação do espaço público, traição dos governantes... PORQUE O POVO NÃO TEM DIREITO A ASSISTIR AO JOGO DO SANTOS COM O PALMEIRA? Para assistir TEM QUE PAGAR! Antes era TV aberta onde o Brasil inteiro acompanhava cada jogada. Agora, cada campeonato é um canal pago diferente. QUANTOS CANAIS DE TV precisamos pagar para ver o futebol? Eu assino o maior pacote da Vivo e não tenho acesso ao jogo. Assino a Globopay e não tenho acesso ao jogo. Assino mais um canal de futebol europeu, que nem lembro o nome, e não tenho acesso ao jogo. Quem está roubando quem? O mesmo raciocínio vale para a Seleção Brasileira de Futebol. Deixou de ser um bem público para ser propriedade privada de mercenários e especuladores. E o povo que se esploda! E não querem ficar com medo....

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

As mulheres nos bancos atraem mais mulheres e mais qualidade

As mulheres conquistas espaço e poder nos bancos e na socieade Leiam uma ótima matéria no jornal Valor. As mulheres nos bancos mostram como os negros devem ser estimulados e se qualificados, disputando por méritos vagas estratégicas no mundo do trabalho. As mulheres já são maioria em quantidade e logo serão maioria em qualidade em todos os segmentos da vida. Bancos se unem para formar mais mulheres Valor | Carreira | Valor Econômico https://valor.globo.com/carreira/noticia/2021/01/14/bancos-se-unem-para-formar-mais-mulheres.ghtml 1/9 Bancos se unem para formar mais mulheres Programa quer desmistificar o trabalho no mercado financeiro Por Naiara Bertão — De São Paulo 14/01/2021 Atualizado há 6 dias Carreira 20/01/2021 2/9 Maite Leite, presidente do Deutsche Bank, diz que objetivo é aumentar a representatividade feminina no mercado financeiro As jovens brasileiras estão querendo ocupar mais espaços no mercado financeiro, mas falta ainda aproximação com as empresas do setor, conhecimento sobre as áreas que podem atuar e oportunidades de emprego. Mudar esse cenário motivou a união de quatro bancos internacionais no país - Goldman Sachs, Deutsche Bank, UBS e BNP Paribas - a criar o programa de mentoria e formação Dn'A Women. Mesmo com todas as limitações que a pandemia trouxe, a segunda edição do programa atraiu 3.997 candidatas para as 60 vagas, três vezes mais do que sua primeira edição, em 2019, quando 1.318 universitárias se candidataram. A média de candidatas por vaga foi de 66,6, ante 22 no ano anterior). Maria Cristina Sampaulo, líder de diversidade e inclusão para a América Latina do Goldman Sachs conta que a ideia surgiu a partir de uma apresentação que ela fez sobre outro programa do banco, o LIFT, de inclusão de jovens negros(as) de baixa renda, às quatro presidentes dos bancos internacionais em meados de 2018. Na época, Maitê Leite já estava à frente do banco alemão Deutsche Bank no Brasil, Sylvia Coutinho também liderava o suíço UBS no país, o francês BNP Paribas local era comandado por Sandrine Ferdane e Maria Silvia Bastos Marques estava presidindo a unidade brasileira do americano Goldman Sachs. 3/9 “Desde que colocamos metas de diversidade no Goldman eu comecei a pesquisar sobre porque poucas mulheres se interessam pela área de finanças, porque temos dificuldade para atrair esses talentos. As presidentes se solidarizaram com o tema e me pediram para apresentar um esboço de projeto, baseada na experiência com o LIFT, em outubro [2018]. Chamei, então, estagiárias de diversas áreas de negócio do banco para conversar e entender os obstáculos para esboçar o programa”, conta Maria Cristina. Todas aprovaram a ideia e as respectivas áreas de recursos humanos dos bancos coordenaram sua implementação. Assim nasceu o Dn’A Women, com o objetivo de incentivar a diversidade, equidade de gênero no mercado financeiro e a feminina nas empresas do setor. “Nosso objetivo é desmistificar a ideia de que o mercado financeiro não é um lugar de potencial desenvolvimento de carreira para jovens mulheres. Queremos não apenas diminuir essa percepção, como também aumentar a representatividade feminina”, diz Maite Leite, presidente e diretora do banco alemão Deutsche Bank no Brasil e a primeira mulher na diretoria da Câmara BrasilAlemanha. “O que mais me chamou a atenção do programa foi a aproximação com as lideranças das empresas, o networking que fiz com as meninas que participaram e os mentores que me acompanharam. Quando passei no processo seletivo do programa, um mundo novo de oportunidades e pessoas se abriu para mim”, comenta Milena La Rubia, universitária que participou da primeira turma. Estudante de economia da Universidade de São Paulo, Milena nunca tinha tido contato com o mercado financeiro antes e gostou de conhecer as diferentes áreas de um banco, os produtos que oferecem e de saber como