quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Finalmente faltam 5 dias para Trump perder

Quem diria que daqui a 5 dias Trump deixará de ser presidente dos Estados Unidos? A imprensa demonstra preocupação. Mais de 75 milhões de americanos já votaram. Isto é bom ou é ruim? Pode um estado alterar o resultado de 53 estados? Pela regra tradicional dos Estados Unidos, pode. Mas é correto? Os Estados Unidos precisa de paz, saúde e segurança. E hoje em dia, quem pode garantir paz, saúde e segurança são os democratas, com Biden para presidente. Teremos o último fim de semana de Trump como presidente. Aleluia! Aleluia! Aleluia!

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Medo do Virus e das Eleições americanas afeta o "mercado"

Culpa de Trump que não soube governar para o povo e para o mundo... A salvação é Biden, o democrata. “Dólar chega a tocar R$ 5,79 em dia de tensão nos mercados globais” Valor – 28/10/2020. O sentimento de aversão ao risco domina os ânimos nos mercados financeiros globais nesta quarta-feira. As preocupações em torno dos efeitos econômicos da segunda onda de coronavírus nos Estados Unidos e Europa e da proximidade das eleições americanas - sem nenhum acordo sobre um novo pacote de ajuda aos EUA - levam os investidores a se proteger, com impactos acentuados nos índices acionários e nas moedas. No Brasil, o quadro se agrava com a continuidade dos temores a respeito do estado das contas públicas, o que se reflete em alta expressiva do dólar e queda brusca do Ibovespa logo nas primeiras operações do dia.

Faltam SEIS DIAS para Trump perder as eleições

E a imprensa mostra que BIDEN TEM 87% de chances de vencer se a eleição fosse hoje. O mundo acompanha o final da campanha eleitoral para presidente dos Estados Unidos. O mundo apoia Biden, o democrata. O mundo e os americanos desejam SAUDE, trabalho, liberdade e muita solidariedade. As pessoas em primeiro lugar. SEja nos Estados Unidos ou em qualquer lugar do mundo. Dia 03 de novembro é na PRÓXIMA TERÇA-FEIRA. Mais um DIA D para todos nós.

terça-feira, 27 de outubro de 2020

Agora falta somente UMA SEMANA para Trump perder

Parece um sonho... O mundo num sofrimento danado, com virus, com desemprego, com violência... Mas o governo de m louco está acabando. Na próxima terça-feira, 03 de Novembro, o povo americano vai votar na democracia e num governo mais solidário. Resolvida a crise americaa, vamos resolver a crise brasileira. Faltam apenas SETE DIAS.

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Eleições nos Estados Unidos e na Argentina, na Bolivia e no Chile

Faltam apenas 8 dias para Trump perder as eleições nos Estados Unidos As urnas estão sinalizando mudanças... As pesquisas continuam sinalizando que o povo americano vai votar na democracia e na liberdade. O povo americano vai votar em Biden, o democrata, para presidente dos Estados Unidos. Com a confirmação na surnas, o mundo verá que em vários países o povo está voltando a defender governos que priorizem o povo e suas necessidades básicas como saúde, educação e trabalho. Na Argentina o povo votou contra o neoliberalismo e a favor de um governo mais participativo. Na Bolivia o povo, em ampla maioria, elegeu um novo presidente, com maioria na Câmara e no Senado, o povo disse não aos golpistas e sim a ampla participação dos bolivianos nos governos democráticos. Agora chegou a vez do Chile dizer não a herança da ditadura militar e da violência. Com quase 80% dos votos, o povo chileno exigiu um plebiscito sobre o governo e a constituição. Parabéns a todos os povos - argentinos, bolivianos e chilenos - parabéns aos que defendem à democracia, o respeito ao povo e às suas diferenças. No próximo dia 03 de Novembro será a vez de o povo americano dizer não a Trump e sim a Bide, o democrata. Que novas esperanças se multipliquem por todos os continentes e países, na busca da saúde, do combnate ao virus, na geração de trabalho e emprego para todos. Que se fortaleça a liberdade, a democracia e as políticas públicas. Por governos efetivamente participativos. É hora de dizer não ao neloliberalismo, ao desemprego e ao virus. É hora de dizer sim à saúde, à educação e a mais emprego e trabalho para todos.

domingo, 25 de outubro de 2020

Faltam apenas 9 dias para Trump perder

A imprensa está nervosa: Perde ou ganha? A resposta da maioria é que PERDE. E porque ter medo? Porque Trump é inescrupuloso, violento e grosseiro. Trump estáfazendo terrorismo com os americanos pobres. Os democratas precisam intensifivar a camapnha. Obama está fazendo um bom trabalho. É preciso gareantir que todos votem. Mais de 40 milhões de americanos já votaram. Hoje também é dia de se olhar para o CHILE. O Chile era uma das melhores democracias no mundo. Foi um dos primeiros países a eleger democraticamente um socialista democrático para a presidencia. Os americanos mandaram os militres chilenos derrubar o governo Allende e tiveram uma ditadura assassia sem limites. Hoje, dia 25, o povo chileno vai decidir em plebiscito se continua a Constituição da época de Pinchet ou se atualizada e se faz uma Nova Constituição. Precisamos de democracia, saúde e trabalho para todos,

sábado, 24 de outubro de 2020

Agora a contagem regressiva é mais rápida. Faltam somente 10 dias para Trumper perder

Parece filme: o mundo acompanha a contagem regressiva 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1... Simples como o lançamento de um foguete à Lua. Já tivemos os 10 dias que abalaram o mudo, de John Reed, sobre a Revolução Russa, e agora temos os dez dias que vai ter grande importância no futuro da humanidade. Os americanos vão decidir se preferem caminhar juntos ou se preferem o salve-se quem puder. A história está cheia de exemplos de momentos em que as pessoas fizeram diferença: Julio Cesar e o império romano, os bárbaros que derrotaram os romanos e expandiram as fronteiras e os impérios. Os muçulmanos com seus califas que romperam fronteiras e controlaram o Mediterrâneo. Saladim, Maomé e seus discípulos... A descoberta da América que mudou a alimentação e o centro do mundo... Cristovão Colombo e os espanhois. A Reforma Protestante e o espírito capitalista... O Renascimento italiano, a industrialização e o império inglês. A Revolução Francesa e a importãncia de Napoleão e Nelson. A ocpuação dos continentes e a divisão da África. Os Estados Unidos substitui a Inglaterra como império maior. A Rússia com seus czares e seus comunistas heterodoxos... A rebeldia alemã e sua máquina de guerras. A Alemanha, de Merckel, descobre a força da democracia. O século da Ásia, previsto por Marx, assusta os conservadores americanos. Um botão pode destruir a Terra, um outro botão, que confirma o voto, pode levar o mundo a mais liberdade, mais emprego, mais solidariedade... A singularidade do mundo está na sua diversidade... Vamos construir este Novo Mundo.

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Agora faltam 11 dias para Trump perder

Já pensaram, faltam apenas 11 dias para Trump perder? Mesmo com o comando das eleições municipais , o PT continua grande bem distribido e crescendo... Nosso trabalo em campanha junto aos moradoresa e aos famliares ajuda muito no clima eleitoral. Mais de 40 milhões de pes de algodão estão sendo plantados no Brasil todo. No caso específico de Porto Alegre, ainda não sabemos oficialmente o que aconnteceu até hoje. Os movimentos sociais e populares estão se revoltado e vai haver propobr quanto ao propor um seminário para afinar as arestras; O outro, mais jovem, Devemos planejar nosso futuro. Tipo: Quem covido. Precisava discutir isto com uma maneira e família uito bom, e distinto. Enquanto o povo está tendo redução da jornada de trabalho, com redução de jornada, a coisa vai se multiplicado e o mais provável é ter processos e o resto iremos nós: E a sorte está lançada! Amanhã vai ser outro dia.... Amanhã vai ser outro dia...

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Neste dia 22 de outubro faltam apenas 12 dias para Trump perder

E o povo americano cada dia vota mais em Biden, o democrata! Mais de 40 milhões já votaram e Obama está conclamano o povo a ir votar. É o voto que decide, que vale e que muda a história. Até nos estados mais importantes, o povo está dizendo que vai votar em Biden, o democrata. O clima das eleições nos Estados Unidos já está afetando a economia mundial, as pessoas voltaram a ficar otimistas, a vacina contra o virus está quase pronta e são várias vacinas diferentes, estimulando a concorrência... O povo exige saúde para todos. O povo exige respeito e trabalho para todos. O povo exige democracia e liberdade. Parabéns o jornal NYT o famoso Times, que em sua revista trocou o logotipo Times por VOTE, conclamando os americanos a VOTAREM EM BIDEN, o democrata. Se Deus é por nós, quem será contra nós? Solidariedade, respeito e fraternidade levarão o mundo a ser mais alegre e mais feliz. Está chegando o dia 03 de Novembro de 2020.

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Hoje, dia 21, faltam apenas 13 dias para Trump perder

Já pensaram? Apenas 13 dias para o povo americano comemorar a vitória da democracia, da liberdade, da saúde e da integração com todos os países e povos. A imprensa está mais cautelosa com o clima eleitoral, com medo de ter violência ou de Trump tentar melar as eleições por causa do colégio eleitoral. Talvez já esteja na hora de o Congresso americano alterou a legislação eleitoral no país e regulamentar um sistema único de votação, isto é, cada cidadão ou voto. Quem tiver maioria do voto direto do povo, se elege presidente dos Estados Unidos. Vamos preparar a festa no final do dia 03 de novembro. O povo americano, com o apoio de todos os povos, vai eleger Biden, o democrata, para presidente dos Estados Unidos. Que viva a democracia!

terça-feira, 20 de outubro de 2020

Duas semanas para Trump formalizar sua derrota

Fazer a contagem regressiva agora ficou mais fácil. 14, 13, 12, 11, 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1, aí o mundo conhecerá formalmente o próximo presidente dos Estados Unidos. Um homem idoso, experiente, teve a honra de ter sido o vice-presidente de Obama, um dos melhores presidentes que os Estavdos Unidos já teve, e que dialoga com todos os americanos e com o mundo. Os Estados Unidos vão voltar a ter brilho próprio, vai voltar a ser competitivo sem precisar fazer baixarias nem fazer guerras com outros povos. O mundo quer saúde e paz. Os Estados Unidos precisa ter um presidente que unifique o país. Faltam apenas 14 dias. Literalmente faltam duas semanas. A Bolívia amanheceu em festa. Os golpistas perderam as eleições no primeiro turno. Mas Evo Morales também aprendeu que governar é coletivo, confiar nos outros, construir caminhos onde todos possam contribuir. É preciso amar, é preciso ser solidário, é preciso preservar o planeta Terra. Nas eleições passadas, em 2016, Hillary teve quase 3 milhões de votos a mais do que Trump. Mas, mesmo assim perdeu no Colégio Eleitoral. Desta vez, Biden, o democrata, está ganhando em quase todos os estados que na eleição passada foram decisivos para Trump. De 14 estados que podem virar o jogo, Biden está ganhando em 12. Isto é de 14 = 12 Biden e apenas 2 para Trump. Mas o jogo só acaba quando o juiz apita. Mais de dez milhões de americanos já votaram. Quanto mais gente votar melhor. É Biden na cabeça!

