sábado, 12 de agosto de 2017

Trump, o louco, e a tragédia anunciada

O Rei está Nu

Além da destruição que os Estados Unidos causaram no Oriente Médio, agora ameaçam expandir a violência para a Coreia, onde um outro bando de loucos governa,e ,nesta semana, novamente o louco americano resolveu sair ameaçando todo mundo com a proposta de invadir a Venezuela.

É só o que faltava!


Os Estados Unidos estão por trás das campanhas de desobediência civil que vem acontecendo na América Latina e no mundo. Sempre bancaram a oposição venezuelana e agora sinaliza que pode invadir diretamente o país, como fez no Panamá, no Chile de Pinochet e em tantos outros países.

Aqui no Brasil eles não precisaram botar a tropa na rua, os golpistas locais deram conta do recado e acabaram com a Primavera Brasileira, implantaram Nova Ditadura, aumentaram o desemprego, arrocharam salários, acabaram com as leis trabalhistas e pretendem acabar com a aposentadoria.

O povo paga o pato sem reagir nas ruas, como deveria.
O povo sofre de ceticismo e de desconfiança.
O povo não tem em quem confiar...

Como os ditadores e neoliberais não ganham eleições democráticas, eles tendem a criar leis que os protejam e que facilitem reeleições. Fora desta manipulação, a solução para a direita neoliberal é sempre chamar as Forças Armadas para reprimir o povo.

Os Estados Unidos estão perdendo a hegemonia para a China e para a Alemanha. A Europa vai ter que rever sua legislação da União Europeia e repensar o Euro como instrumento de controle monetário e inflacionário.

O mundo está passando por transformações radicais. Os partidos políticos já não podem mais representarem o povo, governarem e legislarem sem a participação direta do povo. O sistema parlamentar pós Revolução Francesa exauriu-se, acabou socialmente...

É preciso criar um novo mundo, com novas formas participativas e comunitárias. O louco americano não tem condições de liderar este desafio, precisará vir da Europa e das outras regiões do mundo.

Lamentavelmente, o Rei está Nu!

Os Estados Unidos já não tem a importância do Século passado.

No Século XXI, precisamos construir o novo mundo.
Plural, diferente, com equidade, com mais saúde,
mais educação e mais respeito à Terra.

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