sábado, 16 de dezembro de 2017

Grandes negócios e grandes mistérios

Petros, Itaúsa, BR Distribuidora e Leilão das elétricas

Aparentemente são apenas compras e vendas de ações, na verdade, são transferências de controles de negócios, grandes negócios que, se fosse no governo do PT seriam vistos como escandalosos e surgiriam dezenas de juízes e procuradores, além de senadores e deputados exigindo CPIs e Lavas Jatos...

Será que a Petros vendeu sua preciosa participação na Itaúsa
apenas para fazer caixa? Será que o preço pago foi justo?
A Itaúsa é a melhor empresa brasileira, na atualidade. E está ampliando seus negócios. Parece que também está ampliando seus parceiros.

De repente surge uma triangulação, onde uma FUNDAÇÃO aparece como compradora, sendo esta FUNDAÇÃO, sócia da AMBEV, empresa que todo mundo sabe que tem relações com o PSDB, que por sua vez tem suas relações com os bancos nacionais e internacionais.

Mas, aparentemente, está tudo dentro das normas da Bolsa de Valores e do Banco Central.


Já a BR Distribuidora
, empresa pertencente à Petrobras, que pertence ao governo brasileiro, atualmente sob golpe civil, jurídico e empresarial, que resolveu vender 29% das suas ações. Quem são os compradores? Quais foram as condições para se fazer estas vendas?

Mais uma vez, vão criando legislações e normas onde um grupo minoritário assume a gestão de grandes empresas. Que tipo de capitalismo é este? Qual tem sido o papel das empresas do governo, incluindo os Fundos de Pensão das Estatais, na facilitação e composição de transferências de grandes negócios?


Já o LEILÃO DE LINHAS DE TRANSMISSÃO foi um sucesso.

Para quem, cara pálida?

Já vimos que as empresas chinesas e as indianas estão interessadas em comprar nossas empresas energéticas. Mas os brasileiros precisam entender melhor o que passa com estes leilões e quem são os envolvidos.


Enquanto o Brasil vende tudo, o próprio Estadão, em seu caderno de Economia, diz que

no Brasil 52 milhões vivem abaixo da linha de pobreza.

Segundo o IBGE, com renda inferior a R$ 387 por mês.


E pensar que a China e a Índia é que eram pobres...


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