quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Adeus Cia das Letras... Agora ela é alemã.

Perdemos mais uma pérola da nossa riqueza nacional

Foi com muita tristeza que li nos jornais que, a partir desta semana a Companhia das Letras passou a ter a maior parte das ações como propriedade da empresa alemã, Random House, que já tinha comprado a inglesa Penguin.

E vamos vendendo tudo ao estrangeiro, e fechando nossas livrarias, bibliotecas e bancas de revistas. Perdendo nossa soberania e nossa identidade. Triste Brasil, oh quanta semelhança...

Penguin Random House assume controle da Companhia das Letras

PUBLISHNEWS, REDAÇÃO, 30/10/2018 E UOL

Com medida, família Schwarcz limita a 30% a sua participação e perde o controle acionário
O jornal Valor Econômico publicou matéria no início da tarde desta terça-feira em que revelou que a Penguin Random House aumentou a sua participação na Companhia das Letras de 45% para 70%, assumindo o controle acionário da empresa. Os Schwarcz, fundadores da editora, reduzem a sua participação de 36,5% para 30% e a família Moreira Salles, que antes tinha 18,5%, sai do negócio. “Vínhamos discutindo as condições e valores desde o começo deste ano. Não houve mudanças nos termos, mesmo com a crise das livrarias”, disse Luiz Schwarcz ao jornal.

Em comunicado enviado para a imprensa ainda na tarde da terça-feira, a Companhia das Letras confirmou as informações e salientou que os fundadores do Grupo, Luiz e Lilia Moritz Schwarcz, continuam como sócios minoritários. O comunicado informa ainda que a possibilidade de o maior grupo editorial do mundo assumir o controle da Companhia das Letras já estava no contrato de venda de 45% das ações da editora para a Penguin, em 2012.

Luiz Schwarcz reafirmou que nada mudará na vida da Companhia das Letras, assim como não mudou nos últimos seis anos e frisou que a decisão tem a ver com “visões de longo prazo em relação ao mercado livreiro”. “Ganharemos mais apoio para iniciativas importantes, como o acompanhamento em novas formas de distribuição do conteúdo literário, e para conhecermos mais os leitores, além da presença mais próxima do Markus Dohle, que conhece como ninguém o mercado internacional livreiro e tem uma visão positiva sobre o futuro do livro”, completou.
Markus Dohle, CEO da Penguin Random House, também se pronunciou dizendo acreditar que a situação macroeconômica brasileira vai melhorar e que continuará o processo de expansão da editora.

“É com grande admiração pela Companhia das Letras e pelo que Luiz e seu brilhante time construíram que a Penguin Random House anuncia a aquisição da participação majoritária dessa editora excepcional. Eu sou grato pela permanência do Luiz na liderança da Companhia, e estou confiante de que, em longo prazo, a situação macroeconômica brasileira vai melhorar. Agora, juntos, continuaremos a expandir ainda mais a Companhia, celebrando a força de nossos times locais e certificando a conciliação das dinâmicas do mercado local com o objetivo compartilhado de conectar nossos autores com a mais rica rede de leitores brasileiros e além”.

O comunicado finaliza dando um panorama da situação atual da editora: Outubro de 2018 marca o 32º aniversário da Companhia das Letras. O Grupo chega a esse momento com o maior share de mercado entre as editoras de livros trade no Brasil, e tem mais de 4500 títulos ativos em seu vasto catálogo. Entre os autores da Companhia, estão 34 vencedores do prêmio Nobel de Literatura e muitos dos principais escritores de literatura brasileira, tanto de ficção quanto de poesia.

A editora tem, atualmente, 16 selos, entre eles: Penguin-Companhia, que desde 2009, quando foi criado, é uma referência na publicação de clássicos no Brasil; Seguinte, o selo infantojuvenil; e Companhia das Letrinhas, o selo infantil que é reconhecido pela qualidade de seus livros. Em 2015, a Companhia das Letras adquiriu a Objetiva, uma das mais importantes editoras do Brasil.

Histórico

Desde 2014, já circulava a informação de que o interesse da Penguin Random House era adquirir o controle do Grupo Companhia das Letras. O PublishNews foi o primeiro a informar isto em uma nota no dia 02/04/2014. Dois dias depois, a Companhia das Letras negou enfaticamente a informação publicada e afirmou ser, naquele momento, "infundada e falsa a nota veiculada no PublishNews”.

Quatro anos mais tarde, a operação se concretizou.

terça-feira, 30 de outubro de 2018

20 anos do Brasil de Walter Salles

Central do Brasil 20 depois...

O Estadão publicou hoje no Caderno2, duas páginas sobre os 20 anos do filme "Central do Brasil".

Walter Salles, como sempre, brilhante.

A parte sobre Fernanda Montenegro ainda não li, mas vejam a delicadeza da abordagem e a profundidade do assunto:

"Mesmo nos piores anos de Collor, sabíamos que iríamos sair daquela barafunda.

Hoje, o pesadelo é maior.


Quem ascendeu ao poder já deu provas de que desacredita no equilibrio entre poderes, nos mecanisos de inclusão social, nos efeitos do aquecimento global, na divergência de ideias.

Pensando positivamente, é preciso lembrar que mais de 45 milhões de eleitores não subscreveram essa visão de mundo. Isso sem faltar no número significativo de abstenções e votos nulos.

Prefiro acreditar, neste momento, que as instituições brasileiras serão suficientemente sólidas para resistir."


Mesmo sem ler a íntegra da matéria escrita pelo crítico de Cinema, Luiz Carlos Merten, a introdução já é chocante:

"É MUITO DOLOROSO VIVER NO BRASIL DE HOJE"



"Vinícius de Oliveira, o menino do filme, é maravilhoso..
." diz o critico de cinema.

Responde a grande Fernanda Montenegro:


"Walter havia escolhido um garoto que não deu certo. E aí foi um desses milagres.
Ele encontrou no aeroporto o Vinicius, que ENGRAXAVA SAPATOS.
e O VINICIUS PEDIU DINHEIRO PARA COMER.

Se Walter não quisesse engraxar naquela hora, ele ficaria devendo.
Walter teve a intuição. Havia um espanto no olho do garoto.
Foi ele que tornou o filme possivel, não fui eu, não foi a Marilia (Pera).

Vinicius é a prova de como esse País pode dar certo.
Só é preciso agregar, educar, garantir a alimentação e a saúde.

EXCLUIR NÃO É A SOLUÇÃO." Palavras de FERNANDA MONTENEGRO,


a mãe de Fernanda Torres e a maior autoridade na televisão brasileira. Nosso símbolo de artista, de mulher e de cidadã brasileira.

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

A beleza de um sorriso. Mesmo quando se perde.

O sorriso de cada um diz muita coisa...

Não ganhamos, mas fizemos muito bonito.

As grandes caminhadas,
Os grandes comícios,
As mesinhas com bolos e esclarecimentos,
Os sorrisos e os abraços.

O sorriso das militantes e dos artistas,
O pito de Caetano Veloso,
A declaração de Fernanda Torres,
O olhar afetivo de Chico Buarque.

O Brasil quer mudança.

Mudança que fortaleça a Democracia,
A Liberdade, a Solidariedade,
Mudança para que o Brasil seja feliz.

Na dúvida, o Brasil avalizou o medo,
Como já avalizou o Collor, o FHC e o Lula.

O Brasil acredita que, se não der certo,
muda de novo.
Só não sabe como será a mudança.

O Brasil precisa voltar a ser...
De todos, com todos e para todos.

voltar a investir em teatro, cinema,
educação, saúde para todos e alegria...

O Brasil quer mudança para..

Que a gente entenda melhor esta gente,
que a gente possa fazer política sem medo,
que a gente continue gostando das flores
que a gente continue escolhendo nossas crenças,
nossos gostos, nossas companhias, nossos sonhos.

Não é a primeira vez que me sinto incompreendido.
Para quem começou a trabalhar aos nove anos
e ainda continua trabalhando,
uma derrota a mais dói mas não destrói.

Eu também preciso continuar mudando
para conseguir entender melhor o povo.

Mas não consigo deixar de amar as plantas,
amar a Natureza e amar a família e as pessoas.

Creio que tenhamos milhões de brasileiros
pensando como eu...

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Datafolha confirma o VIRA VIRA!

Datafolha confirma: Haddad cresceu em todas as regiões

Bolsonaro perdeu apoio em todas as regiões do Brasil

Diferença diminui e podemos ganhar no domingo.

Vejam os números do Datafolha de hoje – 25out18:

48% com Bolsonaro 6% de indecisos
38% de Haddad 8% de Brancos e Nulos
Diferença de 10% 14% soma de Ind.BN

A diferença entre os dois candidatos está em 10%
e a soma dos Indecisos, Brancos e Nulos é de 14%.

Podemos passar o adversário e eleger Haddad presidente.

Vamos pedir votos para pacificar o Brasil com Haddad

e todos os brasileiros que defendem a democracia, a liberdade
e o crescimento econômico, empregos, aposentadoria e soberania nacional.

O Brasil merece respeito. Os brasileiros precisam de Paz e Progresso.

Em votos totais,

Bolsonaro tem 48%, ante 38% de Haddad e 6% de indecisos.

Há 8% de eleitores que declaram que irão votar branco ou nulo.
Desses, 22% afirmam que podem mudar de ideia até o dia da eleição.

O deputado perdeu apoio em todas as regiões do país,
embora mantenha sua liderança uniforme, exceto no Nordeste,
onde Haddad tem 56% dos votos totais e Bolsonaro, 30%.

