quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Aposentar-se... gera mais tristeza que alegria

O artigo sobre aposentadoria com nome de pós-carreira aborda um lado interessante Mas, aposentar-se tem muitos outros aspectos a serem abordados... A responsabilidade pela transição deve ser de todos. Profissional, empresa, Estado, comunidades e a sociedade. Vale a pena ler o artigo abaixo: Empresas devem priorizar o pós-carreira Live do "Carreira em Destaque" Ricardo Basaglia, diretor-geral do Page Group,fala sobre seleção on-line Veja a íntegra no Valor de 30/09/2020. Por Renato Bernhoeft. Fundador e presidente do conselho da höft consultoria. Autor de livros sobre empresas familiares, sociedades empresariais e qualidade de vida Empresas devem priorizar o pós-carreira O colunista Renato Bernhoeft afirma que é baixo o número de organizações que investem no plano de aposentadoria de seus funcionários e indica caminhos para fazê-lo · O aumento de 25% no número de funcionários com idade acima de 60 anos despedidos em 2020, em relação ao ano anterior, é um alerta. Principalmente tendo em vista os impactos que esta medida provoca na vida dessas pessoas, em suas estruturas sociais e familiares. Para a grande maioria, o desligamento provocado pela decisão corporativa unilateral tem representado uma aposentadoria compulsória. Um cenário agravado pelo fato de que a maioria não está preparada para esta nova etapa da sua existência. Acrescido ainda da particularidade de que há poucas corporações que já desenvolvem programas de pós-carreira ou uma preparação para a aposentadoria. Está cada dia mais evidente que as empresas, em paralelo ao mero encaminhamento para o trabalho em home-office, nem sempre levaram em consideração que muitos funcionários, tanto da média ou alta gestão, necessitavam do devido preparo para uma eventual “aposentadoria compulsória”. Ressalto dois pontos que merecem destaque quando falamos da população 60+: O despreparo dos profissionais para esta etapa de vida, mencionado acima, pode ser comprovado por uma pesquisa realizada com 400 executivos, de alto e médio escalão, pela Page Executive e Angatu IDH. A amostra envolveu 70% de homens e 30% mulheres, de múltiplos segmentos da economia, sendo que 90% possuem mais de 20 anos de atuação profissional. Mais de 70% afirmaram desejar realizar uma transição de carreira, mas cerca de 58% não têm nenhum projeto desenhado para este encaminhamento. O aumento da longevidade torna imprescindível a construção, por parte dos indivíduos, de um novo projeto para o período pós-carreira ou até mesmo uma transição de carreira. Principalmente se considerarmos que, eventualmente, esta nova etapa pode se tornar mais longa do que as anteriores. · Perda do “sobrenome corporativo”, um elemento muito valorizado em nossa sociedade e também na autoestima de muitos executivos. Cerca de 20% disseram não possuir reserva financeira para essa transição, enquanto 22% dizem que não conseguem realizar a transição pela escassez de oportunidades no mercado. Há ainda um percentual de 21% que relatou ter receios em relação aos desafios enfrentados, caso optem por fazer alguma transição profissional. Apenas 3% estão investindo em educação formal (cursos universitários, mestrado, pós graduação) para esta transição, enquanto 36% responderam que tentam manter-se atualizados através da leitura de revistas ou acessando outros veículos de comunicação. Os indicadores acima são uma clara demonstração do despreparo dos profissionais para esta etapa de vida, que vem ganhando importância desde o final do século XX e mais ainda no XXI. Examinado este quadro, na perspectiva das empresas, vale ressaltar os seguintes pontos e exigências que considero importante de serem olhados. O primeiro é rever o formato do emprego tradicional para que a experiência acumulada pelos profissionais não seja perdida e também possa ser transferida aos mais jovens. O segundo é a revisão das próprias políticas e processo de captação, integração, desenvolvimento, carreira e promoção. Em todos os níveis. O terceiro perpassa criar programas de planejamento de vida e carreira, incluindo o preparo para a aposentadoria pós-carreira. Estimular o desenvolvimento de atividades alternativas como forma de reduzir a dependência do sobrenome corporativo e desenvolver, corporativamente, uma cultura e políticas relacionadas às questões de sustentabilidade do mundo atual também são fundamentais.

Faltando 34 dias para perder, Trump parte para provocações

Criou-se uma grande expectativa com o primeiro debate nos Estados Unidos A montanha pariu um rato... Foi um debate confuso, cheio de agressividades e provocações... Foi o debate do perde-perde. Todos perderam. No Brasil o debate foi até depois da meia noite e a decepção foi muito grande. O povo americano merece mais respeito. A comunidade internacinal também merece mais respeito. Como ainda estão programados mais dois debates, espera-se que as regras sejam mais precisas e se coloque o povo, o eleitor em primeiro lugar. Vamos esperar as pesquisas para ver se o debate baixo nível vai mudar o voto dos americanos. Faltam apenas 34 dias...

terça-feira, 29 de setembro de 2020

USA, Brasil, Índia e México somam mais de 500.000 mortes

Estados Unidos, Brasil, Índia e Mexico têm mais de 50% das mortes no mundo. Incompetência, desprezo pelo ser humano, falta de humildade e grosserias. Estas características nós encontramos nos governantes deste países com mais mortes causadas pelo virus. Com Trump, os Estados Unidos conseguiram esta proeza: além de ter até agora mais de 205 mil mortes, Trump não foi capaz de liderar a luta contra o virus e suas consequências. Se fosse no govrno Obama seria otra situação... O maluquinho que imita Trump conseguiu que o Brasil tivesse mais de 142 mil mortes até agora. A Índia, que sempre tem sido um país sério, houve uma vacilada e as mortes pularam para mais de 95 míl. Muito triste... O México bobeou e dançou. O nov presidente pegou o bonde andando e não conseguiu dar prioridade zero à luta contra o virus. Todo governante sério deve colocar o combate ao virus como prioridade absoluta. O México já passa de 76 mil mortes. A capa da Folha de hoje ficou muito impactante: mais de 1.000.000 de mortes no mundo. E as vacinas, quando teremos as vacinas para todo o povo, independente de ter dinheiro ou não? Com a eleição de Biden, o democrata, nos Estados Unidos, o mundo começará a organizar uma nova forma de e relacinar. É preciso ser solidário, ajudar as pessoas e os países. Um novo mundo é possível. Onde se respeitem à Natureza e o planeta Terra.

Faltam 35 dias para Trump perder as eleições

Todo cuidado é pouco. Tem muita gente dizendo que Trump vai tentar alterar o resultado. O mundo faz campanha para Biden, o democrata, porque somente o mundo unido vai conseguir derotar o vrus. Trump sentiu o clima de "já perdeu" e espera passar o dia 03 de novembo para tentar inverter o resultado das urnas e das ruas. Hoje tem debate na televisão. Cada candidato vai tentar puxar a corda para seu lado. Os americanos querem que tenha logo a vascina para toda a população, Os americanos não querem fraude nas eleições. Quanto mais cedo resolver a campanha eleitoral melhor porque assim sobra tempo para cuidar dos doentes e também para cuidar de aumentar a oferta de trabalho e empregos. É muito triste ver os Estados Unidos com mais de 205 mil mortes. Presidente falastrão leva a isto. Sujou a imagem dos Estados Unidos. O povo quer viver, viver bem e coletivamente, amando uns aos outros..

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Salários no Brasil são escandalosos...

Para cima e para baixo. Milhões de brasileiros não têm renda nenuma. Milhões de pessas morrendo à míngua... Mas tem gente ganhando 52 milhões de reais por ano. Alguma coisa está fora da ordem? Na Suécia chega-se ao máximo de 60 vezes o salário mínimo de lá. Na Alemanha chega-se a 146 vezes. Na Índia são 229 vezes... Até nos Estados Unidos a média é d.e 265 vezes. Mas o Brasil chega-se a mais de 600 vezes. A Alemanha é comunista? Mentira! A Suécia é comunista? Mentira! O caso brasileiro, além de escandaloso, é muita cara de pau. Quanto ganha o ministro da Fazenda brasileiro? Não vale incluir os PFs - por fora. Vejam o artigo que saiu no jornal Valor de hoje; CEOs têm remuneração 600 vezes maior que funcionário Estudo mostra discrepância nos salários de gestores brasileiros Por Juliana Schincariol — Do Rio 28/09/2020 Os principais executivos das companhias abertas brasileiras chegam a ganhar 600 vezes a mais do que a remuneração média paga aos funcionários das próprias companhias em que trabalham. O salário médio ANUAL de um CEO no Brasil em 2019 foi de R$ 11,1 milhões - excluídos os bancos, esse valor cai para R$ 9,7 milhões. No ano passado, os montantes variaram de R$ 584 mil a R$ 52 milhões, considerando as empresas listadas no Ibovespa. As informações sobre os salários são públicas e o ex-diretor da Previ e especialista em governança corporativa, Renato Chaves, fez um levantamento comparando os números. O levantamento de Chaves foi realizado com base nas informações divulgadas no formulário de referência de 2019 e publicadas este ano. Segundo o estudo, as maiores discrepâncias estão nas empresas de setor de consumo e varejo, bancos e frigoríficos, além de aparecerem no topo da lista companhias de áreas como educação e saúde. Os números são heterogêneos entre as cerca de 70 empresas analisadas. Em 17 delas, o salário do presidente é pelo menos 200 vezes maior do que a renda média dos funcionários - ultrapassando 600 vezes no caso de Lojas Americanas e Pão de Açúcar. Na Magazine Luiza, o número é 526 vezes maior. Procurada, a Americanas informou que teve em média 33.234 funcionários ao longo do ano de 2019, o que leva a uma remuneração média de empregados de R$ 32.724,29. E na maior remuneração na diretoria, “parte substancial” refere-se a ações da companhia que ficam disponíveis após cinco anos. Magazine Luiza e Pão de Açúcar não comentaram. Na ponta oposta, as menores diferenças estão na Energisa e na Eletrobras. Nessas duas empresas, o principal executivo ganha 3 vezes mais que a renda média dos funcionários. Em 32 empresas essa diferença fica acima de 100 e em 17 é de mais de 200 vezes o salário médio dos funcionários. O número de empregados e qualificação da mão-de-obra vão influenciar nessa diferença A divulgação das remunerações mínima, média e máxima, foi determinada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em 2009, mas o Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef -RJ) obteve liminar para que um grupo de companhias abertas não detalhasse a remuneração ao mercado. Somente em 2018 a CVM conseguiu uma decisão favorável para revogar a decisão, que ainda teve mais um revés judicial, mas foi finalmente revertido em 2019. Vários fatores podem influenciar a base de comparação dos números, como contratações concentradas no fim do ano, algo comum no setor de varejo, por exemplo. Chaves afirma que a própria CVM pode mudar a requisição dos dados para melhorar a qualidade das informações. "Eventuais diferenças de forma de construção das demonstrações de valor agregado (DVA) também podem trazer diferenças", disse. A comparação feita pelo ex-diretor da Previ tem como base estudo global feito pela agência Bloomberg, que aponta uma diferença de 265 vezes nos Estados Unidos e 229 vezes na Índia, mas não inclui o Brasil. Na Alemanha, ela se reduz para 146 vezes e na Suécia para 60. Para o presidente da Associação dos Investidores no Mercado de Capitais (Amec), Fábio Coelho, os pontos mais polêmicos em pacotes de remuneração estão relacionados a valores excessivos, conflito de interesse na aprovação dos pagamentos e também questões de transparência na divulgação. exercício do voto em assembleia e o engajamento se colocam como principais ferramentas para os investidores se manifestarem sobre esses temas”, afirmou. Coelho pondera que a remuneração varia muito entre setores, o que exige cuidado em comparações diretas em companhias de ramos distintos. “As próprias agências de proxy voting (voto por procuração) usam essa métrica com cuidado. Em geral, percebemos que investidores preferem estruturas de remuneração mais ligadas a performance de longo prazo para gerar incentivos mais adequados”, disse. A diferença tão elevada entre remunerações é um problema que não é desejável, mas há argumentos favoráveis, de acordo com o presidente da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), Eduardo Lucano. Ele compara os CEOs a atletas como Neymar ou Cristiano Ronaldo, cujos salários são muito mais elevados em comparação a outros jogadores de futebol. “Quando você vê um Messi ou Neymar jogando, você entende porque eles valem mais”, disse. O presidente de uma companhia precisa ter uma visão competitiva para o negócio, o que envolve conhecimento de mercado, concorrência, tecnologia e cultura internacional. Para Chaves, responsável pelo estudo, os salários elevados mostram que há uma concentração nas mãos de apenas uma pessoa. “A comparação do salário do CEO com a remuneração média da companhia mostra que há muitas discrepâncias”, afirmou. Na visão dele, o investidor precisa se questionar se este executivo gera proporcionalmente toda essa riqueza para a companhia. “Existe uma glorificação do CEO do Brasil, de que ele é um super homem e por isso tem que ser remunerado de forma agressiva. Já cansamos de ver situações em que o CEO está levando a companhia para o caminho errado. E mesmo quando é afastado, ele deixa a empresa milionário”, afirmou. “Do ponto de vista de governança, o mais importante é entender se a companhia tem mecanismos para atrelar essa remuneração, que sem dúvida é elevada, ao desempenho de curto, médio e longo prazos. A crise de 2008 revelou que existiam muitas companhias de grande porte que tinham remuneração elevada e estimulavam os executivos a assumir mais riscos do que deveriam, com as remunerações ligadas apenas ao curto prazo”, disse o advogado Carlos Portugal Gouvea, professor na USP e sócio do escritório PGLaw. Considerando um Produto Interno Bruto (PIB) per capita de US$ 9 mil, um brasileiro médio pode levar quase 100 anos para atingir a remuneração de um executivo em apenas um mês, considerando o maior salário, comparou o diretor-executivo do Sistema B, Marcel Fukayama. “Isso é uma distorção. Os números evidenciam o aumento da desigualdade a partir da remuneração”, completou. O Sistema B, criado pela organização americana B Lab, confere a companhias que assim o desejarem uma certificação de sustentabilidade, desde que comprovem práticas sociais e ambientais. A certificação se baseia em metas cumpridas. No Brasil, as companhias abertas que já possuem esse selo são Natura e Movida. A entidade analisa a remuneração de companhias, mas com uma métrica diferente - são comparados o maior e o menor salário. Para Fukayama, há uma tendência de que o múltiplo salarial seja um dos indicadores de gestão de risco de companhias. “Com o crescimento do ESG, é possível que métricas como essa devam seguir pautando a agenda do investidor”, disse.