é a dinâmica do dia a dia de trabalho em uma instituição financeira. Milena não apenas conseguiu, este ano, uma vaga na área de corporate banking no Deutsche Bank, como também está propagando o que aprendeu nas redes sociais: criou um canal do YouTube com seu nome onde publica vídeos sobre carreira no mercado financeiro. “Com o canal eu quero traduzir o que é o mercado financeiro para estudantes do ensino médio e que estão na universidade. É um mundo muito diferente e a ideia do projeto é tentar - 4/9 - simplificar o que é a carreira no mercado financeiro”, conta. Ela também criou um grupo no aplicativo de mensagens instantâneas Telegram que conta com cerca de 1 mil pessoas onde divulga vagas no setor financeiro. A vontade de desmistificar o mundo das finanças para outras jovens mulheres também levou a estudante de engenharia da Poli-USP Mariane Frigerio a criar o grupo “Elas no Mercado Financeiro” com outras duas amigas que conheceu na Liga do Mercado Financeiro da sua faculdade no segundo semestre de 2019. “Até então eu não tinha tido contato com o mercado financeiro, não conhecia as oportunidades, mas sabia que não queria construir a carreira na área de engenharia”, conta. Quando o fundo de investimento Advent pediu à Liga contatos de mais estudantes mulheres para aumentar o número de candidatas em seu processo seletivo de estágio, Mariane percebeu como era difícil encontrar pessoas para indicar. “A Liga tem pouco mais de 20 pessoas e éramos em apenas três. Quando uma empresa ligou pedindo currículo de mulheres que estavam interessadas no mercado financeiro, ficamos em choque. Não estávamos inseridas nesse setor e começamos a pensar em como tentar mudar isso, fazer com que outras mulheres se interessassem pela área”, diz. O “Elas no Mercado Financeiro” tem também o objetivo de divulgar informações sobre carreira no mercado financeiro para mulheres via redes sociais e eventos junto a faculdades. Ele começou a ser desenhado no primeiro semestre de 2020, mesma época em que Mariane ficou sabendo do Dn’A Women e se inscreveu. 5/9 “Achei que estava alinhado com o que estávamos pensando para o grupo e diretamente relacionado com os assuntos que discutíamos no momento. Tive certeza que queria participar. As aulas não ofereciam apenas a parte técnica, mas também soft skills e achei interessante. O programa de mentoria também me chamou muito a atenção”, diz a estudante. Para serem chamadas no Dn’A Women, as candidatas precisam passar por um teste de inglês (a exigência é nível intermediário) e de perfil, além do preenchimento de outros detalhes pessoais. Na segunda etapa, cerca de 200 meninas são selecionadas para participar de um dia de seleção com organizadores. Na primeira edição foi presencial e na de 2020, on-line. Neste momento, elas são divididas em grupos de 15 pessoas, participam de dinâmicas e precisam fazer uma rápida apresentação pessoal e individual em inglês. Por fim, quem se destaca é chamada para uma conversa particular. O processo de seleção é feito pela Cia de Talentos. “O mercado financeiro não é só para homens. Ele está mudando, ainda mais no banco de atacado, de investimento. Com produtos cada vez mais sofisticados, precisamos de talentos e diversidade”, comenta Renato Rovina, diretor de RH do Banco BNP Paribas Brasil. Estudos apontam uma correlação entre diversidade étnica e de gênero com a lucratividade das empresas, mas mesmo assim, as minorias e mulheres continuam sub-representadas. Um estudo conhecido e muito citado é o da McKinsey que, em 2018, apresentou dados convincentes sobre essa relação: quanto maior a diversidade, maior o resultado da empresa. Em todo o mundo, empresas com maior diversidade de gênero nas equipes executivas tinham uma probabilidade 21% maior de ter margem EBIT (geração de caixa) superior à de seus pares que tinham menor - 6/9 - diversidade. Além disso, tinham uma probabilidade 27% maior de criar valor no longo prazo, considerando a margem de lucro econômico. Com duração de cinco meses, o programa é dividido em aulas durante 3 horas todos os sábados e um processo de mentoria que dura, ao total, quatro meses. No caso das aulas, que podem ser palestras ou workshops, há temas mais técnicos, como indústria bancária, introdução ao mercado financeiro e finanças pessoais, mas também mais teóricos e ligados às chamadas soft skills, como comunicação, liderança e autoconhecimento. Para ministrar as aulas, o projeto contrata consultorias especializadas como Impulso Beta, The School of Life e Denise Damiani Consultoria. Apoiam ainda o projeto o escritório jurídico Cescon Barrieu, Grupo Cia de Talentos e WILL - Women in Leadership in Latin America. Leia a reportagem completa no site Valor Investe valorinveste.globo.com

