domingo, 20 de setembro de 2020

Agora só faltam 44 dias para Trump perder

domingo é dia de campanha contra TRUMP VAMOS TRABALHAR PARA AJUDAR NAS ELEICOES AMERICANAS O mundo precisa de paz e saude.

sábado, 19 de setembro de 2020

Nelson Silva, Veloso, Augusto Campos e Silvia Portela bons exemplos

O que estes nomes e estas pessoas tem em comu? Em primeiro lugar, todas fazem aniversários nesta sequência: Nelson Silva faz aniversário no dia 19, hoje; Veloso, militante da CEF e marido de Janete, faz aniversário dia 20; Augusto Campos, faz no dia 21, segunda-feira; Silvia Portela, faz nondia 22, terca-feira. Cada um na sua 'area, cada um muito bom naquilo que faz e que gosta... É engracado terem nascidos numa sequencia de setembro. sabado, domingo, segunda e terca-feira. NELSON SILVA, foi do BEMGE, Banco do Estado de Minas Gerais, que depois veio trabalhar no sindicato, sendou a boa influencia para todos; Vsloso, se aposentou como gerente da CEF caixa economica federal, alem de bom militante, é marido de Janete, tambem da CEF e grande referencia. AUGUSTO CAMPOS, maior referencia da categoria bancaria desde os anos sessenta. Banespiano que foi eleito presidente e fez um trabalho exemplar; Silvia Portela, veio para o sindicato ajudar a oposicao contra a ditadura, sociologa e atua desde o iniciodos anis setenta.

Imaginem, faltam 45 dias para Trump perder as eleições

Cada dia é mais alegria, está chegando o dia A imprensa aos poucos vai mostrando o novo clima nos Estados Unidos, vai voltando a ter respeito, educação, tolerância e bom relacionamento com os outros países,,, Tudo isto porque o povo americano está demonstrando que vai votar em Biden, o democrata, para presidente dos Estados Unidos. Os efeitos da pandemia se faz sentir em todos os estados americanos. São mais de 200 mil mortes. Que tristeza! Como começamos a contagem regressiva há 75 dias, já estamos em 45/75... Amanhã, vai ser outro dia...

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Um pouco de Brasil inoperante, anticapitalista, burocrático e sem autoestima

Depender de call-center é pior que depender do satanás Agora tem applicativo para tudo e a maioria não funciona. Os neoliberais copiaram o discurso de que basta privatizar para que tudo comece a funcionar. Esta é uma das grandes mentiras dos neoliberais e entreguistas. Além de o call center dar canseira em quem liga, mandando digitar dez combinações diferentes e depois dar uma canseira ouvindo música até voce se cansar e desligar o telefone, quando você vai para o aplicativo no computador, também receb uma infinidade de pedidos para voce preencher e depois eles não resolvem do mesmo jeito. Disseram que iam acabar com as estatais porque as privadas são mais ágeis. Atendem mal do mesmo jeito. Continuam monopolizando o mercado com uma duas ou três empresas no maximo. Vivo, Claro, Oi e Tim, tudo igual no baixo nível do atendimento por call center ou por aplicativo. As agências reguladoras, que o pessoal de FHC copiou dos Estados Unidos também não funcionam e custam caro. Se acabr com elas, não vão fazet falta. Tudo que melhorou de tecnologia, de informática e de telefonia, aconteceria com empresas privadas ou com estatais. O que mata a qualidade do serviço é a falta de respeito para com os clientes. É a impunidade e a falta de firmeza dos clientes em reagir a tanta incompetência. Criem comitês de fiscalização e gestão, para garantir a transparência nos serviços prestados e com certeza tudo funciona melhor do que está hoje. A gente perde horas brigando com os atendentes, brigando com os robôs e brigando com os preços cobrados... Para não dizer que é tudo uma m.... um bom exemplo de competência digital tem sido o Itaú. Mas, não precisava obrigar os velhinhos a virarem clientes digitais. Nem demitir funcionários durante a pandemia que continua matando gente.

Faltando 46 dias para Trump perder as eleições

Falta apenas um mês e meio para 03 de Novembro Começamos a contagem regressiva a partir de 75 dias. Já chegamos em 46/75 dias... Quatro anos parece um eternidade quando começa um mandato de governoruim, mas 46 dias dá uma alegria saber que daqui a pouco ficaremos livres de Trump. É um alívio danado. Quando falamos em faltar poucos dias para as eleições americanas é porque, para nós, democracia e eleições são princípios e forma de se medir o grau de liberdade e de convivência em uma país ou região. Os Estados Unidos se formaram fazendo guerras e tomando terras e governos dos outros. Apesar deste lado belicoso, os americanos têm seu lado bom. O jazz, o basquete, o crescimento tecnológico e econômico e o mercado de trabalho tanto para os americanos como para os imigrantes. Com a Doutrina Monroe, e as guerras europeias que viraram guerras mundiais, os Estados Unidos viraram xerifes do mundo, principalmente da América Latina que, pela divisão dos territórios, ficou como QUINTAL dos Estados Unidos. Além de continuar interferindo nas eleições e nos governos da América Latina, a Folha de hoje mostra os documentos da CIA e de Nixon, deixando claro que os Estados Unidos não aceitariam que o povo chileno elegesse Allende para presidente em 1972. O povo chleno elegeu e os Estados Unidos mandaram os militares chilenos derrubar o governo eleito e matar quem fosse necessário... Mudou muito pouco, antes os americanos mandavam os militares darem golpes de Estado, agora quem executa os golpes é o judiciário e não mais os militares. O direito virou instrumento público da direita. Mas, hoje o Chile é um país democrático, apesar das milhares de mortes causadas pelos ditadores naépoca. O Brasil passou por mais um golpe de Estado em 2016. Mas, é importante lembrar que a leva de golpes de Estado da época de 70, começou com o Brasil em 1964. Aos poucos vamos reconquistando nossa dignidade e nossa soberania nacional. Fora Trump lá e fora Bolsonaro aqui...

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Trump está com medo de perder. Faltam 47 dias...

A conjuntura pode ajudar e também pode atrapalhar Da mesma forma que Trump só virou presidente dos Estados Unidos porque o povo não queria Hillary Clinton napresidência,agora o povo americano e a comunidade internacional já mandaram o recado: Trump não pode e não vai ganhar estas eleições. Como não tem votos para ser reeleito, Trump faz terrorismo e põe medo na população. Trump diz que vai ter fraude nas eleições. Estimula a desconfiança e a violência. Além das dúvidas sobre a saúde mental de Trump, já se fala em mais de 200 mil mortes antes do dia 3 de Novembro. A derrota de Trump já é considerada no mercado como cada vez mais provável. A democracia americaa enfrenta o maior risco em gerações... São mais de 200 mil mortes em função do virus, é o desemprego e a perda de competitividade internacional. Faltam apenas 47 dias para Trump perder as eleições. Quando faltavam 75 dias as eleições, resolvi fazer a Contagem Regressiva. Estamos em 47/75. Isto é, dos 75 dias que faltavam, agora faltam apenas 47. Ai, ai, ai ai... Está chegando a hora.. O dia 03 está chegando meu bem, e Trump tem que ir embora...

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Aloysio Faria, Olavo Setúbal, Amador Aguiar, entre outros, lideraram os bancos no passado

Morre um dos mais competentes banqueiros do Brasil: Aloysio Faria Banco da Lavoura, Banco Real, ABN-Amro, Santander – um exemplo de implosão do sistema financeiro brasileiro pelo neoliberalismo. Na história do Brasil, da mesma forma que temos bons exemplos de lideranças sindicais e populares, temos também bons exemplos de empresários que construíram impérios econômicos, apontando o Brasil para a autonomia econômica e a liberdade internacional. No entanto, da mesma forma que há os que constroem, há também os que destroem, como foi o processo de destruição da indústria nacional e da soberania nacional executada pelos neoliberais a partir do governo FHC. É importante conhecer a história do Banco da Lavoura de Minas Gerais e a importância de Aloysio Faria. Veja este resumo publicado no jornal Valor. Morre Aloysio Faria, criador do Banco Real, aos 99 anos Banqueiro construiu império que se expandiu para vários segmentos Por Mauro Arbex, Para o Valor — São Paulo 15/09/2020 14h36 O banqueiro Aloysio Faria morreu nesta terça-feira, aos 99 anos. Criador do Banco Real, que depois foi vendido ao ABN Amro e, na sequência, ao Santander, era um dos maiores bilionários do país. Apesar da idade avançada, continuou trabalhando até o início deste ano, tomando conta de um conglomerado que inclui o Banco Alfa, a rede de material de construção C&C, os hotéis Transamérica, a fabricante de óleo de palma Agropalma, a indústria de água mineral Águas da Prata e as sorveterias La Basque. Faria sempre esteve presente, nos últimos anos, na lista dos brasileiros mais ricos do mundo. Conforme levantamento da revista americana “Forbes”, tinha uma fortuna estimada em US$ 1,6 bilhão, o que lhe garantia a 30ª colocação na lista dos brasileiros mais ricos em 2020. Em nota, o Banco Alfa disse que ele morreu em seu sítio no interior de São Paulo, de causas naturais. “A trajetória dele sempre foi uma forte influencia para o setor financeiro e a economia do país. Pessoa de uma cultura impressionante, Dr. Aloysio deixa um exemplo de discrição, simplicidade e empreendedorismo. Seu modelo de gestão sempre foi baseado na valorização da ética, confiança, seriedade e competência”. A maior parte da fortuna pessoal de Faria tem origem em negócios no mercado financeiro. Em 1998, essa fortuna foi engrossada com a venda do Banco Real para o holandês ABN Amro. De uma só tacada, Aloysio Faria recebeu à vista US$ 2,1 bilhões com a venda do Real, em um dos maiores negócios do setor financeiro no país até então. Há 20 anos deixou a gestão diária dos negócios, mas acompanhava de perto as empresas do grupo. Muito antes da venda do banco, no entanto, Aloysio Faria já havia diversificado bastante os seus negócios. Ainda assim, foi no mercado financeiro que o banqueiro começou a construir o seu império. Ele nasceu em 9 de novembro de 1920, em Belo Horizonte. Em 1925, o pai, Clemente de Soares Faria, fundou com alguns amigos a Cooperativa de Crédito, numa modesta casa da capital mineira, que no futuro ganharia a dimensão do próspero Banco da Lavoura de Minas Gerais. Aloysio Faria poderia simplesmente ter ocupado um posto de destaque no banco do pai, mas preferiu cursar Medicina na Universidade Federal de Minas Gerais. Formou-se em 1944, especializando-se em gastroenterologia, e chegou a concluir uma pós-graduação nos Estados Unidos. Ao retornar ao Brasil, montou consultório em Belo Horizonte, mas acabou desistindo de exercer a profissão de médico e passou a ocupar um cargo na diretoria do banco de seu pai. Uma das decisões estratégicas mais importantes de Clemente Soares Faria no comando do Banco da Lavoura — que mais tarde se mostrou extremamente correta — foi a transferência da sede da instituição financeira da capital mineira para São Paulo, em 1945. Com a mudança, os depósitos se multiplicaram de tal forma que o banco se transformou no quinto maior do país. Em 1948, com a morte do patriarca, em função de uma pneumonia, Aloysio Faria — então com 28 anos —, que já ocupava uma cadeira na diretoria, assumiu o comando do Banco da Lavoura. Seu irmão, Gilberto de Andrade Faria, chegou a dividir com ele a gestão do banco. Mas, depois de uma briga com Aloysio, Gilberto criou o Banco Bandeirantes, vendido no início de 1998 para a Caixa Geral de Depósitos, de Portugal, por cerca de R$ 400 milhões. Uma das primeiras medidas adotadas por Aloysio Faria à frente do Banco da Lavoura foi mudar o nome da instituição. O banqueiro acreditava que as palavras rural e lavoura poderiam restringir a clientela unicamente a fazendeiros. Por isso, alterou o nome para Banco Real. O banco da família Faria teve um papel importante no crescimento do Brasil. Ainda nos anos 40, a instituição financiou a construção do porto de Vitória, no Espírito Santo. Em meados dos anos 50, a desapropriação de terras para a construção de Brasília também foi viabilizada pela instituição financeira. O Real foi o primeiro banco a se instalar na cidade que surgia no cerrado. O pioneirismo se repetiu quando Aloysio Faria abriu a primeira agência de um banco brasileiro em Nova York, em 1964. O Real foi também responsável por uma inovação do sistema bancário brasileiro: criou uma escola para a formação de gerentes e começou a conceder empréstimos de Natal para os funcionários. Discreto e avesso à mídia, Aloysio de Andrade Faria pouco aparecia na imprensa. Segundo pessoas próximas, até alguns anos atrás ainda ia pelo menos uma vez por semana à sede do Banco Alfa, na Avenida Paulista. Desde o ano passado, no entanto, parou de frequentar o escritório. Aloysio Faria estava longe de ser apenas um banqueiro de enorme sucesso. Além de controlar os hotéis Transamérica e a rede de material de construção C&C — um dos negócios em que o grupo Alfa mais investiu nos últimos anos —, Aloysio Faria era um dos principais criadores brasileiros de gado holandês e de cavalo árabe. Uma de suas maiores paixões, quando não estava trabalhando no banco, era a criação em sua fazenda em Jaguariúna, no interior de São Paulo, de 150 puros-sangues da raça árabe, cujo plantel é considerado um dos melhores do Brasil. Um episódio de sua história como criador mostra a filosofia de negócios que era imprimida por Aloysio Faria. Comenta-se que, quase por casualidade, em um só dia, o banqueiro adquiriu dois cavalos que no futuro se tornariam campeões nacionais do Brasil. Um desses animais era um potrinho que ainda estava sendo amamentado. Em uma visita a uma fazenda no Texas, nos Estados Unidos, ao passar pelos currais, Faria viu o potrinho e se interessou por ele. Era o animal do filho do dono da fazenda, que pediu um preço elevado. “Mas, quando se faz uma viagem destas, não se pode voltar de mãos vazias.” O outro animal foi escolhido, “a olho”, entre alguns potros que analisou. As escolhas demonstraram ser uma das mais acertadas do banqueiro. Quando Faria foi perguntado sobre esse episódio, declarou: “Em geral, a gente na vida não acerta quando tenta acertar; sempre existe uma forte dose de intuição e sorte”. Outra das grandes paixões do banqueiro era a cultura. A máxima expressão de seu interesse foi a criação do Teatro Alfa. Com capacidade para 1.212 pessoas, o teatro é o centro do Instituto Alfa de Cultura. As empresas do grupo Alfa mantêm a maioria das atividades do teatro, que foi inaugurado em abril de 1998. Casado com Clea Dalva, teve cinco filhas, mas nenhuma demonstrou grande interesse na área financeira. O banqueiro nunca foi de fazer muitos planos. Evitava discutir a sucessão e costumava dizer uma frase que ilustra bem sua forma de ver a vida: “Só há uma coisa garantida no futuro: ele não será como a gente espera”. Em 2016, seu neto Roberto Faria Vasconcellos se casou com Heloísa Sicupira, filha do também bilionário Carlos Alberto Sicupira.