Faltando 36 dias para as eleições americanas. Who will win the election?

Todos ganharemos nestas eleições americanas. Ganhará o povo americano proque voltará a ter um presidente respeitado pelo mundo todo. Ganhará o povo americano porque elegerá alguém que coloque "as pessoas em primeiro lugar". Ganhará o povo americano porque vai votar em quem priorize a SAÚDE DO POVO americano. Ganhará o povo americano porque vai ter um presidente que prioriza a PAZ, o TRABALHO e a SOLIDARIEDADE. Ganhará o povo americano porque vai voltar a ter mais emprego, mais trabalho e mais renda. Ganhará o povo americano porque os negros, as mulheres e os jovens serão mais respeitados e valorizados. Ganhará o povo americano porque os brancos aprenderão com a prática a conviver com povos diferentes que migraram para os Estados Unidos e que fazem parte da sua História e de suas conquistas. Ganhará o povo americano porque tgerá um presidente que reconheça a importância do meio-ambiente, das florestas e da natureza. Ganhará o povo americano porque Biden, o democrata, representa tudo isto e muito mais... Biden representa a volta da alegria e da felicidade... Faltam apenas 36 dias para os americanos e o mundo todo respirar mais aliviado... Um simples voto mudará o mundo.

domingo, 27 de setembro de 2020

No dia 27, faltam 37 dias para Trump perder

Tensão aumenta nos Estados Unidos Trump tenta impedir a derrota, mas tudo indica que a vitória dos democratas se consolida a cada dia. Tem situações em que você faz tudo certinho e mesmo assim o resultado não é o que você espera. Isto aconteceu com Hillary Clinton quando esta competiu com Trump há quatro anos. A eleição parecia estar decidida para Hillary e Trump reverteu e ganhou nos dias finais da campanha. Qual foi o maior trunfo de Trump na época? O desemprego crescente, a arrogância de Hillary e os vínculos desta com os banqueiros... Trump soube explorar bem estas variáveis e ganhou o jogo. Agora a situação está invertida. Trump está no governo mas parece que tudo está contra ele. A saúde, a economia, os governos de países importantes, os formadores de opinião, etc. Quanto mais duro Trump bate, mais votos ele perde. O mundo está passando por crises que podem levar a situações perigosas. Por isto é necessário que o presidente dos Estados Unidos seja uma pessoa sensata, aglutinadora, que saiba ouvir as pessoas e os representantes internacionais... Biden, o democrata preenche mais estes requisitos que Trump. Trump cria uma tensão exagerada em Taiwan. Pode querer criar um clima de guerra antes do dia 3 de novembro? Todo cuidado é pouco. Este é mais um motivo para que o povo americano compareça às urnas e vote em peso, vote na paz, na saude e na solidariedade internacional. Sem medo de ser feliz! Um novo mundo é possível e necessário. Adeus Trump.

sábado, 26 de setembro de 2020

A Falência da Cultura Brasileira e a Falência da Livraria Cultura

Livraria Cultura consegue liminar para evitar decretação de falência O desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças concedeu a liminar e, com isso, a decretação de falência fica suspensa até que o colegiado do Tribunal de Justiça delibere sobre o assunto Por Ana Paula Ragazzi, Valor — São Paulo 25/09/2020 A Livraria Cultura conseguiu uma liminar que interrompe a contagem de prazo de 5 dias para que a empresa comprovasse que está em dia com as obrigações de seu plano de recuperação judicial, aprovado em 2019. Se não o fizesse, teria falência decretada. Por conta da pandemia, que fechou suas lojas, a Cultura não estava conseguindo cumprir com as obrigações do plano nos últimos meses e solicitou um aditamento aos credores. Em assembleia no último dia 14, conseguiu a aprovação das alterações em três das quatro classes de credores. Na classe IV, o novo plano foi rejeitado por 53% dos votos. Após a divulgação do resultado, no entanto, dois credores informaram que seus votos haviam sido computados erroneamente e que eram a favor, não contra o aditamento. Isso mudaria o resultado final da votação para uma aprovação com 51,1% dos votos. Uma das solicitações de alteração de voto foi feita durante a assembleia, a outra, no dia seguinte, a 25 minutos do fim do prazo dado pelo administrador judicial para o envio de ressalvas pelos credores. O juiz Marcelo Barbosa Sacramone , da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Tribunal de Justiça de São Paulo, não aceitou as alterações do voto depois da divulgação do resultado da votação e destacou que “ressalva não se confunde com voto”. “Admitir o contrário implicaria que a reunião prosseguiu informalmente, gerando insegurança jurídica para todos os envolvidos, que não teriam como saber se o que estava acontecendo tinha ou não valor jurídico de deliberação assemblear”, diz o juiz na decisão. Por conta disso, entendeu que o plano aprovado em 2019 ainda estava em vigor e pediu a comprovação de que a Cultura estava cumprindo com as obrigações. O prazo de 5 dias começou a contar após a publicação da decisão no "Diário Oficial" e se encerraria dia 30. No recurso, a Cultura alegou as adversidades do novo ambiente de assembleias virtuais, que incluem falhas na conexão de internet — foram mais de 10 horas de assembleia com 150 credores conectados. Considerou que o juiz foi pouco flexível em sua decisão , que poderia levar a empresa à falência, uma situação drástica.

Agora faltam apenas 38 dias para Trump perder

Agora faltam 38 dias para a vitória da Democracia, da Saúde e da Liberdade A pressão conservadora aumenta Faltando apenas 38 dias para as eleições americanas, o clima fica mais tenso e Trump apela cada vez mais. Agora ele aproveita-se da morte da juíza da Suprema Corte para indicar alguém mais conservador e assim tentar ganhar no tapetão. As pesquisas continuam dando Biden, o democrata, com sete a oito pontos na frente. Mas os conservadores estão contando com os recursos na Justiça como forma de diminuir a vantagem democrata e levar o jogo para o tapetão. Como nos Estados Unidos a eleição ainda é INDIRETA, além de ganhar no voto do povo, é preciso ganhar em números de delegados à Convenção Nacional. Em seis estados o jogo é delicado e pode afetar os resultados. Arizona, Carolina do Norte, Flórida, Michigan, Pensilvânia e Wisconsin. Vejam que também há estados nos Estados Unidos que precisam de mais investimentos em função da baixa escolaridade, pouco investimento no mercado financeiro, não mandar os filhos para as grandes universidades, além de problemas raciais. Comparando com as eleições anteriores, nenhum presidente americano conseguiu se reeleger com os números que Trump tem hoje. Na verdade vai ser uma eleição bem disputada, onde Biden, o democrata, vem ganhando de ponta a ponta, mesmo que a diferença não seja acima de 10%. Mas tudo leva a crer que não haverá zebra, como foi no caso de Hillary Clinton. Faltam apenas 38 dias para esta angústia acabar.

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Stiglitz fará palestra para os bancários do mundo: Construindo uma nova economia

Construindo uma nova economia... Os sindicalistas de todos os países estarão participando de uma rodada de palestras com o Prêmio Nobel de Economia, no próximo dia 28 de setembro. Organizada pela UNI Finanças, que é a organização sindical dos bancários do mundo todo. O Brasil tem grande participação sendo a ContrafCUT a nossa representante. Rita Berlofa, dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo é a nossa representante na direção e presidente da UNI Finanças. Sim, um outro mundo é possível! “Buscando a Economia justa que o mundo precisa” O papel do setor financeiro no mundo pós Covid. Thank you for your interest in our UNI Finance webinar with Joseph E. Stiglitz on “Getting the fair economy the world needs – the role of the finance sector in a post-Covid society” Taking place on: 28 September at 16:00 CEST / Bogota 09:00/ New York 10:00/ Sao Paulo, Buenos Aires 11:00/ Abidjan 14:00/ Johannesburg 16:00/ New Delhi 19:30/ Singapore 22:00/ Tokyo 23:00/ Sydney 24:00.

Menos 39 dias para Trump perder as eleições

Estamos perto do dia feliz, 03 de novembro A forma como aparece o noticiário das eleições americanas já sinaliza a derrota de Trump. Trinta e nove... depois será a sequência de vinte.... e, por fim, a contagem final como se fosse lançar um foguete. Aí o mundo vai cantar junto como se fosse um ano novo, um primeiro de janeiro..9, 8. 7.... Todo cuidado é pouco. Trump continua dizendo que o sistema de votar pelo correio tem fraude... É muito feio um presidente americano dizer isto de seu país. Se Trump achava que o correio americano tinha ou tem problemas, ele teria que resolver durante o mandato em vez de deixar tudo correr como se estivesse bem e agora dizer que tem problema. Este é um dos motivos que Michele Obama disse que Trump não servia para ser presidente dos Estados Unidos. Não tem competência nem preenche os requisitos para cargo tão importante. O tempo passa, o tempo voa e estamos chegando à hora da vitória da democracia, vitória do povo americano e do mundo. Fora Trump lá e fora Bolsonaro aqui...

