sábado, 24 de novembro de 2018

“A direita como organização criminosa”

Apropiar-se do Estado para pregar ódio é crime

O Brasil vive um período muito peculiar: Há uma democracia aparente onde o judiciário passou a ser usado explicitamente como instrumento partidário e de uso e abuso da estratégia internacional contra a soberania nacional dos países. O judiciário substituiu os militares como golpistas e repressores, na tentativa de passar a imagem de que “ditadura de judiciário” é melhor do que “ditadura militar”.

Os pactos democráticos e participativos estão sendo substituídos

por pactos entre empresas, imprensa, judiciário e direita parlamentar.


A novidade nacional é o importante papel que passou a ter os pentecostais como “partido conservador, de MASSA e ORGÃNICO“ . Os fiéis e obedientes aos seus bispos e pastores, que representam por volta de 30% da população, desempenham importante peso nos resultados eleitorais e na inibição dos movimentos populares.

Ao mesmo tempo, o jornal Folha, que estimulou e participou de tudo que aconteceu recentemente, há dias publicou e estou com parte do caderno da Folha pregando a conciliação nacional para pacificar o Brasil.

Tenho pensado com calma como abordar este assunto de “conciliação e pacificação nacional.”

Primeiro porque também sou favorável a pacificação e a agir colocando o Brasil em primeiro lugar.

Segundo porque pacificar não pode ser confundido com o ESQUECER ou APAGAR OS FATOS E A HISTÓRIA. Como garantir que os golpistas não pratiquem novos golpes quando estiverem perdendo para o povo? Precisamos definir mecanismos que garantam o respeito às regras democráticas e plurais.

Terceiro, como falar em pacificação se, quando recebemos o jornal em casa e a principal manchete é uma grande provocação e ação criminosa gerada por uma grande organização chamada “direita neoliberal internacional”???

Vejam a manchete do jornal Estadão. Dá para levar a sério???

“Lula, Dilma, Mantega e Palocci viram réus por organização criminosa
Segundo a PGR, esquema de corrupção conhecido como ‘quadrilhão do PT’, em órgãos públicos e estatais, teria rendido R$ 1,48 bilhão em propinas
O Estado de S. Paulo - 24 Nov 2018 - Teo Cury Rafael Moraes Moura / BRASÍLIA”

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