Faltam somente 48 dias para Trump perder as eleições

O mundo acompanha dia por dia as eleições americanas Os democratas continuam na frente nas pesquisas. Trump achava qie Biden fosse um candidato fraco mas está vendo que Biden sabe ser duro quando for necessario. Até os alemães já comentam que os Estados Unidos precisam ter um presidente com mais liderança e respeito pelo mundo. Um novo Contrato Social é necessario, tanto para os americanos, com também para o mundo.

terça-feira, 15 de setembro de 2020

Governo Bolsonaro cresce nas pesquisas. Quem perde e quem ganha?

Pesquisa da XP mostra imagem positiva do governo Mesmo sendo uma pesquisa por telefone e com apenas mil pessoas, ela sinaliza uma realidade... é o quinto levantamento consecutivo em que há aumento no grupo que aprova o governo e redução no que reprova. Considerando que estamos começando formalmente as campanhas para prefeitos e vereadores, o fato de o tempo ser curtíssimo tende a beneficiar quem está no cargo. Há de se considerar a conjuntura volátil que vivemos. Seja em função da pandemia com as mortes, seja em função do desemprego e da recessão econômica. É uma pena que não tenha sido incluído na pesquisa consultas sobre o Judiciário. O sistema jurídico nacional está interferindo mais na política e na gestão do país do que o sistema legislativo e até mesmo o executivo. Vejam a íntegra da apresentação da pesquisa XP Ipespe: “A rodada de setembro da pesquisa XP Ipespe mostra que, pela primeira vez desde maio de 2019, a aprovação ao presidente Jair Bolsonaro está numericamente acima de sua reprovação: são 39% os que veem o governo como ótimo ou bom (2 pontos percentuais a mais que o levantamento de agosto) e 36% os que o veem como ruim ou péssimo (1 p.p. a menos). Este é o quinto levantamento consecutivo em que há aumento no grupo que aprova o governo e redução no que reprova. Foram realizadas 1.000 entrevistas de abrangência nacional, entre os dias 8 e 11 de setembro. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais. Os entrevistados voltaram a apresentar uma nota a diversas personalidades da política. Como destaque, caiu de 6,5 para 5,7 a nota atribuída a Sergio Moro e cresceu de 4,7 para 5,1 a de Bolsonaro. Em relação à pandemia de coronavírus, foi mantida a tendência observada desde junho, com aumento da fatia da população que considera que o "pior já passou" -- são 60% em setembro contra 52% em agosto. E, especificamente sobre a ação de Bolsonaro para enfrentamento à crise, foi mantida a tendência de alta nos que a consideram ótima ou boa (de 24% para 28%) e estabilidade nos que a veem como ruim ou péssima (de 50% para 49%). REFORMAS Os entrevistados foram questionados também sobre a reforma administrativa em discussão no Congresso. Desde novembro de 2019 -- último levantamento em que a questão foi feita -- cresceu o grupo favorável à flexibilização de regras sobre a estabilidade do servidor público (52% antes e 56% agora) e diminui a fatia favorável à manutenção das regras atuais (39% para 32%).”

Agora faltam somente 49 dias para Trump perder as eleições

Seja nos Estados Unidos ou em qualquer outro lugar O mundo está participando das eleições americanas. No dia 20 de agosto começamos a contagem regressiva para o dia 03 de novembro. Faltavam 75 dias... agora faltam somente 49 dias. Os dias passam rápido e o mundo vai respirar melhor, vei ter Paz e Saúde. Vamos transformar o dia 03 de novembro numa grande festa. O dia em que a Terra vai dar uma paradinha para comemorar a vitória vitória da liberdade, do diálogo, da saúde e da alegria.

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Itaú já lançou o "iti", agora o Bradesco lança o BITZ...

O banco digital vai substituindo o banco de agências... As mudanças aceleradas que acontecem no Brasil e no mundo, mostram que a tecnologia vai substituindo as pessoas, tudo fica mais rápido, mais seguro e a população vai ter que diminuir mais rapidamente. Itaú e Bradesco estão mostrando o caminho Vejam esta noticia que saiu no Valor de hoje. O Bradesco anunciou nesta segunda-feira a criação do BITZ Serviços Financeiros, nova empresa do grupo, que ingressa no mercado brasileiro de carteiras digitais e contas de pagamento. “Por meio da nova empresa, o grupo passará a oferecer o produto BITZ, que é uma carteira digital que possibilitará aos clientes armazenar dinheiro, fazer pagamentos, transferências, recebimentos, recarga de celular, pagamentos por QR Code e compras on line em uma ampla rede de aceitação”, diz o banco, acrescentando que passará a ter um portfólio ainda mais completo, promovendo inclusão digital e financeira a uma parcela relevante da população, em um mercado em franca expansão.

Faltando 50 dias para perder as eleições, Trump vai para o tudo ou nada...

O ambiente eleitoral nos Estados Unidos vai esquentando dia após dia. Trump está parecendo o Corinthians: Nada dá certo. As pessoas não param de morrer por causa do virus, a economia não melhora e a insegurança em manter o país como testá assusta muito os americanos. O povo quer saúde, emprego, trabalho, qualidade de vida e seguraça. Os democratas unificarm o partido e os apoiadores estão muito animados. Começou a coleta de votos por correspondência onde os democratas ganham na proporção de 4 a 1. Como cantava a propaganda do Bamerindus: O tempo passa, o tempo voa... e a campanha eleitoral de Biden continua numa boa... Este Biden...

domingo, 13 de setembro de 2020

Passado e futuro. O eu, o nós e o nosso...

Vale a pena conviver com as sequelas das guerras? Os países que passaram por guerras, sabem o que é o sofrimento e as sequelas que as guerras deixam, principalmente para quem foi derrotado. Países, como o Brasil que, além de não participar das batalhas principais, se beneficiou vendendo produtos para as guerras, as pessoas não mensuram os impactos nas pessoas, nas famílias, nos negócios e naprópria história. No entanto, o Brasil convive com três geracões de ações políticas coletivas. 1 - a geração mais velha que sofreu o impacto direto do golpe de Estado de 1964, depois o AI-5, com a ditadura matando e prendendo aleatoriamente, e, finalmente, o processo de redemocratização; 2 - temos a seguir a geração que viveu a partir da redemocratização e da Constituinte em 1988, Esta geração conviveu com a esperança da liberdade nunca convivida no Brasil, mas, também teve que conviver com um processo hiperinflacionário desmoralizador que afetava a vida de todos; 3 - a geração de 2013 para cá, que além de conviver com a liberdade, conviveu também com um país sem inflação. Mas, foi estimulada a não acreditar nas instituições públicas em geral. Se é público, não presta e é corrupto, parafraseando a propaganda da Volks que dizia: Se é Volks, é bom. Junto com o descrédito das instituições, conseguiram também desacreditar o PT e seus governos, que, ao sofrer dois períodos de pressão jurídica e policial, foi abandonado por amplo setor do eleitorado, facilitando o acesso de uma direita neoliberal, entreguista e cínica, que desde 1964 não tinha sido presenciada no Brasil. Para a direita não importava o como tirar o PT do poder. Porém, mesmo tendo dado mais um golpe de Estado, usado todos os recursos para eleger um louco neoliberal, entreguista e mercenário como presidente, a direita ainda não se sente segura com o PT. Para as eleições municipais, a direita vem com dois blocos táticos. Fortalece Bolsonaro pela extrema-direita tendo como principal base os evangélicos, o agronegócio e os policiais militares. Tenta recuperar o controle do governo formando a coligação tradicional conservadora formada pelo PSDB, o MDB e o DEM. Usando o poder judiciário, a imprensa e os evangélicos como formadores de opinião e cabos eleitorais... Esgotada a fase megalomaníaca brasileira, onde se afirmava que Deus era brasileiro e que o pais continental e rico não teria escassez. Vencida também a euforia com o "milagre brasileiro", depois com uma Constituição CIDADÃ, e, principalmente a inclusão de 40 milhões de pobres no mercado de consumo, aí veio o período de excassez. Principalmente excassez de lideranças éticas, e de fato comprometidas com o povo e com a democracia. Crise econômica com desemprego e arrocho salarial, custo de vida subindo, pandemia com mais de 130 mil mortes, judiciário e legislativo legalizando a direita e o entreguismo e a imprensa dando sustentação tudo isto forma a base para a campanha eleitoral para este mês de novembro. A nosa sorte é que em novembro tem também as eleições americanas. Se os democratas vencerem, derotando Trump, o mundo tende a melhorar. Enquanto a primavera não chega, todos que viveram uma luta permanente pela democracia, pela liberdade, pelo emprego, trabalho e qualidade de vida para todos, todo este pessoal vive mais das lembranças do passado do que da esperança do presente. Viver e até sobreviver nos dias atuais está muito difícil. Mas a fé na luta por um mundo melhor alimenta a vida. Vivemos um período de vacas magras. Mas o período de excassez passou no Egito, passou pelo mundo, passou nas guerras e nas ditaduras e passará também agora quando a vacina contra o virus der tempo para as pessoas reorganizarem suas vidas. Mesmo assim, ficamos assustados quando vemos governantes evangélicos e mlralistas tentarem impedir que cantemos músicas dos Beatles e dos Rolling Stones... E quando as pessoas querem ter o direito de viver com suas opções e realidades. Navegar é preciso Sonhar e ter desejos também é preciso Comer, trabalhar e descansar é imprescindível. Vida longa aos que lutaram e continua lutando por um mundo melhor, solidário e cidadão.

