quinta-feira, 2 de julho de 2020

Pandemia no automático e sem governabilidade

Fase perigosa para todos

O tempo está levando as pessoas ao cansaço e ao stress. O mundo vai se acostumando com o virus, com os infectados e com as mortes. Isto é muito ruim.

No Brasil, os governantes estão desmontando os hospitais de campanha, alegando que a oferta está ficando maior do que a procura. No entanto, no interior dos estados o virus ainda mata e ainda infecta as pessoas.

O Brasil fica ainda pior porque, além da epidemia,
há uma má vontade do governo em levar as coisas a sério.

Passamos de 60 mil mortes. E daí?

Entramos em recessão. E daí?

As empresas estão fechando, por falta de clientes. E daí?

O povo está ficando desempregado e sem dinheiro. E daí?

As pessoas não suportam mais ficar em casa. E daí?


E daí é que, enquanto os problemas não forem solucionados, é inadmissível o governo começar a desativar os hospitais, desativar os leitos, desativar os cuidados com as circulações das pessoas.

É inaceitável as pessoas continuarem desempregadas e as empresas sem poder trabalhar.

Precisamos atualizar as orientações, levando em consideração as variáveis acima.

Se para os profissionais de saúde, a manutenção deste marasmo é cansativo e desestimulante, precisamos desenvolver formas de repouso e de disponibilizar de tempo para estes profissionais conviverem com seus familiares.

Imaginem como andam os nervos dos jornalistas que buscam notícias desde março e passam horas e dias sem sábados e domingos, tentando informar à população, tentando diminuir a angústia e o risco de violência.


Precisamos restabelecer o clima de solidariedade, de educação e de calma.

Precisamos superar o marasmo e o cansaço.

Precisamos parar de cultivar o ódio. Vamos trabalhar para que as pessoas possam voltar a sorrir, voltar a ter alegria.

Se os governantes não estão dando conta, vamos fazer a nossa parte.

É preciso estar atento e forte!

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