segunda-feira, 29 de julho de 2019

Festival de besteira que assola o país

Diálogos enlouquecedores

Temos um presidente da república que é campeão em falar grosserias e estimular violências de todas as formas;

Temos um futebol que vive do passado e os profissionais do futebol acham que sabem tudo e dão opinião sobre tudo, principalmente quando perdem os jogos;

Temos apóstolos, bispos, pastores que se acham mensageiros de Deus, principalmente quando é para ganhar dinheiro...

Temos comentaristas de rádio, jornais e TVs que se acham sábios, principalmente quando é para repetir mentiras de juízes e empresários;

Temos políticos que, ao terem o mérito de ser eleitos, se acham missionários do atraso e destruição das riquezas do Brasil;

Mas também tem gente que dá fora...
ao tentar me contrapor a propostas consideradas equivocadas apresentadas por alguns assessores da CUT, acabei passando a impressão de que estava criticando outra pessoa que estava tentando apresentar uma boa ideia.

O debate era a liberdade e o papel do Estado. Queremos a liberdade, mas também queremos que os governos, o judiciário e tudo o mais nos protejam de tudo e de todos? E a correlação de força? E o aprendizado?

Ainda bem que depois encontrei-me com dois dirigentes experientes e velhos companheiros com quem eu pude esclarecer os diálogos e pedir desculpas pela mal-entendido.

Por falar em mentira e bobagem: Parece que a última malandragem do governo Bolsonaro foi com o FGTS. Vou confirmar e depois eu conto...

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Morreram João Gilberto, Barelli e outros famosos...

Nossa geração está ficando velha

"Ai, ai, ai Isaura
assim não posso ficar,
se eu cair em teus braços,
não há despertador que me faça acordar.

Eu vou trabalhar!"

Sempre que ouço João Gilberto cantando esta música lembro-me de duas coisas: primeiro de nossa mãe que também cantava muito bem afinada e com ritmo; segundo, eu sempre me pergunto se esta música é ou não do tempo do Estado Novo. Já que cultiva o trabalho, e sacrifica o amor e o prazer. Trabalhar é fundamental para levantar o Brasil...

Por falar em trabalho, uma das alegrias que o sindicalismo me deu foi conhecer e conviver com Barelli, o economista do Dieese. Fui diretor do Dieese e convivemos fatos interessantes. Prisão no Dops, reuniões com o Senador Montoro, depois com o governador Montoro, Joelmir Beting, Jorge Coelho - da CUT-SP, quando acertamos que o Dieese iria para o parque Água Branca. Foi Barelli que convidou-me para participar da Fundação Mário Covas e aceitei com prazer.

Da família, só não conheci o filho o Pedro. Lourdinha foi orientadora da nossa filha no Vera. Vim morar na Rua Caropá, onde os Barelli viveram por mais de 30 anos.

Que o Céu seja pequeno para pessoas como Barelli e João Gilberto.

sexta-feira, 12 de julho de 2019

BRF e Marfrig: Quem errou????

Naufraga a tentativa de fusão entre BRF e Marfrig

Valor - Luiz Henrique Mendes - 12/07/2019

A fusão entre BRF e Marfrig naufragou. Menos de dois meses após as empresas anunciarem um acordo para negociar uma combinação que criaria uma gigante de carnes com faturamento anual de R$ 80 bilhões, as empresas encerraram as conversas. Divergências em torno da governança corporativa travaram a continuidade das tratativas.

Conforme o Valor apurou, a influência que o empresário Marcos Molina, fundador e principal acionista da Marfrig, pretendia ter na empresa resultante da fusão não foi bem aceita. Desde que as negociações foram anunciadas, em maio, essa era uma das grandes dúvidas no mercado. Fontes que conhecem o empresário sempre demonstraram ceticismo com a possibilidade de Molina ficar com apenas 5,5% do capital da nova empresa, sem poder para definir os rumos do negócio. Na Marfrig, ele detém cerca de 35% das ações e é, na prática, quem dá as cartas. Pelo modelo anunciado em maio pelas duas empresas, os acionistas da BRF teriam 85% da nova companhia, ao passo que os da Marfrig ficariam com os 15% restantes.