Folha: Uma página que vale o jornal inteiro

A Folha anda em crise, como a maioria de nós Nós, que fomos contra o golpe e contra Bolsonaro e sua quadrilha, estamos em crise porque, além de toda má-fé do governo e de seus apoiadores, temos que conviver com a quarentena, os virus, as mortes, o desemprego, a violência e a crise geral. A Folha, dizem que anda em crise financeira, crise de direção - como gostam de dizer os trotskistas - e crise de valores políticos e sociais. Afinal, a Folha foi uma das lideranças na organização do golpe contra Dilma e o PT. Mas não vou brigar aqui com a Folha... Quero mostrar que, apesar de o jornal estar chatinho, confuso, e magrinho, no caderno Ilustrada de hoje, na página B11, a Folha matou à pau. Isto é, fez um golaço, ao abordar dois assuntos de alta relevância tanto na forma como no conteúdo. Vou começar pelo artigo que li primeiro. Na parte inferior da página, tem a análise feita por Lucas Pedretti, historiador e pesquisador sobre o periodo da ditadura militar. O título é "Prisão de Caetano mostrou como a ditadura temia a subversão moral". Uma preciosidade... Analisa o documentário "Narciso em Férias". - Em nossas memórias sobre a ditadura brasileira, há a ideia de que haveria uma rigida cisão entre a repressão política e o controle dos comportamentos desviantes. Esta seria a face tosca do regime; aquela, a dimensão perigosa. Um regime que reprime não só seus críticos, mas também quaisquer comportamentos vistos como moralmente indadequados. Por isto o alerta de Caetano é mais do que válido. Os militares escreveram a acusação de que Caetano "fazia músicas de cunho subersivo e DESVIRILIZANTE". - O oficio do comandante do Exército incluía Caetnao numalista de pessoas cujas atividades têm sido nocivas AOS PRINCÍPIOS MORALIZADORES consagrados pela Revolução de 1964. Lembra alguém ou algum governo atual? - O SUBVERSIVO MORAL É ATÉ MAIS PERIGOSO DO QUE O DISSIDENTE POLÍTICO. A lógica que orienta essa visão é a de que A FAMILIA PATRIARCAL É A BASE DA CULTURA CRISTÀ OCIDENTAL. DESVIRILIZAR é solapar as próprias fu ndações da sociedade. Agora vamos falar sobre o outro artigo da página B11. O artigo de Drauzio Varella sobre o Setembro Amarelo... De tudo de ruim que o virus está provocando, há algo de grande poder destruidor e que está aparecendo como principal sequela do virus... OS TRANSTORNOS PSIQUIÁTRICOS. O impacto na saúde mental será mais devastador, justamnte por afetar uma área já problemática antes da pandemia. Os termos mais apesquisados no portal de saúde do professor e doutor Drauzio são DEPRESSÃO, ANSIEDADE E SINDROME DO PÂNICO... Neste mês acontece o SETEMBRO AMARELO, campanha do CVV e da Associação Brasileira de Psiquiatria. Uma campanha de prevenção ao suicídio. A OMS estima que há 800 mil mortes anuais no mundo, por suicídios,,, 80% em países pobres. No ano passado o Brasil teve 13 mil suicídios. TREZE MIL! Em cada dez casos, SEIS ACONTECEM COM JOVENS NEGROS. A população feminina, entre 15 a 29 anos e a segunda causa de óbitos. Nada leva a crer que aprevalência, caso as condições sociais se mantenham as mesmas e nãosuperarmos as dificuldades do SUS para dar atenção a esse contingente. Distanciamento social, insegurança financeira, desemprego, medo de adoecer e luto causarão transtornos mentais que permanecerão entre nós por muito tempo. Conclui Drauzio Varella.

Uma boa ideia: Faltam 51 dias para Trump perder as eleições

Eleger um louco uma vez, é humano; reeleger um louco, é burrice. Já diz o ditado popular. Os americanos terem elegido Trump, até entendemos, já que foi contra Hillary, que não era grande coisa... Agora, no dia 3 de Novembro, Trump, o louco republicano, é candidato à reeleição. O povo americano deve comparecer e votar pela paz, pela liberdade, por mais emprego, saúde e mais trabalho para todos. O mundo precisa dos Estados Unidos. Juntos podemos mudar para melhor. O melhor nestas eleições é votar nos democratas, votar em Biden, Harri, Obama, Michelle e tantos outros. Divulgue esta boa ideia. Faltam apenas 51 dias para Trump perder as eleições. Saúde importa. Vidas importam. A paz também importa muito.

sábado, 12 de setembro de 2020

Faltam 52 dias para Trump perder as eleições

Contagem regressiva e irreversível: Trump vai perder Uma coisa é fazer diagnóstico eleitoral. Outra coisa é fazer campanha eleitoral. Ainda outra coisa é você mentir. Na eleição de 2016, a candidata democrata era ruim. Havia uma grande rejeição a Hillary, apesar de ela estar na frente nas pesquisas Nesta eleição, o candidato ruim é o republicano, Trump. Há uma boa rejeição a Trump, e o candidato democrata é bom na disputa. Portanto, os democratas precisam administrar bem a campanha. Fazer uma boa campanha de esclarecimento mostrando os erros de Trump e a unidade democrática. Não adianta Trump mentir e ser grosseiro o povo americano já decidiu que vai votar nos democratas e o mundo vai comemorar junto. E estão faltado apenas 52 dias para Trump perder as eleições.

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Aquele abraço a Joel e a todos os aniversariantes de Setembro.

O Rio de Janeiro e os aniversários em setembro Hoje é aniversário de Joel, nosso correspondente no Rio de Janeiro. Bancário do BB, intelectual, humano, avô, flamenguista, adora Ouro Preto-MG e é uma ótima companhia. Minha vida passa muito pelo Rio de Janeiro... Prestei concurso e trabalhei durante mais de vinte anos no BEG – Banco do Estado do Rio de Janeiro. O banco do cheque-verde... Todos os japoneses, e mestiços de japoneses, que são oftalmologistas no Rio de Janeiro, ou são meus cunhados ou são meus sobrinhos. Todos ótimos médicos... Como sindicalista, estive muitas vezes negociando com a direção do BEG, que virou Banerj, e também negociando com o governo do estado do Rio. Fizemos muitos encontros nacionais e internacionais no Rio, além de muitas disputas eleitorais. Quando fazia reuniões com estrangeiros divertia-me ouvindo que o Brasil sem o Rio de Janeiro era igual a Argentina sem Buenos Aires... O Rio maravilhoso, capital do futebol, das praias e da música, está sendo destruído continuamente. Mas o Rio de Janeiro continua lindo Apesar das milícias, do narcotráfico, da corrupção, do judiciário carioca, da falta de empregos e falta de perspectivas... Temos pessoas como Joel, meus cunhados e sobrinhos, Adriana, presidente atual do Sindicato dos Bancários do Rio, as Fernandas Torres e Montenegro, os moradores do Rio e a sua beleza enquanto Cidade Maravilhosa, estimulam a gente a continuar acreditando no Rio. Além de Joel, que faz aniversário hoje, nomes de setembro tem uma infinidade de aniversariantes importantes para nós. Vou citar alguns... Dom Paulo Evaristo Arns, Lycia Arns – nora de Dra. Zilda Arns, que sou padrinho de casamento, Shai – nossa sobrinha nipo-brasileira interessantíssima, Givaldo e Celeste – meus irmãos, Marize – jornalista experiente e corinthiana fanática, Ana Lúcia – dançarina e militante de primeira, Nelson Silva – nossa referência histórica no Centro de SP, AUGUSTO CAMPOS – nosso guia sindical, Silvia Portela – nossa retaguarda eterna, e Carlão, do Unibanco-Itaú e sindicalista da nova geração. Citar nomes é sempre delicado porque você pode esquecer alguém muito relevante e querida. Vou pensar se posso fazer o resumo do mês dos aniversariantes. Como disse o nosso grande compositor baiano: Aquele abraço!

USA - Faltam 53 dias para Trump perder as eleições.

Errar é humano, repetir o erro, é burrice

Deixar uma disputa à presidência do país mais importante do mundo ter ficado entre Hillary e Trump foi uma irresponsabilidade dos partidos americanos.

Como havia uma rejeição muito grande a Hillary, os democratas fingiram-se de mortos, e deixaram Hillary perder as eleições.

O diabo foi que o opositor a Hillary era um...

"Vigarista, irresponsável, trapaceiro, desequilibrado mental, fraudulento, mentiroso, despreparado..." quem afirma isto é o economista Jeffrey Sachs, PhD em Harvard. Conforme publicado no jornal Valor de hoje.

O experiente economista adverte: "Não há futuro com Trump".

Daí a conclusão dos analistas de que Trump perde esta eleição, independente de quem seja o concorrente. Para azar de Trump, o candidato dos democratas tem conseguido ser exatamente o oposto de Trump. Isto é, uma pessoa que agrega, que respeita, que sabe ouvir, que leva em consideração os parceiros internacionais, etc.

Para garantir a vitória, devemos conclamar todos os conhecidos que são americanos e que podem votar nestas eleições. Quanto mais gente votar, mais garantida é a vitória.

Faltam apenas 53 dias para Trump perder as eleições.

Vidas importam.

O mundo precisa da vacina.

Os americanos também precisam da vacina.

Nós precisamos da vacina e de um governo democrata nos Estados Unidos.

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

O golpe, a cumplicidade dos poderes e das pessoas

Os poderes sem as pessoas não existem. Porque as pessoas estão deixando destruir a pouca democracia que temos? Rui Castro, jornalista experiente, tem sido uma das pessoas que têm reagido com firmeza aos abusos de Bolsonaro e sua tropa. Leiam o artigo publicado na Folha de ontem. Uma beleza de conclamação à responsabilidade cívica. Ele é o golpe Rui Castro – Folha – 08/09/2020 O Executivo já é de Bolsonaro; O Legislativo foi comprado; Só falta agora dominar de vez o Judiciário A receita para o desmonte da democracia por Jair Bolsonaro, de infiltrar-se nos poderes para miná-los e dominá-los, está-lhe saindo melhor do que ele esperava. O Executivo nunca foi problema. Como presidente, ele já lhe pertencia, bastando-lhe desmontar o aparelhamento anterior e instalar o seu —o que tem sido feito à custa até dos quadros mais neutros e técnicos, substituídos por jagunços estranhos às funções. É um desastre para o país, mas, para Bolsonaro, e daí? O Legislativo, por sua vez, pode ser comprado —como ele bem sabe por ter feito parte dele durante 30 anos— e efetivamente já o foi, com a distribuição de cargos e verbas. Cargos e verbas, aliás, com que, aproveitando o carrinho entre as gôndolas, Bolsonaro tirou também o Exército da prateleira e o jogou no meio das margarinas. Por fim, o poder mais resistente, o Judiciário, logo estará igualmente sob seu controle, com as nomeações de mais alguns togados decisivos e a adesão de outros. Nesse caso, o interesse de Bolsonaro não é mais blindar-se contra as investigações sobre as promíscuas negociatas de seus filhos, mulheres, ex-mulheres, noras e mães uns dos outros. O que lhe importa agora é garantir-se nas várias instâncias da lei em suas investidas contra a Constituição. Para isto, Bolsonaro conta com o acoelhamento definitivo do Supremo —o mesmo que, num vídeo, ele comparou às hienas, invadiu seu recinto com uma galera, omitiu-se quando um de seus filhos ameaçou mandar um soldado e um cabo para fechá-lo, protegeu os terroristas que dispararam contra o seu prédio e apoiou um esbirro que chamou os ministros de “vagabundos”. O que falta ainda? Só mesmo Bolsonaro, em pessoa, sair à noite, munido de spray, e pichar-lhe a fachada. Ou não mais. A historiadora Lilia Schwarcz disse esta semana no programa de TV “Roda Viva” que: Bolsonaro já não precisa dar o golpe — “Ele é o golpe”.

Faltam 54 dias para Trump perder. Quantas vidas vale uma reeleição?

