segunda-feira, 19 de junho de 2017

Ilegalidades e corrupção atingem o Ministério Público

A ilegalidade chega a Dallagnol. E agora?

Se houver transparência de verdade, mais ilegalidades aparecerão

Já disse a juíza Eliana Calmon, da Bahia,
que faltavam aparecer denúncias
que envolvessem o judiciário e a imprensa.

A parcialidade da Justiça brasileira já tinha ficado clara com o comportamento do juiz do Paraná, Sérgio Moro, que só quer pegar denúncias contra o PT e contra Lula.

Precisou aparecer a denúncia da JBS para mostrar que 28 partidos e 1829 políticos estão envolvidos com caixa 2 e propinas, incluindo nesta lista governadores, senadores e o próprio presidente da República, Michel Temer.

Nesta lista aparecem também funcionários do Ministério da Agricultura, Procuradores e até o juiz Gilmar Mendes, do TSE e do STF. Que tristeza!

Agora, aparece o mais moralista e maior perseguidor do PT, o procurador Deltan Dallagnol, o homem do Power Point que dizia que tudo era culpa de Lula, Dallagnol agora aparece cobrando, de forma ilegal, para fazer palestras.

Isto é proibido pela legislação.

Dallagnol usava ”clausula de confidencialidade” como forma de esconder a ilegalidade.
Mesmo que ele doasse o dinheiro para sua Igreja Evangélica, o ato de cobrar palestra é ilegal. Portanto, Dallagnol perdeu a autoridade de julgar ou condenar qualquer pessoa.

O Brasil virou um país de corruptos e mentirosos?

Por isso que defendemos que o Brasil precisa de
Eleições Gerais, Diretas Já e Nova Constituinte.


Como disse Jesus Cristo:
“Quem não tem pecado que atire a primeira pedra”.



Vejam a denúncia que saiu no site Brasil247 de hoje:


Deputados pedirão na Justiça que Dallagnol revele
clientes de suas palestras

Deputados Wadih Damous (PT-RJ) e Paulo Pimenta (PT-RS)
apresentarão ao Conselho Nacional do Ministério Público
um pedido de informações
sobre a alegação de contrato de confidencialidade

feita pelo procurador da República Deltan Dallagnol,
coordenador da força-tarefa da Lava Jato,
para não revelar quanto cobra por palestra
e a identidade de seus clientes;

"Não existe juiz e promotor alegar cláusula de confidencialidade.
Isso não existe no serviço público", argumentou Pimenta;

após polêmica de que suas palestras custam
entre R$ 30 mil e R$ 40 mil, de acordo com o site
de uma empresa que o agencia,
Dallagnol disse estar montando
um fundo de combate à corrupção
com parte do dinheiro recebido."


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