quarta-feira, 31 de maio de 2017

Legislativo e Executivo na mão do Judiciário

O Brasil virou Uma cracolandia?

Dispersaram os dependentes de droga da "cracolandia" e o resultado foi o surgimento de muitas cracolandias. Os imóveis da velha cracolandia podem ter valorizados, mas os imóveis das novas cracolandia vão se desvalorizar...

O que é mais importante, tratar os dependentes de droga ou cuidar dos imóveis e da segurança dos moradores?

Ainda não se vê resposta na prática da prefeitura e de seu prefeito candidato a tudo.

O Ministério Público pôs limite no prefeito desvairado.

Isto tem acontecido em todo o Brasil. O Ministério Público caçando e prendendo parlamentares e executivos. Sob aplausos da imprensa e do povo.

Quando o próprio presidente vira caso de polícia, será que o Brasil não está precisando reorganizar suas estruturas?

Se gritar pega-ladrao, vai sobrar muito pouco...

Já que o país está contaminado, vamos fazer um tratamento intensivo, reconhece que estamos doentes e vamos fazer eleições gerais, com nova constituinte para se fazer uma Constituição que impeça ou dificulte muito à corrupção no Brasil.

Caso contrário, não haverá cadeia que chegue, e as cracolandias vão se multiplicar aos milhares...

terça-feira, 30 de maio de 2017

Um diálogo amplo em defesa do Brasil

Todos ESTÃO, ou TODOS ESTAMOS no mesmo lado?

1 - Taí uma curiosidade:
o título do artigo de Benjamin publicado na Folha de hoje é "O lado do Brasil". Já o título do mesmo artigo, publicado no site da Folha é "No fundo, todos estão no mesmo lado, o lado do Brasil". Talvez inconscientemente o editor da Folha tenha preferido um título que tenha a ver mais com o jornal do que com a intenção de Benjamin. a Folha tem defendido o neoliberalismo e a política monetária radical. Ao contrário de Benjamin que é mais desenvolvimentista do que neoliberal.

2 - Benjamin deveria submeter este seu artigo às instâncias da Fiesp
e transformá-lo em posição da Fiesp. Superando a fragilidade da posição de Paulo Skaf, presidente atual e também denunciado na operação Lava Jato, além do uso de benefícios da entidade quando foi candidato pelo PMDB e quando fez campanha contra Dilma. Skaf hoje é um presidente sem autoridade e sem liderança no empresariado industrial paulista.

3 - Benjamin Steinbruch é o primeiro empresário brasileiro de peso
que tem a coragem de reconhecer a crise e propor um DIÁLOGO AMPLO EM DEFESA DO BRASIL, publicamente. Nenhum político hoje tem autoridade moral para dizer que está isento das denúncias surgidas até agora. A Estrutura Partidária atual leva à corrupção institucionalizada. Os valores econômicos que os empresários pagaram e pagam aos políticos e gestores públicos são maiores do que o pretenso deficit da Previdência.

Portanto,para que efetivamente haja UM DIÁLOGO AMPLO EM DEFESA DO BRASIL
, é preciso que haja uma trégua.

E só haverá trégua se:


(1) reconhecermos que o presidente ilegítimo e denunciado, Michel Temer, não tem mais legitimidade para continuar no cargo;
(2) parar a tramitação das reformas da Previdência e Trabalhista, para que prevaleça as posições de todos os segmentos da sociedade brasileira, em vez de continuar os empresários comprando emendas e pagando por pontos das reformas, enquanto o povo será o grande prejudicado;
(3) enquanto perdurar o DIÁLOGO EM DEFESA DO BRASIL, as prisões preventivas e abusivas devem ser suspensas, sendo que os denunciados devem ser julgados com imparcialidade política, religiosa e moral. Nem os empresários, nem os trabalhadores podem continuar reféns de um justiça que não está sendo justa nem tem equidade.

Para se colocar o Brasil em primeiro lugar,
precisamos passar este país à limpo, precisamos fazer uma NOVA CONSTITUINTE, e fazer ELEIÇÕES GERAIS. Entre a necessidade de se moralizar o Brasil e a demagogia de que esta Constituição violentada pelas PEC's, compradas pelos empresários, e vendidas pelos parlamentares; deve prevalecer as necessidades do Brasil.

Da mesma forma que, com a Revolução de 1930
, se começou um novo calendário político;
da mesma forma que com o golpe militar de 1964, se começou um novo calendário político,

está na hora de se negociar um novo calendário político para o Brasil.
Um calendário da modernidade, para todos, de todos e com todos os brasileiros e brasileiras.

