segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Caminhamos para Nova Guerra?

O tempo, a música e as flores...

Todos acusam todos. Por muito menos tivemos guerras imensas...

A imprensa virou "filme de terror"
O judiciário virou "filme de terror"
Os pentecostais viraram "filmes de terror"

Os políticos viraram "filmes de terror"
Os governantes viraram "filme de terror"
As Forças Armadas estão virando "filme de terror"

Isto é o que vemos na TV, nos filmes, em casa e em toda parte. Invasões planetárias, armas supermodernas que matam a partir de orientações estrelares...

As pessoas estão se transformando em CORINGAS.
Querem sangue, querem o olho por olho e dente por dente...
Caminhamos para nova Grande Guerra?

Graças às novas tecnologias, tenho encontrado músicas antigas maravilhosas... Músicas que não têm monstros. Filmes que não têm monstros, tem boas músicas, belas flores e uma parte da população da Terra tentando preservar o planeta, salvar o verde, as flores, as abelhas e as águas...

Como tenho divulgados as músicas e as flores como variações sobre o mesmo tema. Vejam a letra em espanhol e em português, de uma preciosidade cubana, composta no início do século XX, bem antes das guerras frias e quentes...

Leiam as letras aqui e busquem no facebook as várias versões que gravei. Mas existem mais de cem versões diferentes.


Veinte Años

¿Qué te importa que te ame
Si tú no me quieres ya?
El amor que ya ha pasado
No se debe recordar

Fui la ilusión de tu vida
Un día lejano ya
Hoy represento el pasado
No me puedo conformar

Si las cosas que uno quiere
Se pudieran alcanzar
Tú me quisieras lo mismo
Que veinte años atrás

Con qué tristeza miramos
Un amor que se nos va
Es un pedazo del alma
Que se arranca sin piedad

Si las cosas que uno quiere
Se pudieran alcanzar
Tú me quisieras lo mismo
Que veinte años atrás

Con qué tristeza miramos
Un amor que se nos va
Es un pedazo del alma
Que se arranca sin piedad


Em português....

Aos Vinte

O que importa que eu te ame
Se você não me ama mais
O amor que passou
Não deve ser lembrado

Eu era a ilusão de sua vida
Em algum dia distante
Hoje represento o passado
Eu não posso me conformar

Se as coisas que se quer
Pudessem ser alcançadas
Você me amaria o mesmo
Que há vinte anos

Com que tristeza vemos
Um amor que se vai
É um pedaço da alma
Que se arranca sem piedade

Se as coisas que se quer
Pudessem ser alcançadas
Você me amaria o mesmo
Que há vinte anos

Com que tristeza vemos
Um amor que se vai
É um pedaço da alma
Que se arranca sem piedade

Nenhum comentário:

Postar um comentário