Trump deixou mais de 190 mil americanos morrerem... Em 7 de fevereiro Trump afirmou que o coronavirus seria muito mais letal doe que o virus anual da gripe nos Estados Unidos. Trump sabia que era muito grave e mesmo assim escondeu a informação ao povo americano e, pior ainda, tinua mentindonão tomou as devidas providências para não deixar o povo morrer. Já morreram mais de 190 mil americanos. E tem gente que ainda acha que Trump pode reverter as pesquisas e ganhar. Trump mentiu e continua mentindo ao povo americano... Em consequência temos mais de 190 mil mortes e mais de 6 milhões de pessoas infectadas, além das dezenas de milhões de desempregados... Vejam este parágrafo de matéria na Folha de hoje: "O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ADMITIU em entrevistas para o jornalista Bob Woodward que: ESCONDEU INTENCUI ONALMENTE DO POVO AMERICANO a gravidade do coronavirus". VIDAS IMPORTAM! Fora Trump! Faltam apenas 54 dias...

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Chegamos em 55 dias que faltam para Trump perder as eleições

Imprensa internacional participa da campanha

Não tem gente indiferente ou neutra nestas eleições presidenciais americanas.

Uma das eleições mais imprevisíveis da história?

Certo? Errado. Os deuses e o povo americano estão contra Trump.

Nestas eleições, Obama, Michelle e milhares de lideranças estão mobilizadas e em campanha para os democratas, para Biden presidente.

Aguenta, coração!

Quando você olha para a TV, lê um jornal ou escuta o rádio, sempre vai ver a cobertura mais simpática a um ou a outro candidato.

Da mesma forma, os governos, os empresários, os religiosos e as entidades sociais, Todos estão acompanhando as campanhas.

Trump quer ganhar no grito, intimidando o adversário.

Biden quer ganhar unificando os Estados Unidos, restabelecendo à esperança para o povo americano, acalmando os governos quanto a boa relação com os Estados Unidos.

A Folha que parecia que apoiava os democratas, parece que começou a ficar insegura e ampliou o espaço para falar de Trump.

No Brasil, o presidente atual gosta de imitar o presidente Trump. Grosseiros, intimidadores e falastrões...

A imprensa nacional anda insegura com Bolsonaro e seus leões de chácara.

Faz parte do aprendizado democrático.

Trump não tem condições de reverter as pesquisas. Os democratas continuam na frente.

E quanto mais gente morrer até o dia 3 de novembro, mais o povo americano tende a ficar contra Trump, que errou por negligência, por falta de respeito,e por demorar para conseguir a vacina.

O mundo quer e precisa da vacina.

Como Trump explica, a China e a Rússia terem vacina e os Estados Unidos nào terem?

O virus continua matando, a economia continua em crise e o povo cada vez mais inseguro.

Faltam apenas 55 dias para acabar o sofrimento.

Vacina russa continua segura e pode ser usada já em outubro

Rússia continua na frente...

Vejam bom artigo divulgado no Valor de hoje:

Rússia diz que Sputnik V é segura e escancara geopolítica da vacina

Valor – 09set2020.

O anúncio do obstáculo dos pesquisadores da vacina desenvolvida pela AstraZeneca e Universidade de Oxford foi perfeito para os russos

A suspensão dos testes da vacina desenvolvida pela AstraZeneca e Universidade de Oxford escancarou a geopolítica da covid-19.

Os russos fizeram nesta quarta-feira a defesa da segurança de seu imunizante, a Sputnik V, ante os concorrentes.

Ao mesmo tempo, o país de Vladimir Putin anunciou um acordo para fornecer 32 milhões de doses da vacina ao México. Isso equivale a 25% da população do país latino.

O instrumento do Kremlin na disputa é o fundo soberano do país, comandado por Kirill Dmitriev, que bancou a pesquisa da Sputnik V, que vem sendo questionada pela comunidade científica.

Desde que anunciou o "momento Sputnik", comparando o lançamento do imunizante ao do primeiro satélite pelos soviéticos em 1957, ele é a face pública da ofensiva médica de Putin - um ex-negacionista da covid-19 que passou a ver uma oportunidade política na crise. O anúncio do obstáculo dos pesquisadores da vacina de Oxford foi perfeito para os russos.

Em uma comunicado na manhã desta quarta, Dmitriev, disse que não comentaria o caso. Na sequência, republicou uma crítica que havia feito na véspera, quando respondeu à declaração conjunta de empresas farmacêuticas que desenvolvem vacinas contra a covid-19, na qual elas se comprometiam a obedecer a protocolos de segurança rígidos.

Dmitriev questionou a segurança das vacinas que utilizam "tecnologias não comprovadas", como o uso de adenovírus de macacos para levar código genético do Sars-CoV-2 ao paciente e estimular uma resposta imune.

A vacina russa, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, utiliza dois adenovírus humanos, o Ad5 e o Ad26, em doses distintas. Desde seu lançamento, Dmitriev insiste em que a existência de um imunizante aprovado contra o ebola e outro em estágio avançado contra a Mers que usam os mesmos vetores provam a segurança da Sputnik V. No primeiro estudo publicado sobre o imunizante russo, sobre os 76 pacientes das fases 1 e 2 de testes, são listados 250 estudos sobre o uso de adenovírus humanos em vacinas.

"Embora seja bem-vindo, acreditamos que esse compromisso de algumas empresas farmacêuticas é insuficiente, porque ele não discute a falta de estudos de longo prazo sobre efeitos carcinogênicos e impacto na fertilidade de novas tecnologias de vacinas, como as plataformas baseadas em vetores de RNA mensageiro (caso das americanas Pfizer e Moderna) e adenovírus de macaco (Oxford)", disse.

O Gamaleya sustenta que o uso do adenovírus humanos é o mais "orgânico", já que o patógeno convive com pessoas há mais de 100 mil anos.

Outras vacinas, como a chinesa Coronavac em teste para produção em São Paulo, usam um método tradicional de buscar a imunização, com o Sars-Cov-2 inativo.

Os russos consideram que isso permitiu o acelerado cronograma da Sputnik V, anunciada como a primeira vacina registrada no mundo contra o novo coronavírus. Ela ganhou registro provisório do Ministério da Saúde local sem ter iniciado os estudos da fase 3, aquela em que grandes grupos são vacinados e colocados em comparação com outros expostos a placebo. A prática foi criticada por toda a comunidade científica mundial, mas teve muito de propaganda na prática. Apesar de a Rússia ter anunciado a produção do primeiro lote de Sputnik V nesta semana, quem exatamente poderá ser vacinado, e quando, é incerto.

Tudo o que se sabe é o que o ministério afirmou: a intenção de vacinar profissionais da saúde em paralelo à fase 3. A China faz algo semelhante com seus militares. Dmitriev, por sua vez, falou em início de imunização em outubro ou novembro. A modulação de discurso veio com anúncio de que a fase 3 contaria com 40 mil voluntários.

Nesta quarta, o governo anunciou que 31 mil já haviam sido arrolados e que os testes começaram. Mais importante, houve enfim a publicação dos primeiros dados sobre a Sputnik V na prestigiosa revista científica britânica "The Lancet".

Ali se mostra um imunizante 100% eficiente e com efeitos colaterais negligenciáveis. Mas mesmo os otimistas do Gamaleya ressaltam, no texto, que é preciso mais testes para saber a extensão da imunização e descartar riscos.
Cientistas criticaram dados das fases 1 e 2 Mas mesmo esse estudo sobre as fases 1 e 2 foi questionado por um grupo de cientistas em uma carta aberta ao Gamaleya e à "Lancet" divulgada na segunda. Segundo eles, há resultados estranhamente duplicados entre participantes dos testes.

Denis Lugonov, principal autor da pesquisa, disse que não foi questionado pela "Lancet", e a revista por sua vez afirmou que estimula o debate. Mas o que vale, ao fim, é a política da vacina.

Do ponto de vista estritamente dessa disputa, há uma enorme coincidência no "timing" tanto da divulgação do comunicado das farmacêuticas, antes de o primeiro problema sério de Oxford ser divulgado, quanto da crítica dos russos. Isso sem falar no anúncio do acordo russo com o México.

A previsão é de que as entregas comecem a ser feitas em novembro de 2020, caso as autoridades locais aprovem a vacina. A distribuição vai ser feita com a farmacêutica mexicana Landsteiner Scientific.

Os russos dizem que 40 países já os consultaram sobre a vacina.

No Brasil, há um acordo para testagem a ser realizada no Paraná com o governo do estado, e a Bahia também está fechando arranjo semelhante. Aqui, a disputa política em torno da vacina se desenhava entre aqueles que já protagonizavam antagonismo na condução do combate à pandemia: o presidente Jair Bolsonaro e seu viés negacionista e o governador João Doria (PSDB-SP), com discurso pró-ciência.

Ambos associaram entes sob seu comando a uma das vacinas. O governo federal fez um acordo para produzir 100 milhões de doses da vacina de Oxford na Fiocruz, enquanto o paulista fez parceria com a chinesa Sinovac para a mesma quantidade via Instituto Butantan. Apesar do investimento, Bolsonaro tem estimulado um discurso ambíguo sobre o eventual imunizante, ressaltando que ninguém será obrigado a receber a vacina.

Assim, é incerto o impacto de um eventual problema maior com o imunizante de Oxford para a imagem do presidente. Doria, por outro lado, virou garoto-propaganda da vacina chinesa, fazendo postagens otimistas sobre seus testes em redes sociais. Tanto o tucano quanto Bolsonaro tiveram covid-19, assintomática para o governador e leve para o presidente.


terça-feira, 8 de setembro de 2020

Reta final nas campanhas para presidente do Estados Unidos

Os bancos estão apoiando Trump?

Eu estou com Biden e Harry.

Cada dia que falta veremos Trump prometer tudo que possível para ganhar,
inclusive mentir, ameaçar e dizer que vai ter vacina já. Mentira!

Nos mercados internacionais, a reta final da disputa pela Casa Branca,

Trump e Biden consolidam as narrativas eleitorais

com ênfase na ordem pública, a economia e pandemia.

Nesse sentido, o presidente americano sugeriu que uma vacina contra o Covid-19 pode estar pronta já em outubro.

Outro assunto que ganha destaque na seara eleitoral é a política externa.

Nesta segunda-feira (7) o presidente anunciou uma estratégia para eliminar a dependência econômica dos EUA na China que contempla tarifas sobre empresas que transfiram sua produção para o exterior, créditos fiscais para produtos feitos nos EUA, entre outras medidas...

Trump pode até prometer emprego e salário, com assistência médica garantida, nem assim Trump reverte o resultado. O povo americano já decidiu. Quer Trump fora da presidência.

O povo quer paz, segurança, trabalho e renda para todos.

E não se esqueça, pela contagem regressiva, faltam apenas 56 dias para Trump perder as eleições.

Agora faltam apenas 56 dias para Trump perder as eleições

Cada dia é uma alegria

A contagem regressiva da derrota de Trump está sendo acompanhada no mundo.
Todos os governos, empresários e movimentos sociais estão também fazendo sua contagem regressiva.

Quanto mais perto da derrota chega, mais Trump fica agressivo e provocador.

O mundo quer paz e vacina para todos.

O mundo precisa voltar a crescer economicamente, gerar mais emprego, mais qualidade na saúde e na educação.

As crianças precisam voltar às aulas, com segurança.

Os adultos precisam voltar a trabalhar, com segurança.

Os idosos precisam voltar a fazer caminhadas, com segurança.

Os artistas, os pilotos e comissários, os motoristas, os jornalistas, os médicos e enfermeiros, enfim, todos precisamos de segurança.

Cada dia é uma alegria. É um dia a menos na contagem regressiva para ajudar a derrotar Trump.

Trump está orientando o boicote à eleição.

Para Trump, quanto menos gente votar melhor...

O voto é a melhor arma na democracia.

Sem medo de ser feliz!

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Para alegrar os corações, faltam apenas 57 dias para Trump perder as eleições

Cada dia a menos para Trump, mais nervoso ele fica

O noticiário todos os dias traz informações sobre o nervosismo de Trump ao perceber que ele vai perder as eleições para presidente dos Estados Unidos.

Hoje tivemos a triste noticia de que a situação da Índia está piorando com o virus.

Já tem mais gente contaminada com o virus na índia do que no Brasil.

Agora o Brasil caiu para terceiro lugar.

Em vez de ficar criando brigas desnecessárias, o mundo precisa urgente da VACINA.

Quando a vacina vai sair?

E não se esqueça:

Faltam apenas 57 dias para Trump perder as eleições.

Glória, Augusto, Gushi, Nelson Silva, Dedé... Presente!