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Agora só faltam 15 dias para Trump perder as eleições

Aumenta a pressão para Trump forçar a barra para evitar a derrota. Não dá mais para segurar, Trump não conseguirá impedir a derrota. Está escrito nas estrelas e os astros já avisaram: Presidência dos Estados Unidos é coisa muito séria para deixar nas mãos de aventureiros. A Bolívia está sob tensão, aguardando que a Justiça Eleitoral reconheça logo o resultado das eleições. O povo votou em mais de 52% a favor do partido MAS, apoiado por Evo Morales. Agora é preciso garantir a posse e governar de forma mais abrangente e mantendo a mobilização permanente para impedir novos golpes de Estado. Parabéns ao povo boliviano. Sem Trump para provocar os países, o governo Bolsonaro também vai ter que ficar mais respeitoso com os países e com as pessoas. Fora Trump lá e Fora Bolsonaro aqui.

domingo, 18 de outubro de 2020

Inflação, custo de vida e dolarização: um roubo só

Você já foi roubado, hoje? De novo? Povo sem dinheiro para pagar o básico Tem gente dizendo que a classe média está sem dinheiro. Eu também acho isto. Tem gente que acha que tanto Lula quanto Bolsonaro salvaram o povo pobre. Isto é meia verdade... Eu tenho uma colega que sempre dizia que achava bom ver o pobre virar classe média. E quando eu perguntava porque? Ela respondia que era porque os pobres iam saber o que é pagar um monte de contas e ter uma vida de m... Votaram no Bolsonaro e sua quadrilha. Até entendo. Mas não consigo entender o que é inflação e o que é custo de vida. E o que tem a ver inflação, custo de vida e a DOLARIZAÇÃO. Sempre ouvimos falar em Políticas Públicas, Serviços Básicos, Cesta Básica, etc... Somo um país de 210 milhões de habitantes. Estamos vivendo com 33% sem trabalhar. Desempregado e sem renda. Temos um salario mínimo, que vinha melhorando com Lula, mas agora voltou a não valer quase nada. Com R$1.045,00 você compra o que? Pois, além dos desempregados, o Brasil tem 19% ganhando até 1.045,00. Isto é, ganhando menos que o salário mínimo. 29% de quem está trabalhando, ganha até dois salários mínimos, até 2.90,00 reais... 35%. Isto mesmo 35% de quem está trabalhando, ganha entre 2090,00 e 5.225,00. - AQUI ESTÁ A CLASSE MÉDIA. A Classe Média ganha entre 2 e 5 salários mínimos... Repetindo, ganha de 2.090,00 a 5.225,00 reais. Os mais ricos, ou também chamados de classe média alta, são 15% e ganham entre 5.225,00 e 20.900,00. Ganham portanto entre 5 e 20 salários mínimos. Uma fortuna para Guedes, o ministro da fazenda. Fortuna mesmo, conforme Guedes, são os ricos, que são 2%, isto mesmo, SOMENTE 2%, e ganham mais de 20,900,00. Mais de 20 salários mínimos. Aqui devem estar os juízes, procuradores, e todos os altos escalões de Brasilia... Voltamos a inflação, custo de vida e dolarização da economia. Deixando os salários longe do dólar... Vamos pensar em quatro contas básicas para qualquer família. Todo mundo paga conta de água, conta de luz, conta de telefone e gás de cozinha. O pessoal do governo mandou as empresas dolarizarem tudo! Resultado, a conta de água veio para 350 ,00 reais, o conta de luz veio para 360,00, o gás veio para 210,00 e o telefone veio para 350,00. Somando tudo, só nestas quatro contas, temos 1.270,00 reais. Bem maior que o Salário Mínimo, pagando apenas quatro contas. Não dá uma sensação de que estamos sendo roubados? Durma com um barulho deste.

Precisa botar ordem no Corinthians

Corinthians faz o antijogo Boicote pesado no Corinthians O caso é mais sério do que se imagina. Ou querem mudar a diretoria, ou querem mudar o time ou querem mudar o técnico que acabou de chegar. Há meses que o Corinthians faz o antijogo, irritando a torcida e desmoralizando o time. Há que se fazer alguma coisa. Uma delas é mudar a lei que regulamenta o futebol brasileiro. Os clubes de futebol, como operam com bilhões de reais em todas as áreas, precisam deixar de ser organizações sem fins lucrativos e sem responsabilidades administrativas e passar a ser administrados como S.A. – Sociedade Anônimas. Não dá para segurar...

No dia 18 de outubro, hoje, faltam 16 dias para Trump perder

A tensão aumenta nos Estados Unidos Vão roubar as eleições também nos Estados Unidos? Era só o que faltava, de tanto mandar derrubar governos, dar golpes de Estado , roubar e matar se necessário, o pessoal começa a ficar com medo de fazerem o mesmo nos Estados Unidos. Hoje tem eleições na BOLIVIA, a primeira depois de mais um golpe de Estado da direita. E parece que estão tentando impedir que o candidato do povo boliviano ganhe as eleições. Tem gente dizendo que os negros votarão em Bine, o democrata, e os brancos votarão em Trump, o grosseiro. Este tipo de campanha é para aterrorizar o eleitorado branco conservador, principalmente do interior do país, ao insistirem que, se os negros continuarem a exigir direitos iguais, o país vai passar a ser governado por negros e hispânicos... Preconceito do início ao fim. Isto requer muito cuidado. Nem devemos aceitar o preconceito, nem devemos deixar consolidar este clima de que os negros são ameaçadores dos negócios e da supremacia americana. Os democratas do mundo todo precisam ser cuidadosos e respeitosos com todos os setores da sociedade. Tanto os mais progressistas e jovens, como os mais conservadores e idosos. Faltam apenas 16 dias. São praticamente duas semanas. Felicidade é poder olhar para seu vizinho e poder dar bom dia e um belo sorriso. Votar na Democracia é votar na liberdade e na diversidade.

sábado, 17 de outubro de 2020

Hoje, dia 17, faltam 17 dias para Trump perder as eleições

Para onde vai os Estados Unidos? Quanto mais evidente ficar que Trump vai perder as eleições, pior vai ficando o clima ... Tem jornalistas fazendo coro que Trump pode tentar dar golpe de mão e levar a apuração para o judiciário e assim melar o resultado...Onde houver o ser humano, também haverá problema, picaretas e tentativas de burlar as regras do jogo e da vida. Lucia Guimarães, jornalista com muitos anos profissão e morando nos Estados Unidos, apresenta hoje um quadro muito bem feito sobre as eleições. Partido Republicano matou o conservadorismo nos EUA Encurralado por transformação demográfica, partido já não disfarça mais que pretende impor a ditadura da minoria Titulo publicado na Folha de 15/10/2020, “Pela extinção do Partido Republicano”. Folha, Lúcia Guimarães -14.out.2020 às 23h15 (https://www1.folha.uol.com.br/fsp/fac-simile/2020/10/15/) A cirurgia foi um sucesso, mas o paciente morreu. O ditado sarcástico se aplica ao Partido Republicano dos Estados Unidos que, para conquistar a Casa Branca, em 2016, decidiu cometer suicídio. O sistema bipartidário americano, que alterna poder entre republicanos e democratas desde a segunda metade do século 19, ruiu com a eleição de Donald Trump. Se não existe bolsonarismo, apenas o capitão se desviando da lei e protegendo a família do palácio que os brasileiros sustentam, o mesmo fenômeno acontece em Washington. Não há trumpismo, apenas um empresário incompetente, com várias falências no currículo, saqueando os cofres públicos, protegido pelo silêncio dos bilionários que hoje pagam menos impostos, os destruidores do meio ambiente que se livraram de leis reguladoras e os vigaristas que venderam a alma em troca de um assento no Congresso. O espetáculo pornográfico da sabatina da juíza Amy Coney Barrett, indicada pelo presidente para a Suprema Corte, basta para demonstrar a putrefação do que os americanos chamavam de conservadorismo. O partido de Abraham Lincoln, que aboliu a escravidão, é hoje um lacaio de quem oferecer o lance maior no leilão da política. A juíza é uma extremista de boas maneiras. No espaço de algumas horas de audiência no comitê judiciário do Senado, ela se recusou a endossar a transferência pacífica de poder ao vencedor da eleição de novembro e a condenar a intimidação de eleitores que o presidente vem instigando em comícios. Seu assento na corte, que parece garantido, foi comprado com dezenas de milhões de dólares por grupos de interesses que se escondem atrás de fundações laranjas. O sequestro da Suprema Corte pelo Partido Republicano nada tem a ver com princípios morais, criminalização do aborto e proibição do casamento gay. Essas bandeiras são chocalhos para agitar o culto. Os juízes comprados por bilionários estão lá para cumprir uma agenda econômica –desmontar estruturas de governo, garantir impunidade da elite e desfigurar o país que emergiu mais democrático da Segunda Guerra. Encurralado pela realidade –a transformação demográfica que torna impossível aos republicanos conquistar a maioria de eleitores nas urnas–, o partido já não disfarça mais que pretende impor a ditadura da minoria. Suprimir voto, reduzir drasticamente locais de votação e até roubar cédulas, como descobrimos na Califórnia, esta é a agenda republicana. Governar é apenas um contratempo na manutenção niilista do poder. Não há o que recuperar. O movimento “nevertrumper” (nunca trumpista), que atraiu republicanos chocados com a confirmação da candidatura de Trump, endossa a candidatura do democrata Joe Biden em nome de conservadores. Mas um expoente do grupo teve a coragem de admitir: só a extinção do Partido Republicano oferece saída para o pensamento conservador. Tom Nichols, um acadêmico especialista em relações internacionais, primeiro se desligou, em 2018, do partido ao qual pertenceu por quase toda a vida adulta. Mas, em setembro, ele escreveu que não basta mais votar em Biden para punir os republicanos. Nichols acredita que o partido, transformado em culto à personalidade do presidente, perdeu a razão de existir. Corrupção, racismo, teocracia, desrespeito à lei e instituições hoje definem o que sobrou do partido de Lincoln. Lúcia Guimarães É jornalista e vive em Nova York desde 1985.

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Apenas 18 dias para Trump perder as eleições

Faltam apenas três fins de semanas para a grande festa democrática Faltam apenas 18 dias para o povo americano comemorar a vitória da democracia, da saúde, do trabalho e da solidariedade. O povo vai votar em Biden, o democrata, todos juntos trabalhando para derrotar Trump, o republicano, grosseiro e que não cuidou da saúde do povo americano nem do mundo. Imaginem que os russos e os chineses estão mais avançados nas vacinas contra o virus do que os Estados Unidos? Tudo isto por incompetência de Trump. Amanhã vai ser outro dia. Não adianta correr atrás do prejuizo. O povo americano não quer mais Trump no governo. Pra frente é que se anda...

Jilmar Tato do PT foi o que mais cresceu em São Paulo, diz Ibope

"A pesquisa do Ibope pegou os efeitos do propaganda eleitoral no rádio e na televisão, que começou no dia 9. O candidato do PT, Jilmar Tatto, oscilou positivamente três pontos e agora soma 4%. Se considerada a margem de erro, o petista está empatado com França e até com Boulos no limite máximo de variação previsto pelo levantamento." E só estamos no início do horário eleitoral. Quanto mais aparecer Lula e Haddad, quanto mais se mostrar o que o PT já fez pelo povo de São Paulo e do Brasil, mais o PT e seu candidato, Jilmar Tato, vai crescer e vamos disputar o segundo turno. Quem já fez muito, pode fazer muito mais! Unidos pela humanização de São Paulo! Trabalhando juntos em todos os bairros, em todas as comunidades e na garantia da saúde, da educação, no trabalho e na qualidade de vida. A cidade é de todos e todas! Viva São Paulo. Sem medo de ser feliz!

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

A Folha apoia Bruno Covas e Boulos

A vida como ela é A Folha, como a Rede Globo, sofre de uma doença chamada hegemonismo, isto é, por ter ampla maioria no mercado nacional, acham que devemfazer de tudo para quesuas posições sejam vistas como as mais corretas e as melhores para a população, o povo e o país. A Folha sempre foi tucana - PSDB - o que poderíamos dizer que é centro-direita, enquanto a Rede Globo, semlpre foi conservadora, mais para PSDB-PFL-DEM-MDB. Assim, a soma dos dois, Folha e Rede Globo acaba abrangendo a grande maioria dos conservadores. Com a redemocratização do pais, a direita nacional viu crescer dois tipos de lideranças políticas que, na maioria das vezes, aceitam fazer parcerias com a Folha e com a Rede Globo, mas não aceitam ser subordinados. Um foi o segmento da esquerda, liderado pelo PT, mas com peso também do PDT, PSB, PC-B, PSOL. O outro são os evangélicos pentecostais que, se por um lado conviviam com as esquerdas mesmo sendo conservadores, por outro lado semlpre viveram em guerra com a Folha e com a Rede Globo. Nos governos petistas, os evangélicos se aliaram com estes porém sem se diluirem, já os conservadores da imprensa mantiveram-se em oposição aos governos de centro-esquerda. Um medo desnecessário já que o PT nunca ameaçou em a Folha nem a Globo. Muito pelo contrário, sempre quis ser parceiro. Se não estão juntos é porque a Folha e a Globo se recusaram... Apesar da imprensa conservadora, o PT ganhou centenas de prefeituras, vários governos estaduais e quatro vezes a presidência da República. A imprensa conservadora não deixou por menos, como não conseguia derotar o PT no voto, derrotou com mais um Golpe de Estado. Depois do golpe, ficou mais fácil combater pesadamente o PT e sua liderança maior que é Lula. Para manter Lula e o PT fora da presidência, a imprensa conservadora aceitou e aceita fazer aliança até com o satanás, personificado em Jair Bolsonaro, ex-militar, louco, evangélico e amigo das milícias, além de aliado da direita americana publicamente. Como a Folha e a Globo ainda não conseguiram forjar lideranças conservadoras capazes de derrotar Lula e Bolsonaro, elas mantém a aliança tácita com Bolsonaro e com todos que podem impedir o crescimento do PT. Este apoio contra o PT vale inclusive apoiar candidatos de esquerda que silenciosamente se beneficiam de tão grande apoio. A Folha, que é menos sutil que a Globo, escancara nas suas folhas do jornal, o apoio a Bruno Covas e, por tabela, publica amplas reportagens sobre as dificuldades do PT e a concorrência que o partido tem enfrentado com o PSOL que é fruto do PT mas é mais moderado que o PT. Além de ter suas lideranças mais intelectualizadas e menos competitivas em eleições para governadores e presidente. E tudo isto é percebido e acompanhado silenciosamente. Faz parte do jogo? Faz, mas ninguém venha dizer que não sabia o que estava acontecendo. A classe média continua sentida com o PT? Continua. Os evangélicos já não precisam do PT. Estes são o próprio governo atual, conservador, hostil e preconceituoso. O candidato do PT em São Paulo poderia ser um intelectual, de fala mansa e não hostil à Folha? Poderia, mas não é, e não foi porque os candidatos seriam os mesmos de sempre. Marta Suplicy, como prefeita filiada ao PT, foi a melhor prefeita que São Paulo teve nos últimos 50 anos. Depois perdeu-se no mundo das vaidades... Erundina, como prefieta filiada ao PT, foi a prefeita mais à esquerda e mantém até hoje ampla base de apoio no PT. Apesar disto tudo, o PT em São Paulo pode surpreender e crescer até 16 ou 20%? Pode. Principalmente se LULA tomar para si a campanha e buscar o apoio efetivo dos paulistas. Outro apoio fundcamental para a campanha crescer é o ex-prefeito Fernando Haddad. Quanto ao apoio dos intelectuais e artistas a Boulos? Isto é maravilhoso, mas não suficiente para ganhar eleições. Enfim, devemos fazer um primeiro turno respeitoso para estar todos juntos no segundo.