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

As eleições vão acabar na Suprema Corte...diz Trump

E o voto do povo americano, para que serve? Leiam neste bom artigo do NYTimes. 5 Weeks Before the Election, Trump Already Anticipates Disputing it “I think this will end up in the Supreme Court,” President Trump said of the election in November. Oliver Contreras for The New York Times – 24set2020. My weekend trips to the playgrounds of North London are starting to feel like Groundhog Day: In recent weeks I’ve had almost precisely the same conversation with everyone I’ve met. “I saw this weird story about the U.S. election,” they say, and I know what’s coming. They’re about to ask me about electoral shenanigans that would be unheard of in Britain, like the purging of electoral rolls, or felons in Florida needing Michael Bloomberg to pay their fines so that they can vote. Or President Trump saying that he blocked funding for the U.S. Postal Service because he didn’t want universal mail-in voting to be possible. And that he wants to confirm a new Supreme Court justice before the election because he expects the result to end up before the court and wants its overwhelming support. Why, people want to know, are Americans willing to tolerate this? They’re so proud of their democracy — don’t they want people to vote? So I explain, in words that sound weirder to me every time they come out of my mouth, that in the United States it has been considered all too acceptable to manipulate election results by preventing people from voting. Yes, disenfranchisement has been a major political and legal issue for decades. But those fights have tended to be couched as a matter of individual rights, rather than the integrity of the system as a whole. Consider the 1960 presidential election. After John F. Kennedy beat Richard Nixon by a slim margin, rumors swirled that the Illinois Democratic Party had stolen the election by either casting fake ballots for Democrats or undercounted real ones cast by Republicans. (Which they probably did, although there’s some doubt about whether it actually made a difference in the presidential race.) That was bad. Don’t steal elections, kids! But it was 1960. In the south, a combination of racist laws, poll taxes, literacy tests and violent intimidation excluded Black citizens from voting almost entirely. In many places, the southern Democratic Party operated as a de facto one-party regime, creating authoritarian enclaves that restricted the rights of white as well as Black people. So while there was some evidence that the Illinois Democrats’ interfered with the election, there was absolutely no doubt that Jim Crow laws did. Continue reading the main story Yet there was no national controversy over the southern election winners’ right to take office, or the allocation of those states’ electoral votes. Votes that were cast in Illinois gave rise to disputes over legitimacy. Votes that weren’t cast in the south did not. And while the question of whether the Supreme Court “stole” the 2000 presidential election by halting Florida’s ballot recount remains a live controversy, it’s rare to hear anyone suggest that Florida’s practice of disenfranchising felons was enough to render the election inherently illegitimate no matter what the court did — even though the number of people kicked off the voter rolls was considerably larger than George W. Bush’s margin of victory there. One of the main things to understand about elections in America, in other words, is that winning them by keeping people from voting is a relatively low-risk, high-reward strategy. And it is one that Republicans have heavily pursued in recent years, purging voter rolls and supporting I.D. requirements and other rules that suppress voting within groups that are likely to lean Democratic. Now, however, President Trump may be testing the limits of public tolerance for that strategy. His casual admissions that he hopes cuts to the post office budget will block mail-in voting have violated the unspoken rule that disenfranchisement should primarily burden people of color, the poor, and other underprivileged groups. In past elections, the people most likely to vote by mail were those over 65, a powerful demographic that skews whiter and more conservative. In Florida’s election in 2018, when Governor Ron DeSantis and Senator Rick Scott, both Republicans, saw their election-night leads narrow as mail-in votes were counted over the week that followed, President Trump tweeted that the election should be called in favor of the Republican candidates because the later ballots had “shown up out of nowhere.” But he dropped the complaint after both men won, making his objection seem partisan rather than substantive — a track record that could come back to haunt him if he tries to challenge this year’s election results on similar grounds.

E chegamos a 40 dias para Trump perder as eleições

E a imprensa alerta que Trump quer melar as eleições Todo país precisa combinar a legitimidade com a legalidade. A legitimidade vem do povo, e é medida pelas eleições, pelo voto de cada homem ou mulher. A legalidade vem do respeito às regras institucionais. O Judiciário deve ser estruturadp para garantir que a vontade do povo seja respeitada. Principalmente para impedir que as pessoas que estão nos cargos públicos queiram se perpetuar no poder mesmo que seja sem o apoio do povo. Os Estados Unidos tem um processo eleitoral binário, isto é, o povo vota em seus candidatos e cada Estado tem uma proporção de delegados quem no total constitue um Colégio Eleitoral. Normalmente o resultado do votos coincidia com o resultado do colégio eleitoral. Nas últimas eleições não tem acontecido assim, porque a proporção de delegados tem feito com que alguns Estados tenha mais delelgados do que outros na proporcionalidade. Trump quer forçar a barra, isto é, já que ele não tem votos suficientes para ganhar nas duas instâncias, ele quer abrir recursos questionando os votos pelo correio e outros tipos de votos. Assim, tentará anular votos dos democratas até ele ficar com maioria no Colégio Eleitoral.No Brasil a gente chama isto de ganhar no tapetão... Obama, Biden e todos os líderes e personalidades dos Estados Unidos e do mundo devem se manifestar publicamente contra esta manobra de Trump. Democracia é coisa séria e o povo precisa ser respeitado. Faltam apenas 40 dias. Fora Trump!

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Itaú acerta na estratégia e erra na tática ao demitir funcionários

Itaú pensa grande, o que é bom. Mas demitir como vem demitindo é pensar pequeno... Itaúsa quer ter portfólio de 10 a 12 empresas nos próximos 4 anos, diz Setubal | Finanças | Valor Econômico https://valor.globo.com/financas/noticia/2020/09/23/itausa Por Talita Moreira, Valor — São Paulo 23/09/2020 12h38 · Atualizado Em busca de diversificação, a Itaúsa pretende ter entre 10 e 12 companhias em seu portfólio num período de três ou quatro anos, afirmou nesta quarta-feira o presidente da holding, Alfredo Setubal. Os investimentos almejados pelo grupo são grandes, na faixa de R$ 1,5 bilhão a R$ 2 bilhões, acrescentou o executivo durante evento anual da Itaúsa com investidores. De acordo com ele, interessam ao grupo empresas que tenham possibilidade de crescer, gerem caixa, paguem dividendos, e se encaixem nos valores de governança e socioambientais da Itaúsa. Outro requisito é que a Itaúsa possa entrar no bloco de controle e ter influência sobre a gestão. Investimentos no exterior também estão descartados. “Somos do Brasil e temos foco no Brasil”, disse. O executivo reconheceu que a combinação de todos esses elementos não é simples, mas ponderou que a Itaúsa não tem pressa e que se não for possível encontrar esses ativos a holding fica como está e distribui mais dividendos. Segundo o executivo, há dois ou três investimentos no radar neste momento. São operações cujo crescimento pode ser alavancado com aporte primário da holding, acrescentou, sem detalhar. De acordo com ele, a companhia está em busca de diversificação, mas não pretende que haja uma diluição relevante do peso que o Itaú Unibanco tem em seus resultados. “Vemos o Itaú como um grande ativo da Itaúsa. Não queremos diluição relevante”, disse. “O banco vai passar por essa onda de digitalização e vai sair fortalecido, com participação grande de mercado nos próximos anos.” Setubal explicou que o tíquete médio de R$ 1,5 bilhão a R$ 2 bilhões previsto para investimentos da Itaúsa não é algo engessado - pode ser maior. O importante, segundo ele, é que sejam investimentos no bloco de controle de empresas familiares brasileiras. Para o executivo, aportes nessa faixa são relevantes no Brasil, mas pouco significativos para adquirir ativos no exterior. Alfredo Setubal, presidente da Itaúsa, considera exagerado o desconto das negociações da holding na bolsa. Setubal descartou fazer investimentos em startups e fintechs e disse que tudo o que for do setor financeiro fica a cargo do Itaú Unibanco. “A Itaúsa está mais voltada aos setores industrial e de serviços”, afirmou. Ele apontou o segmento de energia como um dos que estão no radar da Itaúsa. A companhia aguarda a aprovação do Cade para o investimento que fez na Copagaz, que lhe dará 49% da empresa resultante, a NTS. Quando isso acontecer, o primeiro passo será reduzir o endividamento dessa operação, mas em três ou quatro anos será possível pensar em outros investimentos no setor de energia, e não apenas no segmento de GLP. O presidente da holding mencionou ainda os segmentos de educação, saúde e saneamento. De acordo com Setubal, a companhia participa neste momento de 18 a 20 processos não vinculantes (acordos de confidencialidade, ou NDA na sigla em inglês) de fusões e aquisições. Desses, a companhia tem a expectativa de que uns dois ou três resultem em investimento, o que não necessariamente acontecerá ainda em 2020. “Até uns anos atrás, a gente tinha um portfólio estático e não éramos vistos pelos bancos de investimento e pelos gestores de private equity como investidores”, afirmou a jornalistas. “Agora, a gente entrou no circuito.” 9/23/2020 Itaúsa quer ter portfólio de 10 a 12 empresas nos próximos 4 anos, diz Setubal . Setubal também apontou o setor de energia limpa como outro dos que interessam à Itaúsa. Nesse caso, eventuais investimentos deverão ser feitos por meio da Copagaz, que o grupo pretende transformar numa plataforma com atuação além do GLP. O executivo disse que, antes disso, a companhia aguarda a aprovação da transação envolvendo Copagaz e Liquigás pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Depois disso, deverá ser feita uma emissão de R$ 1,4 bilhão em debêntures. O executivo reiterou ainda que pretende fazer com que a Copagaz se torne, nos próximos anos, uma plataforma de energia - e não apenas de operações de GLP. Ainda de acordo com Setubal, o grupo tem interesse em exercer o direito de preferência na compra dos 10% do NTS colocados à venda pela Petrobras. Valor de mercado De acordo com Setubal, as companhias investidas “geram muito valor para o acionista” e, portanto, as ações da holding têm sido negociadas com desconto na bolsa. O executivo destacou que o valor líquido dos ativos do portfólio está em R$ 96,4 bilhões, enquanto o valor de mercado da Itaúsa é de R$ 79,3 bilhões, o que representa um desconto de 17,7%. Embora esse percentual venha se reduzindo, Setubal o classificou ainda como “exagerado” e o atribuiu a dois fatores. Um deles é tributário, pois a companhia recebe juros sobre o capital próprio das empresas do portfólio e acaba retendo impostos, o que acaba sendo menos eficiente para os acionistas. “A nova proposta do governo minimiza bastante esse impacto. Vamos ver como vai ser aprovada no Congresso”, ponderou. O outro motivo são os custos da própria holding, que neste ano devem girar entre R$ 350 milhões e R$ 400 milhões para manter a estrutura da empresa. “O desconto deveria ser muito menor, porque as companhias em que a gente participa estão criando muito valor para acionistas”, disse. Setubal destacou ainda que preocupações socioambientais estão presentes no grupo há décadas, e lembrou que o Itaú, a holding e as famílias doaram R$ 1,5 bilhão na pandemia. Em Política Itaúsa elogia programa de trainee só para negros do Magazine Luiza, Alfredo Setubal, presidente da Itaúsa, afirmou que projeto "será um gatilho de motivação para mais e mais empresas".

Subcapitalismo brasileiro precisa ser superado

O fato de ser grande não significa ser competente O brasileiro tem uma mania de ser pretencioso, acha que é igual ao europeu ou ao americano e que o tamanho do Brasil garante sua presença entre as dez maiores economias do mundo e também nos foruns decisórios. O brasileiro também criou a ideia de que é queridinho de Deus, que aqui plantando tudo dá e que não precisa ser cuidado, nem planejado nem muito menos investido. Aqui a ideia é da geração espontânea. Deus não é brasileiro, Deus é do mundo e que sempre gostou do Brasil, mas que, até Deus já está de saco cheio de tanta conversa mole, reclamação e pouco trabalho efetivo. Querem que o Brasil seja Capitalista, com "C" maiúsculo, então aprendam a planejar, organizar, executar, avaliar e refazer processos até consegur obter resultados qualitativos e quantitativos. Não adianta ficar acusando os outros, é preciso ser competente naquilo que se propõe trabalhar. Trump vai perder as eleições e o mundo terá mais paz, mais espaço para trabalho conjunto e parcerias internacionais. Vamos dar o exemplo e começar pelas pequenas coisas. Vamos botar a sociedade como prioridade, em vez de priorizar o corporativo e o internismo. Trabalhar, trabalhar e trabalhar, com planejamento, com respeito mútuo e com resultados. A imprensa pode ajudar mais do que vem fazendo. As Igrejas estão trabalhando mas a pandemia atrapalhou muito o trabalho comunitário. O judiciário se juntou ao legislativo e ambos estão pensando mais em si do que no Brasil e nos brasileiros. Os políticos precisam levar um choque de democracia e trabalho comunitário. Estamos chegando ao final do ano e todos precisam trabalhar muito para recuperar o tempo perdido com o virus. Chega de fazer propaganda dizendo que é bom, que é competente mas na hora da onça beber água, o fogo queima tudo e a onça fica doente. Com o virus, descobrimos que, além de mentalidade de Macunaímas, somos os subs, dos subs dos subs... Vamos dar a volta por cima!!!