Para mostrar que não tenho restrição ao artigo de Benjamin Steinbruch, o reproduzo abaixo.
Afinal, se for para ajudar o Brasil, todos ESTAMOS no mesmo lado. O lado do Brasil.


"No fundo, todos estão no mesmo lado, o lado do Brasil"


Folha - Benjamin Steinbruch - 30/05/2017

Qualquer observador desarmado que olhe para o convulsionado Brasil de hoje dirá que o país precisa de conciliação.

Não há como sair da enrascada político-econômica em que se meteu sem um mínimo de entendimento entre as partes em conflito. Tolerância e serenidade são virtudes a serem cultivadas mais do que nunca neste momento.

Não quero dizer que se deva fechar os olhos para malfeitos
, que têm de ser rigorosamente apurados e punidos.
Falo da necessidade de excluir o ódio e o radicalismo do cenário atual de disputa tanto pelo poder político quanto pela preponderância na forma de conduzir a economia.

O país precisa de reformas modernizantes, algumas já em andamento, e quase ninguém discorda disso. Os reformistas, porém, têm que entender que as mudanças são de grande magnitude.

A ideia criada é a de que façamos as reformas imediatamente. O Brasil está frágil, e não é hora de provas. Haverá graves danos, sem dúvida, se as reformas empacarem. Mas é possível estender um pouco mais o esforço reformista no tempo, para que as mudanças possam ser mais bem explicadas às pessoas e entendidas por aqueles que serão atingidos diretamente.

De outra parte, espera-se das forças que reagem radicalmente contra todas as propostas de reformas o bom senso para entender que o país, no médio e longo prazo, perderá a viabilidade se não puser em marcha desde já, de forma gradual, as mudanças modernizantes nas áreas trabalhista, previdenciária, tributária e política. Posições extremistas, na economia e na política, levam sempre a decepções e fracassos.

Políticas monetárias radicais

como se adotou no país incham o setor financeiro,
asfixiam o setor produtivo e
impulsionam a recessão e o desemprego.

Seguidos e impiedosos cortes de gastos fazem encolher mais ainda a produção e, em consequência, reduzem as receitas do governo, o que acaba por exigir mais cortes, engrossando uma bola de neve nefasta para a economia.

Gastanças descontroladas, por outro lado, principalmente em despesas correntes, tendem a estimular a inflação, que corrói renda e salários principalmente das camadas mais pobres da população.

O objetivo maior do país
, que se resume em
desenvolvimento, criação de empregos e
melhoria da condição de vida das pessoas,
só será atingido se os vários lados da atual disputa abandonarem radicalismos e buscarem soluções negociadas que se enquadram nos limites legais e constitucionais.

Em 1977, a Espanha estava à beira do caos, com inflação elevada, desemprego e ameaças do retorno a um regime autoritário. Articulou-se então um acordo, do qual participaram governo, partidos, sindicatos, associações de empresários.
Todos fizeram concessões e assinou-se o conhecido Pacto de Moncloa, uma referência mundial em matéria de entendimento político e econômico bem-sucedido.
Não acho que o Brasil precise de algo tão grandioso quanto o pacto espanhol. Nem há clima para isso, e as circunstâncias são diferentes.

Neste momento, porém, quando parece se armar uma nova temporada de manifestações populares, é preciso que a ideia da conciliação esteja presente nas mentes das pessoas de bem.

Porque, na verdade, todos estão no mesmo lado, o lado do Brasil.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

O Brasil que nos envergonha

Odebrecht, JBS e a tragédia brasileira

Quem custa mais ao Brasil?

- o dinheiro da corrupção que as empresas gastam com os políticos;

ou

- manter as Políticas Públicas de inclusão social e a proteção à Saúde e à Educação?

Quanto mais a gente lê as cópias dos depoimentos dos DELATORES, mas nos convencemos que a CORRUPÇÃO custa muito mais do que as Políticas Públicas.

Quando um empresário demonstra que "COMPROU" 1829 políticos, entre eles presidentes, governadores, senadores, deputados federais, estaduais, prefeitos e vereadores. Sem contar o custo de servidores públicos de vários tipos. Tudo isto nos mata de vergonha.

Mais triste ainda é constatar que os setores sociais que têm mais poder de pressão, como a imprensa e o judiciário, ao tomarem partidos, acabam se locupletando com os criminosos de colarinhos brancos.