Olhem que bom, faltam apenas 19 dias para Trump perder

Praticamente faltam duas semanas para o 3 de Nobvembro de 2020. Um dia muito importante para o mundo todo, especialmente para os americanos. Todos ficaremos livres de Trump na presidência dos Estados Unidos. Como diz Michelle Obama: Ser presidente dos Estados Unidos requer competência, humildade, compromisso com o povo americano e com os países amigos dos Estados Unidos. Serviu como experiência e também ninguém previu uma epidemia na proporção que veio. Como diz a Bíblia: Na alegria e na tristeza; na riqueza e na pobreza; na saúde e na doença... Estes são compromissos que todos nós devemos ter com as pessoas e com a Natureza. O mundo é bom, mas a humanidade está abusando da sua responsabilidade e está pondo em risco o planeta Terra. Vamos contr juntos e contar para nossos amigos e parentes: Faltam duas semanas para Trump perder as eleições presidenciais dos Estados Unidos.

quarta-feira, 14 de outubro de 2020

Faltam somente 20 dias para Trump perder as eleições

O mundo espera a derrota de Trump para recomeçar a vida. "Biden says Florida seniors "expendable" for Trump"" Biden, o democrata, disse que, para Trump, os idosos da Florida são dispensáveis... Já a matéria mais lida do jornal econômico Valor, tem como título: "Comercio com Estados Unidos CAI ao menor nível em 11 anos". Faltando apenas 20 dias para Trump perder as eleições, o mercado e o povo em geral querem saber se os democratas também farão maioria no Senado. Passando as eleições de 03 de Novembro, a prioridade do mundo passa a ser agilizar a vacina. Afinal, a vida do povo americano e de todos os povos IMPORTA SIM.

Seleção Brasileira NÀO É PRIVADA

A Seleção Brasileira de Futebol é do povo brasileiro Vivemos uma realidade tão desmoralizada que até a Seleção Brasileira foi privatizada, banalizada, desmoralizada e desacreditada perante o povo brasileiro. Tiraram da Globo e não deram para ninguém. O povo não teve direito de ver sua seleção sofrer para ganhar, e ganhar com três gols de Neymar. Tudo a ver com a cara do Brasil. Fiquei um tempão tentando assistir pela TVBrasil e não funcionava direito. Tentei assistir pela CBF e foi pior ainda. Tive que acompanhar sem ser ao vivo e quando consguiram passar era com video, isto é, enquanto o jogo real já n]estava no segundo tempo, na TV passava o primeiro tempo. Desisti... Este país virou uma merda só... Está difícil, muito difícil. Já o traficante, cantou a bola que não passaria o Natal na cadeia. Pagou bem e agora vai passar o Natal na piscina de algum país tropical. Moro, num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza... Lembram desta música? deste tempo? E parece que ganhou roubando, roubando não, ajudado pelo juiz...

terça-feira, 13 de outubro de 2020

A direita americana e a direita brasileira, tudo a ver...

A caricatura de Trump serve de modelo Até a Florida já abandonou Trump... Desde 1924, NENHUM republicano, partido de Trump foi eleito presidente sem ganhar na Florida. E Trump está perdendo por mais de 4% na Florida e vai perder no próximo dia 03 de novembro. O povo americano deu uma oportunidade e um voto de confiança em Trump na eleição passada. Trump fez um mandato polêmico, criando problemas tanto nos Estados Unidos como no mundo. O principal erro de Trump foi com a pandemia. Já morreram mais de 214 mil americanos, principalmente pobres e negros... Trump abandonou os americanos à própria sorte contra o vírus e a pandemia. E isto é imperdoável! Além de negligenciar a vida dos americanos, Trump mente sem parar e sem reconhecer suas mentiras. Diz o ditado que, o pior mentiroso é o que acredita nas suas mentiras. Trump, desesperado, diz que Biden, o democrata, está doente e velho. Trump diz que os democratas vão aumentar os impostos, reduzir as verbas para os policiais brancos, acabar com os subúrbios, implantar o socialismo e combater as religiões... Trump está botando MEDO na população. Para Trump, o importante é vencer, mesmo que vença usando da mentira, do terrorismo e de ameaças. Não lembra o governo atual no Brasil? Porque as mentiras de Trump não estão dando certo lá e as mentiras de Bolsonaro, por enquanto, estão dando certo aqui? Esta é uma reflexão importante. Segue uma pequena lista de diferenças: 1 - Nos Estados Unidos tem dois partidos, aqui tem 35 partidos. Nos Estados Unidos, todo mundo sabe que Biden não é socialista, ele é capitalista, democrata e nacionalista, porém Biden é mais respeitoso com as pessoas e as instituições, enquanto Trump é só grosseria. 2 - Nos Estados Unidos se esperava muito mais competência no combate ao vírus e a pandemia. Aqui, os governadores, as empresas e as organizações sociais combateram o vírus e a pandemia, apesar da estupidez do governo Bolsonaro; 3 - Nos Estados Unidos, a imprensa mais séria apoia Biden, o democrata. No Brasil, a imprensa apoia as reformas destruidoras de Bolsonaro e a apoia os candidatos da direita raivosa. A grande imprensa brasileira é antipetista. 4 - Nos Estados Unidos, o judiciário não interfere na vida das pessoas e das instituições como acontece no Brasil. 5 - Nos Estados Unidos, os empresários se preservam mais nas campanhas do que aqui no Brasil; 6 - Nos Estados Unidos, mesmo timidamente, a violência policial é condenada, enquanto que aqui no Brasil, a violência policial é acobertada; 7 – A importância dos Estados Unidos no cenário internacional é imprescindível, enquanto que o Brasil vem abrindo mão da sua presença internacional. Trump com suas grosserias, prejudicou a imagem dos Estados Unidos, perdendo apoio eleitoral. 8 – Nos Estados Unidos, como no mundo, o povo quer Paz, Saúde, trabalhar, ter emprego e ser feliz. No Brasil, o povo também quer tudo isto, mas, no Brasil o povo não acredita nem nos políticos nem nas instituições. O povo quer mudança qualitativa e quantitativa. Bolsonaro trabalha com esta dubiedade, dizendo que está fazendo mudanças, quando na verdade está andando para trás, está destruindo as políticas públicas brasileiras. As eleições presidenciais americanos são no dia 03 de novembro. As eleições presidenciais brasileiras são em 2022. Até 2022, teremos mais desemprego, mais arrocho salarial, mais mortes e mais violência. Haddad, o candidato do PT, é um petista social democrata, não é de esquerda. Poderia ser um tucano de esquerda, se no PSDB ainda tivesse espaço para progressistas... Como dizem os cristãos: Com Fé, Esperança e Amor, nós confiamos que seremos capazes de nos unir em torno do nome de Haddad para presidente, e ele terá como missão pacificar o Brasil e abrir o caminho da paz, do progresso, da segurança, da saúde, da educação, do trabalho e da diversidade para todos e com todos. Deus escreve certo por linhas tortas e ninguém entrará no reino de Deus se não for através do apoio do povo.

Faltando 21 dias para Trump perder, bancos reorganizam-se

Bancos sempre querem ganhar. É da natureza,,, Vejam a matéria do FT – Financial Times de Londres, que saiu publicada no Valor de hoje. FT: A eleição nos EUA e a sua carteira de investimentos Valor Econômico https://valor.globo.com/financas/noticia/2020/10/12/ft-a-eleicao-nos-eua-e-a-sua-carteira-de-investimentos.ghtml Para especialistas, o que importa para os investidores, ainda mais do que o vencedor do pleito, é o tamanho da vitória, já que um resultado eleitoral contestado complica qualquer previsão Por Madison Darbyshire, Valor — Financial Times 12/10/2020 19h03 · A tacada é conhecida como “surpresa de outubro”. Nos períodos prévios a eleições presidenciais nos Estados Unidos, os candidatos estrategicamente esperam até faltar um mês para os americanos irem às urnas para divulgar grandes notícias capazes de alterar os rumos da campanha, na esperança de se catapultarem à vitória. Ao longo do verão americano, especialistas políticos diziam que a campanha de Trump faria anúncios positivos sobre a vacina contra a covid-19, para impulsionar os voláteis mercados e melhorar a percepção pública sobre a forma como governo lidou com a pandemia, que matou mais de 200 mil americanos. Em vez disso, a grande surpresa veio há pouco mais de uma semana, quando o presidente anunciou nas primeiras horas de 2 de outubro que os testes dele e de sua esposa haviam dado positivo para a covid-19. De imediato, os mercados caíram com a notícia. Embora depois tenham se valorizado bastante, o diagnóstico de Donald Trump aumentou o grau de volatilidade e inquietou investidores. O abalo atraiu as atenções para a própria eleição, um evento ainda maior para os mercados. Quais são os prováveis cenários e como os investidores pelo mundo, incluindo os do Reino Unido, podem mitigar os riscos? Os investidores britânicos estão vulneráveis porque são bastante atuantes nos mercados globais e têm a maior parte dos recursos internacionais nos EUA. Na Interactive Investor, uma das maiores plataformas on-line do Reino Unido para investidores por conta própria, os clientes têm mais de 20% do patrimônio investido no exterior. Em média, 77% disso está em ações nos EUA. O que importa para os investidores, ainda mais do que o vencedor da eleição, é o tamanho da vitória, segundo especialistas. Um resultado eleitoral contestado complica qualquer previsão. Soma-se às incertezas a corrida paralela pelo Senado entre os republicanos, que atualmente controlam a casa, e os democratas, que hoje dominam a Câmara dos Deputados. Uma maioria democrata nas duas casas, combinada a uma vitória de Biden, abriria caminho para aperto na regulação e aumento de impostos para empresas. Tradicionalmente, ambas as perspectivas representam más notícias para as ações, de forma correspondente ao impulso às ações nos EUA proporcionado pelos cortes de impostos de Trump. Por outro lado, um controle dividido do Parlamento poderia significar paralisia legislativa e incertezas quanto a pacotes de estímulos econômicos, que tendem a impulsionar os mercados. No caso de investidores estrangeiros, também há considerações cambiais. Em termos gerais, o dólar esteve forte nos últimos cinco anos, inclusive durante a presidência de Trump. Mas será que isso vai durar, em especial se a eleição tiver o resultado contestado? Será que investidores britânicos em particular, que têm a volátil libra esterlina como moeda, acertarão o tempo de qualquer aposta relacionada ao mercado de câmbio? Será que a doença de Trump pode mudar algo? Depois do anúncio do teste positivo para covid-19 de Trump, o mercado futuro de ações nos EUA caiu no início dos negócios e o índice de volatilidade Vix subiu 2 pontos, para 28 pontos. Um choque, mas moderado se comparado a outros saltos nos 30 dias anteriores. Os investidores, porém, parecem estar cada vez mais preocupados com as tensões entre Trump e os democratas no que se refere a um novo pacote de estímulos fiscais. Na semana passada, sinais de progresso na aprovação do pacote levaram gestores de fundos a incorporar nas cotações um “mais do que necessário impulso às perspectivas econômicas”, segundo Richard Hunter, chefe de mercados na Interactive Investor. Os mercados de ações, entretanto, caíram depois de Trump anunciar de repente que abandonaria as negociações com os democratas. “Também há receios quanto à capacidade de Trump de lidar nas próximas semanas com os preocupantes problemas políticos e econômicos atuais”, diz. Depois de uma curta internação hospitalar, o presidente voltou à Casa Branca, mas ainda não está claro se o diagnóstico e sua resposta a ele resultarão em maior simpatia do público por ele ou se prejudicarão a campanha republicana. “Com algumas pesquisas de Estados-chave acirradas e este teste positivo chegando tão perto das eleições, esse acontecimento apenas aumentará a incerteza nos mercados”, diz Susannah Streeter, analista de investimentos na Hargreaves Lansdown, maior plataforma de investimentos do Reino Unido. “Já há sinais de fuga para a segurança, com o dólar e o iene valorizando-se bastante e o ouro também em alta. Os títulos do Tesouro dos EUA também deram um salto [para cima], uma vez que os investidores buscam onde se proteger.” A queda da bolsa americana também poderia sugerir que os investidores veem uma vitória de Biden como mais provável do que nunca. “A intenção de [Biden] de elevar os impostos não será boa para os lucros das empresas e, portanto, é negativa para o mercado de ações”, diz Russ Mould, diretor de investimentos da plataforma de investimento AJ Bell. E se Trump vencer? Uma vitória de Trump combinada a um Congresso dividido — a manutenção da situação atual — levaria a poucas mudanças nos mercados, de acordo com analistas. “O foco dos mercados mudaria para o tamanho e o momento das políticas adicionais de estímulos fiscais e como qualquer atraso na negociação de estímulos poderia impactar os mercados”, diz Adrian Lowcock, chefe de investimentos pessoais na plataforma de investimentos Willis Owen. Os investidores podem considerar uma segunda presidência de Trump como algo “pró-empresa”. Depois do corte do imposto de renda de pessoa jurídica de 35% para 21%, mais medidas fiscais poderiam estar no forno, embora o espaço para a adoção de mais estímulos relacionados à pandemia seja limitado. Há pouco otimismo, porém, em relação à economia. Embora o desempenho de ações de crescimento, como as das cinco maiores empresas de tecnologia nos EUA (Facebook, Apple, Amazon, Netflix e Google, conhecidas como Faangs), tenha superado a média do mercado, a maioria das demais ações está cambaleante, sinalizando que os investidores não veem recuperação ampla no curto prazo. “Uma vitória de Trump com um Congresso dividido provavelmente é algo bom para as ações. As Faangs continuarão superando a média do mercado, à medida que o foco passar mais uma vez para as tensões com a China e a UE”, diz Graham Bishop, diretor de investimentos na Heartwood Investment Management. Analistas ressaltam que uma vitória de Trump quase certamente significaria mais atritos no comércio exterior e uma escalada no conflito comercial com a China. Tudo isso pressionaria o dólar, um fator importante em consideração para compradores estrangeiros de ações americanas. “O risco político é alto, o dólar está se enfraquecendo, os juros estão no chão, então o ouro é atraente. O endividamento das empresas está no maior nível da história, o endividamento do governo é alto”, diz Luca Paolini, estrategista-chefe da Pictet Asset Management. “Tudo está contra o dólar.” Uma vitória de Biden será mesmo ruim para os negócios?