terça-feira, 19 de janeiro de 2021

O vírus mostrou que todos precisam de todos

Para simplificar a vida, o homem dividiu tudo entre o bem e o mal. Criou inclusive o Deus do bem e o deus do mal. Criou também os seus deuses. Atualmente os mais famosos são: O Deus dos cristãos, o Deus dos judeus, o Deus dos muçulmanos, o Deus dos budistas, e mais uma variedades de pequenos deuses... Além dos deuses, o homem criou as formas de governo. E os nossos deuses e as nossas formas de governo sempre são melhores que as dos outros povos ou paises. No mano a mano entre homens, há os vencedores e os perdedores. Mas, quando as epidemias viram pandemias, atacando em todos os continentes, ninguém ficou livre de pegar o virus e morrer. Todos precisam de todos. Seja comunista, capitalista, americano, brasileiro, indiano ou chines. O bicho pega todo mundo. Até o arrogante Bolsonaro teve que comprar vacina chinesa para tentar salvar os brasileiros.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

O candidato bonzinho garantiu vacina contra o virus

A primeira beneficiada foi uma funconária pública, negra e mulher Tudo que a direita neoliberal questiona e despreza Independente do uso eleitoral, MONICA CALAZANS, a enfermeira vacinada, mereceu ser a primeira pessoa a ser vacinada no Brasil. O problema é que os funcionários públicos, os negros e negras, e as mulheres, representam amplos segmentos da população brasileira e, quando Doria - o candidato - convida-a para ser a primeira, ele está pensando prioritariamente nas eleições presidenciais de 2022. Doria está resolvendo seu problema eleitoral, e os 27 Estados brasileiros, como fica sua população? Ficam nas mãos de Bolsonaro, o louco? Tão oportunista quanto Doria, foi o circo montado pela ANVISA para liberar a vacina. A Anvisa está acima do governo federal, do Congresso Nacional e do STF? Se estiver, alguma coisa está muito errada. Enquanto os políticos não se entendem, as pessoas vão morrendo. Muitas pessoas,,, Nossa homenagem a MONICA CALAZANS. O símbolo do povo brasileiro.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

45 dias acampados fazendo mudanças

coisa de loucos, trambiqueiros e almas penadas mudar de casa é mais complicado que casar ainda bem que esta é a ultima mudança...

