terça-feira, 21 de agosto de 2018

Adeus, Alckmin...

Alguma coisa está fora da ordem com Alckmin

Tudo indica que o eleitorado do PSDB no Estado de São Paulo está abandonando Alckmin e passando a apoiar a dobradinha Bolsonaro e Doria.

É bom lembrar que o PSDB paulista herdou o eleitorado malufista contra o PT.

Os progressistas, identificados mais na classe média alta e escolarizada, como aconteceu em Israel, foram empurrados para a direita, mais à direita e toma direita nisso. O constrangimento é geral...

Esta dobradinha Bolsonaro/Doria, explica o não crescimento de França (PSB), que foi abandonado por Alckmin e pelo eleitorado tucano. Boa parte do eleitorado conservador paulista está indo para Skarf. Mas este está contaminado pelo vírus de Temer. Não tem chance.

Onde Temer estiver, o eleitorado estará do outro lado...


O povo não quer nem Temer,
por ser o executor das barbáries neoliberais do PSDB, nem quer Alckmin, candidato do PSDB e principal articulador do golpe de Estado, do desemprego, das privatizações, das reformas criminosas e da destruição da indústria nacional.

Venderam o Brasil às pressas,
para não dar tempo ao povo reagir eleitoralmente.


A ironia de tudo isto é que Alckmin, que sempre foi imbatível em São Paulo, está penando nas pesquisas, atrás dos outros candidatos que nunca tiveram votos em São Paulo. Perde até de Lula.

Como no filme sobre a derrocada do comunismo no Leste Europeu, nada mais resta a não ser constatar que até os principais padrinhos de Alckmin já o abandonaram. Eu gostava de Alckmin quando ele estava com Mario Covas. Este morreu com dignidade e princípios sociais democratas. Covas nunca aceitou o neoliberalismo nem à servidão aos Estados Unidos.

Só nos resta dizer:

ADEUS, ALCKMIN!


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