sexta-feira, 26 de abril de 2019

Brasil: a destruição dos direitos trabalhistas e sociais

Um governo à serviço dos patrões

A palavra de ordem dos patrões, desde a eleição de Collor, incluindo FHC, Temer e Bolsonaro, é a destruição da Era
Vargas. Isto é, a destruição das conquistas sociais a aprtir de 1930, ano da vitória do movimento tenentista contra as oligarquias agricolas nacionais e internacionais.

Construção de estradas por todo o Brail, crescimento da produção, da industrialização e das exportações, aumento da rede pública de educação , saúde, transporte coletivo, introdução da indústria automobilística no Brasil, produção naval, extração de minérios em grande quantidade gerando superavit comercial.

Enfim, o Brasil crescia sem parar e ocupava importante papel no mundo.


Mesmo com o golpe militar e civivl de 1964, os militares estimularam a reforma bancária, a criação do Banco Central, criação do BNDES, grandes investimentos como Itaipu e Cia. Vale do Rio Doce. Era o Brasil que dava certo. Era a economia desenvolvimentista. Era o caminho para a redemocratização e do combate à pobreza, principalmente no Nordeste e no Norte.

Com a democratização veio também a organização da Classe Trabalhadora.


Anistia, liberdade de organização de partidos políticos de esquerda, fundação de centrais sindicais e de movimentos populares no campo e nas cidades. Mesmo com a repressão formal e informal, os trabalhadores cresciam em organizações e representações nacionais e internacionais. O povo brasileiro estava presente em todas as instituições mundiais. Era a força da democracia participativa.

Um peão assustou a direita brasileira!
Surge o melhor presidente que o Brasil já teve.

De 1978 a 2010, o Brasil e o mundo viram Lula combater a forme e a pobreza.

A esperança estava vencendo o medo.


A reação conse1rvadora foi violenta, dando mais uma vez um golpe de Estado, alterando as regras institucionais restringindo a capacidade de luta das organizações popularese combatendo Lula ferrenhamente. Com o regime de terror, criou-se as condições para os fascistas ganharem as eleições.

A partir de 2018, a direita sentiu-se LEGITIMADA para acabar com o que restava de direito dos trabalhadores e de participação popular. Os neoliberais, aliados aos evangélicos, à imprensa entreguista e ao judiciário manipulador, partam para destruir o Estado do Bem Estar Social e construir um processo acelerado de concentração de renda.

Desemprego, arrocho salarial, destruição da rede pública de educação e saúde, liberação geral de preços, aumentando os custos da classe média e dos pobres, escondendo o crescimento da inflação, como aconteceu na Argentina. Lá a inflação já passa de 50% ao ano. Aqui o governo diz que a inflação é de 4% ao ano.

A destruição de tudo que é público está levando o Brasil a perder sua soberania.


A CUT, como central sindical comprometida com todos os segmentos e tipos de profissionais da classe trabalhadora, tem como obrigação:

1 - ajudar a organizar os servidores públicos - municipais, estaduais e federais – organizar os setores industriais que estão sendo atacados pelos entreguistas.

2 – Defender os pequenos e médios negócios, defender e ajudar na organização dos agricultores e trabalhadores rurais.

3 - Contribuir mais intensamente na organização dos trabalhadores dos setores de transporte interestaduais e também metropolitano.

4 – atuar intensamente na organização dos setores de serviços, gerando mais empregos qualificados e com acesso às políticas públicas e convênios de qualidade.

5 – valorizar os trabalhadores dos setores culturais e de informação.

6 – defender os interesses da classe trabalhadora, mesmo que, para isto, tenha que enfrentar pressões patronais, governamentais e até policiais.

O primeiro de maio está chegando e deve ser nossa grande manifestação unitária de protesto contra o governo neoliberal e entreguista.

A greve geral, organizada de todas as formas, também está na ordem do dia. É Preciso defender nossos direitos, defender o direito de todos se aposentarem com dignidade. É preciso lutar na defesa da soberania nacional.

O Brasil não está à venda! O Brasil merece respeito!

A participação nas atividades do primeiro de maio é fundamental.

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