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

A mega sena foi para Serrinha - Bahia

mais de doze milhões de reais para um jogo feito em Serrinha - Bahia. hoje ao olhar o jornal vi a noticia de que a megasena saiu para Serrinha,minha cidade na Bahia. É a primeira vez que eu vejo um premio da mega sena ir para Serrinha. Ainda nao sei quem são ou quem é o ganhador ou ganhadores. Precisamos saber mais sobre o assunto.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

A Ford vai fechar todas as fábricas no Brasil. Gostou?

Brasil: Suicídio consciente x suicídio inconsciente A diferença entre o pastor e o economista Guedes O Brasil está sendo governado por um bando de loucos, inconsequentes e entreguistas... Mas eles não são iguais. São bem diferentes. Os pastores evangélicos, adoram dízimos, adoram contribuições financeiras e materiais para suas igrejas e seus “rebanhos”. Eles, os pastores e seus seguidores estão felizes, progredindo socialmente e acham que foram escolhidos por Deus, que reconheceu o mérito do trabalho deles e assim eles estão superando a pobreza, graças ao trabalho individual e coletivo, ao trabalho unido da Igreja, liderado pelo pastor ambicioso e reconhecido por Deus. O Deus dos protestantes e dos evangélicos, isto é, o Deus que ajudou a conquistar países que mudaram o mundo; que criaram o capitalismo e a força da Bíblia, como a palavra do Senhor. Pessoas como Guedes, o ministro da fazenda – ou da economia – sequer acreditam em Deus. O deus deles é o ganho fácil, inescrupuloso, possível de ser levado ou recebido no exterior, reduzindo o impacto do imposto de renda e a publicidade sobre sua forma de enriquecer. Jovens que, muitos deles, também foram hippies, também defenderam o socialismo e o amor ao próximo, mas, com o passar do tempo, foram descobrindo que, ao se aliarem aos ricos, seriam felizes mais rapidamente do que se ficarem sonhando com o “amor ao próximo”. Estes rebeldes se transformaram em grandes ministros dos governos conservadores, dos governos que defendem a concentração de renda e a “seleção natural onde o mais forte devora o mais fraco”. A tragédia em que o Brasil se encontra não é obra só de Bolsonaro e Guedes, esta tragédia começou quando interromperam o crescimento quantitativo e qualitativo que o Brasil teve durante todo o pós II guerra mundial através do golpe militar de 1964, e gradativamente foi enquadrando o Brasil como braço complementar dos Estados Unidos e Europa. O Brasil tinha grandes grupos econômicos, tinha mais de cem bancos, tinha inteligência, cientistas, cultura e um continente para crescer e ser útil ao mundo... FHC pregava que tinha que acabar com o varguismo, acabar com o nacionalismo e com o sonho de que o Brasil poderia competir econômica, politica e militarmente com os Estados Unidos. FHC e Clinton eram como irmãos... onde cada um sabia sua função. A destruição do parque industrial brasileiro, onde a principal arma foi a competição desigual entre os lucros da indústria e os lucros da especulação financeira. O Plano Real, embora tenha sido importante para combater a hiperinflação, foi usado também como instrumento de consolidação de poder contra outros poderes... Enquanto a indústria foi destruída pelas taxas de juros e pela importação sem restrições e como forma de estrangular os empresários brasileiros impedindo-os de aumentar preços ao mesmo tempo que os produtos chineses eram vendidos no mercado interno nas lojas com os preços menores que os custos de produção nacionais. A imprensa teve importante papel na inibição de qualquer resistência e os empresários, com medo de serem chamados de monstros do passado, preferiram viver de renda... ou de rentismo. Quando