sexta-feira, 9 de março de 2018

STF busca saída para Lula

Lula, o STF e o golpe de Estado:

O crime, o criminho e o crimão


O primeiro crime foi o golpe de Estado que derrubou o governo Dilma.

Entre outros crimes, como o de vender a soberania nacional, os golpistas decidiram aproveitar a baixa resistência aos golpes e resolveram criar uma série de processos com objetivo de jogar Lula na "Ficha Limpa" e impedi-lo de ser candidato.

Só que a direita jurídica entusiasmou-se e radicalizou nos processos, e em vez de apenas impedir Lula de ser candidato, também quer jogar Lula na cadeia, como forma de humilhar, tripudiar e servir de exemplo.

O impasse tomou tão grande dimensão que sobrou para o STF a palavra final.


É dado como certo que os golpistas não admitem a hipótese de Lula ser candidato oficial.

Também é dado como certo o imponderável que significa prender Lula. Imponderável tanto internamente como internacionalmente.

Um crime, o golpe de Estado, abriu a porta para outros criminhos como o processo do apartamento triplex, o que abriu oportunidade para um crimão que é o impedimento da candidatura de Lula e a decisão de prende-lo.

Como o STF pode ajudar a distensionar o Brasil?



Segundo o jornal Valor de quinta-feira, dia 8,


"A solução que se articula no STF para rediscutir a prisão após a condenação em 2a. instância passa pela iniciativa de um ministro em apresentar"em mesa", um habeas corpus que trate do assunto.

A ideia é que o tema seja rediscutido a tempo de evitar prisão de Lula.

Quando o relator leva um processo para julgamento "em mesa", o caso não precisa constar da pauta elaborada pela presidência do STF. A solução aliviaria as pressões sobre a presidente Carmen Lucia, que mantêm a decisão de não parar o assunto."

Ainda conforme o jornal Valor:


"A solução está prevista no artigo 192 do Regimento Interno do STF, que trata do julgamento de pedidos de habeas corpus.

Segundo o artigo 192, quando a matéria discutida no habeas corpus não for objeto de jurisprudência consolidada no STF, o relator ouvirá o procurador-geral da República em dois dias e "apresentará o feito em mesa para julgamento na primeira sessão da turma ou do plenário."

TRADUZINDO:

- A decisão é política, não é jurídica.


Portanto, cabe ao STF:

- dar continuidade ao "vale tudo" que tomou conta do Brasil, ou

- buscar uma solução "negociada" que aponte para a pacificação do Brasil.

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