terça-feira, 18 de agosto de 2020

Michelle Obama deu o recado aos americanos

Trump não serve para ser presidente dos Estados Unidos

Ontem à noite, já quase meia noite, a CNN americana estava cobrindo a convenção dos Democratas ao vivo, aqui no Brasil a CNN e a Globo, eu observei que as duas transmitiram o discurso de Michelle. Como o som da CNN nacional estava melhor do que o som da Globonews, eu fiquei na CNN nacional.

Michelle Obama falou com muita propriedade, dialogando com o povo e as famílias americanas e do mundo. Michelle não foi agressiva em nenhum momento. Apenas uma vez disse que Trump não servia para ser presidente...

O interessante foi Michelle abordar sobre a qualidade de vida nos Estados Unidos. Que está muito pior do que esteve na época de Obama. Falou do absurdo que são as mais de 160 mil mortes pelo virus e foi falando sobre a importância de as crianças e os jovens poderem ir para as escolas com segurança, com a certeza de que irão e voltarão para suas casas, sem risco de morrerem ou serem agredidos.

Outra questão levantada por Michelle que merece destaque especial foi quando ela falou da relação entre Obama e os presidentes de todos os países. Ela disse, com razão, que todos queriam se encontrar com Obama, queriam seus conselhos e a sua companhia. O que não acontece atualmente. Nem precisou citar o nome de Trump.

A imprensa relatou ontem de que há várias pesquisas sobre as eleições presidenciais e em todas os Democratas estão com 9 ou 10% de vantagem. É bom mas ainda não é suficiente para cantar vitória antes do tempo. Tudo indica que a diferença a favor de Biden vai aumentar.

Mas, eleições são como futebol. O importante é vencer e o país ficar satisfeito. Não precisa ser de goleada...

Os meninos do PSG que digam. Ganharam de 3 a 0, com jogo bonito, de vez em quando lento, parecendo brasileiros e perdendo gols sem necessidades. Mas, os meninos, incluindo os brasileiros estão se fazendo merecedores de serem campeões.

Aí até eles vão acreditar que Deus é latino, gosta de Di Maria e dos meninos do Brasil.

E Neymar não vai precisar fazer gol, basta imobilizar dois ou três jogadores do Bayern, sobrando espaços para o time fazer gols. No plural...

E assim vamos chegando em novembro, superando o período de Trump como mau exemplo internacional e, quem sabe, superando também a epidemia. Quanto às vacinas, não importa de qual país ela seja, o importante é que ela faça o efeito necessário para livrar a humanidade desta tragédia.

Não podemos perder as esperanças, nem o povo como referência...

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