A maior subida de Haddad ocorreu na região Norte,
onde ganhou sete pontos, seguido da Sul, onde ganhou quatro.
Já Bolsonaro mantém uma sólida vantagem na área mais populosa
do país, o Sudeste: 53% a 31%. O Centro-Oeste e o Sul seguem
como sua maior fortaleza eleitoral, com quase 60% dos votos totais nas regiões.

Eleições e violência: "Ninguém pode dizer que não sabe"

Precisamos de uma nova campanha tipo Diretas Já!

A grande maioria dos brasileiros exige que as instituições funcionem com transparência, honestidade e que priorizem o povo brasileiro.

Os governos têm a obrigação de administrar voltados para as políticas públicas, sejam elas executadas por empresas públicas ou privadas.

Em nome da eficácia econômica, os governos têm promovido desemprego, arrocho salarial, reformas trabalhistas e tentativa de acabar com a previdência pública, como também querem acabar com as escolas públicas, os hospitais públicos e o transporte de massa eficiente.

O Brasil precisa de PAZ, entendimento, solidariedade, produtividade, competitividade e proteção de suas riquezas e de seu povo.

É o seu, o meu e o nosso futuro que está em jogo.
Vamos votar pensando também em nossas famílias e em nosso futuro.

Para àqueles que têm responsabilidade com o Brasil, estamos conclamando a votarem defendendo a democracia e a liberdade.
Haddar concordou em fazer um governo que unifique o Brasil e proteja seu povo.
Haddad merece este voto de confiança.

A Folha de hoje, publica um qualificado artigo da experiente jornalista - Eleonora de Lucena - sobre as eleições deste domingo. Ninguém pode ficar indiferente. Ninguém deve deixar de votar. Vejam a íntegra do artigo:


Ninguém poderá dizer que não sabia.


É ditadura, é tortura, é eliminação física de qualquer oposição, é entrega do país, é domínio estrangeiro, é reino do grande capital, é esmagamento do povo. É censura, é fim de direitos, é licença para sair matando.

As palavras são ditas de forma crua, sem tergiversação -- com brutalidade, com boçalidade, com uma agressividade do tempo das cavernas.

Não há um mísero traço de civilidade. É tacape, é esgoto, é fuzil.

Para o candidato-nojo, é preciso extinguir qualquer legado do iluminismo, da Revolução Francesa, da abolição da escravatura, da Constituição de 1988.

Envolta em ódios e mentiras, a eleição encontra o país à beira do abismo.

Estratégico para o poder dos Estados Unidos, o Brasil está sendo golpeado. As primeiras evidências apareceram com a descoberta do pré-sal e a espionagem escancarada dos EUA. Veio a Quarta Frota, 2013.

O impeachment, o processo contra Lula e sua prisão são fases do mesmo processo demolidor das instituições nacionais.

Agora que removeram das urnas a maior liderança popular da história do país, emporcalham o processo democrático com ameaças, violências, assassinatos, lixo internético.

Estratégias já usadas à larga em outros países.

O objetivo é fraturar a sociedade, criar fantasmas, espalhar medo, criar caos, abrir espaço para uma ditadura subserviente aos mercados pirados, às forças anti-povo, anti-nação, anti-civilização.

O momento dramático não permite omissão, neutralidade.
O muro é do candidato da ditadura, da opressão, da violência, da destruição, do nojo.

É urgente que todos os democratas estejam na trincheira contra Jair Bolsonaro. Todos.

No passado, o país conseguiu fazer o comício das Diretas.
Precisamos de um novo comício das Diretas.

O anti-petismo não pode servir de biombo para mergulhar o país nas trevas.

Por isso, vejo com assombro, intelectuais e empresários, se aliarem à extrema direita, ao que há de mais abjeto. Perderam a razão? Pensam que a vida seguirá da mesma forma no dia 29 de outubro caso o pior aconteça? Esperam estar livres da onda destrutiva que tomará conta do país? Imaginam que essa vaga será contida pelas ditas instituições --que estão esfarrapadas?

Os arrivistas do mercado financeiro festejam uma futura orgia com os fundos públicos. Para eles, pouco importam o país e seu povo. Têm a ilusão de que seus lucros estarão assegurados com Bolsonaro. Eles e ele são a verdadeira escória de nossos dias.

A eles se submete a mídia brasileira, infelizmente.

Aturdida pelo terremoto que os grandes cartéis norte-americanos promovem no seu mercado, embarcou numa cruzada antibrasileira e antipopular. Perdeu mercado, credibilidade, relevância. Neste momento, acovardada, alega isenção para esconder seu apoio envergonhado ao terror que se avizinha.

Este jornal (a Folha) escreveu história na campanha das Diretas. Depois, colocou-se claramente contra os descalabros de Collor. Agora, titubeia -- para dizer o mínimo.

A defesa da democracia, dos direitos humanos, da liberdade está no cerne do jornalismo.

Não adianta pedir desculpas 50 anos depois.

Eleonora de Lucena
Jornalista, ex-editora-executiva da Folha (2000-2010) e copresidente do serviço jornalístico TUTAMÉIA (tutameia.jor.br)



quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Na capital de São Paulo, HADDAD JÁ ESTÁ EM PRIMEIRO LUGAR

Ibope: Na cidade de SP,

Haddad aparece com 51% dos votos,

e Bolsonaro, 49%96


Luiz Alberto Gomes Do UOL, em São Paulo 24/10/201818h22 > Atualizada 24/10/201819h08...

A pesquisa Ibope divulgada na última terça-feira (23) mostrou que,

na capital de São Paulo, Fernando Haddad (PT) aparece com 51% dos votos válidos

na disputa à Presidência. Jair Bolsonaro (PSL), por sua vez, registra 49% dos votos...

- Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/
eleicoes/2018/noticias/2018/10/24/ibope-capital-sao-paulo-haddad-bolsonaro.htm?cmpid=copiaecola

Se Haddad já está em primeiro lugar em São Paulo,

em poucos dias estará em primeiro lugar no Brasil.

Agora entendi porque o povo está pedindo tanta informação sobre Haddad.

O POVO QUER: PAZ, TRABALHO, SAÚDE, EDUCAÇÃO E SEGURANÇA

O povo está percebendo que Haddad é mais qualificado para governar
para o povo, com o povo e pelo povo.

Haddad é democracia, liberdade e respeito às leis.

Dois terços dos brasileiros querem a PAZ

Somente um terço quer a guerra

No primeiro turno, do total de 147 milhões de eleitores,


somente um terço votou no candidato da violência (Bolsonaro).


Dois terços NÃO votaram "nele"
, porque preferem A PAZ,
preferem o BRASIL PARA TODOS, com todos e de todos.

No segundo turno,quem tem compromisso com este Brasil democrático e livre é HADDAD.


A pregação da violência, da agressividade, da intimidação NÃO COMBINA com a Democracia, o respeito às instituições, a liberdade e a diversidade.

A tendência das novas pesquisas é mostrar HADDAD SUBINDO e Bolsonaro caindo.


A eminência da derrota de Bolsonaro e seus seguidores mais raivosos, pode estimular a mais violência.

A resposta do pessoal que quer a PAZ, deve ser, com muito respeito, mostrar que a maioria dos brasileiros quer a PAZ, e não a guerra, o medo, e a violência.

A virada já está acontecendo...


Vejam a pesquisa Ibope...

QUEM DEFINE O RESULTADO SÃO OS ELEITORES. É O POVO.


O povo está preferindo Haddad.

As pesquisas variam dependendo de quem é o patrocinador, quem paga.
O importante é o povo ir votar. Dois terços dos brasileiros querem a PAZ
e o PROGRESSO, com Democracia e Liberdade.

O povo quer trabalhar em PAZ.
O povo quer seus filhos nas escolas, sejam elas públicas ou privadas. O povo quer direito à aposentadoria digna. O povo quer liberdade religiosa, quer liberdade cultural e de valores pessoais e coletivos.

O governo não pode ser somente das empresas. O governo tem que ser transparente e econômico. O governo tem que ser de todos os brasileiros.

Juntos, vamos construir um Brasil pacífico, respeitoso, pluralista.
Juntos vamos construir uma grande Nação,

vamos fazer deste "país grande", num GRANDE PAÍS.


UMA GRANDE NAÇÃO.

Vamos conversar com os vizinhos e colegas, vamos mostrar que a PAZ é melhor que a guerra.

Vamos votar pela PAZ, vamos votar em HADDAD.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Em defesa da PAZ, da DEMOCRACIA e da LIBERDADE, todos com HADDAD

Hostilidade e Violência de Bolsonaro assustam a população

A imprensa internacional está assustada com a possibilidade de o Brasil ser governado por um louco agressivo.

A imprensa nacional, assustada e com medo, não dá a devida importância que o assunto merece.

O povo brasileiro, cansado da inoperância dos políticos e das instituições, está flertando com o novo “cacareco”, o candidato de protesto contra o “sistema de governo” no Brasil.

Esta aparente “brincadeira”, pode levar o país a generalização da violência. A Venezuela será fichinha perto do que pode acontecer com o Brasil...

Crianças estão sendo agredidas nas escolas, trabalhadores estão sendo coagidos a votar em Bolsonaro, mulheres estão sendo agredidas, violentadas e assassinadas em nome de Bolsonaro. As instituições que deveriam inibir a violência, está fazendo brincadeiras, em vez de apurar os fatos com objetividade, entre tantos outros casos.

