quinta-feira, 23 de julho de 2020

Serra, Alckmin... estão atacando os Tucanos. Porque será?

Jogo pesado mais uma vez...

Parece que o único "intocável" no PSDB ainda é Fernando Henrique Cardoso.

Além dos que já caíram na boca da imprensa, Serra e Alckmin,
os dois principais nomes do PSDB em São Paulo, depois de FHC, estão sendo denunciados pesadamente.

Muito desagradável.
Estão destruindo mais um partido importante no Brasil.
Não está sobrando ninguém. a quem interessa isto?

Até parece que se formou uma aliança entre o ministério público, o judiciário, a imprensa e as Forças Ocultas internacionais para desqualificar a política e assim torná-la prescindível. Isto é, cancela-se a existência de partidos e se faz votações avulsas para se eleger "administradores, gestores" que trabalharão monitorados pela imprensa - em nome do povo...

O tempo vai mostrar... Enquanto isto, veja a matéria sobre as campanhas eleitorais e os rolos de Alckmin.

MP-SP denuncia Alckmin por falsidade ideológica, corrupção passiva e lavagem de dinheiro

Por Ricardo Mendonça, Valor — São Paulo 23/07/2020 09h43 ·

O Ministério Público do Estado de São Paulo informou hoje que denunciou o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) pelos crimes de falsidade ideológica eleitoral, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

A denúncia acusa o tucano de ter recebido R$ 2 milhões em espécie da Odebrecht na campanha de governador de 2010 e outros R$ 9,3 milhões quando disputou a reeleição, em 2014.

2/6 — “Esses recursos não foram registrados nas prestações de contas do candidato (falsidade ideológica), que solicitou e recebeu vantagem indevida (corrupção passiva), pagas pelo setor de operações estruturadas da Odebrecht, a partir do emprego de métodos ilícitos como uso de ‘doleiros’, com o fim de ocultar a origem dos valores e dificultar a possibilidade de seu rastreio (lavagem de dinheiro)”, diz o comunicado da instituição.

Segundo o MP, esses recursos destinavam-se inicialmente ao financiamento eleitoral não declarado. Em um momento seguinte, pós eleições, diz o MP, passou a ser usado para “manutenção da influência do grupo empresarial junto ao governo”.

O órgão destaca que o Grupo Odebrecht não poderia fazer doações eleitorais, pois é o controlador da concessionária que administra a Rodovia Dom Pedro I (estadual) e também porque participou do consórcio da linha 6 do Metrô. São duas área de atuação do governo paulista.

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