sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Andrezinho e o mundo em chamas

André Luiz Rodrigues viaja pelo mundo
E descobre que a violência está aumentando

Honduras, Haiti, Venezuela, Bolívia, Equador, Peru, Chile, Líbia, Sudão, Nigéria, Mali, Libéria, Serra Leoa, Congo, Somália, Turquia, Síria, Líbano, Iraque, Israel x Palestina, Iêmen, Paquistão, Afeganistão, Bangladesh, Mianmar, Indonésia, Hong Kong e Ucrânia,

Esses são os países que, de cabeça, estão em conflitos internos.

Há tensões internas fortes em vários do Leste Europeu, nos Bálcãs, na Espanha, na África e começando a pipocar outras tensões na América Latina.

Praticamente nenhum desses conflitos é por território (exceção do Sudão e os separatismos Catalão e de Hong Kong).

E tem os povos que não são reconhecidos e não podem constituir seus territórios, como os curdos e os Royinga.

Nessa Panela você coloca o BREXIT da Inglaterra e as tensões com o resto da União Européia.

O resto dos conflitos é por questões ideológicas, mais pelo retorno forte do fascismo do que por crescimento de movimentos de esquerda (que apenas resistem); por questões religiosas, étnicas, racismo e por lutas contra o desmonte dos direitos sociais, trabalhistas e previdenciários, que é uma ação coordenada não apenas de pessoas conservadoras e autoritárias, mas pelas grandes multinacionais e pelos grandes bancos.

A manipulação, o suporte e a ação nas sombras é capitaneada pelos EUA.
Coloque aí a água, o petróleo, o lítio e a biodiversidade.
Bummmmm.

3ª Guerra mundial já tá rolando de alguma forma.

Os conflitos ideológicos, os trabalhistas, o fundamentalismo religioso (pentecostal e islâmico, principalmente), conflitos raciais e a discriminação de gênero e orientação sexual vão aumentar na mesma velocidade exponencial do fluxo de informações em redes sociais ou app's de comunicação como Whatsapp.

Em algum momento essas tensões vão se cruzar, se articular, pois todas tem alguma coisa a ver com a outra.

Diferentes movimentos vão se juntar.
Para um lado ou para o outro.
E praticamente não temos ninguém que possa liderar uma moderação, ou propor um modelo.
Não é só falta de liderança.
Falta principalmente um modelo que seja aceitável que aquiete as almas e cérebros cheios e os cérebros vazios também.

Onde será que existe um cantinho bom nesse mundo onde eu possa respirar um pouco?

ATENÇÃO: Este interessante texto é de autoria de André Luiz Rodrigues.

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