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

Até as crianças comemoram que faltam 22 dias para Trump perder

Crianças também importam Aqui no Brasil é feriado, mas as crianças do mundo todo também estão acompanhando as eleções nos Estados Unidos. Afinal, quando o virus ataca e morrem pessoas, geralmente as mortes são de adultos que têm filhos, netos, sobrinhos, gente que vai para a escola, para o trabalho e para o lazer. Tudo isto importa. 22 dias são praticamente tres semanas. Isto mesmo faltam apenas três semanas. Já pensaram? Faltam apenas 3 semanas. Os americanos vão comemorar e nós vamos rolar a festa fazer um grande carnaval.

domingo, 11 de outubro de 2020

OS PREÇOS SÃO DOLARIZADOS, Já os salários... são dilapidados

Quando é para privatizar, protegem as empresas e ferram os trabalhadores Vamos igualar nossos salários aos da Alemanha? Vejam a manipulação que a Petrobras faz com as informações. Enquanto isto o custo de vida vai subindo, subindo sem parar... Petrobras aumenta diesel em 5% e gasolina em 4% a partir deste sábado Valor, André Ramalho, 09/10/2020 Com o ajuste, segundo uma fonte, o litro da gasolina ficará, em média, R$ 0,0700 mais caro; já o diesel será reajustado em R$ 0,0846 o litro A Petrobras aumentará em 4% o preço da gasolina e em 5% o litro do diesel nas refinarias a partir de sábado (10), informou a estatal nesta sexta-feira (9). há um dia Segundo a petroleira, o preço médio da gasolina da Petrobras para as distribuidoras será de R$ 1,82 por litro após o reajuste de amanhã – a parcela cobrada pela estatal corresponde a cerca de 30% do preço final ao consumidor nos postos. No caso do diesel, o preço da Petrobras para as distribuidoras será de R$ 1,76 por litro após o reajuste – cerca de 49% do preço final na revenda. A empresa esclareceu que os reajustes da companhia estão mais associados ao mercado internacional e à taxa de câmbio e que, até chegar ao consumidor final, os preços dos combustíveis são acrescidos de tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis pelas distribuidoras, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos postos. Este é o terceiro aumento da gasolina nas últimas três semanas. No caso do diesel, o último ajuste nos preços foi uma alta de 3% no dia 30 de setembro, depois de três cortes seguidos nos preços do combustível no mês passado. Já contabilizando o reajuste anunciado hoje, a Petrobras promoveu 29 alterações na tabela de preços da gasolina e 23 na tabela de preços do diesel, neste ano. A petroleira informou que, mesmo com os reajustes, o preço médio do diesel vendido pela companhia nas refinarias acumula uma queda de 24,3% em 2020. No caso da gasolina, a redução acumulada no ano é de 5,3%. Em nota à imprensa, a Petrobras cita ainda pesquisa da Globalpetrolprices.com, que reúne dados de mercado de 127 países, que aponta que o preço médio do diesel ao consumidor final no Brasil está 32% inferior à média global e ocupa a 24ª posição do ranking, sendo inferior aos preços observados em 103 países. Para a gasolina, o preço final no Brasil está 23% inferior à média global e ocupa a 31ª posição do ranking, ou seja, inferior a 96 países. A estatal cita que, em ambos os casos, os preços médios no Brasil estão abaixo dos preços registrados no Reino Unido, Canadá, China, Chile e Alemanha.

Trump já vive clima de despedida. Faltando 23 dias.

Cancelado o segundo debate, Trump faz comício esvaziado. Os empresários americanos já sinalizam que estão satisfeitos com o crescimento de Biden, o democrata, e que a solução vai ser no voto. Isto é, a vantagem será tão grande que Trump não terá coragem de inventar processos jurídicos tentando melar o reultado. A vida é assim. Um dia a gente ganha, quando todos esperavam que perdesse; no outro dia a gente perde, quando todos esperavam que ganhasse... A foto nos jornais de Trump na janela da Casa Branca falando para sua pequena base eleitoral é muito emblemática. Precisamos garantir o máximo de votos nas urnas e também pelo correio. É preciso exercer o direito de votar e ser votado. Enquanto o dia 03 de Novembro não chega, as pessoas continuam morrendo em função do virus. Nos Estados Unidos e nomundo todo pessoas morrem pelo virus. Crianças e jovens continuam sem ir para as escolas, os adultos continuam em casa, trabalhando precariamente em home office, mas a economia continua andando de lado. O desemprego continua alto nos Estados Unidos. É preciso estar atento e forte, não temos tempo de temer a morte... Já cantava Caetano e Gal Costa.

sábado, 10 de outubro de 2020

Porque hoje é sábado, faltam 24 dias para Trump perder as eleições

Até a Armênia e o Azerbaijão resolveram fazer uma trégua na guerra para acompanhar a derrota de Trump. Em Roland Garro também decidiram que o horário dos jogos não podem atrapalhar a derrota de Trump. Até Bolsonaro mandou seu ministro da economia faar menos para não atrapalhar a derrota de Trump. O mundo está em rede torcendo e orientando seus amigos e colegas. No dia 03 de novembro, o mundo vai parar para acompanhar os resultados. Não aidanta reclamar Trump, você teve a chance e não soube aproveitar. E faltam apenas 24 dias. Já pensaram? Que alegria? Estou me guardando para guando o carnaval passar... Já cantava Chico Buarque.

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

O Custo de Vida e o desemprego vão levar este país à explosão

Porque o Custo de Vida sobe tanto? O medo, a violência, o vírus, os governos, o judiciário, a imprensa e as eleições O Brasil qualquer hora vai explodir Vivemos num país com ampla área de terras produtivas. Já temos o maior rebanho de gado e o maior parque de criação de galinhas e derivados, somos o maior produtor de soja do mundo, e, no entanto, temos fome, temos desemprego, temos pobreza escolar, pobreza habitacional, pobreza alimentar e tudo mais. É uma provocação ver o aumento geral dos produtos e, na hora de reajustar salário os patrões vêm com 2%. Citem um produto que subiu somente 2% no ano? O judiciário resolveu fazer convescote com o governo, já o governo decidiu fazer festinhas e nomeações com o Centrão do Vale tudo por dinheiro, e com este dinheiro, os políticos do Centrão lançam seus candidatos a prefeitos e vereadores, contando com o apoio da imprensa, das igrejas, dos policiais e dos patrões. Tudo isto para fazer uma eleição fantasma e com uma campanha de apenas 30 dias... O resultado disto é que a maioria dos prefeitos permanecerão nos cargos e o mesmo deve acontecer com os vereadores. E a culpa é do povo? Em parte sim. Mas a maior culpa é dos próprios dirigentes deste imenso país. Dirigentes aqui não é só no sentido de governantes, mas quem dá sustentação para isto tipo de situação. Qualquer hora, por qualquer motivo, vamos ter levantes e quebras-quebras espontâneos e violentos. Até nos serviços básicos os abusos com os preços e as cobranças estão escandalosos. Como pode cobrar tão caro o gás, a luz, a água, o telefone, a gasolina, o material de limpeza, as frutas, verduras e o pãozinho? Não vai dar para segurar... como cantava Gonzaguinha. Vivemos num processo de concentração de riqueza, de renda, de bens, tão grande que o próprio governo reacionário e neoliberal, reconhece que precisa distribuir dinheiro para os pobres como forma de evitar as rebeliões. O governo conseguiu dobrar o judiciário, dobrou a imprensa, enfraqueceu e imobilizou o movimento sindical e os movimentos populares; o governo conseguiu aliar-se com as polícias militares e usa este pessoal como repressor, e também como candidatos a cargos políticos, misturando tudo. E Bolsonaro diz que “acabou a corrupção no Brasil”. É o salve-se quem puder! Vai acontecer. Pode esperar... Pode se preparar que “o sertão vai virar mar e o mar vai virar sertão”. Está escrito nas estrelas...

Fantando apenas 25 dias para Trump perder e o mundo comemorar

25 lembra Natal, 25 dias para o 03 de novembro, 25 dias para o povo americano e o mundo comemorarem a derrota de Trump e a volta da esperança, do respeito à saúde, ao combate ao virus e à epidemia. 25 dias para voltar a ter respeito, diálogo, esperança, solidariedade e alegria geral. 25 dias para o mundo repensar as relações de trabalho, aumentar a oferta de empregos, melhorar a renda e a qualidade de vida das pessoas. Para continuar a campanha para que o máximo de americanos compareçam aos locais de votação ou votem pelo Correio. A alegria é geral. Faltam apenas 25 dias.