As mensagens mentirosas no WhatsApp e as entrevistas ameaçadoras , além de intimidar o povo brasileiro, querem fazer o eleitor acreditar que o resultado já está definido.

DOMINGO, O SEU FUTURO E O DO BRASIL ESTÃO NAS SUAS MÃOS

No próximo domingo, dia 28, mais uma vez 147 milhões de eleitores estarão votando o futuro do Brasil, estarão definindo se querem a PAZ e a unidade nacional, votando em Haddad; ou se querem a VIOLÊNCIA e a implosão do Brasil.

No primeiro turno, por ter mais de dez partidos políticos disputando, mais de 40 milhões NÃO votaram em Bolsonaro, votaram em branco, anularam ou não compareceram para votar.

Em nome da PAZ, da DEMOCRACIA e da LIBERDADE,

Vamos votar em HADDAD.

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Democracia ou violência? Uma opinião exemplar!

A escolha (eleitoral?)

Não é esquerda ou direita;
é civilização ou barbárie

Rogério Cezar de Cerqueira Leite
Físico, professor emérito da Unicamp, comendador da Ordem Nacional do Mérito da França e membro do Conselho Editorial da Folha
Folha, 22 de outubro de 2018

- A escolha não é entre a esquerda e a direita, nem é entre o "povão" e a elite, como insinuam os bons cidadãos.
- Também não é simplesmente entre democracia e ditadura, assim como também não é apenas entre paisano e militar, ou entre progresso e retrocesso.

A escolha é entre civilização e barbárie.


A barbárie na Alemanha derrotou a civilização e levou ao Holocausto
e à mais sangrenta guerra da história da humanidade.

E como foi que isso pôde acontecer na altamente desenvolvida e civilizada Alemanha?

Um povo decepcionado com a ineficiência da República de Weimar, criada à sombra da humilhação do tratado de Versailles. Ou seja, um campo fértil para escolhas exorbitantes, funestas, e propício para desvairados oportunistas.
Foi assim que ascendeu ao poder o maior criminoso do século 20.

- O nosso candidato à Presidência da República promete exterminar o comunismo, o da Alemanha também o fez.
- O nosso promete militarizar as escolas e disciplinar as crianças. O da Alemanha botou farda e deu ordem unida para as crianças, para depois mandá-las para as trincheiras.
- O nosso promete colocar generais em todos os ministérios, o da Alemanha fez exatamente isso.
- O nosso promete acabar com os políticos e com a corrupção, o da Alemanha prometeu o mesmo e deu no que deu.

Não há predicado que um tenha e o outro não.

Um é o reflexo especular do outro.

- Haverá alguma característica do alemão que o nosso candidato não apresente?
A não ser o fato de que o de lá foi à guerra, enquanto o de cá nunca deu um tiro, a não ser em alvo de papelão.

- O que podemos esperar de alguém que ensina os filhos, quando atingem cinco anos, a atirar? Será que é para se defenderem? De quem? Da professorinha? Dos coleguinhas do jardim de infância?

- O que se pode esperar de um presidente que é favorável à tortura? Você, burguês bem-sucedido, pode bem vir a ter um desses gloriosos indignados filhos que, por ter opinião e defender o direito de expressá-la, vai acabar no pau de arara.

O âmago, a essência da civilização é o respeito à dignidade humana.
Não há maior agressão à dignidade do homem do que a tortura, sob qualquer forma que assuma.

A medida da civilização está no respeito à condição humana.
A escolha está, portanto, entre civilização e barbárie. Não é, pois, uma escolha política, e a responsabilidade do eleitor é, portanto, imensa.

Um outro Messias, à caça de marajás, já empolgou o brasileiro. Será que não aprendemos?

Aquele roubou-nos apenas a poupança.

Este promete subtrair-nos a cidadania e a dignidade.

domingo, 21 de outubro de 2018

Negros e mulheres são MAIORIA. E daí???

Dilema da Democracia: Maioria vota na minoria?

Os ricos sempre combateram a democracia por acharem que, como os pobres são a maioria dos eleitores, logo, os ricos não elegeriam a maioria dos parlamentares nem de governantes.

Acontece que tem gente que prefere servir aos ricos do que se auto-organizar para exercer seus direitos individuais e coletivos.

Na História Antiga, temos dois filmes que demonstram bem esta contradição:


1 - No filme MOISÉS, o gestor do imperador egípcio que cuida dos hebreus, é um...HEBREU. Este hebreu aliado do imperador egípcio e que vendia homens e mulheres ao imperador, inclusive para uso sexual, acaba morrendo quando Moisés lidera seu povo para a "Terra de Pão e Mel"... Mesmo com este traidor vaidoso, os hebreus venceram.

2 - No filme os 300 ESPARTANOS, ou somente os 300, que mostra a capacidade de resistência dos gregos contra o maior exército da época, aparece a traição de alguém, mais uma vez por dinheiro fácil, mostra aos invasores o caminho que dava acesso aos estrangeiros e facilitava a derrota dos gregos. Mais uma vez os gregos venceram, apesar da morte dos 300 espartanos.

Vivemos uma época em que está mais fácil
se vender aos estrangeiros do que construir uma grande nação, soberana, independente e que acolha todos seus filhos, sejam eles de que cor, idade, etnia, religião ou partido político for.

No entanto, da grandeza deste país estão surgindo novos filhos para defender nossa Pátria, incluindo todos os brasileiros e brasileiras que vivam aqui, independente de terem nascidos ou não em nossas terras.

A maior liderança que o Brasil já teve está sendo severamente perseguida, mas não esmorece e orienta seus seguidores a continuar lutando em defesa do povo brasileiro, principalmente os mais pobres. Vencer é uma questão de tempo. Ganhar uma eleição tem muito a ver com a conjuntura do momento.

Ainda podemos ter novidades e conseguir mais uma surpreendente vitória.
Quem sabe os negros e as mulheres, usem seu poder de maioria e decidam votar a favor de todos e todas as brasileiros e brasileiros, em vez de votar nos que defendem os ricos. Os ricos já têm quem lhes defendam, para isto têm o dinheiro farto.

Já o povo, o povo precisa de saúde, educação, transporte públicos e acessíveis.

Juntos, somo muitos. Juntos, somos fortes e podemos decidir quem vai governar priorizando as necessidades dos mais fracos e dos mais pobres.

Juntos, podemos fazer deste Brasil uma grande NAÇÃO!

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Vox foi a que mais acertou no primeiro

PESQUISA VOX/247

FOI A QUE MAIS ACERTOU NO 1º TURNO


A pesquisa Vox/247 da véspera da eleição (6), financiada pelos eleitores, foi a que mais se aproximou do resultado das urnas em comparação às dos outros dois institutos de pesquisa mais tradicionais do país, o Ibope e o Datafolha;

O destaque deu-se em relação à votação de Haddad,

que apareceu subestimado nas pesquisas Ibope e Datafolha;
ele teve 29,28% dos votos; na pesquisa Vox,
aparecia com 30%; nas pesquisas do Ibope e Datafolha, 25%

Nenhum dos institutos captou a arrancada final de Bolsonaro,

que terminou com 46,03% dos votos. Na pesquisa Vox/247, tinha 40%, assim como na Datafolha. Na Ibope, 41%.
Ciro teve 12,47% dos votos. Nas pesquisas Vox e Ibope, apareceu com 13%; na do Datafolha, 15%.
Alckmin teve 4,76% dos votos. A pesquisa Vox/247 indicou-o com 6%, Ibope e Datafolha apontaram 8%.
Amôedo teve 2,50 dos votos. Na pesquisa Vox, 2%; no Ibope e Datafolha, 3%.
Daciolo teve 1,26% dos votos. Na Vox/247, 1%, assim como no Datafolha. No Ibope, 2%
Meirelles ficou com 1,20% dos votos. Tinha 2% na Vox, Ibope e Datafolha.
Marina terminou com 1% dos votos. Na pesquisa Vox/247 tinha 2%. No Ibope e Datafolha, 3%.
Álvaro Dias teve 0,80% dos votos. A pesquisa Vox indicou 1%. Ibope e Datafolha apontaram 2%.
Boulos ficou com 0,58% dos votos. Tinha 1% na Vox/247, Ibope e Datafolha.

O resultado da pesquisa foi excepcional

e representa uma grande vitória dos eleitores e de um novo jeito de fazer comunicação, com base em diálogo e participação e não em emissões e transmissões unidirecionais, como as mídias tradicionais. Em menos de três dias, a comunidade 247, constituída por assinantes, membros, apoiadores, simpatizantes, amigos e amigas arrecadou mais de R$ 100 mil, para que a pesquisa fosse contratada junto ao Vox Populi que fez o trabalho a preço de custo.

Foram inseridas duas questões sugeridas pela comunidade, relativas à reforma trabalhista e ao pré-sal, em outra iniciativa inédita. Segundo Marcos Coimbra, diretor e fundador do Vox Populi, o formato da pesquisa tornou-a um "evento histórico" no setor.


(Fonte: Brasil 247)

Vox Populi foi a que mais acertou no primeiro

PESQUISA VOX/247

FOI A QUE MAIS ACERTOU NO 1º TURNO


A pesquisa Vox/247 da véspera da eleição (6), financiada pelos eleitores, foi a que mais se aproximou do resultado das urnas em comparação às dos outros dois institutos de pesquisa mais tradicionais do país, o Ibope e o Datafolha;

O destaque deu-se em relação à votação de Haddad, que apareceu subestimado nas pesquisas Ibope e Datafolha; ele teve 29,28% dos votos; na pesquisa Vox, aparecia com 30%; nas pesquisas do Ibope e Datafolha, 25%

Nenhum dos institutos captou a arrancada final de Bolsonaro, que terminou com 46,03% dos votos. Na pesquisa Vox/247, tinha 40%, assim como na Datafolha. Na Ibope, 41%.