parecia que o escravo libertaria os seus donos, quando a China passou a ser o maior consumidor e minérios, de aves e de carne do Brasil, quando a China aliou-se aos grandes produtores rurais brasileiros, tornando-os mais ricos do que já eram, apareceu um operário que começou a tirar o povo da miséria, da ignorância e da baixo-estima... Perplexos, todos os setores do Brasil e do mundo procuravam entender o que fazia um não estudado ser mais capaz do que os doutores do Brasil e do mundo. Só Jesus tinha conseguido isto. E, talvez por isto tenha morrido na cruz. Nos tempos modernos e ante a moderação deste operário brasileiro, em vez de crucificar, organizam-se os fariseus, togados, comunicadores, professores e invejosos, todos tentando mostrar que o operário não pode ser melhor do que o patrão. Como o negro não pode ser melhor que o branco, nem a mulher, melhor que o homem... Criaram tanto ódio, que abriram oportunidade para se acabar com as montadoras no Brasil, onde trabalhavam dezenas de milhares de operários... Onde existia mais de cem bancos, agora existem somente três ou quatro, e seus donos tomam conta do Banco Central, em nome do povo e do governo. Venderam as faculdades, venderam os laboratórios, venderam as usinas de canas, venderam os hospitais, venderam as terras e os minérios, venderam as empresas aéreas, venderam o espaço aéreo e entregaram a base de Alcântara aos estrangeiros, venderam nossas praias e nossa alegria... O Brasil chegou a produzir dez milhões de carros num ano. O Brasil que tem tantos cientistas na saúde, passa a vergonha de ser o segundo pior país do mundo em mortes em função do vírus – mais de 200 mil mortes – e vai ter que comprar vacinas da Índia e da China – países que na década de 70 eram o símbolo da pobreza enquanto o Brasil era o símbolo da esperança... Hoje a Ford informou que vai fechar TODAS as fábricas no Brasil e na Argentina. Como as indústrias farmacêuticas também estão fechando seus laboratórios no Brasil... O desemprego vai aumentar ainda mais. A violência vai aumentar ainda mais. E não adianta botar a culpa no operário do ABC e do Brasil... Tudo isto que está acontecendo foi previsto e alertado. As reuniões de Davos foram para isto. Outras reuniões também foram para isto. Os pastores evangélicos não sabiam, mas os economistas sabiam. E entre responsabilizar os que sabiam dos crimes e dos erros que estavam cometendo ou responsabilizar os leigos, os que acreditam que a Fé sozinha remove montanhas, a imprensa e o judiciário tenderão a botar a culpa nos pobres, nos leigos e nos que não tiveram acesso às faculdades internacionais. O pior é que, nesta disputa entre os crentes gananciosos e os economistas inescrupulosos, o povo todo está perdendo. O Brasil é o grande derrotado. Este é mais um 7 a 1 contra o Brasil. Como nas grandes guerras, quando se começa, apenas alguns morrem, mas quando a guerra ganha vulto, todos morrem, todos perdem a dignidade e a capacidade de resistir. E nestes momentos surgem os salvadores da Pátria. Mesmo que também tenham que pagar com tortura e com a própria vida. Deles nascem as esperanças e os exemplos de resistência e de solidariedade. A Ford pode ir embora, mas surgirão outras empresas montadoras de automóveis e caminhões... Os ching-ling já estão presentes no Brasil, nos Estados Unidos e no mundo. Um dia também poderá surgir os brasileirinhos, talvez até alguns com cabeça chata, outros moreninhos e tendo mulheres como dirigentes, como está acontecendo com o Magazine Luiza. Passarão o Céu e a Terra, mas as palavras não passarão. E os ricos só falam em 2022, quando teremos novas eleições, enquanto o povo pergunta pela Vacina e pelo compromisso com o povo.