A morte que nos espera

Antes eram nossos pais, agora somos nós...

Ontem foi Gloria, já tivemos Gushi e Augusto, Nelson Silva e Dedé, e tantos outros colegas, militantes, parentes e amigos que vão morrendo e a gente vai chorando a perda de pessoas tão queridas...

Todos iremos, em algum momento e de alguma forma.

Luizinho Azevedo teve a boa ideia de juntar o pessoal que atuou na Oposição Bancária até 1983, quando houve a intervenção da ditadura militar no nosso sindicato.

A elaboração e os contatos estão fazendo o maior sucesso, já são quase 200 pessoas. E é a maior festa quando o contato é confirmado.

Um outro lado bonito deste encontro é que são convidados tanto dirigentes, militantes de base e funcionários. Sem distinção. Outro aspecto positivo é que todos os convidados, não importa qual é o partido ou a tendência política que atua ou atuou.

A proposta de Luizinho é fazer uma grande “live” nesta sexta-feira, dia 11 de setembro, a partir das 19:00h.

O curioso é que, ao fazer a lista dos militantes, aos poucos vamos sendo informados dos que “partiram”, isto é, dos que já faleceram. Cada nome novo é uma surpresa. Muitos partiram sendo mais jovens do que nós.

Eu contei 38 companheiros(as) que já foram. É muita gente...

Ao ver os amigos partirem vem também a questão da fé e da religião. Cada um faz sua despedida conforme seu credo. Muito bonito e respeitoso.

Eu, antes de vir para o sindicato, dava aula de religião, na Federação Espírita do Estado de São Paulo, era de esquerda e da Teologia da Libertação, amigo do povo da Igreja Católica libertária.

O fato de ser religioso, fazer terapia e já estar com 66 anos de idade, não me impede de ser sentimental. Emociono-me e choro quando fico sabendo da morte de alguém próximo.

Não tenho medo de morrer nem da morte, tenho medo dos vivos e da vida.

Os vivos, ante a crise do vírus, da economia e do desemprego, ficam odientos, agressivos, mentirosos e defendem “o salve-se quem puder”, pensando que assim seja mais fácil.

A vida, hoje você está bem, com saúde, trabalhando e feliz, de repente aparece uma doença que você nunca pensou e muda sua vida.

Quando eu achava que depois de mais de 40 anos de contribuição ao INSS eu fosse ter uma aposentadoria tranquila, apareceu-me uma tal de “doença de Parkinson” e eu estou tendo que me adequar a ela. Ainda bem que a filha já está casada e bem formada e a esposa profissionalmente está também realizada. Tem recursos próprios para viverem com dignidade.

- Quantos já estão também enfrentando outros desafios?

- Quantos se aposentaram sem ter complementação de aposentadoria e viram sua renda diminuir dia após dia?

- Quantos ficaram doentes e não têm convênio médico para fazer o tratamento?

- Quantos não têm dinheiro param comprar remédios ou fazer um exame bem feito?

- Quantos estão enfrentando a aposentadoria morando sozinhos?

Evidencia-se a diferença entre ser bancário de banco público ou de banco privado... Os bancos públicos têm ou tinham a assistência médica para os aposentados. Os bancos privados não têm. Os salários dos bancos públicos eram maior que dos bancos privados.

Aí você entende porque a direita neoliberal quer acabar com os bancos públicos.
Além de se apropriar dos recursos públicos, os neoliberais querem acabar com o exemplo dado pelos bancos públicos... Para a direita reacionária brasileira, pobre tem que morrer pobre. Se ficou doente, deixa morrer...

Muitos dos militantes antigos, e mesmo os mais novos, perguntam se depois de tanta militância e de ter vivido o governo Lula, que defendeu os trabalhadores, melhorou os salários, melhorou os empregos e a qualidade de vida do povo brasileiro, ter que conviver com um governo entreguista, medíocre e violento como o governo Bolsonaro e sua quadrilha. Será que valeu a pena? Será que viveremos um tempo melhor que este?

É evidente que valeu a pena.
Tudo que houve de melhora dos anos 70 para cá tivemos uma influência direta e positiva. Todos os militantes estão de parabéns e merecem ser reconhecidos pela História.

Com certeza viveremos para ver este Brasil voltar a ter alegria, ter saúde e ter felicidade. Poderemos ter que lutar mais uns dez ou quinze anos, mas isto não impede de voltar a primavera e a dignidade nacional.

Eu poderia escrever centenas de páginas sobre a importância de Glória Abdo para os bancários, para os aposentados e para sua família. Mas, como ao me concentrar em Glória eu fico emocionado e perco a qualidade da escrita. Assim, achei melhor falar da vida de todos nós, incluindo a Glória, a Vanessa, sua Vanessa, sua filha, falar do Brasil como um todo.

Estou com 66 anos de vida, meus pais estão com 96 anos. Portanto, tenho mais 30 anos pela frente. Posso não ter a energia para ir aos piquetes e aos mutirões, mas mantenho a força da palavra falada e escrita para fazer o bom combate.

Voltaremos a ter a confiança do povo e, pelo voto, derrotaremos o neoliberalismo e os entreguistas, com o apoio e a participação do povo, reconquistaremos o direito de construir um Brasil de todos, para todos e com todos.

Vamos viver cada dia como se fosse o último. Vamos valorizar nossas famílias, nossos colegas de trabalho e de militância, vamos viver tornando cada minuto como uma oportunidade para reconquistar nossos sonhos e nossa felicidade.

Glória, Augusto, Gushi, Nelson Silva, Dedé e todos que partiram mas ainda estão com a gente, in memorium,

PRESENTE!

domingo, 6 de setembro de 2020

FHC, a reeleição e a conveniência...

Até para fazer autocrítica FHC usa o PT como pretexto. E mente.

FHC tem sido o intelectual orgânico da aristocracia paulista. Professor habilidoso, político com trânsito, soube construir a candidatura para presidente do Brasil, bancado por todos os setores empresariais e amplo apoio da classe média para cima.

Não sei porque, FHC gosta de “adequar a história à sua conveniência”. FHC quis ser ministro de Collor, com o impeachment de Collor e a posse de Itamar Franco, virou ministro, e o usou o cargo para se credenciar a ser candidato a presidente.

Coordenou o Plano Real, e isto foi o melhor que fez na vida. Apesar da grosseria em esconder o apoio de Itamar Franco, como presidente, deu à elaboração do Plano Real. Que foi, sem dúvida, um sucesso. Apesar de desindustrializar o Brasil.

Aqui, FHC força a barra no artigo de hoje no Estadão.

Em 1994, o povo não votaria nele porque era contra Lula. Nesta eleição, o povo votou em peso nos apoiadores de FHC porque o Plano Real foi um sucesso.

Quanto à reeleição, FHC queria e brigou para aprová-la e ser candidato.

Aqui aparece também um outro erro histórico “das elites brasileiras”.

Em vez de fazer política por conveniência e por projeto personalista, deveríamos fazer uma Constituinte, fazer uma Constituição sintética e abrangente, e defender um bom parlamentarismo com governo participativo amplo.

O sistema político brasileiro está falido, ultrapassado, desacreditado, com 35 partidos políticos inoperantes e teimosos...

Além da reeleição, FHC fez outro erro. FHC defendeu e aplicou uma aliança servil aos Estados Unidos, com a implantação do neoliberalismo, a destruição do Estado do bem estar social e com a entrega da soberania nacional. O grupo de FHC defendia que o Brasil fosse economia complementar à americana, em vez de ser uma economia competitiva mundialmente como era até então.

Agora, FHC vem com o voto distrital... mais uma vez para evitar que o PT volte a ganhar eleições.

Devemos colocar o povo e o Brasil em primeiro lugar.

Vejam a parte do artigo de FHC que fala da reeleição, publicado no Estadão de hoje.

Reeleição e crises

É ingenuidade imaginar que os presidentes
não farão o impossível para se reelegerem

Fernando Henrique Cardoso, O Estado de S.Paulo
05 de setembro de 2020 | 21h00 -

O governo atual não teve sorte.

São de desanimar os fatores contrários: a pandemia, logo depois de uma crise econômica que vem de antes, com o produto interno bruto (PIB) crescendo pouco (se é que...), e uma “base política” que depende, como sempre, mais do “dá lá toma cá” do que da adesão popular a algo grandioso. Ganhou e levou; mas mais pelo negativo (o não ao PT e aos desatinos financeiros praticados) do que pelo sim a uma agenda positiva.

Agora se tem a sensação (pelo menos, eu tenho) de que o presidente não está bem acomodado na cadeira que ganhou. É difícil mesmo. De economia sabe pouco; fez o devido: transferiu as decisões para um “posto Ipiranga”. Este trombou com a crise, pela qual não é responsável. Não importa, vai pagar o preço: tudo o que era seu sonho, cortar gastos, por exemplo, vira pesadelo, terá de autorizá-los.

E pior: como é economista, sabe que a dívida interna cresce depressa, e sem existir mais a alternativa da inflação, que tornava aparentemente possível fazer o que os presidentes querem – atender a todos ou à maioria e ganhar a reeleição. Só resta o falatório vazio. Este cansa e é ineficaz num Congresso que, no geral, também quer gastar e igualmente pensa nas eleições.

Cabe aqui um “mea culpa”.

Permiti, e por fim aceitei, o instituto da reeleição. Verdade que, ainda no primeiro mandato, fiz um discurso no Itamaraty anunciando que “as trevas” se aproximavam: pediríamos socorro ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Não é desculpa.

Sabia, e continuo pensando assim, que um mandato de quatro anos é pouco para “fazer algo”. Tinha em mente o que acontece nos Estados Unidos. Visto de hoje, entretanto, imaginar que os presidentes não farão o impossível para ganhar a reeleição é ingenuidade.

Eu procurei me conter. Apesar disso, fui acusado de “haver comprado” votos favoráveis à tese da reeleição no Congresso. De pouco vale desmentir e dizer que a maioria da população e do Congresso era favorável à minha reeleição:

Temiam a vitória... do Lula.

Devo reconhecer que historicamente foi um erro: se quatro anos são insuficientes e seis parecem ser muito tempo, em vez de pedir que no quarto ano o eleitorado dê um voto de tipo “plebiscitário”, seria preferível termos um mandato de cinco anos e ponto final.

Caso contrário, volto ao tema, o ministro da Economia, por mais que queira ser racional, terá de fazer a vontade do presidente. Não há o que a faça parar, muito menos um ajuste fiscal, por mais necessário que seja. E tudo o que o presidente fizer será visto pelas mídias, como é natural, como atos preparatórios da reeleição. Sejam ou não.

Acabar com o instituto da reeleição e, quem sabe, propor uma forma mais “distritalizada” de voto são mudanças a serem feitas. Esperemos...

SOCIÓLOGO, FOI PRESIDENTE DA REPÚBICA

Faltam apenas 58 dias para Trump perder as eleições

Enquanto Trump prega o ódio e a violência, Biden continua ganhando

As pesquisas continuam dando Biden na frente.
Trump está cada vez mais nervoso e agressivo.

O mundo acompanha estas eleições. O mundo quer paz e quer vacina para todos.

A BBC tem mantido cobertura diária sobre as eleições.

Veja esta notinha da BBC sobre o impacto do virus nas eleições.

Has coronavirus affected Trump's numbers?

The coronavirus pandemic has dominated headlines in the US since the start of the year and the response to President Trump's actions has been split predictably along party lines.

Support for his approach peaked in mid-March after he declared a national emergency and made $50 billion available to states to stop the spread of the virus.

At this point, 55% of Americans approved of his actions, according to data from Ipsos, a leading polling company.

But any support he had from Democrats disappeared after that, while Republicans continued to back their president.

sábado, 5 de setembro de 2020

Fernanda Montenegro, o Brasil e o mundo, querem saber...

A vacina vai sair? Fernanda Montenegro quer saber.

O mundo inteiro também quer saber “Quando esta vacina vai sair”.

Quando? Um ano, dois?
Eu não tenho 15 minutos.

Eu, nos meus 66 quase 67 anos, tenho um compromisso comigo de ler tudo que sair publicado sobre Fernanda Montenegro.

Além de ser o símbolo da cidadã brasileira, com seus 90 anos, continua trabalhando, produtiva, lúcida e simpática.

Meu pai está com 96 anos e nossa mãe partiu com 96. Um nosso vizinho em Serrinha-Bahia, morreu com 101 anos.