Faltando 41 dias para perder eleições Trump faz baixarias na ONU

Trump quer transformar a China em bode expiatório A China compete com os Estados Unidos atualmente porque teve desde o grande acordo com Nixon e Kissiger onde ficou garantido o apoio dos Estados Unidos à China,principalmente se a China fosse atacada ou invadida pela União Soviética na época. A China sempre mostrou gratidão aos americanos e sempre honrou seus compromissos. O movimento sindical americano e internacional sempre deixaram claro que a concorrência entre o modelo fechado da China com produção intensiva e preços baixos, levaria ao desemprego na Europa e nos Estados Unidos. Os governos nunca levaram em consideração as ponderações dos trabalhadores, agora a China já é a segunda economia do mundo e logo logos será a primeira. Não adianta Trump dizer na ONU que a China infectou o mundo, e a OMS não fez nada contra isso. Duas mentiras de Trump. Já prevendo a derrota eleitoral, Trump agora fala em nova era de prosperidade, cooperação e paz. Agora é tarde, faltam apenas 41 dias, pouco mais de um mês. Logo, logo, o mundo ficará livre de Trump, e mais tarde ficará livre de Bolsonaro.

terça-feira, 22 de setembro de 2020

Prestadoras de Serviços, a internet e o subcapitalismo

Você já foi roubado hoje? Estão nos fazendo de otários... O subcapitalismo brasileiro Com a quarentena, as empresas passaram a usar cada vez mais as vendas por internet. No início foi difícil, mas, aos pouco foi-se comprovando que este caminho era uma mina de ouro. Mais barato, mais rápido, porém, de vez em quando, você compra um aspirador e a empresa entrega um outro produto com o valor bem menor do que você pagou. Além dos riscos de comprar gato por lebre, tem também o ritual de contato ou tentativa de contato com “o serviço on-line do vendedor e a necessidade de você passar um monte de informações, número de cartão de crédito, endereço, etc.” No caso de você querer comprar roupas, sapatos, livros ou mesmo eletrodomésticos, vocês tem muitas alternativas de fornecedores ou de vendedores, mas, quando você precisa usar o sistema das empresas de serviços básicos – que foram todos privatizados – aí o diabo pega. Água, luz, telefones, TVs, internet, gás, e mais alguns... todos estes serviços ou são monopólios ou são oligopólios com duas ou três empresas. Por exemplo: Águcompa é monopólio, em São Paulo, é SABESP; luz, era uma empresa americana que não deu certo e agora é uma empresa italiana, também monopólio; telefones são basicamente três – Vivo, Claro/Net e Tim – TVs a cabo e internet, basicamente continuam com as mesmas três concessionárias de; telefonia; o gás também continua monopolizado. Se era para privatizar e deixar nas mãos de monopólios ou oligopólios privados, qual seria a diferença? Na prática, a única diferença relevante é que, a corrupção nas empresas estatais é feita pelos políticos, enquanto que a corrupção nas empresas privadas é feita pelos empresários. No caso do Brasil, os preços continuam altos, o atendimento continua ruim e o cliente fica refém do prestador de serviço. Os preços no Brasil são maiores que na América Latina e na Europa. Para complicar ainda mais, os preços dos produtos oferecidos por estas empresas estão dolarizados, isto é, enquanto a inflação medida pelo IPCA está em 2 ou 3% ao ano, a inflação da desvalorização do real – nossa moeda – em relação ao dólar está entre 20 e 30%. Dez vezes acima! Como pode a economia ter duas ou mais inflações paralelas? Porque o governo protege as empresas em detrimento de seus funcionários e de seus clientes? E quem são estes funcionários e clientes? Estes ilustres prejudicados, enganados e roubados, é, simplesmente o povo brasileiro. Simplificando: - Você paga caro, é mal atendido, perde horas e dias tentando resolver pequenos problemas fáceis de resolver, e, muitas vezes tem que entrar na justiça para reaver o que estas empresas cobram a mais. - Você pode chamar isto de capitalismo de mercado? Jamais, isto é na verdade um SUBCAPITALISMO. Uma farsa, uma grande enganação. Como resolver? - Temos que exigir que, nos casos comprovados de má fé ou de incompetência grosseira, as empresas paguem pesadas multas; - Estas agências reguladoras se transformaram em verdadeiros micos, na prática são empresas estatais que protegem para as empresas do que os clientes; - Temos que avançar nas Comissões de Conciliação de Pequenas Causas, ágeis e sem recursos protelatórios; - Temos que garantir o sistema único de custos financeiros, nada de um ser em dólar e outro em reais; - Temos que ampliar o número de empresas prestadoras de serviços. Uns criticam o governo dizendo que o governo quer ser “capitalismo de Estado”, outros ficam sem o serviço ou com serviços bem precários, sem atender nem os clientes nem a sociedade como um todo. Servindo para desmoralizar a economia, os governos e a própria democracia com livre concorrência. Como está não dá para continuar...

Vamos animar a festa, faltam 42 dias para Trump perder

Cada dia que passa o mundo fica mais animado com a chegada do dia 03 de novembro. A grande festa do povo americano, que junto com os povos do mundo, comemorarão a grande vitória dos democratdas contra Trump, que nem os republicamos o querem. Já estão passando das 200 mil mortes de americanos em função da pandemia e da incapacidade de Trump agilizard a vacina. Aguenta coração! Está chegando a hora. Fora Trump lá efora Bolsonaro aqui.

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

O que significa 200 mil mortes nos Estados Unidos?

Two Hundred Thousand Americans Are Dead What have we learned during the coronavirus pandemic—and what have we refused to learn? By Dhruv Khullar September 20, 2020 The novel coronavirus is about to claim its two-hundred-thousandth American life. (It may already have done so; statistics lag.) Less than eight months have passed since the start of the pandemic At some point in 1993, the two-hundred-thousandth American died of AIDS. By that time, a decade had passed since the Centers for Disease Control and Prevention first described the emergence of a mysterious new syndrome. Freddie Mercury and Arthur Ashe had died of the virus, and Magic Johnson had announced his retirement from the N.B.A. Tom Hanks was soon to win an Oscar for his role as an H.I.V.-positive gay man, in “Philadelphia.” Still, the tragic milestone passed without much notice. H.I.V. had become the leading cause of death among young American men, but researchers and activists were still fighting to raise awareness about the virus, and acceptance for the people who were suffering from it. Two years earlier, the hundred-thousandth American had died of AIDS. That death was announced in a short article on page eighteen of the Times, which dispassionately reviewed statistics and projections. The novel coronavirus is about to claim its two-hundred-thousandth American life. (It may already have done so; statistics lag.) Less than eight months have passed since the start of the pandemic. There hasn’t been time to make a movie about it, and there’s been no need to raise awareness; the toll of the virus is tracked daily, even hourly, across the country and across the world. But that doesn’t make the extraordinary loss of life any easier to fathom. In less than a year, COVID-19 has killed four times as many Americans as died from the opioid crisis during its deadliest year. It has killed more Americans than those who perished in every armed conflict combined since the Second World War. Globally, it has killed nearly a million people. Reckoning with such a number, we might try to imagine the dead as individuals. Though the virus is worse for those who are older, people of all ages have died, and of all races, backgrounds, trades, and political persuasions. Each life lost was embedded in a web of relations. According to one estimate, each person who dies of COVID-19 leaves behind an average of nine surviving family members. If this is right, then there are now at least 1.8 million Americans mourning the loss of kin—parents, husbands, wives, children, siblings, grandparents—and millions more who are mourning with them. Meanwhile, as a doctor, when I think of two hundred thousand lost lives, I think of the ones I wasn’t able to save while caring for patients in the early days of the outbreak in New York. I think of the couples transferred hand in hand to the hospice unit; of a parent comforting young children through FaceTime; of an elderly man worrying about using a ventilator that might be needed by someone younger. Moments of national tragedy are usually met with elevating Presidential rhetoric. The country looks to its leaders to offer hope and give meaning to its collective suffering. Three days after the September 11th attacks, in a speech at Ground Zero, George W. Bush told the nation, “I can hear you. The rest of the world hears you. And the people who knocked these buildings down will hear all of us soon.” Later, at a prayer service, Bush said that “grief and tragedy and hatred are only for a time. But goodness, remembrance, and love have no end.” After President John F. Kennedy’s assassination, Lyndon B. Johnson called on the country to “put an end to the teaching and the preaching of hate and evil and violence”; he urged Americans to turn away from “the apostles of bitterness and bigotry.” No such messages will be coming from this President. Donald Trump has abdicated both managerial and moral leadership. (“I don’t take responsibility at all,” he has said, and, “It is what it is.”) Instead of helping the nation heal, he uses his bully pulpit to sow confusion, division, and distrust. He freely admits to misleading the public about the lethality of the virus; he disrupts the efforts of public-health agencies, tarring them with his own brand of partisanship and misinformation; he argues that talk of the virus is designed to damage his reëlection prospects. Meanwhile, his surrogates describe the pandemic, which sickens or kills thousands more Americans each day, in the past tense. There are those, including the President, who question the veracity of the U.S. coronavirus death estimates. That skepticism doesn’t cohere with reality. Across the United States, excess mortality—the difference in the total number of deaths, from any cause, compared with a historical average—far exceeds official tallies of COVID-19 fatalities. In all likelihood, there are more, not fewer, COVID-19 deaths than we have confirmed. And the pandemic, in addition to devastating the economy, has caused enormous collateral health damage. Thousands of Americans have had their medical care postponed or cancelled, or have chosen to avoid health care altogether for fear of contracting the virus. Many have died. In the United States, peaks of panic have given way to plateaus of resignation. The country continues to record tens of thousands of new coronavirus cases each day but remains without a coherent plan to alter that trajectory. Because we never truly subdued the virus, we’re experiencing our newest waves on rising seas. In May, after strict lockdowns, the number of newly diagnosed cases levelled off at around twenty thousand per day. But September’s number is closer to forty thousand. We’re performing more tests, and that helps explain the higher number of new confirmed cases. But it’s also true that the virus is circulating in more places than before. Early in the pandemic, it became clear that a coherent and unified national response would not be coming. States were left to procure supplies and equipment on their own. Individuals and families waded through mixed messages about how contagious and lethal the virus was—and about how they might keep themselves and their loved ones safe. At the end of February, Jerome Adams, the Surgeon General, tweeted that masks are “NOT effective in preventing general public from catching #Coronavirus,” and Robert Redfield, the director of the C.D.C., said that there was “no role” in the pandemic for masks worn by ordinary Americans. Those messages may have been intended to preserve mask supplies for health-care workers, but they seriously damaged the public’s trust in the information that was being provided by the country’s top health officials. It wasn’t until early April—after New York had logged tens of thousands of cases, and after the virus had seeded every state in the country—that the C.D.C. advised the public to begin wearing masks. (Redfield has since said that “cloth face coverings are one of the most powerful weapons we have to slow and stop the spread of the virus.”) It’s easy to focus on national numbers. But the story of the American pandemic is really that of a virus bobbing across the country, searching for oxygen as it’s tamped down in one region or another. A pandemic that began in dense metropolitan areas has now made its way to every part of the United States. In the Northeast, states that once stored dead bodies in refrigerated trucks are now among the safest in the country. Other states, including California and Ohio, took early and decisive action but have seen cases and deaths rise over time. At the beginning of June, new COVID-19 hot spots were more likely to be rural counties than urban ones. By then, the virus had crept into small towns and ski resorts, the Navajo Nation and the rural South, and into prisons, retirement communities, and meatpacking plants, leaving a trail of destruction in its wake. By staying home and flattening the curve, Americans succeeded in buying time for many health-care systems to adjust. The likelihood of dying of COVID-19 has declined substantially since the pandemic began, in large part because we’ve gotten better at preparing for and treating the disease. A statistic called the case-fatality rate (C.F.R.) measures the percentage of people who go on to die after being diagnosed with a disease. States where the pandemic hit early—New York, New Jersey, Massachusetts—ended up with C.F.R.s above seven per cent; the national average is now about three per cent, thanks to lower death rates in states where the virus spread later. In recent months, therefore, the apocalyptic elements of the pandemic have receded from view. There are fewer places where endless streams of patients confront dwindling I.C.U. capacity; there are fewer bidding wars for ventilators and N95s. We’ve settled, instead, into a grinding battle, in which lives are lost incrementally but no less tragically. Six thousand dead in Georgia; two thousand in Minnesota; fifteen hundred in Nevada. It’s these small yet significant numbers, adding up month after month, that have gotten us to two hundred thousand. The coronavirus has assailed America’s image of itself. How does one reconcile the deaths of two hundred thousand people—a fifth of all the COVID-19 deaths in the world—with the idea of an exceptional America, a compassionate America, a scientifically advanced America? The most piercing question has come to be whether we live in a just America. Inequalities in income, housing, employment, and medical care have resulted in Black and brown Americans dying of COVID-19 at higher rates than whites. The pandemic has especially hurt low-income Americans, many of whom are now out of work, but Congress remains locked in a stalemate over whether and how to deliver relief. Meanwhile, in some states, more than half of all COVID-19 deaths are linked to nursing homes, where many older Americans have died without being able to say goodbye to their loved ones. We tolerate these deaths because of a communal ageism. Our inability to protect the most vulnerable Americans has become both a public-health failure and a moral stain.