Mais do que sem dinheiro, o Brasil está é sem credibilidade

O Brasil com Bolsonaro não deu certo Os dias vão passando e a sensação de que tudo está piorando só aumenta. Você liga para o banco para tirar uma dúvida, você sai com mais de 50 dúvidas; Você liga para uma prestadora de serviço, tipo celulares, e a sensação que você fica é que, além não entenderem do que vende, faz você perder um tempão ouvindo recados para você tantar resolver e não que esperar que as prestadoras de as resolvam. Com a pandemia, a recomedação que você fuque enm casa e resolva suas dúvidas vias telefone.Tente você kugar e veja quanto tempo demora e muitas vezes não resolvem nada. Tudo virou um faz de conta. Até quando voce quer ajudar e se dispõe a fazer home office trabalando mais tempo em casa, além da precariedade, vai ser nuti dificil comprar aalgo que resolva. Mesmo o Itaú, que investe bilhões de dólare em tecnologia, neste momento, quando voce quer que o colega adquira equipamentos compatíveis o mundo tem muito mais acesso ao crédito, isso significa que o cobrador vai term uito mais trabalho para executar em poucos horas, outra tarefa onde é quase tudo negociado com o empresæario está fechando acordo com os grandes iunvestidores, os empresários que aninda estão produzindo e vendendo. O grande desafio foi que, os milhões de eleitores que acrditaram nele e com sua entourage, além de estarem decepcioados, precisam reconstruir uma unidade social que contribua para recuperar a credibilidade tanto nas relações pessoais como nas relações institucionais. Por ironia do destino, os Estados Unidos foram determinantes na derruba do governo, transformando o Brasil numa republiqueta latino americano, mas, o presidete americano derrotado nas eleicões, transformogarantir u seu país numa República de Bananas. O Brasil e o mundo precisam recperar a capacidade de trabalhar, estudar, garantir qualidade de vida e políticas públicas, a começar por garantir Vacinas para todos.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Tudo anda muito esquisito... Que passa nos Estados Unidos?

A aparência não é real mas é indicativa de alguma coisa. Os Estados Unidos roubaram a cena neste início de ano. Todo mundo que tem juízo parou para prestar atenção no que está acontecendo nos Estados Unidos e no mundo. 1 - Todo mundo está com medo do Coronavirus - esta é uma grande verdade; 2 - Trump - o louco que foi eleito presidente dos Estados Unidos e ajudou a desoganizar o mundo - está acabando o mandato e de raiva, está desestabilizando a posse de Biden. O nov presidente. 3 - Os brancos conservadores invadiram o Congresso Americano. Seriam os invasores fascistas? Nazistas? Racistas? Ou apenas um punhado de pessoas que está perdendo o poder aquisitivo e o papel social? 4 - Os brancos estão com medo dos negros? dos Hispânicos? das Mulhjeres? Se estão, são uns bundões... 5 - Com a posse do novo presidente americano - Biden - o mundo vai acalmar-se? 6 - O que os grandes países estão achando desta confusão americana? 7 - A Europa anda quieta... 8 - O Oriente Médio anda quieto... 9 - A África anda meio de lado e achando que vai sobrar para os afrcanos... 10 - A América Latina está comemorando seu novo parceiro no clube das Repúblicas das Bananas. 11 - E o Brasil nisto tudo? 12 - Também governado por um louco, tendo um parlamento reacionário e oportunista, o Brasil vai enfrentando os juízes também loucos e o povo chocado e com medo vê passar de 200 mil mortes pela pandemia. 13 - E a esquerda só fala em "fora Bolsonaro"? O povo quer muito mais do que tirar Bolsonaro... 14 - O povo quer vacina para todo mundo; o povo quer e precisa de saúde. O povo quer ver os filhos nas escolas e os adultos trabalhano e sustentando suas familias... 15 - A primeira guerra mundial começou com a morte de um principe esquisito... em poucos dias o mundo pegou fogo de 1914 até 1945... 16 - E, se algum maluco, branco e heroi de guerra, matar o novo presidente do Estados Unidos? 17 - Tudo anda muito esquisito... isto eu não tenho dúvida.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

