quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

BRF continua em crise e perde valor

Ações caíram 13,9%, perdendo 4,9 bi em valor de mercado.

Há mais mistérios em disputa na BRF do quê a nossa vâ economia de mercado.
As “forças ocultas” estão atuando fortemente entre os acionistas.

Mesmo com um governo entreguista, ou talvez por causa disto, estão tirando os fundos de pensão Petros e Previ, da gestão da empresa, mesmo sendo os maiores acionistas da empresa e salvadores tanto da Perdigão como da Sadia, quando as duas estavam com ameaça de quebrar.

Abílio Diniz andou falando muito e criticou publicamente os fundos de pensão. Os investidores exigem resultados e a BRF, sob gestão de Abilio, está perdendo competitividade e tendo prejuízos.

Vejam a notícia do jornal Valor de hoje:

Ação da BRF já caiu mais que a da rival JBS


Por Luiz Henrique Mendes – Valor – 20/12//2017

Com pouco mais de uma semana como CEO da BRF, José Aurélio Drummond já pôde ter uma prévia do desafio que aceitou. Com a relação conturbada entre sócios e demonstração de desconfiança dos investidores, as ações da BRF caíram ontem ao menor patamar desde a crise da Carne Fraca, em março.

Maus resultados e incertezas pressionam novo CEO da BRF A desvalorização dos papéis preocupa os fundos de pensão Petros e Previ, maiores acionistas da empresa, e não foi estancada nem com a escolha do novo CEO, diferentemente do que analistas e acionistas imaginavam.

Desde 22 de novembro, quando o nome de Drummond foi aprovado, as ações caíram 13,9%,
o que fez a companhia perder R$ 4,9 bilhões em valor de mercado. Ontem, a empresa estava avaliada em R$ 28,7 bilhões.

No ano, a BRF já se desvalorizou mais que a rival JBS.

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