Bradesco negocia com Sindicatos a regulamentação do home office

Gestão participativa fortalece o emprego e a confiança Enquanto o governo anda para trás, o Bradesco se moderniza prestigiando seus funcionários e sua representação trabalhista. A democracia ganha com isto e o Brasil tem um modelo de gestão participativa. Do caos econômico, político e social que vive o Brasil, aos poucos os empresários e os trabalhadores vão construindo novas alternativas. Juvândia Moreira, presidente da Contraf-CUT, confederação nacional dos bancários teve papel determinante na negociação. Bradesco fecha acordo com funcionários para regulamentar home office Faz parte do acordo uma ajuda de custo no valor de R$ 1.080 no primeiro ano para cobrir gastos com internet e luz Por Agência Estado18 set 2020 16h10 - Atualizado 3 dias atrás O Bradesco fechou um acordo com seus funcionários para regulamentar o home office, algo que cresceu de forma obrigatória por conta da pandemia de covid-19, mas que valerá de forma permanente. Faz parte do acordo uma ajuda de custo no valor de R$ 1.080,00 no primeiro ano para cobrir gastos com internet e luz, por exemplo. Se o banco conceder em comodato a cadeira, a quantia será de R$ 960,00 a ser recebida pelo funcionário. Em assembleia virtual, o resultado foi de 93,35% dos votos favoráveis do acordo para o pós-pandemia. “Tivemos uma votação expressiva dos bancários e bancárias do Bradesco. O Sindicato agradece a confiança e a participação de todos e de todas”, afirmou, em nota, a secretária-geral do sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Neiva Ribeiro. Ainda conforme o acordo, o pagamento de R$ 1.080 no primeiro ano será feito de uma única vez. Nos seguintes, o banco vai pagar a quantia de R$ 960,00, que poderá ser paga de uma só vez ou em até 12 vezes. O regime de teletrabalho não será obrigatório. O Bradesco concordou em adotar o controle da jornada, por meio de programa de computador para registro dos horários de trabalho. O banco fornecerá ainda notebook ou desktop, mouse, teclado independente e headset.

Itaú escolhe novo presidente e agita a economia e a política

Quando o Itaú fica gripado, o mercado pega pneumonia... O maior banco brasileiro tem uma tradição de atuar politicamente. Foi assim com Olavo Setúbal, que foi ministro e prefeito, e também foi assim com Roberto Setúbal durante o tenso período brasileiro com a derrubada do governo Dilma, com Temer e agora com Bolsonaro. Com Bracher o Itaú tem sido mais “reservado”, isto é, as entrevistas são mais técnicas que políticas, e com menos aparição pública. Com Bracher o fato mais importante na era da pandemia foi a doação de um bilhão de reais e o relevante apoio na ação social no combate ao vírus. Bingo! O silêncio de Roberto Setúbal não significa que ele está longe da escolha, Roberto sabe que sua participação é decisiva para que o banco continue banco e crescendo nacional e internacionalmente. Quem fica parado é poste. Vejam a boa matéria do jornal Valor de hoje: Itaú escolhe presidente sob desafio tecnológico Executivo sucederá Bracher, que deixa cargo em abril Por Talita Moreira, Valor — São Paulo 20/09/2020 O Itaú Unibanco define nas próximas semanas quem será o sucessor de Candido Bracher na presidência do maior banco da América Latina. O executivo virá dos quadros da própria instituição, e terá pela frente o desafio de aprofundar — muito — a transformação digital já em curso. Estão na disputa os quatro nomes que formam, ao lado de Bracher, o comitê executivo do Itaú: os diretores-gerais do atacado, Caio Ibrahim David, e do varejo, Márcio Schettini, e os vice-presidentes André Sapoznik (tecnologia) e Milton Maluhy Filho (finanças e riscos). David, de 52 anos, é frequentemente apontado como o candidato mais forte por pessoas que conhecem o banco, e tem a confiança dos controladores. Porém, não há um “superfavorito”. As cartas estão embaralhadas e os quatro executivos têm perfis complementares. Schettini, 56, há anos é visto como um possível presidente do Itaú e tem experiência acumulada em diversas áreas da instituição — um ponto a seu favor. Sapoznik, 48 anos, ganhou importância por estar à frente de tecnologia, área vital para o futuro do banco. Maluhy é o mais jovem deles — tem 44 —, mas foi presidente do Itaú CorpBanca e é considerado um executivo assertivo e de opiniões firmes. A escolha é esperada para novembro, embora a data não esteja prevista em nenhum documento. Os candidatos são avaliados pelo Comitê de Nomeação e Governança Corporativa, e o novo presidente assumirá o cargo em abril de 2021, após ser submetido à aprovação do conselho de administração. Dificilmente surgirão nomes de fora. O próprio Bracher afirmou, em agosto, que seu substituto viria do comitê executivo. “Minha sucessão vai ser decidida nos próximos meses pelo conselho de administração e tudo indica que será um dos meus colegas”, disse na ocasião. Bracher está de saída porque completa em dezembro 62 anos, idade limite para ocupar a presidência, conforme o estatuto do banco. O executivo assumiu o cargo em 2017 e fez uma transição suave da gestão de Roberto Setubal, que ficou mais de duas décadas à frente do Itaú. Sabendo que teria um mandato de apenas quatro anos pela frente, Bracher manteve boa parte dos executivos que já estavam na diretoria com Setubal — e este, agora na condição de copresidente do conselho de administração, continua sendo uma figura muito presente no dia a dia do banco. A marca da gestão de Bracher tem sido manobrar um transatlântico de R$ 2,075 trilhões em ativos rumo a um futuro digital sem provocar rachaduras no casco. Não é tarefa simples. Se nesses últimos quatro anos o Itaú se tornou o maior banco do país em crédito, com uma carteira de R$ 811,3 bilhões em junho, também foi nesse período que a instituição viu concorrentes como XP Investimentos, Stone e PagSeguro comerem parte de suas receitas de serviços. O mantra do atual presidente do Itaú sempre foi o de que a transformação deve ser encarada como um “estado permanente” — e essa é a mensagem que ele vem tentando incutir nos funcionários para ajustar o banco aos novos tempos. O executivo costuma dizer que o banco enfrentou diversas mudanças de cenário ao longo de sua história e não tem por que ser diferente agora. A instituição escolheu o caminho de se digitalizar de dentro para fora em vez de criar um banco digital, como fez o Bradesco com o Next (que acaba de ser cindido em uma empresa à parte) e, agora, com a carteira digital Bitz. Hoje, há quem questione se a decisão foi a melhor. “O banco está apanhando muito em algumas áreas”, diz uma pessoa que conhece bem o Itaú, citando as áreas de investimentos e cartões. Em qualquer cenário, o próximo presidente terá de acelerar esse processo de transformação diante da queda das barreiras de entrada no setor proporcionada tanto pela tecnologia quanto por mudanças regulatórias. O Banco Central (BC) definiu para o fim deste ano a estreia do open banking e do Pix, meio de pagamentos instantâneos, duas inovações que podem intensificar a concorrência aos grandes bancos. A depender da aceitação dessas novidades pelos clientes, talvez o transatlântico tenha que dar um cavalo de pau. A emergência de consumidores mais digitais na pandemia pode acabar ajudando. Os grandes bancos vinham até agora dosando o ritmo de fechamento de agências, que ainda são fonte importante de receitas. Com a queda drástica da utilização da rede física na crise, pode fazer sentido acelerar a transferência das contas para agências digitais. Outras questões que o próximo presidente do Itaú terá de enfrentar dizem respeito ao legado tecnológico. Há um investimento pesado dos bancos tradicionais na modernização de seus sistemas, num uso mais sofisticado de análise de dados, inteligência artificial e computação em nuvem, mas ao mesmo tempo as instituições ainda convivem com mainframes. A herança do passado gera ineficiências — como a necessidade de atualizar vários sistemas quando há uma mudança de taxa de juros. Com as inovações no setor em ritmo acelerado, o Itaú vem tateando investimentos que o ajudem nessa travessia. O banco adquiriu, em novembro, o controle da empresa de transformação digital Zup IT e, na semana passada, foi anunciado entre os participantes de uma rodada de captação da fintech Quanto, que desenvolveu uma plataforma para o open banking. Do ponto de vista financeiro, a instituição também marcou um gol quando investiu na XP, em 2017, gastando pouco mais da metade do que pagou para fechar o capital da Rede cinco anos antes. Para uma fonte que conhece bem a casa, a troca de comando será uma oportunidade também de revisitar a estrutura de cargos, de forma a dar mais autonomia para os gerentes e, assim, tornar as decisões mais ágeis. “O Itaú precisa seguir o exemplo da Microsoft, que relutou, mas conseguiu romper com o legado”, diz.

Faltando 43 dias para eleições, Trump perde mais apoios

Se Deus está contra Trump, quem vai questionar isto? Os astros estão avizando que Trump vai perder estas eleições por incompetência, grosseria e falta de cuidado com a saude do povo americano. Vejam este artigo destacado hoje no jornal Estadão: "Trump perde apoio no Senado e escolha de juiz da Suprema Corte fica ameaçada". "Para ser justo com o povo american, que vai reeleger ou escolher um novo presidente, a decisão sobre uma nomeação vitalícia para a Suprema Corte deve ser feita pelo presidente eleito em 03 de Novembro, disse a senadora republicana". Outra notícia altamente relevante: Em nova pesquisa do Wall Street Journal/NBC, derrota de Trump congtinua confirmada. Os democratas mantiveram a liderança. Biden, o candidato democrata, está com 51% enquanto Trump está com apenas 43%. Biden vem liderando as pesquisas de intenção de voto por seis pontos ou mais ao longo de todo o ano. A esperança está vencendo o ódio e o medo. O povo americano já decidiu, agora é garantir o voto na urna. O mundo aguarda ansiosamente. O mundo quer saúde e paz.

domingo, 20 de setembro de 2020

Agora só faltam 44 dias para Trump perder

domingo é dia de campanha contra TRUMP VAMOS TRABALHAR PARA AJUDAR NAS ELEICOES AMERICANAS O mundo precisa de paz e saude.

sábado, 19 de setembro de 2020

Nelson Silva, Veloso, Augusto Campos e Silvia Portela bons exemplos

O que estes nomes e estas pessoas tem em comu? Em primeiro lugar, todas fazem aniversários nesta sequência: Nelson Silva faz aniversário no dia 19, hoje; Veloso, militante da CEF e marido de Janete, faz aniversário dia 20; Augusto Campos, faz no dia 21, segunda-feira; Silvia Portela, faz nondia 22, terca-feira. Cada um na sua 'area, cada um muito bom naquilo que faz e que gosta... É engracado terem nascidos numa sequencia de setembro. sabado, domingo, segunda e terca-feira. NELSON SILVA, foi do BEMGE, Banco do Estado de Minas Gerais, que depois veio trabalhar no sindicato, sendou a boa influencia para todos; Vsloso, se aposentou como gerente da CEF caixa economica federal, alem de bom militante, é marido de Janete, tambem da CEF e grande referencia. AUGUSTO CAMPOS, maior referencia da categoria bancaria desde os anos sessenta. Banespiano que foi eleito presidente e fez um trabalho exemplar; Silvia Portela, veio para o sindicato ajudar a oposicao contra a ditadura, sociologa e atua desde o iniciodos anis setenta.

Imaginem, faltam 45 dias para Trump perder as eleições

Cada dia é mais alegria, está chegando o dia A imprensa aos poucos vai mostrando o novo clima nos Estados Unidos, vai voltando a ter respeito, educação, tolerância e bom relacionamento com os outros países,,, Tudo isto porque o povo americano está demonstrando que vai votar em Biden, o democrata, para presidente dos Estados Unidos. Os efeitos da pandemia se faz sentir em todos os estados americanos. São mais de 200 mil mortes. Que tristeza! Como começamos a contagem regressiva há 75 dias, já estamos em 45/75... Amanhã, vai ser outro dia...

