segunda-feira, 18 de junho de 2018

O Brasil no vai-e-vem da crise

O mundo está agitado com a Copa, com a economia e com a política

Vejam os fatos deste final de semana:

1 - O mais importante: O Brasil decepciona contra a Suíça


Depois de uma classificação brilhante e de muitas vitórias nas preparatórias, quando precisa se autoafirmar, o Brasil decepciona no futebol. Jogo mole, defensivo, centrado em Neymar, que foi muito bem marcado. Fiquei com a impressão que William jogou fora de sua posição. O Marcelo que brilha no Real Madri, ficou sozinho sem tabeladores. E o nosso centro avante, quem é?

O Brasil teve que enfrentar um adversário rápido, ofensivo e sem medo da nossa tradição futebolística.

Como na política, o Brasil voltou a ficar vivendo do passado que espera o futuro. O presente não se concretiza como desejado, voltando sempre às frustrações. Parece praga de cachorro magro.

Ou muda o modo de jogar, ou voltará para casa mais cedo.


2 - Ex-presidente da Petrobras, Pedro Parente, já tomou posse como presidente da BRF.


Não foi informado qual será seu novo salário. Será que os acionistas e consumidores não têm direito de saber?

O pessoal da Previ e da Petros aceitaram que haja nova hegemonia no conselho de administração. Agora quem manda não é mais Abílio Diniz, agora quem manda na BRF é o pessoal de Furlan e de Serra. Era isto que estava por trás da briga com Abilio Diniz.

Vamos ver se esta nova direção recupera o potencial da BRF e defende os interesses dos acionistas, dos consumidores e dos brasileiros.


3 - Na política, as coisas continuam confusas.


Quem lê os jornais fica mais confuso ainda. O Brasil caminha para eleições presidenciais sendo manipuladas pelo judiciário, pela direita golpista e pelos empresários que bancaram o golpe.

O dono do jornal, Folha de S.Paulo, Otavio Frias Filho, diz que é contra um novo golpe militar, mas foi a favor do golpe civil que derrubou o governo Dilma.

Frias afirma que: "Só a democracia é capaz de regular uma sociedade"

Só que eles apoiaram o golpe militar de 1964 e apoiaram o golpe civil de 2016. É o famoso dono da bola.

Já a Colômbia, obedeceu à pressão internacional, e elegeu um presidente conservador e aliado dos Estados Unidos.

Na Alemanha, estão querendo derrubar Ângela Merkel. Isto antes de a Alemanha perder o jogo para o México. Imaginem o clima hoje na Alemanha?


Enfim, enquanto a bola rola na Copa da Rússia, os fatos vão acontecendo no mundo...

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