terça-feira, 7 de maio de 2019

Família desempregada vende tudo

O desemprego é o pior mal

Conhecer alguém desempregado trás sempre uma dor em saber que esta pessoa e seus familiares estão sofrendo.

Conhecer alguém onde todos na família estão desempregados, trás uma sensação de TRAGÉDIA COLETIVA. Como pagar as contas? Como comer? Como pagar as escolas das crianças? Como conseguir novos empregos, se todas as empresas estão demitindo ou reduzindo custos?

A situação acima está aumentando aceleradamente. Todos os dias recebemos novos pedidos de ajuda para conseguir trabalho ou algum bico. Veja que as pessoas aceitam qualquer tipo de trabalho que possa diminuir o sofrimento da falta de dinheiro. Já não se prioriza o "emprego com carteira assinada". Todo este sofrimento é criado pelo governo Bolsonaro para impedir que o povo seja contra a reforma da previdência e o fim da aposentadoria. Pior do que o populismo, é o neoliberalismo.

É A PRECARIZAÇÃO DA VIDA!


Este sofrimento que já é comum para os mais pobres, agora está acontecendo com a classe média e em qualquer profissão e mesmo com os melhores funcionários.

Com o desemprego, vem também a falta de "convênio médico", justamente quando as pessoas tendem a ficar mais doente em função do sofrimento emocional e da falta de perspectiva.

E os políticos ainda querem acabar com as políticas públicas.


O Brasil vive uma situação de governo batendo cabeça, congresso nacional confuso e conservador, empresas fechando as portas, custo de vida crescendo assustadoramente.

Junto com a crise econômica, vem a violência armada!


Mortes de civis e militares.
O medo cresce e interfere na vida das pessoas, dos governos e das moradias...

Qual é a saída?


Vender tudo e ir morar em Portugal? Mesmo lá virando "zucas" de brazucas?
Vender tudo e ir morar com os pais?

Uma boa alternativa é juntar-se aos movimentos sociais e populares, organizar os desempregados e seus familiares e participar das manifestações convocadas pelas centrais sindicais.

Resistir, organizar, ler para entender o que está acontecendo e lutar para impedir a destruição de nossas famílias e do Brasil.

Podemos vender nossos bens materiais, mas não podemos vender nossa dignidade!

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