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Bradesco agora quer crescer nos Estados Unidos

E, por tabela, na América Latina. Vejam mais um bom artigo de Talita Moreira, no jornal Valor de hoje. Bradesco dá a largada em plano de negócios nos EUA Valor Econômico - Por Talita Moreira — De São Paulo 08/10/2020 https://valor.globo.com/financas/noticia/2020/10/08/bradesco-da-a-largada-em-plano-de-negocios-nos-eua.ghtml Com foco na alta renda, modelo prevê oferta de serviços bancários tradicionais “Queremos que clientes possam fazer lá fora o mesmo que fazem aqui” O Bradesco obteve a aprovação que faltava para assumir o controle do BAC Florida, banco nos Estados Unidos cuja aquisição foi anunciada no ano passado por US$ 500 milhões. O plano de negócios prevê a preservação de boa parte da gestão atual da instituição americana. No entanto, uma “mesa brasileira” será montada para gerar operações e prospectar a clientela do país interessada em ter uma conta no exterior — que poderá ser acessada diretamente lá, com atendimento em português, ou por meio do Bradesco. O BAC marca a primeira aquisição de um banco pelo Bradesco fora do Brasil. A instituição pertencia ao grupo Pellas, da Nicarágua, e fechou o ano passado com US$ 2,259 bilhões em ativos. Com foco na alta renda, o modelo prevê a oferta de serviços bancários tradicionais — conta corrente completa, cartão, produtos de crédito e investimentos. Não há, portanto, uma reinvenção da roda, e isso é proposital. “Queremos que nossos clientes possam fazer lá fora o mesmo que fazem aqui, mas com a nossa chancela”, afirmou Marcelo Noronha, vice-presidente de atacado do Bradesco, ao Valor. A proposta do banco é capturar o público que tem intenção de comprar imóveis, investir e manter recursos no mercado americano, mas quer ser assessorado por alguém que conheça. Por isso, os serviços serão voltados à clientela do private banking e da faixa superior do Prime, os dois segmentos de alta renda do Bradesco. Pelo menos neste momento, não está no radar da instituição financeira o público que viaja para o exterior e quer uma conta para essas situações, na linha do que oferecem bancos digitais como C6 Bank e BS2. Com a proposta, o Bradesco espera preencher uma lacuna na sua prestação de serviços aos brasileiros mais endinheirados, um segmento rentável que passou a ser fortemente disputado nos últimos anos por outras instituições financeiras e pelas corretoras. “O objetivo é relacionamento”, afirma. A expectativa do Bradesco era obter a última aprovação dos reguladores — são cinco, no total — em abril. O cronograma foi atropelado pelo coronavírus e só agora o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) deu o sinal verde que faltava para a operação. Com isso o banco poderá concluir a transação e, cerca de 90 dias depois do fechamento, espera dar início à originação de clientes. Não mudam, entretanto, as diretrizes da operação. O Bradesco já definiu que vai manter na presidência do BAC o executivo Julio Rojas, que está à frente da instituição americana desde o fim de 2016. Henrique Lima, que era responsável pelo banco de investimento do Bradesco, será copresidente. Felipe Marcílio, superintendente executivo, é o responsável por criar a mesa brasileira. Outra decisão já tomada, segundo Noronha, é a de manter a equipe do BAC, formada por cerca de 170 funcionários de 23 nacionalidades. “São pessoas com muito tempo de casa. É uma cultura parecida com a do Bradesco, de formar pessoas, e temos que cumprir as leis americanas. Não dá para gerir como unidade de negócios”, diz. Um passo seguinte será reforçar a equipe responsável pela operação do BAC junto a empresas da América Latina. Noronha vê potencial em serviços como remessas, câmbio e outras atividades para esses clientes. A instituição americana tem ainda um banco digital de varejo, que capta recursos em todos os Estados americanos. Não há planos de mexer nessa unidade por enquanto. “Tem grande potencial de crescimento”, diz.

Faltando 26 dias para Trump perder, é preciso cautela.

Sr. Presidente, o Povo americano está falando... Os Estados Unidos e o mundo precisam de paz, saúde e solidariedade. No próximo dia 03 de novembro, o povo vai confirmar, ratificar, mostrar que não querem mais ficar com Trump no governo. Governar é coisa muito séria. Governar também exige paciência, sabedora, discernimento, sensibilidade, firmeza e lucidez. A ONU recisa voltar a ter autoridade para estimular os países a se unirem contra o virus e a pandemia. E a ONU só voltarar a ser respeitada se os Estados Unidos derem o exemplo. Saber ouvir e saber falar são requisitos imprescindíveis para quem quer governar. A transição já começou... O mundo já está sentindo a mudança. Afinal, vidas importam. A saúde em primeiro lugar. Sem saúde não tem trabalho, emprego, educação nem felicidade. Ainda bem que faltam apenas 26 dias para Trump perder as eleições.

quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Agora faltam apenas 27 dias para Trump perder

As pesquisas e o clima vão consolidando a derrota de Trump Mesmo no levantamento estado por estado, os eleitores também vão declarando votos em Biden, o democrata. Apenas três estados continuam votando em Trump. Mas, os Estados Unidos têm 53 estados. Tudo indica que vai ser uma vitória inquestion ável. Vai ser bom para os Estados Unidos e bom para o mundo. The defining moment of the Trump... Como dizem os comentaristas esportivos: O tempo vai se esgotando e a vtória vai se consolidando. Hoje vai ter debate com os candidatos a vice-presidente. Todo cuidado é pouco... O importante é que nossa emoção sobreviva, já cantava Vinicius de Moraes.

terça-feira, 6 de outubro de 2020

O PIX representa o começo do fim das tarifas bancárias

Quem viver verá: Nada será como antes... O Brasil começou a mudar sua dinâmica financeira a partir de ontem. Com a reforma financeira de Roberto Campos, o Brasil deixou de ter centenas de bancos para ter bancos amis estruturados. Com o tempo foram surgindo grande bancos com fusões e aquisições diminuiu mais ainda o número de bancos. Mas, a grande cartada no sistema financeiro nacional foi com o Plano Real, o Proer e a introdução generalizada das tarifas bancárias. Aí os bancos passaram a ganhar muito mais dinheiro e a concorrência a ser bem mais feroz. E os milhões de brasileiros que ficavam fora do sistema financeiro? As cooperativas de crédito e os correspondentes bancários foram usados como tentativas de atender estes segmentos fora da rede oficial de agências. No entanto, com o PIX, finalmente surge uma proposta de valorização da concorrência, garantindo espaço para que possam oferecer produtos sem custos como os bancos e que combina agilidade com segurança. Se ficar o bicho pega, se correr o bicho come... Foi dada a partida e cabe agora ao Banco Central e aos cinco grandes bancos - Itaú, Bradesco, Santander, CEF e BB - correrem para garantir o máximo possível de participação no mercado. O XP já está deixando a concorrência na poeira, agora vem muito mais disputa. Vejam, mais uma vez, a boa reportagem de Talita Moreira, do jornal Valor de hoje. Pix atrai 3,5 milhões de cadastros, mas falhas preocupam bancos Valor Econômico https://valor.globo.com/2020/10/06 Por Fernanda Bompan e Talita Moreira Mais de 3,5 milhões de brasileiros se inscreveram no Pix ontem, primeiro dia de cadastro das chaves de identificação dos usuários no meio de pagamentos instantâneos. A adesão foi considerada “um sucesso” pelo Banco Central (BC), apesar da instabilidade apresentada nos sistemas. Falhas técnicas chegaram a afetar o funcionamento do aplicativo dos bancos, gerando reclamação dos clientes. Itaú Unibanco, Bradesco e Santander foram alguns dos que tiveram problemas. O C6 Bank tirou do ar por 20 minutos o serviço de cadastro “para publicar uma melhoria”. Clientes do Nubank também relataram dificuldades para usar o aplicativo, mas, de acordo com o banco não teve relação com o registro. Segundo fonte envolvida no processo, o Pix apresentou instabilidade a partir de 9h30. As instituições acionaram o BC, que atuou para contornar a situação e, duas horas mais tarde, o sistema começou a se normalizar. Para esse interlocutor, falhas desse tipo são normais num projeto de tecnologia dessa envergadura, e não parecem ser indicativas de problemas mais sérios. Porém, o Valor apurou que em pelo menos duas grandes instituições financeiras a instabilidade foi recebida com preocupação e como um sinal ruim para a estreia do Pix em 16 de novembro - embora o cadastramento tenha começado ontem, o novo meio de pagamentos entra em funcionamento nessa data. Os bancos vinham pedindo ao BC que a entrada dos clientes no Pix se desse por fases, tal como foi feito no Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), lançado no início dos anos 2000. No entanto, o regulador manteve a decisão de colocar todos os usuários para dentro do Pix de uma só vez. Algumas funcionalidades é que serão acrescentadas nos meses seguintes. De acordo com uma fonte, as falhas aparentemente foram técnicas e não têm relação com um excesso de usuários querendo se registrar no serviço. Havia um limite de 40 operações por segundo para os bancos cadastrarem clientes no Pix. Durante todo o dia, os bancos procuraram divulgar o serviço e atrair clientes para cadastrar as chaves. O Original, por exemplo, anunciou que não vai cobrar empreendedores por transações no Pix, atendendo um dos públicos principais da instituição, afirmou Raul Moreira, diretor-executivo de tecnologia, produtos, operações e open banking. De acordo com ele, o banco recebeu 100 mil cadastros ontem, o que classificou como positivo. “Foi surpreendente o engajamento da população”, disse. O Nubank por sua vez, informou que estuda acabar com o rotativo dos cartões de crédito. Um grupo de 150 mil clientes está testando o modelo, que prevê a possibilidade de parcelar as faturas em até 12 meses ou tomar crédito pessoal. A cofundadora do banco, Cristina Junqueira, afirmou que fazer o anúncio no dia do início do cadastramento no Pix foi proposital. “O Pix representa o começo do fim das tarifas no setor financeiro. Consideramos uma vitória para a bandeira que sempre defendemos, de gratuidade e inclusão financeira. Agora, vamos nos dedicar a forçar outra tendência no mercado: a redução dos juros”, disse em nota. O presidente Jair Bolsonaro disse ontem que ainda não havia tomado conhecimento sobre o Pix. Questionado por apoiadores, Bolsonaro num primeiro momento não entendeu a referência. Depois, disse que vai conversar nesta semana com o presidente do BC, Roberto Campos Neto.

US election: Do you need Jesus to win the White House?

A melhor cobertura das eleições americanas quem está fazendo é a BBC Porque as religiões estão mais ativas que os partidos políticos? O que vem acontecendo nos Estados Unidos também está acontecendo no mundo. US election: Do you need Jesus to win the White House? White evangelicals helped Donald Trump win the White House in 2016 but a different type of Christian voter could tip the result this time. World Service Global Religion reporter Lebo Diseko asked a diverse group of Christians in North Carolina about what role their faith plays in how they pick a president. Published11 hours agoSectionBBC NewsSubsectionUS Election 2020 Up Next, Now I'm better, and maybe I'm immune - Trump. Video, 00:01:29Now I'm better, and maybe I'm immune - Trump Published13 hours agoSectionBBC NewsSubsectionUS Election 2020 In a choreographed and controversial return, Mr Trump took off his mask and walked into the White House. Trump 'thinks he's going to bully this virus' Video, 00:01:48Trump 'thinks he's going to bully this virus' Published15 hours agoSectionBBC NewsSubsectionUS & Canada Michael Cohen Confusion and contradiction: What's going on with Trump's doctor? Video, 00:02:08Confusion and contradiction: What's going on with Trump's doctor? Published1 day agoSectionBBC NewsSubsectionUS & Canada 2:08

Agora faltam somente 28 dias para Trump perder

Don't be afraid? Sim , não devemos ter medo nem do virus nem de Trump. O virus matou mais de 200 mil americanos e mais de um milhão de pessoas pelo mundo. Trump desqualificou a imagem dos Estados Unidos no mundo. Estamos chewgando ao momento solene em que os mais de 200 milhões de eleitores americanos irão dizer NÃO a Trump e SIM a democracia, ao respeito, ao combate ao virus e a violência. Os americanos e o mundo querem saúde, paz, solidariedade e bem estar para todos. Democracia, liberdade, respeito às instituições. Como é bom saber que faltam apenas 28 dias para o povo americano derrotar a arrogância de Trump. Never give up! Nunca desista! Amanhã vai ser outro dia...

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Bradesco também quer mais agilidade

Bancos: As montanhas continuam se movendo Quem não tiver agilidade perde espaço. A concorrência está mais agressiva e tanto os bancos grandes como os pequenos precisam definir melhor o que pretendem fazer para garantir seu espaço. Talita Moreira, jornalista do Valor, continua garimpando informações importantes. Além de ouvir os banqueiros, convém que Talita também converse com Juvândia Moreira, presidente da Contraf-CUT, confederação dos bancários do Brasil. Bradesco faz ajustes na área de atacado As mudanças vão resultar no corte de 23 executivos da área de “corporate” Valor - Por Talita Moreira — De São Paulo 05/10/2020 O Bradesco anunciou internamente na sexta-feira uma reestruturação da área de atacado, com a eliminação de dois níveis hierárquicos. Em paralelo, o chefe da área de banco de investimento, Alessandro Farkuh, pediu seu desligamento da instituição. As mudanças vão resultar no corte de 23 executivos da área de “corporate”, disse o vice-presidente de atacado do Bradesco, Marcelo Noronha. De acordo com ele, foram eliminadas as funções de diretor e gerente regional, reduzindo de cinco para três os níveis entre os chefes de área e os gerentes. “Com isso, a gente aproxima o cliente do ‘head’. A tomada de decisão é mais rápida, e esse é o objetivo”, afirmou. O Bradesco ainda não definiu um substituto para Farkuh. De acordo com ele, o banco está em busca de nomes no mercado. As mudanças envolvem a promoção da diretora Claudia Bollina Mesquita, que assumirá o comando da área de mercado de capitais/renda variável. Ela substituirá Glenn Mallett, que está de saída. Também deixará a instituição Juan Briano, que era chefe da área de global markets e ficava em Nova York. O executivo será sucedido por Rui Marques, que cuidava da corretora institucional, e continuará baseado em São Paulo. Houve uma tentativa de manter Briano no banco, mas ele optou por continuar vivendo nos Estados Unidos. “São medidas que a gente vinha planejando no começo do ano, parou com a covid19 e agora voltou”, disse. Além da movimentação no corporate, o Bradesco também vai mexer no segmento de médias empresas. Nesse caso, o foco recai sobre a estrutura física. Segundo Noronha, serão devolvidos oito pontos de atendimento de um total de 70 voltados a esses clientes. Com a decisão de manter um home office parcial no póspandemia, serão liberados espaços nos prédios administrativos, que abrigarão equipes de agências. É o caso de três pontos de atendimento voltados ao segmento de “middle” que o Bradesco mantinha nas avenidas Faria Lima, Luís Carlos Berrini e Morumbi, em São Paulo. Os três imóveis, alugados, serão devolvidos e o atendimento passará a ser feito no edifício corporativo do banco na Faria Lima. “Estamos trazendo ganho de eficiência, produtividade e fazendo ajustes no modelo de gestão.” Todo mundo ligado... BTG terá ano recorde de contratações em plena pandemia Banco já recrutou 700 funcionários e deve atrair mais 300 até o fim do ano, um aumento de quase 40% do quadro voltado principalmente para o braço digital criado para o varejo. Investidores se mantêm cautelosos com a situação das contas públicas brasileiras e acompanham a situação nos EUA após o presidente americano contrair covid-19