A pergunta se a vacina vai sair na verdade é feita pela personagem de uma nova série da Globo, que vai passar nesta terça-feira.

Voltando à vacina.
O presidente do Brasil disse que ninguém é obrigado a tomar a vacina.
Tem gente dizendo que a vacina é coisa de comunista. ..

E, por ironia, os dois países que estão fazendo as vacinas com mais rapidez são a Rússia e a China. E o Brasil já firmou contrato para produzir os dois tipos de vacinas.

Putin disse que começa a vacinar, aos milhares, a partir de outubro, mês que antecede às eleições presidenciais nos Estados Unidos. Todo mundo sabe que Trump está perdendo às eleições por causa do vírus. Que ele ignorou no início.

Deixei o jornal guardado o dia todo para ler a reportagem com calma. Só consegui agora. Leonardo, o jornalista da Folha, fez um bom texto.

Para Fernandinha e demais parentes vai um grande abraço. Ainda bem que temos nossos pais e nossas mães com seus noventa anos e chegando aos 100 anos de vida.

Trump falta menos de dois meses para perder as eleições.

Já pensaram? Faltam apenas 59 dias para 3 de novembro

Os americanos vão votar contra Trump, contra a violência.

Os americanos querem Paz, querem trabalhar, querem poder estudar, ter saúde e viver em paz com o mundo.
.
O mundo quer a mesma coisa que os americanos...

Vocês viram a publicação na revista britânica falando sobre a vacina da Rússia?

Putin está pensando em vacina em massa já a partir de outubro...

Outubro é antes de novembro e novembro tem as eleições americanas.

Já pensaram se Trump faz um acordo com Putin, comprando a vacina russa e entregando milhares delas antes de 3 de outubro?

Se a pandemia está fazendo com que Trump perca as eleições, se Trump consegue vacinar aos milhares antes do dia 3 de novembro, ele vai querer dizer que foi rápido e eficiente, mesmo não sendo uma vacina americana.

Portanto, os democratas precisam ficar atentos com Trump. Ele é louco mas não é burro. Foi assim que ele derrotou a Hillary. Ela era arrogante e achava que a eleição estava ganha. "Andou de salto alto", como se diz aqui no Brasil. Ou, como fez Fernando Henrique, sentou na poltrona antes da hora...

O jornal Folha de hoje trás uma página inteira sobre a pesquisa publicada. Éa. uma página chocha, como se estivesse dando a notícia sem querer dar.

Na verdade, o que é importante prestar mais atenção ainda é que as pesquisas mais avançadas são da Rússia e da China. O Brasil, com toda chatice de Bolsonaro, já fez parceria com as vacinas dos dois países. E não foram com Bolsonaro, foram com os governadores. Como Trump, Bolsonaro perdeu credibilidade.

O povo não quer saber qual é o país que está produzindo a vacina, o povo quer que a vacina funcione e que apareça o mais rápido possível.

No Brasil já morreram mais de 125 mil pessoas e continua morrendo todos os dias.

Ainda bem que faltam apenas 59 dias para Trump perder as eleições.

Fora Trump lá e fora Bolsonaro aqui.

E, vamos que vamos, que o tempo não pára.

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Rússia quer usar a vacina já em outubro

Putin, ao usar vacina em Outubro, lembra à Revolução de 1917

E pode ajudar Trump...

Vejam a reportagem da BBC:

Coronavirus: Russian vaccine shows signs of immune response

A vaccine created in Russia has shown signs of an immune response, according to a report

Russian scientists have published the first report on their coronavirus vaccine, saying early tests showed signs of an immune response.

The report published by medical journal The Lancet said every participant developed antibodies to fight the virus and had no serious side effects.
Russia licensed the vaccine for local use in August, the first country to do so and before data had been published.

Experts say the trials were too small to prove effectiveness and safety.
But Moscow has hailed the results as an answer to critics. Some Western experts have raised concerns about the speed of Russia's work, suggesting that researchers might be cutting corners.

Last month, President Vladimir Putin said the vaccine had passed all the required checks and that one of his own daughters had been given it.

What does the report say?

Two trials of the vaccine, named Sputnik-V, were conducted between June and July, The Lancet paper said. Each involved 38 healthy volunteers who were given a dose of the vaccine and then a booster vaccine three weeks later.
The participants - aged between 18 and 60 - were monitored for 42 days and all of them developed antibodies within three weeks. Among the most common side effects were headaches and joint pain.

The trials were open label and not randomised, meaning there was no placebo and the volunteers were aware they were receiving the vaccine.
"Large, long-term trials including a placebo comparison, and further monitoring are needed to establish the long-term safety and effectiveness of the vaccine for preventing Covid-19 infection," the report said.
Russia rejects mounting Covid-19 vaccine concerns

Russia plans mass vaccination for October

A third phase of trials will involve 40,000 volunteers from "different age and risk groups," according to the paper.

The Russian vaccine uses adapted strains of the adenovirus, a virus that usually causes the common cold, to trigger an immune response.

Still a long way to go

By Philippa Roxby, BBC health reporter

"Encouraging" and "so far so good" are some of the reactions from scientists in the UK - but there is still, clearly, a long way to go. Although the vaccine showed an antibody response in all participants in phase 2, this does not necessarily mean it would protect them from the virus. That still has not been established yet.

From these results, we can tell that the vaccine appeared to be safe in healthy people between the age of 18 and 60 for 42 days, because that was how long the study lasted. But what about older people and those with underlying health conditions who are most at risk of Covid-19 - how safe is it for them and over a longer period of time?

This can only be answered after much larger, long-term randomised trials where the people taking part do not know if they are receiving the vaccine or a dummy injection. These will also tell scientists how effective the vaccine really is among a much wider population.

There have also been calls for openness and transparency. Of the many vaccines currently being trialled around the world, some will work better than others in certain situations and in certain groups of people, perhaps. So knowing exactly how well they work and for whom is paramount - it is unlikely that one vaccine will be suitable for everyone.


What has the reaction been?

Kirill Dmitriev, head of a Russian investment fund behind the vaccine, said during a news conference that the report was "a powerful response to the sceptics who unreasonably criticised the Russian vaccine".

He said that 3,000 people had already been recruited for the next phase of trials.

Russian Health Minister Mikhail Murashko said the country would start vaccinations from November or December, with a focus on high-risk groups.
media captionCoronavirus vaccine: How close are we and who will get it?

But experts warned that there was still a long way to go until a vaccine could enter the market.

Brendan Wen, Professor of Microbial Pathogenesis at London's School of Hygiene and Tropical Medicine, told Reuters news agency: "The report is a case of 'so far, so good'".

According to the World Health Organization, there are 176 potential vaccines currently being developed worldwide. Of those, 34 are currently being tested on people. Among those, eight are at stage three, the most advanced.

Vacina da Rússia está dando certo. E agora?

Publicada fora da Rússia, revista vê como positivo

Vejam o artigo publicado no jornal Valor de hoje.

Vacina russa contra covid-19 produz resposta imunológica sem efeitos adversos graves, mostra estudo

Estudo preliminar dos testes de fase 1 e 2 foi publicado na revista “The Lancet”, uma das mais importantes no mundo

Por Suzi Ring, Bloomberg 04/09/2020 08h53 · Valor

A vacina contra covid-19 desenvolvida pela Rússia induziu uma resposta de anticorpos em todos os participantes nos primeiros testes e não encontrou efeitos adversos graves,

de acordo com estudo preliminar dos testes
de fase 1 e 2, publicado nesta sexta-feira
na revista “The Lancet”,
uma das mais importantes no mundo.

A vacina também produziu uma resposta nas células T - um tipo de glóbulo branco que ajuda o sistema imunológico a destruir a infecção, segundo o estudo. Autoridades russas já haviam feito afirmações semelhantes sobre a vacina, antes da revisão por especialistas externos.

A Rússia tem buscado ganhar credibilidade internacional depois que autoridades de saúde em outros países criticaram duramente a aprovação regulatória para a vacina no mês passado, antes de ela passar pela fase 3, a mais ampla de todas. O presidente russo, Vladimir Putin, comemorou a Sputnik V, batizada em homenagem ao lançamento do primeiro satélite do mundo pela União Soviética em 1957, como a primeira vacina global contra covid-19 a receber liberação de um país.

Os testes, que ocorreram em dois hospitais russos, envolveram 76 adultos saudáveis com idade entre 18 e 60 anos, e usou uma vacina de duas partes com dois adenovírus humanos diferentes - patógenos ligados ao resfriado comum - para transportar o antígeno. Todos os participantes receberam a vacina, sem grupo de controle - uma das várias limitações dos ensaios que foram citados no relatório.

Os pesquisadores coletaram plasma convalescente de 4.817 pessoas que se recuperaram de covid-19, em sua forma leve ou moderada, para comparar a imunidade pós-vacinação com a imunidade natural.
As respostas de anticorpos foram mais altas nos vacinados, de acordo com os dados.

O governo russo anunciou planos para começar a administrar a injeção de forma mais ampla para equipes médicas e professores nas próximas semanas, antes de uma campanha nacional marcada para o final deste ano.

A ação gerou preocupações de que a pressão política poderia colocar em risco a saúde pública.

Os pesquisadores russos testaram duas formas da vacina (congelada e liofilizada). Os participantes da fase 1 receberam uma dose, enquanto os grupos da fase 2 receberam uma segunda dose 21 dias após a primeira.

Vacina russa contra covid-19 produz resposta imunológica
sem efeitos adversos graves, mostra estudo

Todos os 40 participantes do ensaio de fase 2 produziram anticorpos, com níveis mais elevados encontrados naqueles que receberam a vacina congelada.

Respostas de anticorpos neutralizantes foram encontradas em todos os pacientes da fase 2, enquanto apenas 61% dos participantes da fase 1 as produziram com uma única dose. Todos os participantes da fase 2 mostraram respostas de células T dentro de 28 dias após a vacinação, com as doses congeladas novamente se mostrando mais eficazes.

Os pesquisadores disseram que as limitações do estudo incluem seu tamanho, o curto tempo de acompanhamento (42 dias) e o fato de que algumas partes do estudo de fase 1 usaram apenas voluntários do sexo masculino. Apesar da faixa etária para o estudo, o ensaio também se concentrou principalmente em pessoas mais jovens, isto é, na faixa dos 20 e 30.

A Rússia também tem dado a vacina a funcionários
e outras pessoas, fora dos grupos de ensaio,
sem esperar pelos resultados completos do estudo.

Na sexta-feira, o prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, 62, disse a Putin em uma videoconferência pela televisão que ele havia recebido a injeção e sentiu apenas um pequeno desconforto na ocasião. Putin disse no mês passado que uma de suas filhas também recebeu a vacina e estava se sentindo bem. O Kremlin não revelou se Putin foi vacinado.

O teste de fase 3 da vacina russa foi aprovado em 26 de agosto para 40.000 voluntários de diferentes idades e grupos de risco.

“A imunogenicidade é um bom presságio, embora nada possa ser inferido sobre ela em grupos de idade avançada, e a eficácia clínica para qualquer vacina contra covid-19 ainda não foi demonstrada ”, disse Naor Bar-Zeev, professor associado da Escola de Saúde Pública, da Universidade Johns Hopkins, em um comentário vinculado ao estudo na “The Lancet”.

“Mostrar segurança será crucial para as vacinas contra covid-19, não apenas para a aceitação da imunização, mas também para a confiança em geral”.

Está chegando a hora. Faltam apenas 60 dias para Trump perder as eleições

Sentiram a diferença?

Enquanto Trump vai visitar os policiais agressores dos negros,
Biden, o candidato democrata, vai visitar os familiares do negro agredido pelos policiais brancos.

É preciso se fazer um pacto sobre as relações da polícia com o povo. Seja nos Estados Unidos ou em qualquer outro país.

Há vários países que a polícia não usa armas de fogo. E a violência é bem menor que nos Estados Unidos e no Brasil.

De fato, nem a polícia, nem as pessoas civis, deveriam usar armas. Deve ser proibido usar armas, e, quando se achar alguém armado, deve-se recolher a arma e orientar a pessoa para não ter reincidência.

A lei deve ser para todos e deve ser dura.
Nada de cafuné em bandido armado.
Mas, também nada de cafuné em policiais que abusam do uso das armas.