Ciro teve 12,47% dos votos. Nas pesquisas Vox e Ibope, apareceu com 13%; na do Datafolha, 15%.
Alckmin teve 4,76% dos votos. A pesquisa Vox/247 indicou-o com 6%, Ibope e Datafolha apontaram 8%.
Amôedo teve 2,50 dos votos. Na pesquisa Vox, 2%; no Ibope e Datafolha, 3%.
Daciolo teve 1,26% dos votos. Na Vox/247, 1%, assim como no Datafolha. No Ibope, 2%
Meirelles ficou com 1,20% dos votos. Tinha 2% na Vox, Ibope e Datafolha.
Marina terminou com 1% dos votos. Na pesquisa Vox/247 tinha 2%. No Ibope e Datafolha, 3%.
Álvaro Dias teve 0,80% dos votos. A pesquisa Vox indicou 1%. Ibope e Datafolha apontaram 2%.
Boulos ficou com 0,58% dos votos. Tinha 1% na Vox/247, Ibope e Datafolha.

O resultado da pesquisa foi excepcional e representa uma grande vitória dos eleitores e de um novo jeito de fazer comunicação, com base em diálogo e participação e não em emissões e transmissões unidirecionais, como as mídias tradicionais. Em menos de três dias, a comunidade 247, constituída por assinantes, membros, apoiadores, simpatizantes, amigos e amigas arrecadou mais de R$ 100 mil, para que a pesquisa fosse contratada junto ao Vox Populi que fez o trabalho a preço de custo. Foram inseridas duas questões sugeridas pela comunidade, relativas à reforma trabalhista e ao pré-sal, em outra iniciativa inédita.

Segundo Marcos Coimbra, diretor e fundador do Vox Populi,

o formato da pesquisa tornou-a um "evento histórico" no setor.


Haddad é candidato de chegada. Veja pesquisa...

Na reta final da eleição,

Haddad encosta em Bolsonaro,

Considerada a margem de erro da pesquisa (2,2%)

A diferença pode estar em menos de 2%

Aponta pesquisa CUT/Vox.

Publicado: 19 Out. 2018 - 11h26 Escrito por: Redação CUT


Na reta final do segundo turno das eleições, cai a diferença entre as intenções de votos nos candidatos a presidente da República Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL).

É o que revela pesquisa CUT-Vox Populi realizada nos dias 16 e 17, antes das denúncias de caixa 2 na campanha de Bolsonaro, divulgada nesta sexta-feira (19)

No cenário estimulado da pesquisa, Bolsonaro aparece com 44% das intenções de votos - 53% dos votos válidos, que exclui brancos/nulos e indecisos -; Haddad tem 39% - 47% dos válidos.

Considerada a margem de erro da pesquisa (2,2%) a diferença entre os dois candidatos pode checar a menos de 2%.

Neste cenário, o percentual dos que declararam que não vão votar em ninguém, vão votar em branco ou anular é de 12%. Outros 5% não sabem ou não responderam.

Haddad mantém a liderança na Região Nordeste, onde tem 57% das intenções de votos; entre as mulheres (42%), entre os eleitores com ensino fundamental (44%), e os quem ganham até 2 salários mínimos (45%)

Cenário espontâneo

Na simulação espontânea, Bolsonaro tem 43% das intenções de votos, 54% dos votos válidos, que exclui os brancos e nulos, contra 37% de Haddad, que alcança 46% dos votos válidos.

Neste cenário, 12% dos entrevistados declararam que não vão votar em ninguém, vão votar em branco ou anular. Outros 8% não souberam ou não quiseram responder.

O Nordeste é a Região onde Haddad tem mais intenção de votos do que seu adversário - 55% a 27%. O candidato do PT também é o mais votado entre as mulheres (39%), eleitores com até o ensino fundamental (42%) e entre os que ganham até 2 salários mínimos (43%).

Segundo a pesquisa CUT-Vox, 89% dos entrevistados estão decididos a votar e não pretendem mudar de ideia até o dia 28 de outubro.

Outros, 8% dizem que podem mudar a intenção de voto e 3% não têm nada decidido ainda e pode mudar de ideia até amanhã.

Entre os que declararam voto em Haddad, 90% estão decididos e não pretendem mudar, 9% podem mudar e 2% não têm nada decidido ainda e podem mudar até amanhã. A região onde está mais consolidado o voto em Haddad é a Nordeste, onde 89% declararam que não vão mudar a intenção de votar no petista.

Entre os eleitores de Bolsonaro, 93% estão decididos e não vão mudar a intenção de votar no candidato de extrema direita. Outros 6% dizem que é uma possibilidade, mas ainda podem mudar e 1% não tem nada decidido. A região Sudeste é onde o voto em Bolsonaro está mais com solidado: 91% dos eleitores afirmaram que estão decididos a votar no candidato do PSL e que não vão mudar a intenção até o dia da eleição.

Metodologia

A pesquisa CUT-Vox Populi foi realizada nos dias 16 e 17 de outubro.

Foram feitas 2.000 entrevistas, em 120 municípios, com pessoas com 16 anos ou mais, residente em áreas urbanas e rurais, de todos os estados e do Distrito Federal, em capitais, regiões metropolitanas e no interior, de todos os estratos socioeconômico.

A margem de erro é de 2,2%, estimada em um intervalo de confiança de 95%


segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Empresas ganham com as eleições...

Vejam esta boa matéria do jornal Valor

Ambev, Itaú e Itaúsa têm maior retorno em anos eleitorais desde 1998

Por Juliana Machado – VALOR – 15/10/2018

Ambev, Itaú Unibanco e Itaúsa. As empresas que estão entre as de maior giro financeiro da bolsa, participação no Ibovespa e valor de mercado são também as que mais garantiram retorno aos investidores em todos os anos de eleição presidencial desde 1998. A instabilidade com a corrida eleitoral ainda deve atingir sobretudo papéis de maior liquidez, mas as operações consolidadas dessas empresas e a perspectiva de rentabilidade sustentam as apostas nos ativos.

Levantamento produzido pela Genial Investimentos constata que as ações dessas três companhias sempre se valorizaram no período mais crítico da eleição - o último trimestre - desde 1998. No caso da Ambev, o retorno médio em últimos trimestres de lá para cá é de 16,35%, enquanto Itaúsa teve ganho médio de 15,09% no mesmo período. No caso do Itaú Unibanco, a valorização média foi de 14,39%.

Neste ano, os três ativos têm comportamentos díspares. Ambev ON ainda acumula queda de 18,98% no ano, em linha com a caminhada lenta da economia brasileira, além de ter perdido o posto de empresa mais valiosa da bolsa para Petrobras e Vale. Mesmo assim, desde a criação do Plano Real, em 1994, o papel da fabricante de bebidas só teve desempenho negativo anual em 2008, 2014 e 2016 - anos marcados, respectivamente, pela crise financeira mundial, pela reeleição de Dilma Rousseff (PT) à Presidência e pelo processo de impeachment.

No caso de Itaú Unibanco PN, a ação sobe 18,86% em 2018, enquanto a holding Itaúsa PN, controladora do banco e das empresas Alpargatas e Duratex, tem valorização de 19% no ano. A Ambev tem atualmente peso de 5,378% no Ibovespa, enquanto Itaú Unibanco PN tem fatia de 10,904%; Itaúsa PN tem participação de 3,465%.

Além das instituições financeiras e da fabricante de bebidas, outras empresas apresentaram uma rentabilidade média alta no estudo da Genial, caso de Coelce (27,41%), Copel (15,49%) e Klabin (19,79%). Em casos como Coelce e Copel, porém, a reduzida liquidez dos ativos coloca a turbulência dos negócios em evidência muito maior.

"Existe uma chance de retomada muito mais favorável hoje para as ações do que há quatro anos, quando o ambiente foi muito mais caracterizado pela pressão sobre os ativos com reeleição de Dilma Rousseff", afirma Filipe Villegas, analista da Genial Investimentos e autor do estudo. "O mercado continua antecipando e confiando que o viés pró-reformas do próximo governo vai continuar."

Os papéis com melhor retorno ao acionista em bolsa computados pela Genial têm diferentes desempenhos no acumulado do ano, mas a maioria deles guarda entre si uma semelhança: a qualidade das operações. No caso da Ambev, relatório recente do UBS destaca que o papel já ficou com um preço esticado, mais caro até mesmo do que a controladora, a AB InBev. "Às vezes, ações de companhias muito boas têm performance abaixo do mercado, ainda que diversos indicadores estejam com boa performance", ponderou o banco, em relatório.

Segundo Villegas, no caso dos bancos, são ativos que sempre ficarão na linha de frente da reação às movimentações do mercado, o que coloca sobre eles um nível de volatilidade maior. No entanto, boa parte desse grupo acabou passando a operar com um maior nível de desconto, descolado dos fundamentos positivos que justificam manter tais ações em carteira.

"Diante de um momento de imprevisibilidade e instabilidade, o mercado ajusta apostas e busca empresas mais conservadoras, como papel e celulose, bancos, elétricas. Isso não mudou", explica. "São empresas que integram portfólios marcados por boa gestão, com potencial de alta e manutenção de indicadores operacionais positivos", afirma o analista.