De 1440 dias, faltam apenas 29 para acabar o mandato de Trump

Com a saúde, o moral e as pesquisas, Trump sente o fim do mandato. Como o velho leão que sabe que vai perder a disputa para o novo concorrente, Trump prepara-se para voltar a ser um grande empresário e continuar ganhando dinheiro, que é o que ele sabe fazer. Ele não serve e não tem perfil para ser presidente dos Estados Unidos. E la nave vá! Já dizia Fellini, o italiano brilhante cineasta e porta-voz de um tempo. Precisamos respeitar o ritual de passagem. A democracia tem isto de positivo, o povo elege e o povo "deselege". O povo americano intuiu que Hillary não era bom para o governo americano, e assim voltou em quem lhe fazia oposição. A emenda foi pior do que o soneto. Isto pode acontecer nas melhores democracias... O mesmo povo que rejeitou Hillary, agora está rejeitando Trump. E a vida continua... De 1440 dias de governo, Trump tem apenas 29 até o dia 03 de Novembro quando será consumada sua derrota. Estes 29 dias passarão muito rápido. Como rapido deveria ser o combate ao virus que matou mais de 200 mil americanos e mais de um milhão de pessoas em todo mundo. Tem hora que errar é fatal. O povo pode perdoar, mas o povo não costuma premiar incompetências... Se Deus é por nós, quem será contra nós?

Bancos: As montanhas estão se movendo

Banco XP resolveu partir para as cabeças Com a taxa Selic baixa, inflação nominal baixa e agora com o PIX, o sistema financeiro nacional vai passar por tempestades e reordenamento dos atores e competidores. O XP resolveu partir para as cabeças e disputar em todas as áreas do mercado. Incomodando principalmente o Itaú, o Bradesco e o Santander. Vejam esta longa matéria do Valor de hoje: Banco XP busca ser líder no atacado Valor Econômico https://valor.globo.com/financas/noticia/ Por Maria Luíza Filgueiras — De São Paulo 05/10/2020 Desde o ano passado, instituição galgou posições como coordenadora de emissões de dívida e ações. Presidente e chefes de área do Banco XP: Mesquita, do banco de investimento, Balassiano, do corporate, Berenguer, presidente, e Podlubny, do private Quando a XP comunicou a contratação de José Berenguer, ex-presidente do J.P. Morgan que entrou como sócio na nova companhia, pipocaram especulações sobre o caminho a seguir: assumir o banco de varejo, atrair médias empresas, aumentar a carteira de fortunas. Há um mês, ele assumiu o cargo de presidente do Banco XP, que soma equipe de 300 pessoas, e declara uma meta ambiciosa. “Meu mandato é bastante simples: junto com a equipe, tornar o banco de atacado o número um do Brasil em três anos”, disse o executivo ao Valor, em sua primeira entrevista na casa nova. Já destituído do terno e gravata e devidamente adaptado ao colete característico da ala jovem do mercado financeiro, Berenguer diz que há várias métricas possíveis, já que o ranking pode ser medido em ativos, em indicador de satisfação de clientes (NPS), em receita. “No nosso conceito, é principalmente de qualidade do serviço. Queremos ser a primeira ligação do cliente quando ele pensar em um produto de atacado”, diz. “Isso inclui ser o private banking principal da carteira de investimentos dele, ser o assessor em operação no mercado de capitais, atendê-lo para um contrato de hedge.” Sob o Banco XP ficam as áreas de banco de investimento, comandada por Pedro Mesquita, o private banking, que tem como chefe Beny Podlubny, e a recém-criada área de corporate, comandada por Gustavo Balassiano, que entrou na XP há cinco meses, oriundo do Itaú BBA. A atividade bancária de varejo, que já está em fase piloto com conta e cartão de crédito, não fica sob o guarda-chuva de Berenguer - fica a cargo de Gabriel Leal, sócio-diretor da corretora, e pode eventualmente ter distinção de marca. Num rearranjo de áreas, os departamentos de câmbio, cobrança e pagamentos vão para o atacado. Mas a mostra de que a intenção é entrar na briga de gente grande é que o atendimento às médias empresas não será realocado, ao menos no momento, para o comando de Berenguer. “Nossa cobertura de middle é via agentes autônomos, acreditamos que dessa forma há mais vantagem competitiva”, diz. São 65 mil CNPJs na base da XP, entre os 2,36 milhões de clientes. No corporate, ficarão as companhias com mais de R$ 1 bilhão de faturamento anual. “Hoje são 600 grupos econômicos sob minha responsabilidade, que não ficam só no eixo do Sudeste. Vamos ter um business forte de tesouraria, com gestão de caixa, câmbio, derivativos, desconto de fornecedores”, diz Balassiano. O plano pode representar uma guinada na composição de negócios da XP. A expansão da companhia em duas décadas foi notadamente no varejo, sua área de origem. Com carreira nos bancões tradicionais, Berenguer sabe que a concorrência é pesada, mas ele considera que a XP tem vento a favor. “Estamos num ambiente muito propício para acelerar o banco, com tecnologias mais novas, como Pix, nova central de recebíveis, são evoluções puxadas pelo mercado ou pelo Banco Central”, diz. “Além do contexto, tem a vantagem da cultura da empresa. Os bancos tradicionais são transatlânticos que não têm agilidade de jet ski. Aqui é o transatlântico que consegue mudar de direção rapidamente.” Balassiano também diz que a agilidade, acesso a todos os níveis hierárquicos e flexibilidade para ajustar e aprovar produtos lhe saltaram aos olhos. “É um choque a velocidade de decisão. Um contrato de derivativo pedido num dia é aprovado no seguinte, coisa que num banco grande leva no mínimo duas a três semanas”, afirma. Desde o ano passado, a XP galgou posições em banco de investimento, como coordenadora de emissões de dívida e ações. O que começou pela proximidade com o investidor de varejo, cresceu com a capilaridade entre investidores institucionais. “No banco de investimento, já somos número um em renda fixa e estamos entre os três maiores em renda variável”, diz Mesquita, citando o ranking Anbima. “Temos uma proximidade grande com os emissores, não ficamos só na Faria Lima, o que nos coloca em IPOs de gigantes regionais.” A XP está, por exemplo, no sindicato do maranhense Grupo Mateus e da catarinense Havan. No atacado, o banco também fará operações de crédito, mas a proposta não é encarteirar operações. “Não queremos ser um banco de ativos de crédito, mas faremos também crédito. Vamos reter um pedaço, ficar com parte do risco, empacotar o restante e vender via fundos, para institucionais que têm demanda de produtos estruturados”, diz Berenguer. O chefe da gestão de patrimônio destaca que a integração das áreas sob um mesmo chapéu vai potencializar a integração de negócios e a venda de um pacote completo para o cliente empresário. “Agora a gente está falando de maneira uníssona com o cliente, independentemente da porta em que ele entra. A gente vai gerir o patrimônio de alguém cuja empresa pode fazer emissão de dívida ou ações com o Mesquita, estruturação e tesouraria com o Gustavo. Tem um cross-sell importante que pode potencializar muito nosso negócio”, diz Podlubny. “Esse cross-sell abre espaço para que esse empresário concentre cada vez mais o relacionamento dele conosco.” No private banking, por exemplo, um cliente de altíssima renda tem em média conta em quatro bancos - a meta é atrair o maior percentual desse capital para a XP.

domingo, 4 de outubro de 2020

Faltando 30 dias para Trump perder, as pesquisas confirmam derrota

A partir de amanhã a contagem regressiva intensifica-se. Começamos a contagem regressiva quando faltavam 75 dias. Agora faltam apenas 30 dias para Trump perder. Hoje saiu mais uma relevante pesquisa realizada pelo Wall Street Journal/NBC News apresentando o melhor resultado para Biden, o democrata, até agora. São 53% para Biden e apenas 39% para Trump. É a primeira vez que Trump aparece com menos de 40%. Os astros, os deuses, as autoridades governamentais do mundo todo, os empresários, os trabalhadores e o POVO americano já vinham dizendo que Trump não teve e não tem estatura para ser presidente dos Estados Unidos. O mundo precisa de paz e saúde. Precisa de respeito às diferenças e às instituições. Mas, antes de tudo, o povo americano precisa de SAÚDE. Trump negligenciou com a saúde do povo americano. Quem vai vencer as eleições são todosque defendem o povo em primeiro lugar, tanto nos Estados Unidos como no mundo. Até o virus veio mostrar a Trump que Saúde é coisa séria... Qie Deus nos ajude a recuperar o diálogo, a saúde e o respeito mútuo. Faltam apenas 30 dias. Agora é menos de um mês...

sábado, 3 de outubro de 2020

Quem souber editar blog ajude-me

Preciso recuperar o direito de editar a parte central. Separar parágrafos com destaques conforme a relevância.

De louco, preconceituoso e autoritário todos temos um pouco

A vida nunca foi fácil, mas a gente tinha mais alegria... Falar do passado virou moda com a quarentena, o virus e a pandemia. De repente quase nada do presente presta: Ser rebelde é não acreditar em nada; Fazer faculdade deixou de ser garantia de segurança para o futuro; Casar passou a ser mais dor de cabeça do que alegria; Comprar casa ou apartamento ficou mais fácil, o dificil passou a ser o pagar 30 ou 40 anos de prestações; Ter filho, então, passou a ser um desafio maluco: pagar a gravidez, pagar o parto, o por fora do convênio, o berçário tão caro quanto a faculdade, acompanhar a adolescência dos filhos com suas frustrações de sonhos e paqueras; E o milagre aconteceu: Hoje há mais mulheres ganhando mais do que os homens, e isto é a maior revolução de todas. O homens tiveram que aprender a ser segundo em casa, e as mulheres tiveram que aprender a respeitar seus maridos, mesmo quando eles não sejam seus príncipes encantados ou seus executivos milionários... O casal moderno, por trabalhar fora, não consegue tempo para cuidar e educar os filhos. As referências modelares de antigamente perderam seus papeis. A mãe, a professora, o padre ou pastor, o pai e os irmãos... A residência também descaracterizou-se. Agora, cada um fica no seu quarto com seu celular, seu computador e sua televisão. Antes, todos ficavam na sala de jantar ou na cozinha papeando... De repente, como os espaços coletivos vão sendo substituíidos por espaços individuais, o nosso lado louco, preconceituoso e autoritário vai aparecendo com mais facilidade. Nos espaços coletivos de antigamente, a tolerância, a ajuda mútua, o estudar junto, o passar as férias no campo ou na praia ajudavam as crianças a conviver com as pessoas diferentes. A pandemia com o virus e os milhões de contaminados e mortos fizeram o mundo parar. Mesmo com toda a tecnologia atual, os governantes não foram capazes de interromper o poder do virus. De repente, como se tivéssemos sidos atacados por extra-terrestres, perdemos nossa capacidade de administrar a Terra. Perdemos o poder sobre o planeta e sobre os seres... E com a privatização de todas as políticas públicas passamos a viver subordinados às empresas incompetentes, exploradoras, corruptas e caras. Diziam que com a privatização ia ter concorrência. Mentira! Água, luz, telefone, gás, bancos, é tudo ou oligopólio ou monopólio. São sempre duas ou três empresas que controlam o segmento delas. E cobram o que querem. Aos poucos vamos nos dando conta de que este sistema de sociedade, de governo e de formação não está mais dando conta do recado. É preciso mudar na forma e no conteúdo. Se tudo público não presta, tudo privado também foi provado que não presta. Temos que ter bom senso na vida pessoal e na gestão da comunidade e dos países. Até Trump, presidente do maior e mais importante país do mundo, caiu ante um simples vírus. Imaginem as pessoas comuns, os anônimos? E quando temos alguém doente na família, quanto custa mantê-la a vida toda e como mantê-la respeitando-a e integrando-a na família e na comunidade? Evoluímos muito quando comparamos com antigamente. Porém, ainda temos casos gravíssimos. Hitler, no início do nazismo, mandou matar os doentes internados, como forma de liberar recursos para a guerra, que criaria novos doentes... Os governos atuais não mandam matar os doentes, mas, a omissão nos cuidados com as políticas públicas e a pressão para que o equilíbrio orçamentário, o respeito ao teto orçamentário e as outras prioridades com os serviços privatizados fazem morrer milhões de pessoas. Eu sempre tive um pouco de louco, de preconceituoso e de autoritário, agora somado ao fato de também ter a doença de Parkinson com suas consequências. Então, na hora de criticar acidamente uma pessoa ou uma religião ou um político, eu procuro entender quais são as variáveis que interferem na vida das pessoas e das comunidades. Precisamos fazer um grande esforço para diminuir o ódio e aumentar a compreensão, a solidariedade e a interdição respeitosa. E para mostrar que sou louco e tenho me segurado, sou corintiano, brasileiro, sindicalista e tenho visto as empresas fecharem, os empregos sumirem, o dinheiro virar pó - opa, pó não, o dinheiro tem virado dívidas. E vamos ter uma eleição fantasma para prefeitos e vereadores. Tenho que apelar de novo para o velho Chico: Chame o ladrão, chame o ladrão!