Trump está usando a Teoria do Medo.
Ainda bem que os americanos não estão entrando nesta conversa mole de Trump.

O mundo quer paz. O mundo não quer violência.
O mundo quer a vacina contra o virus,
não interessa qual é o país de origem.
Chega de mortes e de grosserias.

Está na hora de homenagear John Lennon..

Enquanto isso, lembrem-se:

Faltam apenas 60 dias para Trump perder as eleições.

USA e China: Um precisa do outro.

Como o Sol e a Lua,

Os Estados Unidos precisam da China
E a China precisa dos Estados Unidos

Na pesquisa do Bank of America, o risco mais importante de todos é “o risco da desaceleração da China com a queda das commodities”. Banco não gosta de perder dinheiro.

Já o maluco do Trump, em vez de aliar-se à China, resolveu abrir guerra econômica e política contra a China. Este é um dos motivos que Trump vai perder as eleições no próximo dia 03 de novembro. Incompetência!

A China, com muita humildade, precisou dos Estados Unidos para chegar onde chegou. A Inglaterra ocupou e violentou a China – com a guerra do ópio – os chineses sofreram com os ingleses e depois com os japoneses.

Estudando e praticando Confúcio, os governantes da China, em vez de queimar a Marinha, como fez um imperador maluco, resolveu copiar o que o mundo tem de melhor. A informática, a indústria intensiva, a importância da formação globalizada e a capacidade produtiva com um bilhão de habitantes. Era imprescindível alimentar e prover este país com mais de um bilhão de pessoas...

A China ofereceu-se para ser “a mão de obra do mundo”, produzindo tudo que fosse possível e necessário, trabalhando de domingo a domingo, com sol ou com chuva.

Da mesma forma que “o espírito protestante que formou os Estados Unidos”, a China, com mais de dez mil anos de história, humildemente trabalhou, trabalhou e trabalhou, porém, sem abrir mão da sua autonomia, da sua soberania e da participação efetiva na produção, na gestão e na tecnologia.

Hoje, os Estados Unidos têm um presidente que tem medo da China e tenta jogar o povo americano contra a China. Trump vai perder as eleições.

Os chineses aprenderam que, mais do que brigar com Trump, era e é importante dialogar com o povo americano. Afinal, os americanos convivem com os chineses desde a implantação das ferrovias no oeste americano quando os chineses trabalharam dias e noites. As grandes cidades americanas têm suas “China Towns”.

Lembrem deste nome: SHENZHEN

Senzhen, aqui começou a grande mudança para a China e para o mundo no século 21. Há 40 anos, Senzhen era apenas uma colônia de pescadores.

Vejam este belíssimo artigo de Tatiana Prazeres, publicado na Folha.

O sucesso do Vale do Silício chinês

Lições do Vale do Silício chinês devem ser lembradas no atual ajuste de rumo de Pequim

UOL-Folha - 03/09/2020 - Tatiana Prazeres

Há 40 anos, era impensável que uma vila de pescadores no sul da China pudesse se tornar um polo mundial de tecnologia. Pois nenhuma cidade simboliza melhor a modernização do país do que Shenzhen. A região então pacata que começou produzindo cópias baratas de calculadoras e toca-fitas passou a ser conhecida como fábrica do mundo e hoje é chamada de Vale do Silício chinês

Poucos dias atrás, a China comemorou os 40 anos de criação da primeira zona econômica especial do país. Rememora o passado de olho nos desafios atuais.

Quando a China ainda era fechada ao mundo, Deng Xiaoping ousou ao estabelecer quatro áreas-piloto para atrair capital estrangeiro, estimular industrialização e exportações. Shenzhen foi a primeira e a mais bem sucedida delas.

Diferentemente do restante do país, naqueles enclaves as empresas poderiam buscar lucro, demitir funcionários, remeter divisas para o exterior. Quatro anos depois, mais 14 cidades replicariam o modelo pioneiro de Shenzhen, localizada na província de Guangdong, que, aliás, tinha o pai de Xi Jinping como chefe do Partido Comunista à época.

A experiência transformou não apenas a China mas também a governança do país.

Em primeiro lugar, reforçou a capacidade de o governo chinês experimentar. Atravessa-se um rio sentindo suas pedras —a frase atribuída a Deng simboliza a disposição em aprender fazendo e corrigir rumos.
Em segundo lugar, a experiência deu ímpeto aos esforços de descentralização econômica. Ao contrário do que comumente se pensa,
províncias e cidades chinesas têm margem de manobra considerável.

O experimento com as zonas econômicas especiais contribuiu para isso.

Shenzhen é hoje sede de empresas de equipamentos de telecomunicações como Huawei e Alberga a maior empresa de drones do mundo, a DJI, e o grupo Tencent, dono do superaplicativo WeChat. Cerca de metade dos pedidos de patente da China vem de Shenzhen. Em 2000, tinha 100 empresas de tecnologia. Hoje, mais de 30 mil.

Em 2018, o PIB de Shenzhen passou o de Hong Kong, que fica a 15 minutos de trem, com quem hoje rivaliza e que lhe serviu como fonte de capital, tecnologia e talento.

Das inúmeras lições sobre Shenzhen, duas são particularmente oportunas hoje: o equilíbrio de forças entre Estado e setor privado, e a abertura para o mundo.

Como em nenhum outro lugar da China, o modelo desenvolvido em Shenzhen permitiu liberar a energia do empreendedorismo chinês. Desfez amarras que ainda prosperam em outras partes.

Igualmente, a abertura para comércio e investimentos estrangeiros que se viu em Shenzhen estimulou reformas no plano nacional, fundamentais para a modernização do país.

Hoje, parece estar em curso na China uma atualização do seu modelo econômico. Cunhado de estratégia da dupla circulação, o modelo ainda carece de detalhes, mas sugere mais foco na economia interna e menos na integração global.

Vários temem que a nova linha implique desaceleração dos esforços de abertura e modernização da economia. Receiam que empresas estatais voltem a ganhar maior importância. Nesse contexto, vozes a favor da autossuficiência passam a ser mais influentes, sobretudo depois que os EUA adotaram sanções contra empresas da China —não por acaso, de Shenzhen.

A impressão que se tem é de que a China vai se voltar para dentro (https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcostroyjo/2018/08/os-40-anos-da-abertura-comercial-chinesa.shtml), inclusive para diminuir riscos de um ambiente externo mais desfavorável tanto sob ponto de vista político quanto econômico.

A mudança de circunstâncias externas pode exigir ajustes de rumo, mas não justifica abandonar as lições que Shenzhen legou para a China. Em 2012, quando se tornou líder do Partido Comunista Chinês, Xi Jinping foi a Shenzhen e depositou uma coroa de flores aos pés de uma estátua de Deng Xiaoping, artífice da modernização econômica do país. Hoje, a lembrança parece especialmente oportuna.

Tatiana Prazeres Senior fellow na Universidade de Negócios Internacionais e Economia, em Pequim, foi secretária de comércio exterior e conselheira sênior do diretor-geral da OMC.


quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Nassif é censurado por juiz que protege banqueiro e Guedes

Um governo que é uma vergonha.
Um legislativo que ninguém acredita
Um judiciário que ninguém entende

Um país violentado: este é o Brasil.

Agora tem CENSURA?

Nassif prepara novas reportagens
sobre ‘negociatas’ do banco BTG Pactual

Jornalista classificou como “escândalo” a venda de uma carteira de créditos do Banco do Brasil ao BTG “com 90% de desconto”. Também comentou licitação vencida pelo banco para operar a Zona Azul eletrônica em SP

Publicado: 02 Setembro, 2020 - 12h02 - Escrito por: Redação RBA

O jornalista Luis Nassif, que comanda o Jornal GGN, entrou com reclamação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra censura imposta pelo juiz Leonardo Grandmasson Ferreira Chaves, da 32ª Vara Cível do Rio de Janeiro. Na última sexta-feira (28), ele determinou a retirada de 11 reportagens que tratam de negócios suspeitos envolvendo o banco BTG Pactual.

O juiz também determinou também que o veículo se abstenha de fazer novas publicações, que ataquem a imagem do banco. E estabeleceu multa diária de R$ 10 mil, em caso de descumprimento.

Apesar disso, Nassif anunciou que prepara novas reportagens sobre as negociatas envolvendo o poder público e o BTG Pactual. Criado em 1983, o banco tem entre os seus fundadores o atual ministro da Economia, Paulo Guedes. “É um direito da opinião pública ser informada sobre isso”, afirmou.

Em entrevista ao programa Central do Brasil – parceria entre a TVT e o Brasil de Fato – Nassif afirmou que, após o golpe do impeachment contra a ex-presidenta Dilma Rousseff, em 2016, houve um “desmonte total” dos mecanismos de controle contra a penetração de interesses privados nos assuntos de Estado. “Dilma tinha um monte de defeitos, mas não tinha negócios com ela”.

Banco do Brasil
Uma das reportagens censurada denunciava a venda, com 90% de desconto, ao banco BTG Pactual, de um carteira de créditos do Banco do Brasil. As dívidas a receber, que somam R$ 3 bilhões, foram repassada ao banco privado, sem licitação, pelo valor de R$ 371 milhões.
“O Banco do Brasil, como outros bancos, tem uma carteira de crédito de difícil recebimento. Aquela carteira de crédito atrapalha o balanço. Então eles costumam tirar essa carteira. O Banco do Brasil tem uma empresa que ele criou, uma securitizadora, que recebe aqueles créditos e sai cobrando. O que o Banco do Brasil fez? Ele pegou R$ 3 bilhões dessa carteira e entregou para o BTG fazer a negociação, com 90% de desconto”.

Zona Azul
Outro caso envolveu licitação “com cartas marcadas” vencida pelo BTG Pactual para operar o sistema de Zona Azul eletrônica, na cidade de São Paulo. Mais do que operar a venda de bilhetes de estacionamento, o que interessava ao banco era a base de dados com informações de R$ 3,5 milhões de usuários, segundo Nassif. A utilização desse banco de dados não foi considerado no preço da licitação.
“Denunciei esse ponto, com base em estudos do Tribunal de Contas do Município de São Paulo (TCM-SP), mostrando que havia sido sonegado à prefeitura o valor correspondente ao uso desse banco de dados. Com base nisso, o Ministério Público Estadual de São Paulo (MP-SP) entrou com uma ação para tentar anular a licitação”.

Censura e solidariedade
Para o vice-presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Cid Benjamin, a ação do juiz Leonardo Chaves fere a Constituição e a liberdade de imprensa. “Exerce censura com relação ao que já foi feito, manda tirar, e exercem uma censura prévia, dizendo que não pode para falar desse assunto. Isso não existe”.

Além da ABI, diversas entidades, políticos e jornalistas manifestaram solidariedade a Nassif. Segundo o jornalista, trata-se do reconhecimento ao trabalho jornalístico da sua equipe. Em tempos de fake news, ele denunciou que magistrados têm se utilizado do pretexto de combater notícias falsas para censurar veículos que incomodam os interesses de grupos e empresas.

Bolsonaro e Guedes fazem o Brasil se parecer com a Índia

O Brasil se parece mais com a Índia

Políticos neoliberais e conservadores levam países a retrocesso

Edmar Bacha, economista, criou a imagem de Belíndia para comparar o Brasil com parte sendo igual a Bélgica e outra parte sendo igual a Índia.

Na época do governo Lula, o Brasil começou a crescer rapidamente, passou a ser grande exportador, importador e a ter um grande futuro. Foram mais de 40 milhões de brasileiros saindo da pobreza e fazendo parte de uma nova “classe média”.

Mesmo no governo Dilma, o Brasil ainda teve pleno emprego e inclusão social, com Bolsa Família, Minha casa minha vida e estímulos à educação em todos os níveis. Tudo indicava que o Brasil caminhava para ser igual ou melhor que a Bélgica.

Mas no meio do caminho tinha uma pedra, como dizia o poeta. A pedra da inveja, do preconceito e do entreguismo. Apoiados pelos Estados Unidos, que estava com medo do Brics, os conservadores brasileiros deram mais um golpe de Estado, derrubaram o governo e restabeleceram o servilismo aos Estados Unidos.

Agora o Brasil volta a parecer-se mais com a Índia que com a Bélgica ou a Holanda. Ouso dizer que o governo da Índia é melhor que o governo Bolsonaro.

