quinta-feira, 7 de junho de 2018

O povo ou o mercado, em primeiro lugar?

O povo são os consumidores e os não consumidores

Os defensores do "deus mercado", defendem que o que interessa é o lucro, mesmo que este seja oriundo de sonegações, enganação dos clientes, informações falsas e o uso direto e indireto de subsídios governamentais, mesmo que tenha que corromper os políticos, os governantes, os fiscais e os juízes.

O povo paga a conta...

Os defensores do "deus povo", defendem que todos, pessoas físicas e jurídicas, todos sejam obrigados a prestar contas tanto para as instâncias dos governos, como devem prestar contas para a sociedade e o povo em geral.

Historicamente as ditaduras, monarquias absolutas e regimes autoritários contam infinitamente mais tempo do que as democracias representativas. Por exemplo, sabemos que há registros de vida comunitária organizada até 15 mil anos atrás. Sabemos também que há registros de experiências humanas de até 160 mil anos.

Sempre sobrevivendo na base da lei do mais forte fisicamente, e de pouco uso da inteligência. Com o tempo a humanidade foi descobrindo novas formas de sobrevivência, como a construção habitacional, o uso do fogo, da roda e da domesticação de animais, além da imprescindível agricultura.

As experiências de democracia representativa em quantidade significativa começaram com a Revolução Francesa de 1789. Portanto, há pouco mais de 200 anos.

Já as experiências de democracia participativa começaram a surgir no final do século 19 e início do século 20.

As experiências socialistas ou comunistas não servem como exemplos de democracia participativa. Muitas delas descambaram para "ditaduras do proletariado", que na verdade eram ditaduras ferozes.

O mundo está vivendo uma nova transição das democracias representativas
para as democracias participativas,
com economia de mercado controlada pela sociedade.


Só que ao tentar praticar novas experiências de democracias participativas, muitas vezes, acabam tendo que enfrentar recessões econômicas que levam o povo a votar contra os governos democráticos de esquerda, votando em partidos de direita que são contra os governos participativos.

Os países ricos atuais defendem o consumismo, mesmo que não haja democracia participativa, mas este confronto se dá dentro das regras democráticas.

Já os países pobres e em desenvolvimento, por falta de convivência democrática, sofrem pressões e manipulações da imprensa, do conteúdo educacional e até do judiciário.

Com a nova ditadura brasileira, os golpistas cultuam "o deus mercado", principalmente se seus representantes pagam bem pelo apoio que recebem dos parlamentares e dos governos. E como as empresas ganham dinheiro fácil, sobre dinheiro para pagar publicidade, dando sustentação econômica para a imprensa.

Agora estão destroçando a Petrobras, vendendo as parte por preços de bananas, acabando com a soberania nacional e cobrando mais caros seus produtos como gás de cozinha, gasolina e diesel.

Como dizem os chineses: Os governos passam e os povos sobrevivem.

No caso da China, tiveram 100 anos de ocupação inglesa, em 8000 anos de história. Hoje, a China está passando os Estados Unidos e será a primeira economia mundial nos próximos anos.

O Brasil também saberá superar os ditadores atuais, mesmo que durem 10 ou 20 anos.

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