A crise chegou nos Estados Unidos - vamos unir esforços

Conjuntura: A realidade está nos matando... O vírus está matando mais do que na primeira fase... Os governos estão mais lerdos e com mais dificuldades para conseguir a vacina e leitos nos hospitais do que antes... O povo, além de ficar em pânico, já não aguenta mais ficar em casa... A violência voltou a aumentar e as polícias estão na moita... As famílias estão sem dinheiro e as pessoas estão perdendo emprego.... O comércio com lojas e empregos, está sendo substituído por sistemas on line onde as pessoas compra por internet em vez ir às lojas... Até os bancos estão fechando agências e demitindo os bancários... As crianças e adolescentes sofrem a falta de atividades lúdicas e escolares... Além de não resolverem as vacinas, agora até os Estados Unidos estão entrando em crise profunda. O movimento sindical, os movimentos sociais, as igrejas, os trabalhadores e também as comunidades, incluindo os empresários que queiram participar da luta contra o vírus e contra a crise, todos estes setores são importantes trabalhar juntos. Precisamos unir nossos esforços e construir um novo mundo. Um mundo mais participativo e mais respeitoso . Um novo mundo é possível. Sem medo de ser feliz!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

E A CRISE CHEGOU AOS ESTADOS UNIDOS

AMEAÇANDO O MUNDO Desordem Americana - É crise para todo lado. 2021 não será para amadores - os amigos morrendo em função do vírus; - os amigos, parentes e colegas morrendo por outras doenças; A Saúde sendo o mais importante no mundo todo. - QUEREMOS VACINA JÁ! Porque tanto empurra-empurra e a vacina não sai? Será incompetência dos médicos? Será falta de dinheiro? Será culpa dos governos? SEM VACINA NÃO TEM SOLUÇÃO. Ou se garante logo a vacina, ou o mundo vai ter que parar de vez. Isto é, parar as viagens nacionais e internacionais, Parar as aulas e ninguém sair de casa até o vírus diminuir ou acabar. Sem trabalhar não tem produção, Sem produção não tem o que comer; Sem comida não tem saúde. E começamos tudo de novo... E AGORA VEM ESTA CRISE AMERICANA. Trump tem que ser afastado imediatamente Biden deve começar a governar já. É preciso botar ordem na zona.