Com virus e faltando apenas 31 dias para a derrota de Trump

A vida como ela é... Sentindo-se o homem mais poderoso da Terra e com a reeleição garantida, Trump jamais imaginou que em seu mandato teria que enfrentar uma Pandemia que parou a economia, o turismo e as escolas do mundo todo. Diante da força do virus, Trump foi contaminado às vésperas das eleições, além de ter que enfrentar uma oposição que parecia cachorro morto, mas que cresceu como candidato firme e cresceu nas pesquisas. É como se duas enfermidades fragilisassem Trump: Um virus e um pequeno David que enfrenta com firmeza o gigante Golias Trump. Como resolver o dilema? Tentar suspender ou adiar as eleições? improvável! Tentar dramatizar a coantaminação e se fazer de vítima como Bolsonaro? inaceitável para os americanos. Entrar a Deus e que seja o que Deus quiser? É o mais provável e assim Trump tem uma derrota honrosa. Ele perderá para o virus do Destino, não para um outro mortal. Trump realmente encerra o mandato como um dilema shakespiriano. Não é nem freudiano... Enfim, agora a contagem é mais fácil... Hoje faltam 31, amanhã 30, segunda-feira, 29... e assim o meês de outubro vai passando até o fatídico dia 03 de novembro de 2020. Mais um dia Histórico para os americanos e para o mundo. Viva a Democra, Viva a Liberdade. Saúde para todos. Educação para todos. Vidas importam, independente de raça, de religião e de nacionalidade.

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Bancarização sem banco?

Pix pode ‘bancarizar’ 30 milhões de pessoas O jornal Valor tem apresentado bons estudos sobre o mercado, o sistema financeiro e a economia no pós pandemia. A jornalista Talita Moreira tem se destacado nestes assuntos. Vejam a publicação desta sexta-feira, sobre a "NOVA BANCARIZAÇÃO" Novo sistema eleva competição ao atrair empresas de variados setores, de serviços públicos a varejistas Valor - Por Talita Moreira — De São Paulo 02/10/2020 Desenhado como meio de pagamentos instantâneos, o Pix terá um impacto muito mais profundo no mercado financeiro do que a mera possibilidade de fazer transações em tempo real. O sistema derruba barreiras de entrada, viabiliza novos modelos de negócios e embaralha empresas financeiras e de qualquer outro setor na disputa pelas transações dos clientes. O resultado será a bancarização de até 30 milhões de pessoas - o equivalente a dois terços do número de brasileiros “sem conta” estimado antes da pandemia. Essa inclusão não virá pelas mãos das instituições financeiras. Empresas de energia, varejistas, operadoras de telefonia, redes de postos de combustível e até administradoras de condomínio - que já lidam com milhões de clientes - estão se preparando para operar no Pix, e boa parte deverá optar por oferecer uma conta a eles, embutindo o pagamento na “jornada” de prestação de serviços. Os objetivos são reduzir custos, mas principalmente melhorar a relação com o consumidor. “As empresas vão poder se aproximar mais desses clientes e ter acesso a informações preciosas sobre eles”, afirma João Bragança, diretor sênior da Roland Berger para a indústria financeira. “E esses clientes vão perceber valor em ter uma conta.” O Pix será lançado no dia 16 de novembro, mas a partir de segunda-feira pessoas físicas e empresas poderão se cadastrar no sistema. Carlos Eduardo Brandt, do Banco Central: “A inclusão financeira é um objetivo muito claro do Pix” Antes da pandemia, havia 45 milhões de desbancarizados no país. Com o pagamento do auxílio emergencial pelo Caixa Tem, cerca de 33 milhões passaram a ter conta. A expectativa do consultor é que parte dessa população migre com o tempo para soluções de outros provedores e que outra parcela passe a ter alguma conta digital, o que levará a uma inclusão de 25 milhões a 30 milhões no mercado. “A inclusão financeira é um objetivo muito claro do Pix. A eletronização dos pagamentos é um estágio inicial disso”, afirma Carlos Eduardo Brandt, chefe-adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central (BC). “Com o Pix, se você dá uma conta digital para o cliente pagar a fatura de energia, ele passa a ter uma conta para pagar qualquer coisa, não só a conta de luz”, ressalta Carlos Netto, presidente da Matera, empresa de tecnologia que atua na integração de empresas ao sistema de pagamentos instantâneos. Pix pode ‘bancarizar’ 30 milhões de pessoas. Concessionárias de serviços públicos têm incentivo grande para aderir ao Pix. O primeiro deles é que a arrecadação das contas é grande fonte de dor de cabeça para as empresas e os clientes. Um exemplo: hoje, boa parte das contas de telefonia não é paga em dia ou é alvo de contestação. Situações como essa obrigam as operadoras a irem atrás do cliente para cobrar e, em alguns casos, o sinal é cortado. Mesmo com o boleto pago, pode levar até dois dias para ser compensado e a linha, restabelecida. O Pix reduz esse tempo, em tese, a quase zero. O mesmo vale para empresas de água e luz. Outro grande incentivo é o custo que as empresas têm para manter convênios com todos os grandes bancos para receber as contas. Na telefonia móvel, as despesas com arrecadação e com comissões pagas aos pontos de recarga de celular somam R$ 1 bilhão por ano, diz Renato Ciuchini, chefe de estratégia de transformação da TIM. E-commerce vê no Pix caminho para substituir boletos e inserir clientes que não têm cartão de crédito A distribuidora de energia Enel também afirma, por meio de nota, que vem “estudando o tema para encontrar as melhores oportunidades para o cliente e a empresa” e vê ganhos de eficiência com a liquidação das transações em tempo real. “Religar a luz é um problema do dia a dia para a população de baixa renda”, observa Bragança, da Roland Berger. No entanto, o maior interesse no Pix pode vir de novos modelos de negócios digitais, com a jornada de pagamentos embarcada dentro deles. As operadoras de telefonia querem se tornar marketplaces, oferecendo serviços ligados ou não ao setor. “No fim, somos uma empresa de conectividade”, afirma Ciuchini. Rodrigo Gruner, diretor de serviços digitais e inovação da Vivo, diz que a tele quer ampliar seu “hub” de serviços próprios e de terceiros e a ideia é que o Pix ajude a melhorar a experiência do cliente. O setor vem ainda discutindo como transformar o pré-pago numa carteira digital, de forma que os clientes possam usar seus créditos para comprar outras coisas. Aquestão passa pela tributação, já que a alíquota dos serviços de telecomunicações é diferente da incidente sobre outros produtos e serviços. Empresas de e-commerce também estão entre as maiores interessadas no Pix, que pode substituir os boletos e, principalmente, inserir no mercado pessoas que não têm cartão de crédito. Amplamente usado no varejo hoje, o boleto gera uma série de custos para os lojistas. Primeiro, quando o cliente faz uma compra e escolhe esse meio de pagamento, o produto fica “travado” para ele no estoque. Se essa pessoa desistir da compra, a loja pode perder, nesse meio tempo, a chance de vender o produto para outra pessoa. Estimativas do setor indicam que 50% dos boletos não são pagos. Com o Pix, não há margem para desistência, o que tende a acelerar as vendas e a entrega. “Vai haver um ganho de eficiência muito grande”, diz Breno Lobo, chefe de subunidade no Departamento de Competição e Estrutura do Mercado Financeiro do BC. Com esse incentivo, o efeito esperado é que os varejistas ofereçam descontos para quem pagar com o meio instantâneo. “O e-commerce vai ensinar as pessoas a usar o Pix”, diz Netto, da Matera. Uma desvantagem do Pix é a preferência dos brasileiros pelas compras a prestação - o parcelado sem juros representa cerca de metade do volume de transações com cartões de crédito. O BC pretende contornar essa questão de duas formas que se somam. Uma delas é que será possível agendar pagamentos no Pix. Ou seja, o cliente poderá programar suas parcelas. Só que isso não garante ao lojista que, no dia do vencimento, haverá dinheiro na conta do cliente para debitar os recursos. Por isso, o regulador informou ao Valor que está desenvolvendo uma regra para que o setor ofereça uma modalidade de crédito que mitigue esse risco. Segundo Brandt, do BC, será criada uma espécie de garantia de recebimento para o vendedor. No ato da compra, o cliente poderá contratar um “crédito garantido”, em que o banco fará o papel de fiador para dar ao lojista a certeza de que as parcelas serão pagas. Assim, o cliente poderá assegurar a compra com o preço à vista, que tende a ser mais baixo mesmo tendo que pagar uma taxa pela garantia. Essa possibilidade, entretanto, ainda não estará disponível em novembro. As varejistas estão se movimentando. O Magazine Luiza, que já oferece conta de pagamentos, é um dos principais entusiastas do Pix. Procurada, a empresa não se manifestou. Netto, da Matera, acredita que as grandes empresas do varejo terão parcerias com bancos e financeiras para oferecer crédito ao consumo e garantia aos vendedores. Na visão dele, essas companhias terão um papel parecido com o das bandeiras no mundo dos cartões de crédito, unindo instituições financeiras e pequenos empreendedores. Já começam a surgir até mesmo casos de uso do Pix para operações que não têm relação apenas com pagamento. A empresa de gestão para imobiliárias Superlógica, que tem entre seus investidores o Warburg Pincus, vai oferecer não só possibilidade de moradores pagarem o condomínio com o Pix, mas também de entrarem e saírem de seus prédios usando o sistema de identificação do Banco Central. “A ideia é assegurar que um visitante é quem diz ser usando diversas tecnologias, inclusive o Pix”, afirma Carlos Cêra, cofundador da companhia sem abrir detalhes. O Valor apurou que será realizada uma transação de valor irrisório para permitir a entrada nos condomínios, e esse montante será estornado no condomínio. O grupo vai atuar no Pix por meio de sua própria fintech, o PJ Bank, como participante indireto do sistema. A Superlógica já oferece conta digital para imobiliárias e condomínios. De acordo com Cêra, a expectativa é de redução de 50% nos custos de cobrança e arrecadação, mas a confirmação desse número depende de como se comportarão as fraudes. O Pix está também no radar de companhias que por enquanto, não têm planos de oferecer conta a seus clientes. É o caso da EcoRodovias, que tem um piloto para aceitar o pagamento do pedágio com carteiras digitais. A solução vai contemplar também os pagamentos instantâneos. “É mais rápido, mais seguro porque reduz a utilização de papel moeda, e resolve a falta de troco”, diz Luciano Moraes, gerente de gestão de arrecadação da companhia. Na visão dele, o Pix substituirá o dinheiro e não os sistemas de cobrança automática, muitos dos quais já oferecem serviços sem mensalidade. Na visão de Netto, da Matera, a chegada do Pix mudará relações de custos para empresas e de preços para os clientes, de tal forma que, lá na frente, resultará na queda das taxas de juros na ponta. O Pix, nova forma de transferências instantâneas, entrará em vigor no dia 16 de novembro e, no próximo dia 5 de outubro, a pessoa física (PF) ou jurídica (PJ) poderá cadastrar uma chave em sua instituição de preferência. Os pagamentos do Pix podem ser feitos por meio da leitura de um QR Code, gerado pelo recebedor, com a câmera do smartphone - isso se a pessoa optar por fazer no aplicativo da sua instituição financeira ou de pagamento -, ou informando uma chave Pix, por meio da opção também oferecida pelo banco no aplicativo instalado no celular. Portanto, diferentemente de uma operação de TED ou DOC, em que é necessário apresentar todos os dados bancários (nome completo, números da conta e da agência), no Pix é possível apresentar somente a chave. De acordo com o Banco Central (BC), responsável pela regulamentação, essa chave representa um endereço da conta da pessoa física ou jurídica nesse novo sistema de pagamento. É uma espécie de “apelido” utilizado para identificação dos participantes da operação. São três tipos de dados que podem ser vinculados: CPF/CNPJ, e-mail ou número de telefone celular. Ainda conforme a autoridade monetária, os clientes pessoa física podem ter cinco chaves para cada conta da qual for o titular, enquanto os clientes pessoa jurídica podem ter até 20 chaves. Contudo, o mesmo apelido não poderá ser utilizado para contas diferentes - por exemplo, uma conta corrente e uma poupança. Com relação às pessoas jurídicas, a chave principal será o CNPJ e, no caso das físicas, o CPF. O cadastro não é obrigatório, mas a recomendação do Banco Central é que seja feito na instituição de preferência do cliente.