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Um pouco de Brasil inoperante, anticapitalista, burocrático e sem autoestima

Depender de call-center é pior que depender do satanás Agora tem applicativo para tudo e a maioria não funciona. Os neoliberais copiaram o discurso de que basta privatizar para que tudo comece a funcionar. Esta é uma das grandes mentiras dos neoliberais e entreguistas. Além de o call center dar canseira em quem liga, mandando digitar dez combinações diferentes e depois dar uma canseira ouvindo música até voce se cansar e desligar o telefone, quando você vai para o aplicativo no computador, também receb uma infinidade de pedidos para voce preencher e depois eles não resolvem do mesmo jeito. Disseram que iam acabar com as estatais porque as privadas são mais ágeis. Atendem mal do mesmo jeito. Continuam monopolizando o mercado com uma duas ou três empresas no maximo. Vivo, Claro, Oi e Tim, tudo igual no baixo nível do atendimento por call center ou por aplicativo. As agências reguladoras, que o pessoal de FHC copiou dos Estados Unidos também não funcionam e custam caro. Se acabr com elas, não vão fazet falta. Tudo que melhorou de tecnologia, de informática e de telefonia, aconteceria com empresas privadas ou com estatais. O que mata a qualidade do serviço é a falta de respeito para com os clientes. É a impunidade e a falta de firmeza dos clientes em reagir a tanta incompetência. Criem comitês de fiscalização e gestão, para garantir a transparência nos serviços prestados e com certeza tudo funciona melhor do que está hoje. A gente perde horas brigando com os atendentes, brigando com os robôs e brigando com os preços cobrados... Para não dizer que é tudo uma m.... um bom exemplo de competência digital tem sido o Itaú. Mas, não precisava obrigar os velhinhos a virarem clientes digitais. Nem demitir funcionários durante a pandemia que continua matando gente.

Faltando 46 dias para Trump perder as eleições

Falta apenas um mês e meio para 03 de Novembro Começamos a contagem regressiva a partir de 75 dias. Já chegamos em 46/75 dias... Quatro anos parece um eternidade quando começa um mandato de governoruim, mas 46 dias dá uma alegria saber que daqui a pouco ficaremos livres de Trump. É um alívio danado. Quando falamos em faltar poucos dias para as eleições americanas é porque, para nós, democracia e eleições são princípios e forma de se medir o grau de liberdade e de convivência em uma país ou região. Os Estados Unidos se formaram fazendo guerras e tomando terras e governos dos outros. Apesar deste lado belicoso, os americanos têm seu lado bom. O jazz, o basquete, o crescimento tecnológico e econômico e o mercado de trabalho tanto para os americanos como para os imigrantes. Com a Doutrina Monroe, e as guerras europeias que viraram guerras mundiais, os Estados Unidos viraram xerifes do mundo, principalmente da América Latina que, pela divisão dos territórios, ficou como QUINTAL dos Estados Unidos. Além de continuar interferindo nas eleições e nos governos da América Latina, a Folha de hoje mostra os documentos da CIA e de Nixon, deixando claro que os Estados Unidos não aceitariam que o povo chileno elegesse Allende para presidente em 1972. O povo chleno elegeu e os Estados Unidos mandaram os militares chilenos derrubar o governo eleito e matar quem fosse necessário... Mudou muito pouco, antes os americanos mandavam os militares darem golpes de Estado, agora quem executa os golpes é o judiciário e não mais os militares. O direito virou instrumento público da direita. Mas, hoje o Chile é um país democrático, apesar das milhares de mortes causadas pelos ditadores naépoca. O Brasil passou por mais um golpe de Estado em 2016. Mas, é importante lembrar que a leva de golpes de Estado da época de 70, começou com o Brasil em 1964. Aos poucos vamos reconquistando nossa dignidade e nossa soberania nacional. Fora Trump lá e fora Bolsonaro aqui...

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Trump está com medo de perder. Faltam 47 dias...

A conjuntura pode ajudar e também pode atrapalhar Da mesma forma que Trump só virou presidente dos Estados Unidos porque o povo não queria Hillary Clinton napresidência,agora o povo americano e a comunidade internacional já mandaram o recado: Trump não pode e não vai ganhar estas eleições. Como não tem votos para ser reeleito, Trump faz terrorismo e põe medo na população. Trump diz que vai ter fraude nas eleições. Estimula a desconfiança e a violência. Além das dúvidas sobre a saúde mental de Trump, já se fala em mais de 200 mil mortes antes do dia 3 de Novembro. A derrota de Trump já é considerada no mercado como cada vez mais provável. A democracia americaa enfrenta o maior risco em gerações... São mais de 200 mil mortes em função do virus, é o desemprego e a perda de competitividade internacional. Faltam apenas 47 dias para Trump perder as eleições. Quando faltavam 75 dias as eleições, resolvi fazer a Contagem Regressiva. Estamos em 47/75. Isto é, dos 75 dias que faltavam, agora faltam apenas 47. Ai, ai, ai ai... Está chegando a hora.. O dia 03 está chegando meu bem, e Trump tem que ir embora...

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Aloysio Faria, Olavo Setúbal, Amador Aguiar, entre outros, lideraram os bancos no passado

Morre um dos mais competentes banqueiros do Brasil: Aloysio Faria Banco da Lavoura, Banco Real, ABN-Amro, Santander – um exemplo de implosão do sistema financeiro brasileiro pelo neoliberalismo. Na história do Brasil, da mesma forma que temos bons exemplos de lideranças sindicais e populares, temos também bons exemplos de empresários que construíram impérios econômicos, apontando o Brasil para a autonomia econômica e a liberdade internacional. No entanto, da mesma forma que há os que constroem, há também os que destroem, como foi o processo de destruição da indústria nacional e da soberania nacional executada pelos neoliberais a partir do governo FHC. É importante conhecer a história do Banco da Lavoura de Minas Gerais e a importância de Aloysio Faria. Veja este resumo publicado no jornal Valor. Morre Aloysio Faria, criador do Banco Real, aos 99 anos Banqueiro construiu império que se expandiu para vários segmentos Por Mauro Arbex, Para o Valor — São Paulo 15/09/2020 14h36 O banqueiro Aloysio Faria morreu nesta terça-feira, aos 99 anos. Criador do Banco Real, que depois foi vendido ao ABN Amro e, na sequência, ao Santander, era um dos maiores bilionários do país. Apesar da idade avançada, continuou trabalhando até o início deste ano, tomando conta de um conglomerado que inclui o Banco Alfa, a rede de material de construção C&C, os hotéis Transamérica, a fabricante de óleo de palma Agropalma, a indústria de água mineral Águas da Prata e as sorveterias La Basque. Faria sempre esteve presente, nos últimos anos, na lista dos brasileiros mais ricos do mundo. Conforme levantamento da revista americana “Forbes”, tinha uma fortuna estimada em US$ 1,6 bilhão, o que lhe garantia a 30ª colocação na lista dos brasileiros mais ricos em 2020. Em nota, o Banco Alfa disse que ele morreu em seu sítio no interior de São Paulo, de causas naturais. “A trajetória dele sempre foi uma forte influencia para o setor financeiro e a economia do país. Pessoa de uma cultura impressionante, Dr. Aloysio deixa um exemplo de discrição, simplicidade e empreendedorismo. Seu modelo de gestão sempre foi baseado na valorização da ética, confiança, seriedade e competência”. A maior parte da fortuna pessoal de Faria tem origem em negócios no mercado financeiro. Em 1998, essa fortuna foi engrossada com a venda do Banco Real para o holandês ABN Amro. De uma só tacada, Aloysio Faria recebeu à vista US$ 2,1 bilhões com a venda do Real, em um dos maiores negócios do setor financeiro no país até então. Há 20 anos deixou a gestão diária dos negócios, mas acompanhava de perto as empresas do grupo. Muito antes da venda do banco, no entanto, Aloysio Faria já havia diversificado bastante os seus negócios. Ainda assim, foi no mercado financeiro que o banqueiro começou a construir o seu império. Ele nasceu em 9 de novembro de 1920, em Belo Horizonte. Em 1925, o pai, Clemente de Soares Faria, fundou com alguns amigos a Cooperativa de Crédito, numa modesta casa da capital mineira, que no futuro ganharia a dimensão do próspero Banco da Lavoura de Minas Gerais. Aloysio Faria poderia simplesmente ter ocupado um posto de destaque no banco do pai, mas preferiu cursar Medicina na Universidade Federal de Minas Gerais. Formou-se em 1944, especializando-se em gastroenterologia, e chegou a concluir uma pós-graduação nos Estados Unidos. Ao retornar ao Brasil, montou consultório em Belo Horizonte, mas acabou desistindo de exercer a profissão de médico e passou a ocupar um cargo na diretoria do banco de seu pai. Uma das decisões estratégicas mais importantes de Clemente Soares Faria no comando do Banco da Lavoura — que mais tarde se mostrou extremamente correta — foi a transferência da sede da instituição financeira da capital mineira para São Paulo, em 1945. Com a mudança, os depósitos se multiplicaram de tal forma que o banco se transformou no quinto maior do país. Em 1948, com a morte do patriarca, em função de uma pneumonia, Aloysio Faria — então com 28 anos —, que já ocupava uma cadeira na diretoria, assumiu o comando do Banco da Lavoura. Seu irmão, Gilberto de Andrade Faria, chegou a dividir com ele a gestão do banco. Mas, depois de uma briga com Aloysio, Gilberto criou o Banco Bandeirantes, vendido no início de 1998 para a Caixa Geral de Depósitos, de Portugal, por cerca de R$ 400 milhões. Uma das primeiras medidas adotadas por Aloysio Faria à frente do Banco da Lavoura foi mudar o nome da instituição. O banqueiro acreditava que as palavras rural e lavoura poderiam restringir a clientela unicamente a fazendeiros. Por isso, alterou o nome para Banco Real. O banco da família Faria teve um papel importante no crescimento do Brasil. Ainda nos anos 40, a instituição financiou a construção do porto de Vitória, no Espírito Santo. Em meados dos anos 50, a desapropriação de terras para a construção de Brasília também foi viabilizada pela instituição financeira. O Real foi o primeiro banco a se instalar na cidade que surgia no cerrado. O pioneirismo se repetiu quando Aloysio Faria abriu a primeira agência de um banco brasileiro em Nova York, em 1964. O Real foi também responsável por uma inovação do sistema bancário brasileiro: criou uma escola para a formação de gerentes e começou a conceder empréstimos de Natal para os funcionários. Discreto e avesso à mídia, Aloysio de Andrade Faria pouco aparecia na imprensa. Segundo pessoas próximas, até alguns anos atrás ainda ia pelo menos uma vez por semana à sede do Banco Alfa, na Avenida Paulista. Desde o ano passado, no entanto, parou de frequentar o escritório. Aloysio Faria estava longe de ser apenas um banqueiro de enorme sucesso. Além de controlar os hotéis Transamérica e a rede de material de construção C&C — um dos negócios em que o grupo Alfa mais investiu nos últimos anos —, Aloysio Faria era um dos principais criadores brasileiros de gado holandês e de cavalo árabe. Uma de suas maiores paixões, quando não estava trabalhando no banco, era a criação em sua fazenda em Jaguariúna, no interior de São Paulo, de 150 puros-sangues da raça árabe, cujo plantel é considerado um dos melhores do Brasil. Um episódio de sua história como criador mostra a filosofia de negócios que era imprimida por Aloysio Faria. Comenta-se que, quase por casualidade, em um só dia, o banqueiro adquiriu dois cavalos que no futuro se tornariam campeões nacionais do Brasil. Um desses animais era um potrinho que ainda estava sendo amamentado. Em uma visita a uma fazenda no Texas, nos Estados Unidos, ao passar pelos currais, Faria viu o potrinho e se interessou por ele. Era o animal do filho do dono da fazenda, que pediu um preço elevado. “Mas, quando se faz uma viagem destas, não se pode voltar de mãos vazias.” O outro animal foi escolhido, “a olho”, entre alguns potros que analisou. As escolhas demonstraram ser uma das mais acertadas do banqueiro. Quando Faria foi perguntado sobre esse episódio, declarou: “Em geral, a gente na vida não acerta quando tenta acertar; sempre existe uma forte dose de intuição e sorte”. Outra das grandes paixões do banqueiro era a cultura. A máxima expressão de seu interesse foi a criação do Teatro Alfa. Com capacidade para 1.212 pessoas, o teatro é o centro do Instituto Alfa de Cultura. As empresas do grupo Alfa mantêm a maioria das atividades do teatro, que foi inaugurado em abril de 1998. Casado com Clea Dalva, teve cinco filhas, mas nenhuma demonstrou grande interesse na área financeira. O banqueiro nunca foi de fazer muitos planos. Evitava discutir a sucessão e costumava dizer uma frase que ilustra bem sua forma de ver a vida: “Só há uma coisa garantida no futuro: ele não será como a gente espera”. Em 2016, seu neto Roberto Faria Vasconcellos se casou com Heloísa Sicupira, filha do também bilionário Carlos Alberto Sicupira.

