quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Eleições brasileiras caminha para mais tragédias

Pesquisas apresentam números divergentes

Para a CUT/Vox Populi, Haddad já está em primeiro lugar.

Para o Ibope, Haddad está na rabada, lá atrás.

Amanhã vai sair o Datafolha, que deverá mostrar tudo como dantes no quartel de Abrantes.

Ninguém consegue entender a capacidade de resistência de Lula
e seus companheiros de partido. Quando parece que a direita venceu, eis que Lula surge com seus depoimentos maravilhosos, suas histórias e seu coração de mãe...

Prenderam o Lula, acusado e condenado por um processo fajuto, mal feito e sem consistência. Coisa de ditadura de quinta categoria. O povo, que era considerado incapaz de entender as mazelas jurídicas, aos pouco foi entendendo tudo e resolveu dizer aos golpistas que, mesmo sem fazer grandes manifestações, na hora de votar, votará em Lula e seus amigos do PT. O povo está com Lula e Lula resistiu e resistiu até a última chance, quando viu que tinha chegado ao limite, formalizou a decisão de indicar Haddad em seu lugar.

Os golpistas achavam que o povo não aceitaria a mudança.

Ledo engano, o povo declarou que votará em quem Lula indicar.

A direita golpista brasileira, que tinha resolvido derrubar o governo Dilma, aproveitando-se da crise econômica e da inabilidade da presidente, de repente percebeu que estavam diante de um líder especial e muito maior do que imaginaram.

O que os golpistas não esperavam era que Lula fosse candidato nas eleições presidenciais programadas para outubro de 2018.
Na medida que Lula afirmou que seria candidato, os golpistas apelaram para a partidarização do Judiciário, seduzindo os ministros nomeados por Lula e Dilma, levando-os a deixarem a neutralidade para se transformarem em cabos eleitorais conservadores da pior espécie. Com isto, os golpistas desacreditaram o Judiciário.

A imprensa já estava desacreditada há mais tempo e o Legislativo já não tinha credito nenhum há muito tempo.

Com a decisão inescrupulosa do TSE ao negar o registro de candidatura de Lula, este rapidamente decidiu formalizar Haddad como candidato a presidente. Como era previsto pelos petistas, além de descreditar o judiciário, Lula conseguiu convencer o povo brasileiro e os movimentos sociais internacionais de que os governantes golpistas estavam se comportando como ditadores tiranos, enquanto Lula foi cada vez mais, parecendo a vítima, o agredido.

Até o próximo dia 07 de outubro ainda temos algumas alternativas
tanto para os golpistas como para a vida dos brasileiros. Juridicamente impediram o Lula de aparecer na maquininha, sendo substituido por Haddad; ao mesmo tempo o candidato mais à direita sofre um acidente misterioso que leva-o a várias cirurgias, podendo criar uma situação onde Bolsonaro também seja excluído da disputa.

Quem sobraria?

Sem Lula e Bolsonaro, sobrariam Haddad, Ciro, Marina e Alckmin.
Haddad é light, Ciro é de centro-direita, Marina não tem partido nem discurso, e Alckmin, abriu mão de uma eleição garantida para senador, para tentar uma eleição para presidente muito dificil de acontecer.

Por incrível que pareça, mesmo o PT crescendo muito e participando mais organicamente do novo governo - Haddad/Manuela - o caminho está muito mais fácil para ser um governo progressista, de centro-esquerda e desenvolvimentista do que um governo esquerdista e raivoso.

Eleito Haddado, o partido e a militância precisam garantir ser um governo mais democratico popular com forte estímulo à geração de trabalho e renda, defesa das políticas públicas e de profundas reformas tributária, educacional, saúde pública e que estimule a competição internacional de forma mais qualitativa e solidária.

O povo quer qualidade de vida para todos.


O povo quer LULA LIVRE e ajudando Haddad e Manuela a governar.


O povo quer ser feliz de novo.

Dia 7 de outubro vamos votar 13 de ponta a ponta.

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