Vejam este quadro econômico da Índia, publicado no Valor de hoje...
Estamos falando de um país com 1,353 bilhão de pessoas...


Índia tem mergulho na economia e na epidemia

A Índia registrou a maior queda no PIB entre todas as principais economias mundiais, segundo levantamento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)

Valor - Por Vibhuti Agarwal e Eric Bellman — Dow Jones Newswires, de Nova Déli 01/09/2020

A economia da Índia sofreu uma contração recorde anual de 23,9% no segundo trimestre, refletindo o colapso nos gastos de consumo em decorrência do regime de confinamento adotado em todo o país e o temor da pandemia.

Trata-se da maior queda entre todas as principais economias mundiais que anunciaram dados do PIB para o trimestre, segundo levantamento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Também é a maior queda da Índia desde 1996, quando o país começou a divulgar resultados trimestrais para o PIB.

O confinamento na Índia, que começou no fim de março, esteve entre os mais rígidos do mundo, e fechou virtualmente todas as partes não essenciais da economia. Mas conseguiu apenas adiar a disseminação do vírus, que continuou a subjugar a atividade econômica depois do início da flexibilização do confinamento em maio, exatamente quando a epidemia começou a atingir as cidades densamente povoadas da Índia.

Os investimentos caíram 47% no segundo trimestre, enquanto os gastos do consumidor recuaram quase 27%. Os gastos governamentais cresceram 16%, mas não foram suficientes para superar a depressão causada pela pandemia. Economistas observam que houve uma aceleração no nível de atividade com o fim do confinamento, mas essa retomada é limitada pela propagação do vírus das cidades para as áreas rurais.

A Índia tem mais de 3,5 milhões de casos confirmados e 60 mil de óbitos decorrentes da covid-19. Com mais de 78 mil novos casos ao dia - mais do que qualquer outro país no mundo -,prevê-se que a Índia ultrapassará o Brasil e os EUA para assumir a liderança mundial no total de casos notificados.

Isso significa que a economia da Índia tende a enfrentar dificuldades, ou até a encolher, em cada um dos próximos dois trimestres, uma vez que empresas e consumidores permanecerão hesitantes, disse a economista Anagha Deodhar, da ICICI Securities. “O vírus está se deslocando rapidamente para áreas rurais, e os pontos de grande incidência nas megacidades estão se agravando”, disse ela.

“Isso fará com que o caminho da recuperação da Índia seja mais longo.”

Prevê-se que o PIB da Índia sofrerá uma contração de mais de 5% no atual ano fiscal, que vai até março de 2021, segundo estimativas de muitos economistas.

Se isso acontecer, será o pior desempenho do país em várias décadas.

A precariedade do cenário econômico deverá tolher a Índia num momento em que o país disputa com a China por maior influência na Ásia. Poderá também pressionar os líderes indianos a tomar medidas politicamente difíceis, como o afrouxamento das leis trabalhistas e da posse da terra.

Depois de colocar 1,3 bilhão de pessoas num rígido confinamento, o governo começou a flexibilizar algumas restrições em maio, o que levou a um salto da atividade econômica. Mesmo assim, os gastos de consumo permanecem bem abaixo dos níveis pré-pandemia.

“A tendência de crescimento do consumo será mais baixa” do que nos últimos dez anos, disse Sonal Verma, economista-chefe da Nomura para a Índia.

“Temos agora um consumidor mais cauteloso devido à incerteza.” Autoridades indianas aceleraram a liberação de estímulos fiscais e monetários, mas isso não foi suficiente, segundo economistas. Foram mais de US$ 250 bilhões em pacotes econômicos destinados a ajudar a economia, enquanto o banco central cortou os juros.

Dados de mobilidade do Google mostram que, apesar dos esforços do governo para restabelecer a confiança, o nível de atividade em torno de locais recreativos de varejo na Índia continua 40% abaixo do nível observado antes da pandemia, no início deste ano.


3 de setembro, 3 de outubro, 3 de novembro, Fora Trump e Fora Bolsonaro

Vejam como estamos perto da melhor notícia do ano

Hoje é 3 de setembro, daqui a 30 dias, temos o 3 de outubro, e mais 31 dias chegaremos a 3 de novembro. O dia que os americanos vão dizer: Tchao Trump!

No mundo político, a derrota de Trump será o fato mais importante do ano.
Ficar livre de Trump vai aliviar a economia americana e mundial.

Todos estarão unidos na busca da vacina contra o virus que parou o mundo e causou tantas mortes...

O Bank of America - BofA - fez uma pesquisa e apresentou os quatro principais riscos na conjuntura atual:

1 - A desaceleração da China com a queda das commodities;

2 - O enfraquecimento da economia americana;

3 - As eleições americanas

4 - A pandemia e as mortes nos Estados Unidos, que já passam de 180 mil.


Como vocês podem ver, o mundo precisa de paz, saúde e que as economias voltem a funcionar com normalidade, recuperando os empregos, melhorando a renda das famílias e a segurança.

É evidente que, além da força da economia americana e chinesa, é importante que a Europa volte a ter seu papel internacional e que os países emergentes voltem a produzir e a crescer.

Por isto que a maioria dos americanos está apoiando os democratas de Joe Biden, Obama e Clinton...

Anote no seu calendário, 3 de novembro, o mundo vai mudar, mudar para melhor.

Fora Trump lá e fora Bolsonaro cá.

Faltando 61 dias para eleições americanas, banqueiros começam se organizar

Banqueiros começam a se preparar para a queda do dólar

Vejam artigo publicado no jornal Valor de hoje, com os comentários dos profissionais do “mercado”...

Eleição americana começa a entrar no radar de gestores

Vitória de Biden pode abrir caminho para a queda do dólar e a valorização de moedas emergentes

Valor - Por Lucas Hirata — De São Paulo 03/09/2020 05h01

Principal evento do mundo político neste ano, a disputa eleitoral americana já começa a entrar no radar dos gestores brasileiros.

Mesmo sem descuidar do conturbado cenário doméstico, os profissionais de mercado afirmam que uma eventual vitória do democrata Joe Biden contra o atual presidente, Donald Trump, pode abrir caminho para a queda do dólar e a valorização de moedas emergentes, com possível efeito por aqui - embora a situação do Brasil seja mais complicada, devido ao problema fiscal e à proximidade entre o governo de Jair Bolsonaro e Trump.

De acordo com pesquisa do Bank of America (BofA), as eleições americanas são consideradas o terceiro maior risco de cauda - aquele com maior impacto possível - na avaliação de gestores da América Latina.

O evento fica atrás apenas de uma desaceleração da China com queda de commodities e de um enfraquecimento da economia dos EUA.

A pandemia do coronavírus ficou atrás desses fatores, na quarta colocação. A expectativa de parte do mercado é que Biden, líder das pesquisas no momento, tenha uma postura menos agressiva contra os parceiros comerciais americanos, reduzindo o nível de tensão que persevera desde o começo do governo de Trump.

Essa visão mais global resultaria em enfraquecimento do dólar e valorização de commodities, o que, em tese, beneficiaria ativos emergentes.

Já a reeleição de Trump significaria a continuidade de políticas de estímulos, dando sustentação à moeda americana e às ações em Wall Street.

Ao mesmo tempo, a leitura é que o mercado seguiria enfrentando ondas de volatilidade devido a declarações controversas em redes sociais e atritos explícitos com parceiros comerciais.
Para Fabricio Taschetto, diretor de investimentos da ACE Capital, o cenário mais benéfico para o mercado local seria a eleição de Biden com manutenção do status quo no Congresso - ou seja, maioria democrata na Câmara e republicana no Senado.

“Assim, veríamos uma amenização da guerra comercial - ao menos, ela não escalaria. Além disso, a política fiscal que está em vigor não seria tão afetada.” Taschetto alerta, por exemplo, que uma possível vitória dos democratas nas duas casas do Congresso, além da Casa Branca, elevaria a aversão ao risco nos mercados globais.

Na avaliação do gestor, o risco é que Biden consiga reverter os estímulos fiscais aplicados por Trump e reforce a regulamentação em setores como energia e tecnologia, sem enfrentar grande oposição parlamentar.

Nesse caso, o dólar se enfraqueceria apenas contra moedas fortes, e não emergentes. “Isso seria negativo para os mercados, porque as bolsas enfrentariam uma realização de curto prazo”, afirma Taschetto.

Por ora, a ACE evita se posicionar para um resultado final da eleição, dado que a campanha eleitoral ainda vai começar. De todo modo, a gestora carrega posições compradas em dólar no exterior e em bolsas na expectativa de um acirramento da disputa presidencial.

De acordo com pesquisa recente feita pelo Grinnell College e divulgada pela Bloomberg, o candidato democrata lidera a disputa presidencial com oito pontos percentuais de vantagem. Para Alexander Carpenter, sócio da Trafalgar Investimentos, uma vitória de Biden deve representar queda do dólar e valorização da maioria de moedas de outros países, independentemente da composição do Congresso.

Ele refuta a ideia de que Biden possa rapidamente apresentar mudança radical na política tributária se garantir a maioria de cadeiras democratas no Senado. Isso porque a possível diferença para os republicanos na casa ainda seria pequena e parte dos democratas novos no Senado teriam perfil mais conservador.

“Mesmo se já tivermos uma vacina, a prioridade de Biden ainda vai ser enfrentar a crise do coronavírus, principalmente em Estados que continuam sofrendo com a crise”, afirma.

“Um aumento de impostos só deve vir quando a crise do coronavírus estiver bem endereçada e na contrapartida de grandes projetos de investimentos em infraestrutura, por exemplo. Não é tão simples dizer que será negativo para os mercados”, diz. Com esse cenário em mente, a Trafalgar mantém posições contra o dólar e a favor de outras moedas.

No caso do real, a situação acaba sendo um pouco mais complicada, por causa da situação fiscal do país - não pela conjuntura externa que vai se formando.

Os analistas do Citi afirmam que a eleição de Biden pode beneficiar a classe de emergentes, após uma reação inicial negativa. No entanto, o Brasil ainda corre o risco de ficar para trás em relação aos seus pares.

“O temor é que um governo Biden retarde o progresso existente em direção aos acordos de livre comércio que estão sendo negociados com o governo Trump. E as críticas a respeito das políticas ambientais também podem aumentar. Mas essas mudanças também podem permanecer no radar do mercado”, dizem em relatório.

Gestor do Opportunity, Marcos Mollica avalia a corrida eleitoral sob um prisma um pouco diferente. Para ele, a disputa pode trazer volatilidade, mas a estrutura institucional americana impede que ocorram mudanças econômicas abruptas no país - seja quem for o presidente.

Além disso, mais especificamente sobre o Brasil, ele vê muita retórica em torno da relação entre Bolsonaro e Trump, que não se converteu em benefícios claros para o país. Assim, o profissional afirma que são outros fatores que determinarão os rumos dos ativos por aqui.

O primordial para o mercado de câmbio seria a questão fiscal, o que deixa qualquer outro assunto em segundo plano. Ele afirma que o norte para o mercado global será dado pelas bolsas americanas. E nesse caso, a vitória de Trump seria mais favorável a Wall Street, num movimento que ecoaria nas ações por aqui e no resto do mundo.

“A postura mais globalista do Biden parece ser mais retórica, não acho que vai trazer grandes benefícios para o Brasil. O que vai determinar no curto prazo é o ambiente para ativos americanos e Trump sempre foi bastante pró mercado”, explica.

Segundo relatório do banco suíço UBS, diante das diferenças em estratégias de temas geopolíticos e a abordagem da política comercial americana, os ativos que podem sofrer maior impacto de acordo com o resultado das eleições americanas são o dólar - o que afetaria o mercado cambial tanto para emergentes como para moedas fortes - e ações de setores específicos, como de automóveis, serviços públicos (“utilities”) e energia.

“Esperamos que o dólar continue enfraquecendo, independentemente do resultado da eleição. Mas assumimos que o resultado de uma vitória democrata ou republicana afetará a velocidade da depreciação em vez da direção do dólar”, afirmam no relatório o chefe de investimento do UBS para Europa, Oriente Médio e África, Themis Themistocleous, e a chefe de investimento para Américas, Solita Marcelli.

Para eles, um “cenário de onda azul”, com vitória de Biden e uma possível tomada do Senado pelos Democratas, aceleraria o processo de queda do dólar e apreciaria principalmente o euro e a libra.