domingo, 21 de maio de 2017

OAB e mais Igrejas exigem saída de Temer

25 a 1 foi a votação na OAB contra Temer

A Ordem dos Advogados do Brasil, corporação de ofício que Temer faz parte como advogado, decidiu quase que por unanimidade que Temer prevaricou e faltou com o decoro de presidente da República. De 26 Estados presentes, apenas um votou a favor de Temer.

A OAB vai protocolar o pedido de impeachment de Temer nesta segunda-feira.


Além de perder o apoio do Povo
,das organizações sociais, das Centrais Sindicais, da Globo, da Igreja Católica e das Forças Armadas, Temer agora perdeu o apoio da Ordem do Advogados do Brasil e de mais uma série de Igrejas Luteranas, Ortodoxas e Presbiteriana.

Precisamos visitar as Igrejas Pentecostais e pedir que elas também se coloquem do lado do povo brasileiro e das instituições da sociedade civil. Os pentecostais não podem ficar com a imagem que apoiam o Cunha e sua quadrilha de corruptos.

Os artistas já estão se manifestando publicamente e neste domingo o povo e suas instituições estarão nas praças de todo o Brasil, exigindo Fora Temer, Diretas Já, Constituinte soberana e respeito ao povo brasileiro.

Leia abaixo a noticia sobre o apoio das Igrejas. O texto foi copiado da Rede Brasil Atual.


O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic),


Que representa a Igreja Católica Apostólica Romana, Episcopal Anglicana do Brasil, Evangélica de Confissão Luterana, Sirian Ortodoxa de Antioquia ePresbiteriana Unida, declarou apoio à realização de eleições diretas para a Presidência da República, para o Câmara e para o Senado como instrumento para restaurar a legitimidade da representação popular.

Em documento divulgado nesta sexta-feira (19), a entidade conclama as igrejas-membro e seus fieis para a oração, intercessão e resistência em favor da democracia que garanta o acesso universal à saúde, à educação, à previdência social e ao emprego.

“Queremos uma democracia que garanta a distribuição de riquezas,
garantia de direitos aos povos indígenas,
taxação sobre grandes fortunas e
que nos permita sonhar por novo céu e nova terra.
Nenhum direito a menos!"

No documento, os religiosos denunciam o avanço das forças políticas conservadoras por meio da desestabilização do primeiro mandato da presidenta Dilma Rousseff com a suposta bandeira do combate à corrupção com vistas ao impeachment e a posse de Michel Temer. Este processo passou para a história como um golpe parlamentar perpetrado em nome da moralização da política brasileira e concretizou a ruptura democrática."

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