Na Guide Investimentos, a projeção para o Ibovespa no ano é de uma alta adicional de 15,8% em relação aos níveis atuais, até a máxima em 96 mil pontos. E, para isso acontecer, será fundamental que papéis de empresas grandes, como a Ambev e os bancos, tenham alguma valorização até o fim do ano.

"Para o índice avançar, esses papéis precisam avançar, mas alguns solavancos são esperados. No caso de companhias muito conectadas ao dólar, a vitória de um candidato reformista joga nova pressão sobre esses papéis, já que a moeda americana ainda pode recuar mais", afirma Luis Gustavo Pereira, estrategista da Guide. "Itaú e Itaúsa, além de outros bancos, são alternativas mais seguras. Sobre Ambev e Klabin vejo como papéis mais defensivos, e não é exatamente hora de ser defensivo."

Para Fernando Barroso, diretor da CM Capital Markets, a estratégia deve ser um pouco diferente. O interlocutor vê nos ativos que já colheram forte alta recente menos oportunidade de ganho do que em papéis ligados ao cenário doméstico, que devem ser os próximos a obter importante valorização. Tudo vai depender de como caminhar a eleição - ou seja, o quanto os ajustes fiscais ficarão vivos no próximo governo.

"Mas qualquer reação agora será relevante, então acredito que seja o momento de elevar exposição em ativos mais específicos, com bons fundamentos, mas que ficaram mais para trás. É o caso de varejistas, e menos de bancos", afirma

domingo, 14 de outubro de 2018

Felipão, das cinzas a herói do Palmeiras

Pouca gente fala, mas Felipão deu vida ao Palmeiras

Toda vez que o Palmeiras ganha um jogo eu presto atenção no que os analistas vão falar. E só ouço histórias de que este ou aquele jogador foi fundamental no jogo, etc e tal. Pouco ouço falar dos méritos do Felipão.

Acho muito bonito ver Felipão ter ido aos fundos do inferno depois do 7 a 1 que tomamos da Alemanha. Ninguém explica direito o que aconteceu naquele dia. Quem amarelou: foi Felipão ou foi a meninada? Ou foi a direção que vendeu o resultado como fez na França?

Esta garra de ir aos fundos dos infernos e depois, aos poucos, vai se recuperando até virar herói do Palmeiras, é tudo que o Brasil precisa. Em vez de ficar agredindo ou ameaçando às pessoas, Felipão foi trabalhar, trabalhar, trabalhar e ficar muito tempo com a família, pegando o apoio da família.

Até que surgiu o convite do Palmeiras.

Como a flor do deserto, Felipão renasceu e o Palmeiras deverá ser campeão, com muitos méritos de toda equipe, mas com o trabalho decisivo de Felipão.

Navegar é preciso, ganhar? É fundamental!

O Brasil fora da ordem e fora de foco

O medo está vencendo a Esperança

Foi assim nos anos trinta do século passado...

Nestes tempos sombrios
de ameaças e violências em todos os sentidos, a pedidos, tenho procurado abordar no blog histórias de literatura, de flores e de coisas alegres, "deixando o ruim de lado", como diz Gilberto Gil.

Hoje na Folha, no caderno Ilustrissima
, tem um artigo depoimento de um jovem judeu e a escuta de outros jovens judeus sobre as eleições no Brasil. Um depoimento triste, que nos chama à responsabilidade.

Procurei um livro com algo diferente para abordar e achei o livro de Robert Capa, com o título "ligeiramente fora de foco", editado pela não mais existente Editora COSACNAIFY. O livro foi presente de minha filha, em 04/12/2010. O autor não é homônimo de Robert Capa, é o próprio.

Quem fotografou e viveu a Guerra Civil Espanhola
e depois cobriu a Segunda Guerra Mundial, sabe muito bem o quê é a guerra, como sabe também o que foi o holocausto e o nazismo.

Como diz, na contracapa do livro, Hélio Campos Mello:


"Este é um livro hipnótico. Daqueles que não se consegue largar enquanto não se chega ao final. Comprova que seu autor, ROBERT CAPA, é tão grande quanto Robert Capa, o mitico fotógrafo.

Se foi o mito quem produziu as mais fabulosas imagens da invasão das tropas aliadas na Normandia, agora é o homem quem descreve o desembarque em St-Laurent-sur-Mer.

Este é um livro imperdível, escrito pelo mais importante fotojornalista do século XX, que adorava ostras blue point com vinho Montrachet."

Quanto espanhóis vieram para o Brasil fugindo da Guerra Civil Espanhola?


Quanto poloneses também vieram para o Brasil fugindo do nazismo e do fascismo na Europa?

Quantos milhões de pessoas precisaram morrer para conter a destruição e o terror?


No entanto, é até compreensível que seus netos e bisnetos não queiram lembrar deste período, atualmente, é mais fácil ficar indiferente ao novo fascismo, embrião do nazismo, que está brotando em todo o mundo, especialmente no Brasil, quando a direita radical resolveu "sair do armário"...

Só que, depois, ninguém vai poder dizer que não sabia de nada...

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Um dos filmes mais bonitos de todos os tempos

DERSU UZALA


Quem nunca viu,não sabe o quê está perdendo.

Akira Kurosawa, o japonês que fazia filmes que emocionavam o mundo, pegou o livro de Vladimir Arseniev, com o título Dersu Uzala, e fez um dos filmes mais bonitos de todos os tempos. No Brasil foi editado pela Veredas, em 1997.

Da mesma forma que não esquecemos a primeira viagem, a primeira montanha ou a primeira praia, também não esquecemos de certas músicas, certos filmes e certos livros.

Dersu - e Kurosawa - conheciam, compreendiam e amavam a natureza.


Nestes tempos sombrios, onde ser culto virou sinônimo de "ser ameaçado de agressão", tenho publicado textos sobre flores, livros, músicos e músicas...

Dersu se preocupava não só com os seres humanos, mas, também com os animais, até mesmo com bichos tão íntimos como a formiga.

Amando a taiga e tudo o que a povoava, ele cuidava dela tanto quanto lhe era possível.

" - Por que é que voce joga a carne no fogo? - perguntou-me Dersu num tom zangado.
- Como pode queimar carne sem motivo? Nós partimos amanhã, mas outros homens vão chegar e vão querer comer. E carne queimada não serve para nada.

- Quem virá por aqui? - perguntei-lhe.


- Ora! - exclamou espantado - Virá um rato, em texugo ou uma gralha; se não tiver gralhas, um camundongo ou até uma formiga. A taiga está cheia de "homens"."

Livros como este, transformado num filme lindo, pode mudar a vida das pessoas e ajudar a preservar a Natureza.

Mesmo vivendo em "tempos sombrios", vamos ajudar à Natureza. E as pessoas...


quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Vinicius de Moraes e o Brasil que dava certo

Os negros americanos e o JAZZ.

Vinícius desembarcou em Los Angeles, na Califórnia, em 1946
(logo depois do fim da segunda guerra mundial), e ali passaria os cinco anos seguintes.

Foi um período em que, além de conviver com a colônia artística brasileira radicada em Hollywood - em cujo centro gravitacional brilhava Carmen Miranda- e com grandes nomes do cinema americano como Orson Welles,

Vinicius começou a se embrenhar em um novo universo musical: o jazz.


Fascinado pela sofrida história dos negros americanos
e mesmerizado pela variedade de ritmos presentes na música que emergiu do cruzamento entre a cultura dos escravos e a dos colonizadores europeus, o futuro compositor da bossa nova frequentou clubes, estúdios de gravação, lojas de disco especializadas. E, é claro, fez camaradagem com dezenas de músicos, compositores e amantes desse gênero musical.

Eucanaã Ferraz organizou e escreveu o prefácio do livro JAZZ & CO. Editado pela Companhia das Letras.

Olhem que temas abordados!!!


JAZZJAZZ

O jazz: sua origem
O nascimento do Spiritual
Nouvelle-Orleans
Eh. Lá-Bas!
I thought I heard buddy bolden shout...
tarde de Jazz
O que é Jazz
Jazz panorama - prefácio
Um blues para Bessie
Baladistas americanos.

e tem muito mais assuntos relevantes. A lista acima representa apenas a Parte 1....

Como dizia o poeta:

"Eu sei que vou te amar...

por toda minha vida, eu sei que vou te amar..."

Sem medo de ser feliz! Acredite na vida.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

O mais importante regente que o Brasil já produziu

Estamos falando de ELEAZAR DE CARVALHO

Viajou pelo mundo comandando os mais admiráveis conjuntos sinfônicos de sua época, ao mesmo tempo em que dedicou grande interesse e energia à vida musical brasileira.

Atuou ainda como instrumentista, compositor e professor, tendo orientado alguns dos principais nomes da regência da atualidade.

2012, ano que marca o centenário de seu nascimento, é uma boa data para recuperarmos um pouco de seu legado.

Eleazar de Carvalho nasceu em Iguatu, pequena cidade no interior do CEARÁ, no dia 28 de junho de 1912.


Iguatu, é também a terra natal de outro músico célebre, HUMBERTO TEIXEIRA (1915 - 79) - parceiro de LUIZ GONZAGA em clássicos inesquecíveis de nosso cancioneiro, como Asa Branca.

Qual seria então o ambiente cultural que permitiu,
nos confins do Ceará do inicio do século XX, que esses dois tlentos natos tivessem contato com a música e pudessem desenvolver suas aptidões?

Como em muitas cidades do interior de todo o Brasil, foi o ambiente das tradicionais bandas.

