terça-feira, 25 de junho de 2019

O Brasil precisa de nova ruptura

Os poderes perderam o respeito

Por interesses políticos, por corporativismos aristocráticos, por falta de legitimidade, por falta de seriedade e tantas outras faltas...

Os brasileiros querem contribuir para moralizar o Brasil,
mas os representantes das instituições emperram.


O judiciário tentou apoderar-se da verdade e da moralidade, tentou esconder que tinha partido e tinha posição pré-definida, mas, aos poucos a verdadeira verdade foi aparecendo e até os povo simples que fica refém da TV já entendeu que o processo Lava Jato foi premeditado e é parcial. Mesmo assim a imprensa ainda tenta salvar a imagem dos golpistas, inclusive a própria imprensa.

Enquanto os brasileiros não se unificam para passar um pente fino em todos os poderes, os podres poderes tentam se garantir, mesmo que destruam o Brasil, acabem com sua soberania e acabem com suas empresas...

Enquanto o desemprego cresce assustadoramente, os políticos continuam aprovando leis que protegem os patrões e prejudicam o povo. Os políticos estão aprovando leis que retribuem os apoios políticos e financeiros que os empresários deram para suas campanhas.

De forma confusa, o povo ainda está convencido que:


- é preciso continuar combatendo a corrupção - mas toda e qualquer corrupção;

- é preciso continuar combatendo a ignorância e a má qualidade do ensino;

- é preciso exigir carta-compromisso de transparência e equidade da imprensa;

- é preciso exigir que o judiciário, em vez de fazer leis, as respeitem;

- é preciso garantir que o legislativo, em vez de ficar enrolando, ajude a governar;

- é preciso garantir que os executivos, ajam com transparência, honestidade e competência;

- também é preciso exigir que as Igrejas cuidem mais das "ovelhas do senhor", do que de dinheiro;

- e mais do que tudo, é preciso combater a violência. Seja ela de ladrões e assassinos ou de policiais.


Ou acontecem as mudanças acima, de livre e espontânea vontade, de forma coletiva e respeitosa, ou novas rupturas terão que acontecer, mesmo sacrificando vidas e instituições.

O povo deve estar em primeiro lugar.

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