Faltam somente 48 dias para Trump perder as eleições

O mundo acompanha dia por dia as eleições americanas Os democratas continuam na frente nas pesquisas. Trump achava qie Biden fosse um candidato fraco mas está vendo que Biden sabe ser duro quando for necessario. Até os alemães já comentam que os Estados Unidos precisam ter um presidente com mais liderança e respeito pelo mundo. Um novo Contrato Social é necessario, tanto para os americanos, com também para o mundo.

terça-feira, 15 de setembro de 2020

Governo Bolsonaro cresce nas pesquisas. Quem perde e quem ganha?

Pesquisa da XP mostra imagem positiva do governo Mesmo sendo uma pesquisa por telefone e com apenas mil pessoas, ela sinaliza uma realidade... é o quinto levantamento consecutivo em que há aumento no grupo que aprova o governo e redução no que reprova. Considerando que estamos começando formalmente as campanhas para prefeitos e vereadores, o fato de o tempo ser curtíssimo tende a beneficiar quem está no cargo. Há de se considerar a conjuntura volátil que vivemos. Seja em função da pandemia com as mortes, seja em função do desemprego e da recessão econômica. É uma pena que não tenha sido incluído na pesquisa consultas sobre o Judiciário. O sistema jurídico nacional está interferindo mais na política e na gestão do país do que o sistema legislativo e até mesmo o executivo. Vejam a íntegra da apresentação da pesquisa XP Ipespe: “A rodada de setembro da pesquisa XP Ipespe mostra que, pela primeira vez desde maio de 2019, a aprovação ao presidente Jair Bolsonaro está numericamente acima de sua reprovação: são 39% os que veem o governo como ótimo ou bom (2 pontos percentuais a mais que o levantamento de agosto) e 36% os que o veem como ruim ou péssimo (1 p.p. a menos). Este é o quinto levantamento consecutivo em que há aumento no grupo que aprova o governo e redução no que reprova. Foram realizadas 1.000 entrevistas de abrangência nacional, entre os dias 8 e 11 de setembro. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais. Os entrevistados voltaram a apresentar uma nota a diversas personalidades da política. Como destaque, caiu de 6,5 para 5,7 a nota atribuída a Sergio Moro e cresceu de 4,7 para 5,1 a de Bolsonaro. Em relação à pandemia de coronavírus, foi mantida a tendência observada desde junho, com aumento da fatia da população que considera que o "pior já passou" -- são 60% em setembro contra 52% em agosto. E, especificamente sobre a ação de Bolsonaro para enfrentamento à crise, foi mantida a tendência de alta nos que a consideram ótima ou boa (de 24% para 28%) e estabilidade nos que a veem como ruim ou péssima (de 50% para 49%). REFORMAS Os entrevistados foram questionados também sobre a reforma administrativa em discussão no Congresso. Desde novembro de 2019 -- último levantamento em que a questão foi feita -- cresceu o grupo favorável à flexibilização de regras sobre a estabilidade do servidor público (52% antes e 56% agora) e diminui a fatia favorável à manutenção das regras atuais (39% para 32%).”

Agora faltam somente 49 dias para Trump perder as eleições

Seja nos Estados Unidos ou em qualquer outro lugar O mundo está participando das eleições americanas. No dia 20 de agosto começamos a contagem regressiva para o dia 03 de novembro. Faltavam 75 dias... agora faltam somente 49 dias. Os dias passam rápido e o mundo vai respirar melhor, vei ter Paz e Saúde. Vamos transformar o dia 03 de novembro numa grande festa. O dia em que a Terra vai dar uma paradinha para comemorar a vitória vitória da liberdade, do diálogo, da saúde e da alegria.

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Itaú já lançou o "iti", agora o Bradesco lança o BITZ...

O banco digital vai substituindo o banco de agências... As mudanças aceleradas que acontecem no Brasil e no mundo, mostram que a tecnologia vai substituindo as pessoas, tudo fica mais rápido, mais seguro e a população vai ter que diminuir mais rapidamente. Itaú e Bradesco estão mostrando o caminho Vejam esta noticia que saiu no Valor de hoje. O Bradesco anunciou nesta segunda-feira a criação do BITZ Serviços Financeiros, nova empresa do grupo, que ingressa no mercado brasileiro de carteiras digitais e contas de pagamento. “Por meio da nova empresa, o grupo passará a oferecer o produto BITZ, que é uma carteira digital que possibilitará aos clientes armazenar dinheiro, fazer pagamentos, transferências, recebimentos, recarga de celular, pagamentos por QR Code e compras on line em uma ampla rede de aceitação”, diz o banco, acrescentando que passará a ter um portfólio ainda mais completo, promovendo inclusão digital e financeira a uma parcela relevante da população, em um mercado em franca expansão.

Faltando 50 dias para perder as eleições, Trump vai para o tudo ou nada...

O ambiente eleitoral nos Estados Unidos vai esquentando dia após dia. Trump está parecendo o Corinthians: Nada dá certo. As pessoas não param de morrer por causa do virus, a economia não melhora e a insegurança em manter o país como testá assusta muito os americanos. O povo quer saúde, emprego, trabalho, qualidade de vida e seguraça. Os democratas unificarm o partido e os apoiadores estão muito animados. Começou a coleta de votos por correspondência onde os democratas ganham na proporção de 4 a 1. Como cantava a propaganda do Bamerindus: O tempo passa, o tempo voa... e a campanha eleitoral de Biden continua numa boa... Este Biden...

domingo, 13 de setembro de 2020

Passado e futuro. O eu, o nós e o nosso...

Vale a pena conviver com as sequelas das guerras? Os países que passaram por guerras, sabem o que é o sofrimento e as sequelas que as guerras deixam, principalmente para quem foi derrotado. Países, como o Brasil que, além de não participar das batalhas principais, se beneficiou vendendo produtos para as guerras, as pessoas não mensuram os impactos nas pessoas, nas famílias, nos negócios e naprópria história. No entanto, o Brasil convive com três geracões de ações políticas coletivas. 1 - a geração mais velha que sofreu o impacto direto do golpe de Estado de 1964, depois o AI-5, com a ditadura matando e prendendo aleatoriamente, e, finalmente, o processo de redemocratização; 2 - temos a seguir a geração que viveu a partir da redemocratização e da Constituinte em 1988, Esta geração conviveu com a esperança da liberdade nunca convivida no Brasil, mas, também teve que conviver com um processo hiperinflacionário desmoralizador que afetava a vida de todos; 3 - a geração de 2013 para cá, que além de conviver com a liberdade, conviveu também com um país sem inflação. Mas, foi estimulada a não acreditar nas instituições públicas em geral. Se é público, não presta e é corrupto, parafraseando a propaganda da Volks que dizia: Se é Volks, é bom. Junto com o descrédito das instituições, conseguiram também desacreditar o PT e seus governos, que, ao sofrer dois períodos de pressão jurídica e policial, foi abandonado por amplo setor do eleitorado, facilitando o acesso de uma direita neoliberal, entreguista e cínica, que desde 1964 não tinha sido presenciada no Brasil. Para a direita não importava o como tirar o PT do poder. Porém, mesmo tendo dado mais um golpe de Estado, usado todos os recursos para eleger um louco neoliberal, entreguista e mercenário como presidente, a direita ainda não se sente segura com o PT. Para as eleições municipais, a direita vem com dois blocos táticos. Fortalece Bolsonaro pela extrema-direita tendo como principal base os evangélicos, o agronegócio e os policiais militares. Tenta recuperar o controle do governo formando a coligação tradicional conservadora formada pelo PSDB, o MDB e o DEM. Usando o poder judiciário, a imprensa e os evangélicos como formadores de opinião e cabos eleitorais... Esgotada a fase megalomaníaca brasileira, onde se afirmava que Deus era brasileiro e que o pais continental e rico não teria escassez. Vencida também a euforia com o "milagre brasileiro", depois com uma Constituição CIDADÃ, e, principalmente a inclusão de 40 milhões de pobres no mercado de consumo, aí veio o período de excassez. Principalmente excassez de lideranças éticas, e de fato comprometidas com o povo e com a democracia. Crise econômica com desemprego e arrocho salarial, custo de vida subindo, pandemia com mais de 130 mil mortes, judiciário e legislativo legalizando a direita e o entreguismo e a imprensa dando sustentação tudo isto forma a base para a campanha eleitoral para este mês de novembro. A nosa sorte é que em novembro tem também as eleições americanas. Se os democratas vencerem, derotando Trump, o mundo tende a melhorar. Enquanto a primavera não chega, todos que viveram uma luta permanente pela democracia, pela liberdade, pelo emprego, trabalho e qualidade de vida para todos, todo este pessoal vive mais das lembranças do passado do que da esperança do presente. Viver e até sobreviver nos dias atuais está muito difícil. Mas a fé na luta por um mundo melhor alimenta a vida. Vivemos um período de vacas magras. Mas o período de excassez passou no Egito, passou pelo mundo, passou nas guerras e nas ditaduras e passará também agora quando a vacina contra o virus der tempo para as pessoas reorganizarem suas vidas. Mesmo assim, ficamos assustados quando vemos governantes evangélicos e mlralistas tentarem impedir que cantemos músicas dos Beatles e dos Rolling Stones... E quando as pessoas querem ter o direito de viver com suas opções e realidades. Navegar é preciso Sonhar e ter desejos também é preciso Comer, trabalhar e descansar é imprescindível. Vida longa aos que lutaram e continua lutando por um mundo melhor, solidário e cidadão.

Folha: Uma página que vale o jornal inteiro

A Folha anda em crise, como a maioria de nós Nós, que fomos contra o golpe e contra Bolsonaro e sua quadrilha, estamos em crise porque, além de toda má-fé do governo e de seus apoiadores, temos que conviver com a quarentena, os virus, as mortes, o desemprego, a violência e a crise geral. A Folha, dizem que anda em crise financeira, crise de direção - como gostam de dizer os trotskistas - e crise de valores políticos e sociais. Afinal, a Folha foi uma das lideranças na organização do golpe contra Dilma e o PT. Mas não vou brigar aqui com a Folha... Quero mostrar que, apesar de o jornal estar chatinho, confuso, e magrinho, no caderno Ilustrada de hoje, na página B11, a Folha matou à pau. Isto é, fez um golaço, ao abordar dois assuntos de alta relevância tanto na forma como no conteúdo. Vou começar pelo artigo que li primeiro. Na parte inferior da página, tem a análise feita por Lucas Pedretti, historiador e pesquisador sobre o periodo da ditadura militar. O título é "Prisão de Caetano mostrou como a ditadura temia a subversão moral". Uma preciosidade... Analisa o documentário "Narciso em Férias". - Em nossas memórias sobre a ditadura brasileira, há a ideia de que haveria uma rigida cisão entre a repressão política e o controle dos comportamentos desviantes. Esta seria a face tosca do regime; aquela, a dimensão perigosa. Um regime que reprime não só seus críticos, mas também quaisquer comportamentos vistos como moralmente indadequados. Por isto o alerta de Caetano é mais do que válido. Os militares escreveram a acusação de que Caetano "fazia músicas de cunho subersivo e DESVIRILIZANTE". - O oficio do comandante do Exército incluía Caetnao numalista de pessoas cujas atividades têm sido nocivas AOS PRINCÍPIOS MORALIZADORES consagrados pela Revolução de 1964. Lembra alguém ou algum governo atual? - O SUBVERSIVO MORAL É ATÉ MAIS PERIGOSO DO QUE O DISSIDENTE POLÍTICO. A lógica que orienta essa visão é a de que A FAMILIA PATRIARCAL É A BASE DA CULTURA CRISTÀ OCIDENTAL. DESVIRILIZAR é solapar as próprias fu ndações da sociedade. Agora vamos falar sobre o outro artigo da página B11. O artigo de Drauzio Varella sobre o Setembro Amarelo... De tudo de ruim que o virus está provocando, há algo de grande poder destruidor e que está aparecendo como principal sequela do virus... OS TRANSTORNOS PSIQUIÁTRICOS. O impacto na saúde mental será mais devastador, justamnte por afetar uma área já problemática antes da pandemia. Os termos mais apesquisados no portal de saúde do professor e doutor Drauzio são DEPRESSÃO, ANSIEDADE E SINDROME DO PÂNICO... Neste mês acontece o SETEMBRO AMARELO, campanha do CVV e da Associação Brasileira de Psiquiatria. Uma campanha de prevenção ao suicídio. A OMS estima que há 800 mil mortes anuais no mundo, por suicídios,,, 80% em países pobres. No ano passado o Brasil teve 13 mil suicídios. TREZE MIL! Em cada dez casos, SEIS ACONTECEM COM JOVENS NEGROS. A população feminina, entre 15 a 29 anos e a segunda causa de óbitos. Nada leva a crer que aprevalência, caso as condições sociais se mantenham as mesmas e nãosuperarmos as dificuldades do SUS para dar atenção a esse contingente. Distanciamento social, insegurança financeira, desemprego, medo de adoecer e luto causarão transtornos mentais que permanecerão entre nós por muito tempo. Conclui Drauzio Varella.