- Fonte: Revista da OSESP, edição de 2012 - Centenário de Eleazar de Carvalho.

É preciso ter ouvido para ouvir e olhos para ver

O quê o Brasil e o mundo estão dizendo?

Ha um clamor internacional por mudanças.


Com a democratização dos países depois do fim da guerra fria, houve uma grande melhora na qualidade de vida na Terra. O maior exemplo positivo foi a China. Deixou de ser um país da fome, para ser o país que alimenta seu povo com dignidade e produz para abastecer o mundo. E estamos falando de 1,4 bilhão de pessoas! A China tem 8 mil anos de história.

A Índia, com seu ritmo próprio, também vem diminuindo a parcela de pobres e miseráveis... A Ásia como um todo vem mostrando ao mundo que é possível combater a pobreza e participar da economia mundial, mesmo com a remuneração bem menor do que ganha os trabalhadores da Europa e dos Estados Unidos.

As regiões que vêm melhorando porém muito lentamente é a África, Oriente Médio e América Latina.

Com o "livre comércio", em qualquer país que você for encontrará quase tudo com a etiqueta "Made in China", "Made in Vietnan" e tantos outros. O "made in Brazil" perdeu competitividade. Os produtos industrializados brasileiros ficaram caro, sendo substituídos por importados.

O Brasil, que prometia ser um grande competidor internacional, foi ficando restrito a alimentos, minérios, e alguns outros produtos. Voltou ao século 20. Tanto na economia, como na política e no social. Agora somos pobres com internet e celular que nos liga ao mundo...

Estamos passando pelo período eleitoral mais marcante dos últimos tempos. Os resultados do primeiro turno estão mostrando muitas coisas. Tanto regional como nacionalmente. Mas, nem a imprensa consegue revelar o que os votos estão dizendo,nem os políticos. Talvez, com o tempo, as coisas vão ficar mais explícitas.

Como entender as necessidades individuais e as necessidades coletivas? Como aprender com a História?

Como ajudar a combinar democracia com economia competitiva e que esteja à serviço de todos os brasileiros?

Imaginem uma pessoa querer curar-se com remédios, por estar vivendo demissões na família, desemprego de amigos e mau-humor nos locais de trabalho?

Imaginem como é possível reconhecer que uma coisa é demissão por rotatividade normal para um país com 4 ou 5 milhões de desempregados, enquanto que, outra coisa, é o país ter 14 ou 15 milhões de desempregados, decorrentes de uma política econômica planejada para ter desemprego e arrocho salarial como mecanismo de concentração de renda e aparente forma de gerar poupança e investimento?

Já que a moda é copiar os americanos, eles têm uma frase que eu adoro:

PEOPLE FIRST!


As pessoas em primeiro lugar!

O povo em primeiro lugar!

É preciso ter ouvido para ouvir e olhos para ver...
Caso contrário seremos consumidos pelos terremotos e tsunamis...

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

O resultado eleitoral e suas consequências

Quanto tempo a democracia resistirá?

O pessoal da classe média, por vários motivos e por suas razões, afastou-se do PT do Sudeste e do Sul. A falta de iniciativa do PT para recuperar a parceria, facilitou o crescimento da direita aliada a extrema direita.

Tivemos parcerias históricas:


- Orçamento participativo;
- investimento intensivo em saúde e educação;
- valorização dos trabalhos sociais das Igreja;
- valorização da agricultura familiar;
- estímulo na criação de Conselhos e Conferências;
- discussão sobre segurança comunitária em parceria com as PM's.
- parcerias internacionais;
- valorização das universidade estaduais e federais;
- estímulo à geração de empregos e renda;
- estímulo à produção e às exportações;
- luz ara todos;
- investimento em infraestrutura;
- Minha Casa minha vida;
- valorização do salário mínimo;
- melhorias para os aposentados;
- empréstimos consignados;
- mais concursos públicos;
- valorização da indústria nacional;
- valorização dos bancos públicos;

- estes exemplos acima, fui escrevendo sem pesquisar ou ler, são apenas melhorias significativas que os governos petistas realizaram em todo Brasil.

HOUVE UMA EFETIVA MELHORIA DE VIDA.


Onde a onça pegou?


- Em dois momentos? 1 - No segundo governo Dilma, ela teve problemas sérios de relacionamento com os setores importantes da economia e da política; 2 - Quando Dilma resolveu nomear Joaquim Levy para a Fazenda, trazendo o neoliberalismo e as medidas contra os trabalhadores que a elegeram.

A partir dos dois momentos acima,
que se somam à negociação de Lula com o Irã na solução das armas atômicas, juntou a fome com a vontade de comer.Os que queriam derrubar os governos do PT procuraram os americanos e trouxeram "a guerra invisível". Observe-se que Lula e Amorim negociaram com Irã de posse de carta do presidente dos Estados Unidos que os autorizam a intermediar propostas de paz. A partir daí o caldo foi entornando e os Estados Unidos foram patrocinando cursos entre agentes americanos e agentes brasileiros... Daí para o golpe de Estado foi uma questão de tempo.

O clímax do tensionamento e do esgarçamento
dos tecidos sociais brasileiros vêm com o processo, totalmente inconsistente e feito às pressas para condenar Lula e impedir sua participação nas eleições. A partir do processo fajuto do triplex, as eleições perderam a lisura e os juízes envolvidos perderam a credibilidade.

Antes disto houve a implosão da Petrobras, ainda no governo Dilma. Por mais que a crise da Petrobras tenha sido partidarizada, aparelhada pelo PSDB e por juízes inescrupulosos, em vários casos, em menor ou maior grau, ficou evidente que, se todos os partidos se beneficiavam da Petrobras, entre todos também estava o PT. E isto mexeu muito com o voto de confiança que a classe média e o povo brasileiro deram ao PT e a Lula.

PRECISAMOS FAZER UM COMPROMISSO BÁSICO
, com um manifesto de compromissos mínimos e fundamentais para continuar a Democracia no Brasil, com instituições, governos, imprensa e judiciário unindo-se ao legislativo e criando um CONSELHO NACIONAL DE APOIO À DEMOCRACIA E A GESTÃO PARTICIPATIVA. Nesta conjuntura, é mais pertinente do que convocar Constituinte.

O Brasil não pode andar para trás.


Precisamos continuar na construção de um Brasil para todos, com todos e de todos.

O Brasil merece respeito, de norte a sul, de leste a oeste.


Que cada um faça sua autocrítica e estenda a mão para pacificar o Brasil e restabelecer sua credibilidade internacional.

domingo, 7 de outubro de 2018

O povo quer Democracia ou Democradura?

Um dia tenso para uns e de alegria para outros

Com o apoio de amplos setores, o candidato conservador e violento quase conseguiu ganhar no primeiro turno. Além de carregar uma leva de deputados, senadores e governadores que entraram na campanha da violência contra a inclusão social e tudo que o PT representa de bom para o povo e a democracia. E o povo, movido por algo que não conseguimos entender plenamente votou neste pessoal do preconceito e da violência. Pode ter havido fraude eleitoral? Não posso garantir, mas as eleições na Ásia, onde apareceram os relatórios podem indicar que não há segurança ou que é possível fraudar...

Agora é hora de voltar a trabalhar pela formação de uma

FRENTE AMPLA EM DEFESA DA DEMOCRACIA E DAS DIFERENÇAS.


Vamos fazer um Programa Mínimo onde alguns princípios e algumas regras sejam explicitadas para que todos possam participar dos governos. São Paulo, Rio Grande do Norte e outros estados que não lembro de cabeça serão nossos baluartes de trabalho.

No segundo turno em São Paulo conversar com França do PSB e que ficou no segundo lugar, criar uma unidade contra o doido do Dória. São Paulo não pode repetir o voto num irresponsável como Doria.

Vamos combinar as campanhas estaduais com a campanha da Frente Ampla pró Haddad e Malu.

O povo quer segurança. Mas não pode abrir mão da democracia, nem do respeito às diferenças. Afinal, a democracia é tão importante quanto a segurança.

Sem medo de ser feliz.

Unidos somos muitos, juntos fomos fortes.

Vamos virar o jogo e ganhar no segundo tempo.

O voto do medo da democradura

O quê deveria ser uma festa, virou um velório

Na periferia é comum comemoração em bares virar chacina.
E, junto com alguém que deve aos traficantes, morrem jovens que não têm nada a ver com a dívida, nem com o consumo.
E, nunca se sabe se os executores da chacina são traficantes ou policiais... E assim vivem os pobres no Brasil.

Hoje o Brasil não tem festa, tem apreensão, tem medo de o terror voltar ao governo pelo voto do povo. E quem viveu as ditaduras militares com seus golpes e suas prisões clandestinas sabe bem do que estou escrevendo.

Pouco se falou de economia, de emprego, de aposentadoria, de crescimento econômico com distribuição de renda, de educação, saúde, transporte coletivo, cultura e felicidade...

Nem carros com adesivos a gente vê nas ruas.

Na verdade, há um necessidade de ter segundo turno, para que a sociedade possa refletir melhor se prefere a democracia e a liberdade ou, se prefere o terror, o medo, o desemprego e a violência.

O Brasil está dividido entre "nós e eles".

A Espanha se dividiu e perdeu 60 anos de liberdade e democracia.

O Egito fez pela primeira vez uma eleição democrática, a oposição ganhou e poucos meses depois foi derrubada do poder pelos militares. Depois inventaram eleições manipuladas para passar uma ideia de pacificação, mas a oposição não pode participar e prenderam seus lideres.