domingo, 3 de janeiro de 2021

O moderno e o atraso na guerra das Senhas

Inclusão digital com participação sob controle Depois da invenção da impressora gráfica, a invenção mais revolucionária foi a internet. Ambas acabaram com o monopólio do controle das informações. Antes de Gutemberg, só a Igreja reproduzia a Bíblia, ficando assim com o controle dos contatos entre as pessoas e Deius. A partir da internet, os governos perderam o monopólio das informações, possibilitando que qualquer pessoa em qualquer lugar da Terra entre em contatos instantaneamente ON LINE. As viagens que duravam meses, passaram a durar horas e o MUNDO FICOU PEQUENO... Inicialmente todos comemoraram com o avanço da tecnologia e das oportunidades. Com o crescimento da informática, foram surgindo grandes empresas de tecnologia e controle, que ficaram maior que os Estados, que os Governos, e até mesmo, maiores que os Bancos. A Aple cresceu e ficou maior que as empresas de petroleo e automobilística; surgiu a Google, que não sei de quem é, como surgiu também a Facebook, entre outras, além de milhares de empresas que só trabalha com você se você fornecer seus dados na internet... Ao fornecer seus dados, voce passa a receber milhares de propagandas sobre todos os produtos que voce gosta ou precisa comprar. Sua vida digital vira um inferno. Você ao ter acesso ao mundo digital, aparentemente ficou mais livre e podendo conversar com qualquer pessoa em qualquer lugar. As pessoas passaram a ter a impressão que as Redes Sociais podem derrubar governos eleitos democraticamente e indicarem substitutos que obedecem às massas lideradas pelas redes sociais... As primaveras viraram invernos. Com o tempo, as grandes empresas de informática passaram a cobrar para voce ter acesso. Mais tarde, além de cobrar para ter acesso e poder fazer parte, voce é obrigado a escolher qual delas vai ser sua protetora, ou seja, por onde voce vai operar. A Google assedia o tempo todo para voce operar através dela. A Facebook pressiona o tempo todo para voce escolher por ela como prinmcipal base de operação. Eu escolhi a UOL e estou sofrendo uma pressão imensa das demais para deixar de ter a uol como principal canal de acesso às redes. Agora, estamos reféns das emprezas, estamos sendo assediados de todas as formas possiveis e imaginaveis,e ainda não temos acesso quando precisamos usar. Minha vida virou um inferno. Em nome das atualizações, as empresas nos obrigam a alterar o acesso, alterar as senhas e ao fazer estas mudanças, perdemos a interação entre os diversos programas e empresas. Voce, além, de pagar um monte de coisas, perde o contato com as pessoas e com os lugares. Meu blog, por exemplo, está chegando a UM MILHÃO de acessos e a 130 países de todos os continentes. SE houvesse liberdade no Facebook, eu teria milhões de amigos. Mas tenho somente alguns milhares porque a Face restringe a cinco mil... Estas empresas dizem que é fácil operar com elas. Se voce tenta por telefone, sua chance é uma em dez milhões. Se voce tenta resolver seus problemas lendo os manuais na propria rede, voce fica louco e não resolve. Aí tem que procurar empresas especializadas e pagar para descobrir os problemas. Com a pandemia e o home office, os problemas nos computadores, celulares, IPad e tudo mais, aumentaram muito e as dificuldades para consertar os problemas também aumentaram mas nós perdemos dias e perdemos trabalhos esperando que os deuses consetem as máquinas, ou os aplicativos... Vou ter que pagar para fazerem uma limpeza geral nos meus equipamentos. E quanto mais eu baixo aplicativos mais refém eu fico destas empresas. Sem proteção do governo, sem proteção do Estado, do judiciário, da polícia federal, nem do pastor ou do padre. Os novos deuses são austronautas? Não. Os novos deuses deixaram de ser navegadores ingleses, espanhois ou portugueses, para serem pessoas que estão acima dos governos, dos Estados, dos judiciários e das polícias de inteligências... Como uma abelhinha que sobrevoa as florestas e os jardins procurando flores para produzir mel e pensando que é dona de seu destino, as pessoas têm acesso ao mundo, acham que são livres, mas, na verdade, vendemos nossa alma ao diabo. Vou procurar o Dersu Uzalá. Ou o último dos samurais...

sábado, 2 de janeiro de 2021

São tantas as senhas que somos obrigados a memorizar

A loucura das senhas e da segurança Será que as senhas evitam as invasões? Eu duvido muito. Para operar com qualquer empresa, pesquisa, troca de informações, tudo que for via on line pede senha. E a gente que é mais velho ficamos loucos com tanta senha e perdems nossos arquivos e nossas informações. O diabo é que você não consegue viver sem o computador. É como viver sem carro nos Estados Unidos, ou viver sem trem na Europa. Com este negócio de ficar em casa na pandemia e ao mesmo tempo bloquearem suas senhas, a loucura piora ainda mais. Portanto, os governos precisam tomar vergonha e garantirem logo as vacinas para todo mundo. Assim a vida voltará à normalidade. Se não for voltar à normalidade, proponho que deixemos de usar a informática. Boicote total: ou se simplifica ou se acaba. E seja o que Deus quiser.... Feliz 2001, como disse Caetano.