sábado, 1 de setembro de 2018

TSE e a farsa da legalidade

Ditadores não gostam de ser chamados de ditadores

O TSE cumpriu as ordens da Globo e dos mandatários do golpe, entre eles o PSDB e Temer.

6 a 1 é um resultado que a imprensa esconde.


O que importa para a imprensa golpista é dizer que "o que a justiça julga, se cumpre, não se questiona". Esta premissa só serve para quem está ganhando, quem está no controle. Como dizem os advogados:

"Aos amigos, tudo. aos inimigos, a lei."


Se militares não gostam de ser chamados de ditadores, imaginem juízes togados? Estes, como os padres e bispos de antigamente, se sentem porta-vozes de Deus, e que não podem ser contestados. É exatamente aí que a democracia deixa de existir: Se você não pode contestar, não há direito de pluralidade. E sem pluralidade não há democracia nem liberdade.

A alegação da legalidade tem como objetivo impedir que a legitimidade se sobreponha a legalidade. Isto é, como o povo prefere eleger democraticamente Lula presidente, logo, usa-se as pessoas que estão nos cargos estratégicos do Estado para impedir que o povo se manifeste livremente. Usando-se o discurso da legalidade como forma de impedir que haja eleições livres no Brasil.

Teremos eleições de fachada. Uma farsa.


Teremos eleições sem liberdade plena.
Teremos uma fraude.

Democracia, por princípio, é o sistema que possibilita a manifestação plena do povo.

Democracia pressupõe que haja direito de o povo eleger um patrão - aí a esquerda não gosta - e o direito de o povo eleger um operário - aí a direita não gosta.

O desafio é: Não há meia democracia.


Ou temos democracia e liberdade. Ou não temos nem democracia nem liberdade. Os golpistas brasileiros copiam os golpistas do Egito, por orientação dos Estados Unidos, criando ditaduras consentidas...

Resistiremos! Venceremos! Em setembro começa a primavera...
Lula lá, nasce uma estrela, Lula lá


Vamos votar 13 de ponta a ponta.

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