No Egito começou a nova experiência de democradura ou de ditabranda como disseram que foi a ditadura militar brasileira.

Ditabranda, é quando a ditadura é militar e esta é avaliada por matar mais ou menos. No Chile morreu muito mais gente que no Brasil, mas ambos eram ditaduras controladas pelos militares e a Cia americana.

Democradura, é quando a ditadura tem mais cara de civil, como estão fazendo no Brasil. Deram um golpe de Estado, venderam o país à preço de bananas, tiraram os direitos dos trabalhadores, mas, mantêm as eleições sem plenos direitos para os oposicionistas.

Já os verdadeiros democratas brasileiros, estão vivendo o dia de hoje a responsabilidade de se investir na democracia com estado de direitos, liberdade e pluralidade, ou se vão deixar o terror se instaurar no Brasil. Como no Egito...

Mais do que Haddad, o PT vai ter que fazer um gesto de humildade e propor um governo de unidade nacional. O Brasil merece ser pacificado e o povo merece respeito.

A sorte está lançada.

Sem medo de ser feliz!

sábado, 6 de outubro de 2018

Aniversário de Lula e a estupidez das "elites"

O que fizeram com Lula vai sujar para sempre a História do Brasil

Depois de darem um golpe de Estado contra a primeira mulher eleita presidente do Brasil, a direita que tem medo do voto do povo e tem medo da democracia, partiu para achar pretextos que impedisse Lula de ser candidato a presidente.

O pretexto mais ouvido foi que "se nos Estados Unidos só se pode ser presidente duas vezes, aqui não precisa ser maior". É a famosa frase: "O que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil".

Na verdade, a decisão de Lula, que sempre respeitou as leis, mesmo na época da ditadura militar, tem a ver com a necessidade de se restabelecer o crescimento econômico, com competitividade e com inclusão econômica, política e social.

Lula, que sempre foi um pobre excluído, que cresceu na vida ao optar por se juntar aos seus companheiros de vida, nordestina, paulista e brasileira, Lula conseguiu como ninguém na nossa história, ser o melhor porta-voz do povo brasileiro.

Se Lula é tão importante, porque os conservadores não deixam Lula governar mais um mandato? Porque Lula estava "empoderando os pobres e o povo". Dar escolas, saúde, informação, CONSCIÊNCIA, tudo isto é mais importante que comida e televisão.

O povo merece mais e o Brasil só será uma grande nação quando todos fizermos parte efetiva dos direitos e deveres.

Amanhã o povo vai votar. São 147 milhões de eleitores. Um dos maiores colégios eleitorais do mundo...

Os brasileiros vão escolher entre a Democracia e a violência.

O Brasil poderá voltar a ser feliz, ou, poderá a voltar a ser o exemplo da violência, das arbitrariedades, do desemprego e dos assaltos com mortes.

Por enquanto, o destino do Brasil passa pelas urnas eletrônicas. Que são tão secretas que você não tem como confirmar seu voto. Ficamos reféns do "deus-máquina" e do "big brother" - o grande irmão judiciário, aparelho do Estado.

Vamos chamar todos para votar. Lutar, resistir e vencer, faz parte da vida.

Lula aprendeu tudo isto vivendo, lutando, resistindo e vencendo, mesmo quando aparentemente estava perdendo. A História vai provar que Lula está certo.

Nós estaremos dando um grande presente à Lula. Vamos votar no Haddad.

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Democracia com Haddad ou Violência com Bolsonaro? Você escolhe...

O medo e a violência são inimigas da Democracia

Um candidato que não defende a democracia, que seu filho destrói um monumento em homenagem a uma vereadora e defensora dos Direitos Humanos, que tem como candidato a vice-presidente um general que diz que o 13o. salário é um absurdo e que deveria ser acabado, além de alguns seguidores que pregam abertamente a violência, disputa as eleições presidenciais neste domingo.

Todas as pesquisas apontam que deverá haver segundo turno. No entanto, os apoiadores do candidato conservador agressivo fazem pressão para que "tudo seja decidido já no primeiro turno". Este clima de aparente "já ganhou", serve também para camuflar possíveis fraudes eleitorais que, num golpe de mágica, façam aparecer e desaparecer votos deste e/ou daquele candidato, fazendo aparecer um resultado que não corresponde à verdade dos eleitores.

Os 147 milhões de eleitores precisam ter seu voto respeitado.


O problema é que, acreditar na urna eletrônica é um ato de fé e imaginação. Depois que você confirma seu voto na urna eletrônica, você nunca mais terá mecanismo de comprovar que você votou naquela urna. Como dizia na época da República Velha, antes de 1930, "o voto era secreto", tão secreto que o eleitor não sabia em quem tinha votado... A última eleição para prefeito de São Paulo é um destes casos de dúvida total. O prefeito foi eleito no primeiro turno, com menos de 30% dos votos, que na cidade são mais de 6 milhões de eleitores.

Para que não haja "mão branca" ou "forças ocultas", é preciso que os eleitores e o povo brasileiro em geral fiscalizem os votos. Isto é, vejam a votação de cada seção e façam comparações com os votos de suas famílias e amigos com os votos que vão aparecer quando divulgados pelos TREs e pelo TSE.

O segundo turno é importante para que haja mais legitimidade, isto é, num país com 35 partidos políticos, o candidato eleito precisa ter mais de 50% mais um voto, para ter mais legitimidade. Alguém que se elege com menos de 30% dos votos pode ser o pior candidato, enquanto que, se houver segundo turno, os diversos setores da sociedade pode fazer composições, montar propostas de governo mais abrangentes e mais aceitáveis pela maioria dos eleitores.

Isto é democracia,
o governo das maiorias que respeita as minorias e
governa juntos, respeitando a vontade do povo.

De hoje até domingo, todos teremos que escolher:


1 - Votar nos candidatos mais democráticos e respeitosos;

2 - Votar no candidato mais violento e grosseiro;

3 - ou anular o voto, ou deixá-lo em branco ou sequer comparecer para votar.


Eu vou votar no Haddad.

Pode não ser o candidato que eu mais queria, mas, não tenho dúvida nenhuma de que Haddad é infinitamente melhor que o louco e violento candidato Bolsonaro. O medo e a violência não podem derrotar a paz, a democracia e a liberdade.

O Brasil merece respeito. Os brasileiros merecem aprender, acertando e errando, porém, mantendo a democracia como o melhor sistema de convivência pacífica e respeitosa.

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Haddad trará mais paz do que guerra

O discurso odiento aumentará a violência

Nestas eleições a mentira tem sido o principal instrumento de campanha.

Espalhar mensagens mentirosas que estimulam a violência é correto? Não, não é correto, não é educativo e estimula violência.

Infelizmente, a regra tem sido o apelo a mentiras. Os candidatos mentem, os partidos mentem,a imprensa mente, os religiosos mentem, os juízes e procuradores mentem, as pessoas também mentem.

Será que vale a pena ganhar mentindo?


Tanto na democracia,como na guerra, a mentira sem sustentabilidade econômica e social, perde valor e se transforma em objeto de rejeição a quem mentiu.

O Ibope divulgado ontem à noite reconheceu que haverá segundo turno entre Haddad e Bolsonaro. A Folha deve apresentar nova pesquisa hoje à noite onde aparecerá a confirmação do Ibope.

A partir de domingo, os debates serão diferentes. Os 147 milhões de brasileiros e brasileiras terão que se posicionar, entre três alternativas:


1 - Votar em quem tem um perfil mais pacificador,
educado, respeitoso, honesto, professor da USP, tem a esposa também professora da USP, gosta de ajudar quem precisa, principalmente ajudar a melhorar a qualidade de vida dos pobres e excluídos, foi escolhido por Lula para substituí-lo exatamente pelo seu perfil pacificador. Este é Haddad.

2 - Votar em quem tem perfil agressivo, grosseiro,
ameaçador, sonegador, casamentos instáveis, gosta de agradar os patrões e ameaça acabar com os direitos dos trabalhadores, acabar com as escolas públicas, acabar com a saúde pública, e foi escolhido pelos religiosos conservadores como forma de combater os adversários. Este é o capitão Bolsonaro.

3 - A terceira opção
será não votar em ninguém e deixar "o circo pegar fogo". Esta opção aparentemente "não comprometedora" pode significar deixar qualquer um governar o Brasil durante quatro anos e corrermos o risco de viver um período repetindo o governo Temer, uma das maiores tragédias nacionais da nossa história. O Brasil não merece isto.

Democracia como prática da liberdade e do respeito.


A Democracia é o sistema de governo mais participativo que existe e tem como uma das principais missões evitar guerras desnecessárias e governos instáveis. Infelizmente houve o golpe de Estado contra Dilma. Isto piorou tudo e fragilizou a democracia. Se não tivesse acontecido o golpe, o Brasil estaria passando por eleições mais tranquilas, onde o debate seria a economia, o emprego, as políticas pública e a soberania nacional.

Democracia é como casamento, criar filhos e trabalhar juntos, só se aprende praticando...


Vamos aprender a conviver democraticamente?


quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Haddad cresce e vai vencer no segundo turno: 43 a 41.

IBOPE desmonta DATAFOLHA - HADDAD VAI GANHAR


Vejam matéria do Estadão desta noite:

Bolsonaro - 32 (ganhou um ponto)

Haddad - 23 (ganhou DOIS pontos)

Ciro - 10 (perdeu um ponto)

Alckmin - 7 (perdeu um ponto)

Marina - 4 (parou)


Haddad ganha no segundo turno, diz Ibope.

