segunda-feira, 1 de abril de 2019

O Brasil neste primeiro de abril

O Brasil passou a ser um primeiro de abril?

Isto é, aquilo que prometia ser, ou quê tinha tudo para ser, mas não fez, não realizou-se...

O futebol definhou...

A economia está sendo transferida para outros países e as empresas brasileiras, públicas ou privadas, estão sendo vendidas à preços de bananas.

A Justiça substituiu os "capitães do mato", da era da República Velha.
E os juízes e procuradores acham que substituiram o papel do Estado, que eles são a nova ordem nacional e internacional...

A imprensa acha que, mentindo, pode definir o quê é verdade e o quê é mentira.
A imprensa quer ter o poder da Igreja Católica na Idade Média. Quando gerou o terror e o medo.

Precisou Lutero e Calvino inventarem a Reforma Protestante, criando uma nova ordem religiosa chamada de "Protestante".

Hoje o moderno é a informática e seus derivados. Informação mundial de livre acesso, em qualquer lugar e em qualquer hora. Basta saber inglês, como naquele tempo era o "latim".

Os empresários, por concordarem ou por omissão, estão aceitando ser apenas coadjuvantes, prepostos do empresários internacionais.

O Brasil voltou a "ficar deitado eternamente"?

Precisamos construir uma forma de o Congresso Nacional e seus novos ocupantes, conservadores, neoliberais e serviçais, serem contidos na atual saga de entreguismo e empobrecimento do povo brasileiro.

E pensar que, quando surgiu Komeine, no Irã, com sua Revolução Islâmica, com seus dogmas e bloqueios, eu pensei que os evangélicos, mesmo também sendo dogmáticos e seus bloqueios, não teriam coragem de transformar o Brasil num ridículo internacional.

Que as caminhadas se multipliquem por todo Brasil e pelo mundo. Que os governos voltem a ser para o povo, com o povo e do povo. Como ainda se chamam as democracia...

Que Deus proteja o Brasil e seu povo!
E que este 31 de março de 2019 passe para a história como o início de uma grande mudança. A mudança que evitou que o Brasil optasse pelo retrocesso e pela subserviência.

Que este 31 de março se unifique com o 25 de abril, data da revolução portuguesa, o primeiro de maio, dia internacional dos trabalhadores e trabalhadoras.

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