Faltando 32 dias para consumar a derrota de Trump, agora ele foi contaminado pelo virus

Tragédia americana: virus pode levar Trump a fugir dos próximos debates Continua a repercussão negativa do debate entre Trump e Biden, o democrata. O Mercado americano sentiu os reflexos negativos e o mundo lamenta tanto desgaste de um presidente que não faz jus a importância do cargo. Como David e Golias na Bíblia, Trump, o gigante americano, está sendo derrotando por um virus que levou os Estados Unidos a ter mais de 205.000 mortes, isto mesmo, mais de duzentos e cinco mil mortes... Três vezes o número de mortes na guerra do Vietnan. O recomendável é que Trump fique em casa de repouso, evitando contaminar outras pessoas e, enquanto isto, o vice presidente vai governando interinamente. A partir de segunda-feira próxima, estarão faltando apenas 29 dias para consumar a derrota de Trump. Menos de um mês que Trump pode tirar de férias ou de licença-saúde. O tempo passa, o tempo voa, e a vitória da democracia, da saúde e da solidariedade continua firme. Fora Trump lá, e fora Bolsonaro aqui.

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Um debate presidencial para não ser esquecido

A noite em que a democracia americana atingiu o fundo do poço BBC - Nick Bryant - Nova York correspondente 30 de setembro de 2020 Eleição dos EUA 2020 Quando os primeiros debates televisionados foram realizados em 1960, o mundo assistiu a dois jovens candidatos, John F. Kennedy e Richard Nixon, engajarem-se respeitosamente em uma discussão inteligente e elevada. Principalmente, nos lembramos daqueles encontros inaugurais para o flop-suor de Nixon e maquiagem desajeitadamente aplicada. Mas em meio à Guerra Fria, enquanto a batalha ideológica se travava entre Washington e Moscou, os debates eram vistos como uma propaganda emocionante da democracia americana. Falando no espírito de bipartidarismo patriótico que foi a marca registrada da política dos Estados Unidos nos anos 1950 e início dos anos 1960, Kennedy abriu o primeiro debate com um olho em como seria visto pelos observadores internacionais: "Na eleição de 1860, Abraham Lincoln disse que a questão era se esta nação poderia existir meio escravo ou meio livre. Na eleição de 1960, e com o mundo ao nosso redor, a questão é se o mundo existirá meio escravo ou meio-livre, quer se mova na direção da liberdade, na direção do caminho que estamos percorrendo, quer se vá na direção da escravidão ”. O encontro vicioso de terça-feira, mais luta na gaiola do que Camelot, falou de uma era diferente e um país diferente: uma América em tela dividida, uma nação de divisões intransponíveis, um país assolado pela decadência democrática. Dois homens idosos, ambos na casa dos 70 anos, trocaram insultos e farpas, com um presidente em exercício mais uma vez destruindo no horário nobre as normas de comportamento convencional. Se existe algo como um panteão celestial de ex-presidentes, um Salão Oval no céu, Abe Lincoln e Jack Kennedy devem ter olhado para baixo como fantasmas perplexos. Quem ganhou o debate Trump-Biden? Debate afirma fatos verificados Para muitos observadores internacionais, e também para uma grande parte dos americanos, o debate ofereceu uma representação em tempo real do declínio dos EUA. Ele nos lembrou mais uma vez de como o excepcionalismo americano passou a ser cada vez mais visto como uma construção negativa: algo associado a tiroteios em massa, encarceramento em massa, divisão racial e caos político. Legenda da mídia "Cale a boca, cara" e outros insultos e interrupções Der Spiegel da Alemanha chamou isso de "Um duelo na TV como um acidente de carro". "Nunca a política americana caiu tão baixo", lamentou o correspondente americano do La Repubblica. Le Monde, o jornal francês que declarou "nous sommes tous Américains" - "agora somos todos americanos" - após os atentados de 11 de setembro, chamou-a de "tempestade terrível". Mas as tempestades passam. O que o debate mostrou na noite passada foi o sistema climático político permanente da América. Como o mundo reagiu ao debate presidencial Um guia simples para as eleições nos EUA Em uma época em que o soft power geopolítico assumiu tal importância, e onde a influência está entrelaçada com a gestão da imagem internacional, o século 21 produziu algumas imagens marcantes da autolesão americana. O desastre eleitoral na Flórida em 2000, quando acordamos após o dia das eleições com as seções eleitorais lacradas com fita amarela da polícia, representou um lamentável espetáculo democrático. A certa altura, à medida que a recontagem se tornava cada vez mais ridícula, o ditador do Zimbábue Robert Mugabe até se ofereceu para enviar observadores eleitorais. Quando a Suprema Corte, de tendência conservadora, interveio em favor de George W Bush, pareceu um golpe eleitoral. Depois, houve as imagens prejudiciais da guerra do governo Bush contra o terror - as torres de vigilância de Guantánamo, os horrores de Abu Ghraib e a arrogância imperial daquela faixa "Missão Cumprida", pano de fundo para o momento feito para a televisão quando George W Bush prematuramente reivindicou a vitória em uma guerra inacabada que acabou sangrando muito sangue e tesouros americanos. Os historiadores do futuro colocarão o programa de terror da noite de terça-feira na mesma galeria de imagens de constrangimento nacional. Muitos telespectadores internacionais também compreendem o prisma analítico pelo qual o debate deve ser visto - que a base de Donald Trump o enviou a Washington precisamente por causa de seu caráter não convencional, e que os apoiadores vão considerar as críticas ao estilo agressivo do presidente como condescendência da elite. 'O perdedor somos nós, o povo americano' Como está Donald Trump nas pesquisas? Os fãs de sua energia destrutiva sintonizaram para assistir a uma WrestleMania política, a derrota de Joe Biden. Isso agora é amplamente compreendido. Mas seu fracasso em condenar explicitamente os supremacistas brancos, e suas estranhas palavras de conselho ao grupo de extrema direita The Proud Boys, "fique para trás e fique parado", ainda mostra sua capacidade de chocar.

Faltam 33 dias para Trump perder. No debate, todos perdemos

No debate na TV, todos perdemos A melhor reportagem sobre as eleições americanas. De forma sábia a BBC de Londres conclui: O debate foi a noite que a Democracia americana atingiu o fundo do posso. Vou manter em inglês para ganhar tempo e depois vou divulgar em português. The night American democracy hit rock bottom BBC - Nick Bryant - New York correspondente 30 September 2020 When the first televised debates were held in 1960, the world watched two young candidates, John F Kennedy and Richard Nixon, respectfully engage in an intelligent and elevated discussion. Mostly we remember those inaugural encounters for Nixon's flop-sweat and clumsily applied make-up. But in the midst of the Cold War, as the ideological battle raged between Washington and Moscow, the debates were seen as a thrilling advertisement for American democracy. Speaking in the spirit of patriotic bipartisanship that was such a hallmark of US politics in the 1950s and early-1960s, Kennedy opened the first debate with an eye on how it would be viewed by international onlookers: "In the election of 1860, Abraham Lincoln said the question was whether this nation could exist half-slave or half-free. In the election of 1960, and with the world around us, the question is whether the world will exist half-slave or half-free, whether it will move in the direction of freedom, in the direction of the road that we are taking, or whether it will move in the direction of slavery." Tuesday's vicious encounter, more cage-fight than Camelot, spoke of a different era and a different country: a split screen America, a nation of unbridgeable divides, a country beset by democratic decay. Two elderly men, both of them in their 70s, traded insults and barbs, with a sitting president once again trashing in primetime the norms of conventional behaviour. If there is such a thing as a heavenly pantheon of former presidents, an Oval Office in the sky, Abe Lincoln and Jack Kennedy must have peered down like baffled ghosts. Who won the Trump-Biden debate? Debate claims fact-checked To many international onlookers, to a large portion of Americans as well, the debate offered a real-time rendering of US decline. It reminded us once more of how American exceptionalism has increasingly come to be viewed as a negative construct: something associated with mass shootings, mass incarceration, racial division and political chaos. Media caption "Shut up, man" and other insults and interruptions Germany's Der Spiegel called it "A TV duel like a car accident". "Never had American politics sunk so low," lamented Italy's La Repubblica's US correspondent. Le Monde, the French newspaper that declared "nous sommes tous Américains" - "we are all Americans now" - in the aftermath of the attacks of September 11th, called it a "terrible storm". But storms pass. What the debate showed last night was America's permanent political weather system. How the world reacted to the presidential debate A simple guide to the US election At a time when geopolitical soft power has assumed such importance, and where influence is intertwined with international image management, the 21st Century has produced some searing images of American self-harm. The Florida election debacle in 2000, when we woke after Election Day to polling stations sealed off with yellow police tape, presented a sorry democratic spectacle. At one point, as the recount became ever more farcical, the Zimbabwean dictator Robert Mugabe even offered to send over election observers. When the conservative-leaning Supreme Court intervened in favour of George W Bush, it looked like an electoral smash and grab. Then there was the damaging imagery of the Bush administration's war on terror - the watchtowers of Guantanamo, the horrors of Abu Ghraib and the imperial hubris of that "Mission Accomplished" banner, the backdrop for the made-for-television moment when George W Bush prematurely claimed victory in an unfinished war that ended up haemorrhaging so much American blood and treasure. Future historians will place Tuesday night's television horror show in that same picture gallery of national embarrassment. Many international viewers also comprehend the analytical prism through which the debate has to be viewed - that Donald Trump's base sent him to Washington precisely because of his unconventionality, and that supporters will regard criticism of the president's aggressive style as elite condescension. 'The loser is us, the American people' How is Donald Trump doing in the polls? Fans of his destructive energy tuned in to watch a political WrestleMania, the smack-down of Joe Biden. That now is widely understood. But his failure to explicitly condemn white supremacists, and his strange words of advice to the far right group The Proud Boys, "stand back and stand by", still shows his capacity to shock. After the inaugural television debates in 1960, there was a 16-year pause before we saw them return again. Why we might not get a result on election night Where does Donald Trump stand on key issues? What Joe Biden wants to do Full coverage of the US election Then the first debate between Gerald Ford and Jimmy Carter was marred by a technical failure, which killed the audio for 27 minutes - something that would have provided a welcome breather last night. Now the format and even the future of these debates has come under renewed scrutiny, with the Commission on Presidential Debates announcing that "additional structure should be added to the format of the remaining debates to ensure a more orderly discussion". Over the years, the presidential debates have become as much about entertainment as elucidation. As journalists we hype them like Vegas world heavyweight boxing bouts beforehand and score them like TV critics afterwards. The highlights, inexorably, are the moments of combat and comedy. The prefabricated zingers. The caustic one-liners. The "knock out punches" - we have even adopted the vocabulary of ringside commentary. Ever since Ronald Reagan mastered the genre, the debates have tended to reward star power over expertise. Presidential debates increasingly have come down to who can deliver Reagan-style one-liners, the jokes or putdowns that are rerun endlessly on the news in the days afterwards. What is supposed to be a job interview has become more like an audition for the role of leading man. Into this charisma trap have tumbled a long line of qualified but losing candidates - Walter Mondale, Bob Dole, Mitt Romney, Hillary Clinton, Mike Dukakis, Al Gore. All of them were more accomplished administrators than actors. What you may have missed in the Trump-Biden debate Nor is it a coincidence that the only one-term president of the last 40 years, George Herbert Walker Bush, was terrible on television. Tellingly, the moment his time was deemed to be up was when he glanced impatiently at his wristwatch in the midst of a televised debate with Bill Clinton and Ross Perot. That 1992 debate, the first ever to be held in the town hall format, showed how Bill Clinton, a telegenic young governor, had mastered the medium. Effortlessly fielding questions from the audience, he displayed the stagecraft of Elvis and the empathy of Doctor Phil. In the age of Oprah, those all-important debate optics helped him win. Like Reagan, he became another performative president who understood the theatrical requirements of the part. So as well as dramatising the electoral process, the televised debates have arguably ended up dumbing it down. Tuesday night hit rock bottom. The cliché trotted out afterwards serves also as a truism: America was the loser.