OS NÚMEROS INDICAM QUE HAVERÁ SEGUNDO TURNO.

IBOPE INDICA: HADDAD COM 43 E Bolsonaro com 41.



Haddad tem menos rejeição: Haddad 37 e Bolsonaro 42% de rejeição.


Com humildade e muito esforço, muito trabalho e respeito vamos continuar crescendo até o dia 7, e depois, vamos fazer um grande movimento de unidade pelo Brasil democrático, com crescimento econômico, emprego, saúde e educação para todos. Respeito às liberdades individuais e coletivas, respeito às diferenças e muito investimento em segurança educativa.

Vamos voltar a ser feliz!

Vamos votar em Haddad 13.
É melhor para o Brasil, é melhor para você e sua família.

Impossível ganhar no primeiro turno

Crescer 12 pontos até domingo, só com fraude

Uma eleição mais emocional do que racional. É o quê estamos constatando...

O que faz mulheres, negros, judeus e gays votarem em Bolsonaro?


Isto lembra muito as eleições alemã quando Hitler foi eleito pelo povo.
Economia descontrolada, violência crescente e esgarçamento dos tecidos sociais, além da fragilidade das instituições.
Na ansiedade de resolver suas angústias, o povo alemão legitimou a maior tragédia da história da humanidade, o nazismo.


De repente, um louco agressivo, sem limites
e preconceituoso pode ser eleito presidente do Brasil.


E tem gente que acha que pode ser no primeiro turno!

Acontece que, crescer 12 pontos até domingo, só com fraude.


Tudo é possível no Brasil atual, como na Alemanha de Hitler...


Ibope acha muito difícil ganhar no primeiro turno.


A diretora executiva do Ibope, Marica Cavallari, que tem sido uma das pessoas mais sensatas e transparente neste processo eleitoral, declarou ao jornal Estadão de hoje:

"Bolsonaro tem 38% de votos válidos, segundo nossa pesquisa mais recente. Ele teria de crescer 12 pontos até o dia da eleição (domingo), já que precisaria de 50% mais um.

E NÃO ESTAMOS VENDO MOVIMENTAÇÃO DE PERDA DE VOTOS DOS DEMAIS CANDIDATOS,
pelo menos até a pesquisa de segunda-feira.

Se outros estivessem em curva descendente, o Ciro, o Alckmin, o Haddad... Mas não é o que vemos."


Ante o aparecimento de pesquisas, como do BTGPactual, que apresentava Alckmin na frente de Ciro, o que o Ibope, nem a Folha reconheceram nas suas pesquisas recentes, além de algumas pesquisas mostrarem o candidato conservador crescendo e Haddad, ou parando ou diminuindo um ponto, resolvi pedir um estudo ao Dieese sobre a possibilidade de a direita.. ganhar no primeiro turno.

Pelas contas do Dieese, Bolsonaro teria que crescer 12 pontos até domingo.
O mesmo número apresentado pela diretora do Ibope. Reforçando nossa avaliação de que vencer no primeiro turno, só com fraude...

E pode haver fraude? No Brasil atual, tudo é possível...

O curioso, ao ler as notícias, é que o jornal Folha não aborda a questão de se ganhar no primeiro turno. Notícias sobre o assunto, só na coluna de Monica Bergamo, abordando reações de petistas sobre o assunto. São informações em "off", sem identificação dos autores.

Talvez a Folha esteja com síndrome da imprensa americana,
que fez campanha contra Trump, o louco de lá, e foi criticada por Hillary ter perdido as eleições para um louco. Ou, ante a derrota de Alckmin, prefira o capitão...

Não vivemos momentos de omissões.

Todos são chamados à responsabilidade. Democracia ou ditadura. Liberdade de imprensa ou imprensa manipulada e censurada. Crescimento econômico com soberania nacional ou desemprego e servidão aos estrangeiros.

Não precisamos de um louco governando aqui.

Precisamos de gente qualificada, sensata e que traga paz, crescimento econômico, emprego e solidariedade. Que governe para todos, com todos. Sem medo de ser feliz. Eu, com todos os problemas, prefiro ver o Brasil governado por Haddad e o povo brasileiro. Recuperando nossa autoestima.

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Direita brasileira parte para o ataque

Os golpistas intensificam os ataques contra Haddad

O Brasil merece Paz, trabalho e solidariedade. O Brasil unido com Haddad, 13. De ponta a ponta.

A imprensa conservadora intensifica o serviço sujo.

O objetivo é inibir os apoiadores de Haddad, de Lula e de movimentos sociais. Os golpistas vão tentar quebrar o moral dos militantes, enquanto a imprensa e o judiciário fazem o serviço sujo.

O interessante é que os eleitores não estão sendo determinados pela imprensa nem pelo judiciário partidarizado. No primeiro momento, o que está afetando mais as pesquisas é que os pentecostais, orientados pelos bispos correspondentes, estão recebendo orientações de campanha e material dos candidatos evangélicos.

Os católicos estão perdendo para os pentecostais


Efeito retardado. Quando a Igreja Católica fez acordo com o governo americano para juntos combaterem os regimes comunistas na Europa sob o controle da Rússia, depois de mais de vinte anos, acabou afetando a Igreja Católica na Am´rica Latina.

Nesta eleição, podemos ter, pela primeira vez na história do Brasil, a eleição de um pentecostal como presidente. Mesmo que seja um louco, mas será um louco pentecostal. Isto justifica parte da dedicação dos evangélicos nesta aventura conservadora contra as mulheres, os negros,os gays e as minorias.

Há também o voto silencioso para Haddad presidente


São os setores mais progressistas da sociedade, os professores universitários, os professores das redes públicas, os pequenos e médios agricultores, os jovens, as mulheres, os negros e os movimentos sociais.Todos estes setores podem surpreender as pesquisas e ajudarem a vencer a esperança contra o medo e a violência.

Além de botar a economia em ordem, Haddad e seu governo vão precisar investir muito em saúde e educação, investir em creches, transporte escolar, formação profissional e segurança.

É preciso dar um basta à violência. Combatendo os assaltos, os sequestros e os assassinatos. É preciso salvar nossos jovens e dar segurança aos nossos velhos.

Venceremos!


O Brasil precisa ser de todos, com todos e para todos.

O Brasil precisa voltar a ser feliz e a ter esperança.

O futuro é agora. Haddad é 13, com trabalho, educação e o Brasil para todos.

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

O povo prefere Haddad. Os bancos usam tudo contra Haddad

Até o Ibope entrou na apelação.

Os "técnicos" podem usar um desvio padrão de 3% e alterar a sistemática das pesquisas que vinham acontecendo.

Por exemplo:


Na última pesquisa CNT-MDA, aparecia Haddad com 25 e Bolsonaro com 28, registrando empate técnico.

Portanto, você pode jogar 3 para cima ou para baixo. Assim, sustentado pelo discurso "técnico", mas que é uma posição política, você pode apresentar resultados diferentes para os mesmos números acima.

Imaginem:


Apoiando o grosseiro: 28 + 3 = 31% para Bolsonaro, e para Haddad voce diminui três, 25 - 3 = 22%

Vejamos agora o contrário:
apoiando Haddad, teremos: 25 + 3 = 28 e derrubando o direitista 28 - 3 = 25%, onde Haddad apareceria na frente, causando grande impacto nas demais pesquisas e nos candidatos.

Da mesma forma, tem aparecido pesquisa com Alckmin na frente de Ciro, mas imaginamos que não tenha consistência porque as demais pesquisas ainda não acompanharam este raciocínio.

O maior desejo do pessoal do PSDB é ver Alckmin subir, mas, até agora, nada tem realizado sucesso e tudo indica que nem Sergio Moro entrando na campanha de forma apelativa e grosseira, vai ajudar o pessoal não perder as eleições.

Lula passou a ser o "padroeiro' do povo brasileiro.
Agora temos Nossa Senhora Aparecida e
Luiz Inácio LULA da Silva guiando o povo brasileiro.

Venceremos, com a ajuda de todos os brasileiros e brasileiras, Venceremos!

Haddad na cabeça. O Brasil merece respeito. É 13 de ponta a ponta.

Uma semana importantíssima - Cabeça à cabeça

Todo mundo vigiando as pesquisas e o noticiário

Nesta semana, provavelmente amanhã - terça-feira - Haddad passará o capitão grosseiro, chegando em primeiro lugar no domingo. Só a fraude mudaria o avanço contínuo de Haddad, de Manuela, de Lula e seus seguidores, além daqueles que não querem o retrocesso e a violência no Brasil.

O candidato grosseiro tem falado que pode ganhar no primeiro turno. Matematicamente é impossível. Isto só seria possível se houvesse algo como o que aconteceu com Doria - magia negra - pois aquele resultado nunca foi conferido e como este modelo de votação secreta não tem como se conferir. E Doria está apoiando o grosseiro e traiu Alckmin.

Haddad já avisou:


Quer ganhar honestamente, respeitando todo o povo brasileiro, respeitando as regras democráticas e os poderes constituídos. Os brasileiros e brasileiras têm correspondido ao apelo de Haddad, aumentando a cada dia a quantidade de pessoas que vão votar em Haddad.

É hora de dizer sim à paz!


Precisamos de mais empregos, mais renda, mais escolas, mais saúde pública de qualidade, mais segurança e mais justiça.

Precisamos do Brasil com todos e para todos.

O Brasil merece respeito.

Vamos voltar a ser feliz.