Uma boa ideia: Faltam 51 dias para Trump perder as eleições

Eleger um louco uma vez, é humano; reeleger um louco, é burrice. Já diz o ditado popular. Os americanos terem elegido Trump, até entendemos, já que foi contra Hillary, que não era grande coisa... Agora, no dia 3 de Novembro, Trump, o louco republicano, é candidato à reeleição. O povo americano deve comparecer e votar pela paz, pela liberdade, por mais emprego, saúde e mais trabalho para todos. O mundo precisa dos Estados Unidos. Juntos podemos mudar para melhor. O melhor nestas eleições é votar nos democratas, votar em Biden, Harri, Obama, Michelle e tantos outros. Divulgue esta boa ideia. Faltam apenas 51 dias para Trump perder as eleições. Saúde importa. Vidas importam. A paz também importa muito.

sábado, 12 de setembro de 2020

Faltam 52 dias para Trump perder as eleições

Contagem regressiva e irreversível: Trump vai perder Uma coisa é fazer diagnóstico eleitoral. Outra coisa é fazer campanha eleitoral. Ainda outra coisa é você mentir. Na eleição de 2016, a candidata democrata era ruim. Havia uma grande rejeição a Hillary, apesar de ela estar na frente nas pesquisas Nesta eleição, o candidato ruim é o republicano, Trump. Há uma boa rejeição a Trump, e o candidato democrata é bom na disputa. Portanto, os democratas precisam administrar bem a campanha. Fazer uma boa campanha de esclarecimento mostrando os erros de Trump e a unidade democrática. Não adianta Trump mentir e ser grosseiro o povo americano já decidiu que vai votar nos democratas e o mundo vai comemorar junto. E estão faltado apenas 52 dias para Trump perder as eleições.

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Aquele abraço a Joel e a todos os aniversariantes de Setembro.

O Rio de Janeiro e os aniversários em setembro Hoje é aniversário de Joel, nosso correspondente no Rio de Janeiro. Bancário do BB, intelectual, humano, avô, flamenguista, adora Ouro Preto-MG e é uma ótima companhia. Minha vida passa muito pelo Rio de Janeiro... Prestei concurso e trabalhei durante mais de vinte anos no BEG – Banco do Estado do Rio de Janeiro. O banco do cheque-verde... Todos os japoneses, e mestiços de japoneses, que são oftalmologistas no Rio de Janeiro, ou são meus cunhados ou são meus sobrinhos. Todos ótimos médicos... Como sindicalista, estive muitas vezes negociando com a direção do BEG, que virou Banerj, e também negociando com o governo do estado do Rio. Fizemos muitos encontros nacionais e internacionais no Rio, além de muitas disputas eleitorais. Quando fazia reuniões com estrangeiros divertia-me ouvindo que o Brasil sem o Rio de Janeiro era igual a Argentina sem Buenos Aires... O Rio maravilhoso, capital do futebol, das praias e da música, está sendo destruído continuamente. Mas o Rio de Janeiro continua lindo Apesar das milícias, do narcotráfico, da corrupção, do judiciário carioca, da falta de empregos e falta de perspectivas... Temos pessoas como Joel, meus cunhados e sobrinhos, Adriana, presidente atual do Sindicato dos Bancários do Rio, as Fernandas Torres e Montenegro, os moradores do Rio e a sua beleza enquanto Cidade Maravilhosa, estimulam a gente a continuar acreditando no Rio. Além de Joel, que faz aniversário hoje, nomes de setembro tem uma infinidade de aniversariantes importantes para nós. Vou citar alguns... Dom Paulo Evaristo Arns, Lycia Arns – nora de Dra. Zilda Arns, que sou padrinho de casamento, Shai – nossa sobrinha nipo-brasileira interessantíssima, Givaldo e Celeste – meus irmãos, Marize – jornalista experiente e corinthiana fanática, Ana Lúcia – dançarina e militante de primeira, Nelson Silva – nossa referência histórica no Centro de SP, AUGUSTO CAMPOS – nosso guia sindical, Silvia Portela – nossa retaguarda eterna, e Carlão, do Unibanco-Itaú e sindicalista da nova geração. Citar nomes é sempre delicado porque você pode esquecer alguém muito relevante e querida. Vou pensar se posso fazer o resumo do mês dos aniversariantes. Como disse o nosso grande compositor baiano: Aquele abraço!

USA - Faltam 53 dias para Trump perder as eleições.

Errar é humano, repetir o erro, é burrice

Deixar uma disputa à presidência do país mais importante do mundo ter ficado entre Hillary e Trump foi uma irresponsabilidade dos partidos americanos.

Como havia uma rejeição muito grande a Hillary, os democratas fingiram-se de mortos, e deixaram Hillary perder as eleições.

O diabo foi que o opositor a Hillary era um...

"Vigarista, irresponsável, trapaceiro, desequilibrado mental, fraudulento, mentiroso, despreparado..." quem afirma isto é o economista Jeffrey Sachs, PhD em Harvard. Conforme publicado no jornal Valor de hoje.

O experiente economista adverte: "Não há futuro com Trump".

Daí a conclusão dos analistas de que Trump perde esta eleição, independente de quem seja o concorrente. Para azar de Trump, o candidato dos democratas tem conseguido ser exatamente o oposto de Trump. Isto é, uma pessoa que agrega, que respeita, que sabe ouvir, que leva em consideração os parceiros internacionais, etc.

Para garantir a vitória, devemos conclamar todos os conhecidos que são americanos e que podem votar nestas eleições. Quanto mais gente votar, mais garantida é a vitória.

Faltam apenas 53 dias para Trump perder as eleições.

Vidas importam.

O mundo precisa da vacina.

Os americanos também precisam da vacina.

Nós precisamos da vacina e de um governo democrata nos Estados Unidos.

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

O golpe, a cumplicidade dos poderes e das pessoas

Os poderes sem as pessoas não existem. Porque as pessoas estão deixando destruir a pouca democracia que temos? Rui Castro, jornalista experiente, tem sido uma das pessoas que têm reagido com firmeza aos abusos de Bolsonaro e sua tropa. Leiam o artigo publicado na Folha de ontem. Uma beleza de conclamação à responsabilidade cívica. Ele é o golpe Rui Castro – Folha – 08/09/2020 O Executivo já é de Bolsonaro; O Legislativo foi comprado; Só falta agora dominar de vez o Judiciário A receita para o desmonte da democracia por Jair Bolsonaro, de infiltrar-se nos poderes para miná-los e dominá-los, está-lhe saindo melhor do que ele esperava. O Executivo nunca foi problema. Como presidente, ele já lhe pertencia, bastando-lhe desmontar o aparelhamento anterior e instalar o seu —o que tem sido feito à custa até dos quadros mais neutros e técnicos, substituídos por jagunços estranhos às funções. É um desastre para o país, mas, para Bolsonaro, e daí? O Legislativo, por sua vez, pode ser comprado —como ele bem sabe por ter feito parte dele durante 30 anos— e efetivamente já o foi, com a distribuição de cargos e verbas. Cargos e verbas, aliás, com que, aproveitando o carrinho entre as gôndolas, Bolsonaro tirou também o Exército da prateleira e o jogou no meio das margarinas. Por fim, o poder mais resistente, o Judiciário, logo estará igualmente sob seu controle, com as nomeações de mais alguns togados decisivos e a adesão de outros. Nesse caso, o interesse de Bolsonaro não é mais blindar-se contra as investigações sobre as promíscuas negociatas de seus filhos, mulheres, ex-mulheres, noras e mães uns dos outros. O que lhe importa agora é garantir-se nas várias instâncias da lei em suas investidas contra a Constituição. Para isto, Bolsonaro conta com o acoelhamento definitivo do Supremo —o mesmo que, num vídeo, ele comparou às hienas, invadiu seu recinto com uma galera, omitiu-se quando um de seus filhos ameaçou mandar um soldado e um cabo para fechá-lo, protegeu os terroristas que dispararam contra o seu prédio e apoiou um esbirro que chamou os ministros de “vagabundos”. O que falta ainda? Só mesmo Bolsonaro, em pessoa, sair à noite, munido de spray, e pichar-lhe a fachada. Ou não mais. A historiadora Lilia Schwarcz disse esta semana no programa de TV “Roda Viva” que: Bolsonaro já não precisa dar o golpe — “Ele é o golpe”.

Faltam 54 dias para Trump perder. Quantas vidas vale uma reeleição?

Trump deixou mais de 190 mil americanos morrerem... Em 7 de fevereiro Trump afirmou que o coronavirus seria muito mais letal doe que o virus anual da gripe nos Estados Unidos. Trump sabia que era muito grave e mesmo assim escondeu a informação ao povo americano e, pior ainda, tinua mentindonão tomou as devidas providências para não deixar o povo morrer. Já morreram mais de 190 mil americanos. E tem gente que ainda acha que Trump pode reverter as pesquisas e ganhar. Trump mentiu e continua mentindo ao povo americano... Em consequência temos mais de 190 mil mortes e mais de 6 milhões de pessoas infectadas, além das dezenas de milhões de desempregados... Vejam este parágrafo de matéria na Folha de hoje: "O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ADMITIU em entrevistas para o jornalista Bob Woodward que: ESCONDEU INTENCUI ONALMENTE DO POVO AMERICANO a gravidade do coronavirus". VIDAS IMPORTAM! Fora Trump! Faltam apenas 54 dias...

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Chegamos em 55 dias que faltam para Trump perder as eleições

Imprensa internacional participa da campanha

Não tem gente indiferente ou neutra nestas eleições presidenciais americanas.

Uma das eleições mais imprevisíveis da história?

Certo? Errado. Os deuses e o povo americano estão contra Trump.

Nestas eleições, Obama, Michelle e milhares de lideranças estão mobilizadas e em campanha para os democratas, para Biden presidente.

Aguenta, coração!

Quando você olha para a TV, lê um jornal ou escuta o rádio, sempre vai ver a cobertura mais simpática a um ou a outro candidato.

Da mesma forma, os governos, os empresários, os religiosos e as entidades sociais, Todos estão acompanhando as campanhas.

Trump quer ganhar no grito, intimidando o adversário.

Biden quer ganhar unificando os Estados Unidos, restabelecendo à esperança para o povo americano, acalmando os governos quanto a boa relação com os Estados Unidos.

A Folha que parecia que apoiava os democratas, parece que começou a ficar insegura e ampliou o espaço para falar de Trump.

No Brasil, o presidente atual gosta de imitar o presidente Trump. Grosseiros, intimidadores e falastrões...

A imprensa nacional anda insegura com Bolsonaro e seus leões de chácara.

Faz parte do aprendizado democrático.

Trump não tem condições de reverter as pesquisas. Os democratas continuam na frente.

E quanto mais gente morrer até o dia 3 de novembro, mais o povo americano tende a ficar contra Trump, que errou por negligência, por falta de respeito,e por demorar para conseguir a vacina.

O mundo quer e precisa da vacina.

Como Trump explica, a China e a Rússia terem vacina e os Estados Unidos nào terem?

O virus continua matando, a economia continua em crise e o povo cada vez mais inseguro.

Faltam apenas 55 dias para acabar o sofrimento.