O anúncio de que a fusão foi frustrada veio antes do esperado, mas evitará que a BRF tenha gastos adicionais com as auditorias. Em maio, quando anunciaram o acordo de exclusividade para avaliar a fusão, as duas empresas informaram que as negociações ocorreriam por 90 dias, prorrogáveis por mais 30 dias. As conversas poderiam ir até setembro.

Na BRF, a proposta de fusão encontrava resistência em importantes acionistas, como os fundos de pensão Petros e Previ - que, juntos, têm cerca de 20% do capital. No conselho de administração, a fusão também não era unanimidade. Parte do colegiado não via lógica no movimento de produzir carne bovina, segmento de margens mais baixas que as dos negócios de alimentos processados. Uma vertente, no entanto, parecia se inspirar na JBS, que produz todas as proteínas (aves, suínos e bovinos) em diversas regiões do mundo.

À Comissão de Valores Mobiliários (CVM), BRF e Marfrig informaram que, apesar de não terem chegado a um acordo para a governança da nova companhia, as relações contratuais entre ambas continuarão normais. A principal delas é um contrato de fornecimento de hambúrguer firmado em dezembro, quando a empresa da Marcos Molina comprou a fábrica de hambúrguer de Várzea Grande (MT), por R$ 100 milhões. Ao fechar o negócio, a Marfrig passou a produzir o hambúrguer para as marcas Sadia e Perdigão, líderes nesse mercado.

Ao encerrarem as conversas, BRF e Marfrig terão que trabalhar um discurso palatável aos investidores. De certa forma, as negociações para a fusão representaram um ruído na comunicação de ambas. Na BRF, o agora presidente do conselho de administração, Pedro Parente, e o CEO Lorival Luz vinham dizendo que não haveria golpe de mágica no processo de reestruturação da empresa, ainda muito endividada.

Quando comunicaram a possível fusão, porém, muitos analistas interpretaram como um movimento para que a BRF cumprisse as metas de redução do índice de alavancagem - a Marfrig é menos endividada. No caso da Marfrig, as conversas para a fusão acenderam o alerta em muitos investidores sobre a instabilidade estratégica da companhia - que, depois de muitos anos queimando caixa, parecia ter iniciado no ano passado uma nova era, com a venda da Keystone Foods, forte em frango, e a compra da National Beef, quarto maior produtor frigorífico dos EUA. O discurso era de "simplicidade" nas operações, com foco em carne bovina.

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Brasil derrota Argentina no futebol

Messi detona o VAR e a arbitragem

JESUS decide com gol e apoio maravilhosos

Tite agrade a Nossa Senhora a graça alcançada

Mineiros viram Bolsonaro aproveitar-se da vitória dos meninos

Daniel Alves foi o grande garantidor da vitória

Toda equipe está de parabéns!

O campeão voltou!

Nossa solidariedade para com os Hermanos.

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Brasil: Terra de Cego?

A barbárie cresce e aparece...

Os loucos, fascistas, conservadores, evangélicos, parentes de amigos e colegas, enfim, também alguns de nossos parentes que foram às ruas a favor do juiz louco e manipulador, também estão angustiados em relação à Reforma da Previdência.

Quanto mais se conhece, mais se convence de que o governo e seus apoiadores estão mentindo.

É impossível agradar a Deus e aos milionários que querem se apropriar dos parcos recursos dos pobres trabalhadores...

O pior é que encontramos um monte de jornalistas mentindo;

Um monte de advogados, mentindo;

Um monte de economistas, mentindo;

Um monte de juízes e promotores, mentindo.

Ao meso tempo, quando perguntamos quando deve se dar a votação,
eles respondem que não sabem, mentindo.

Uma boa parcela de evangélicos apoia o governo e a reforma da previdência que acaba com os direitos dos trabalhadores pobres receberem aposentadoria.

No Brasil, quem tem olho é rei...