quarta-feira, 10 de outubro de 2018

É preciso ter ouvido para ouvir e olhos para ver

O quê o Brasil e o mundo estão dizendo?

Ha um clamor internacional por mudanças.


Com a democratização dos países depois do fim da guerra fria, houve uma grande melhora na qualidade de vida na Terra. O maior exemplo positivo foi a China. Deixou de ser um país da fome, para ser o país que alimenta seu povo com dignidade e produz para abastecer o mundo. E estamos falando de 1,4 bilhão de pessoas! A China tem 8 mil anos de história.

A Índia, com seu ritmo próprio, também vem diminuindo a parcela de pobres e miseráveis... A Ásia como um todo vem mostrando ao mundo que é possível combater a pobreza e participar da economia mundial, mesmo com a remuneração bem menor do que ganha os trabalhadores da Europa e dos Estados Unidos.

As regiões que vêm melhorando porém muito lentamente é a África, Oriente Médio e América Latina.

Com o "livre comércio", em qualquer país que você for encontrará quase tudo com a etiqueta "Made in China", "Made in Vietnan" e tantos outros. O "made in Brazil" perdeu competitividade. Os produtos industrializados brasileiros ficaram caro, sendo substituídos por importados.

O Brasil, que prometia ser um grande competidor internacional, foi ficando restrito a alimentos, minérios, e alguns outros produtos. Voltou ao século 20. Tanto na economia, como na política e no social. Agora somos pobres com internet e celular que nos liga ao mundo...

Estamos passando pelo período eleitoral mais marcante dos últimos tempos. Os resultados do primeiro turno estão mostrando muitas coisas. Tanto regional como nacionalmente. Mas, nem a imprensa consegue revelar o que os votos estão dizendo,nem os políticos. Talvez, com o tempo, as coisas vão ficar mais explícitas.

Como entender as necessidades individuais e as necessidades coletivas? Como aprender com a História?

Como ajudar a combinar democracia com economia competitiva e que esteja à serviço de todos os brasileiros?

Imaginem uma pessoa querer curar-se com remédios, por estar vivendo demissões na família, desemprego de amigos e mau-humor nos locais de trabalho?

Imaginem como é possível reconhecer que uma coisa é demissão por rotatividade normal para um país com 4 ou 5 milhões de desempregados, enquanto que, outra coisa, é o país ter 14 ou 15 milhões de desempregados, decorrentes de uma política econômica planejada para ter desemprego e arrocho salarial como mecanismo de concentração de renda e aparente forma de gerar poupança e investimento?

Já que a moda é copiar os americanos, eles têm uma frase que eu adoro:

PEOPLE FIRST!


As pessoas em primeiro lugar!

O povo em primeiro lugar!

É preciso ter ouvido para ouvir e olhos para ver...
Caso contrário seremos consumidos pelos terremotos e tsunamis...

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