sábado, 18 de julho de 2020

São Paulo vai abrindo suas portas

Cansaço da pandemia

Aos poucos os restaurantes da Vila Madalena vão abrindo suas portas ao público.

O comércio também vai cada dia mais normalizando seu atendimento.

Até as feiras de rua estão vendo o aumento dos clientes.

Acabou a pandemia? Não.

A pandemia não é como o fim do carnaval ou o fim de uma guerra.

A pandemia, por ser nova e diferente de tudo que tem por aí, ela deixa os governantes e os médicos perplexos. Todos falam muito mas os resultados são inferiores do que os esperados.

Estamos em QUARENTENA desde março. Portanto são cinco meses dentro de casa, sem trabalhar direito, sem ganhar dinheiro e sem poder cuidar da vida...

Imaginem as guerras, como a segunda guerra mundial que durou de 1939 a 1945, seis anos sob o inferno nazista atormentando o mundo?

A quarentena já dura 150 dias, a segunda guerra mundial durou 2.160 dias e morreram 60 milhões de pessoas.

O Brasil perdeu muito mais gente agora do que na segunda guerra. Mas, perder 80 mil pessoas ou mais como estamos perdendo agora é uma derrota em todos os sentidos.

Como estamos sendo governados por um bando de loucos e o mês de agosto é o mês do cachorro louco, querendo os governantes ou não, São Paulo vai voltar à normalidade, mesmo considerando a necessidade de continuar a usar máscaras e a evitar aglomerações.

Estamos cansados da pandemia. Cansados dos governantes que não resolvem e cansados da clausura doméstica.

Se São Paulo, que é o Estado mais rico do Brasil vai abrir suas portas, todos os demais Estados tendem a fazer o mesmo.

De vez em quando, a gente tem que conviver com derrotas. E o Brasil vem numa sequência de derrotas. Faz parte da vida.

Não podemos é esmorecer. Temos que aprender a respeitar mais os espaços públicos, respeitar as outras pessoas e trabalhar mais para recuperar o tempo parado e a economia destruída.

Se os europeus foram capazes de reconstruir suas casas e suas fábricas depois de duas grandes guerras, o mundo vai ser capaz de reconstruir a vida e o trabalho das pessoas.

Temos que aprender que nossa vida privada depende da vida coletiva e da vida pública.

Nem tanto ao mar, nem tanto à terra.

Navegar é preciso?

Viver, também é preciso!

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