Como dar um basta a tantos abusos?

Uma Nova Constituinte?
Uma Nova Constituição?

Eleições gerais, incluindo presidenciais, já?

Um começar de novo em todos os poderes?

Como fazer isto?

O povo na rua resolve?

O silêncio dos empresários ante tantos corruptores resolve?

A insistência dos empresários em comprar os deputados para eles aprovarem as reformas contra o povo resolve?

A imprensa continuar dando sustentação aos corruptos, resolve?

O judiciário continuar sendo parcial, resolve?

Os artistas nas ruas, com o povo, resolve?

Vamos, cada um, fazer a nossa parte?

Juntos somos muitos, juntos, somos forte!

Por um novo Brasil,
de todos, com todos e para todos.

domingo, 28 de maio de 2017

FIESP, CNI, CNA e o governo dos PATRÕES

Quem é pior, os empresários ou suas assessorias?

Ante ao escândalo da JBS e os 1829 políticos que receberam dinheiro
, inclusive Temer e seus ministros, os dirigentes das entidades patronais - ou empresariais como gostam de ser chamados - correram a pedir a seus assessores que escrevessem notas para ser publicadas como matérias pagas defendendo as reformas neoliberais deste governo ilegítimo, corrupto e entreguista da soberania nacional.

A FIESP apresentou uma página inteira de defesa das reformas e ignorou a pessoa do presidente Temer. Outra página inteira era de nomes de sindicatos patronais, todos golpistas que também ignoraram Temer. Querem apenas suas reformas...

A Firjan, do Rio de Janeiro
, já caiu muito a qualidade da nota e, nesta sexta-feira, apareceu a nota da CNA - Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária. Um festival de besteiras e de ameaças.

Estão ameaçando quem? O Povo Brasileiro? As Forças Armadas?


Tivemos um golpe de Estado
quando os empresários compraram literalmente os votos dos deputados e senadores pelo impeachment de uma presidente eleita pelo povo. Como a invasão americana no Iraque, todos os argumentos para o golpe eram mentirosos.

Tivemos outro golpe
quando os deputados e o governo ilegítimo começaram a aprovar mudanças constitucionais contra o povo e contra a soberania nacional. A maioria dos deputados foi eleita como parte da chapa da presidente destituída. Portanto, os deputados traíram seus eleitores...

Agora estamos tendo um terceiro golpe
, quando o ilegítimo presidente Temer é pego, filmado e gravado corrompendo-se, obstruindo a justiça e vendendo o país. Os empresários brasileiros, assustados com as denúncias, correram a fazer notas e a pressionar a imprensa dizendo que as reformas contra o povo têm que ser mantidas e aprovadas. Afinal, o povo não tem capacidade de defender seus interesses, dizem os patrões.

Já que perderam o pudor, a vergonha e a dignidade
, os empresários brasileiros querem aproveitar a oportunidade e fazer o Brasil voltar à escravidão. Só que desta vez, os escravos serão de todas as raças, todos os credos e de todas as idades. Enquanto escravizam o povo, funcionam como vassalos de empresas multinacionais...

Os empresários brasileiros não gostam de Democracia, nem de Liberdade.

Agora estes empresários contam com a imprensa, com assessores treinados internacionalmente para enganar o povo.

Quem é pior:


os empresários reacionários ou seus assessores que escrevem tanta bobagem?

Que vergonha!

RAVENSBRÜCK – A voz das mulheres

Aprendendo com a História

Um grande livro, um valor financeiro razoável, 109,90 reais, e um tema de arrepiar: As mulheres nos campos de concentração nazista. Neste caso, as judias eram 10%.

Eram mulheres de todas as etnias, religiões e opções políticas.

Neste campo de concentração esteve Olga Benária Prestes, judia, comunista, alemã e casada com um brasileiro, capitão do exército e líder da Coluna Prestes.

Um bom livro, uma ótima crítica, bem escrita por Ricardo Bonalume Neto e publicada na Folha. A Folha ainda tem seu lado NÃO neoliberal.

Leiam a crítica, se não puder comprar o livro sozinho, compre para sua instituição, compre em grupo e leia. Uma leitura que fará bem a todos e todas, como gostam as feministas.

Livro sobre mulheres no nazismo
é homenagem ao espírito humano


RICARDO BONALUME NETO
DE SÃO PAULO - 28/05/2017 02h00 – Folha - Mundo

A Alemanha nazista do líder Adolf Hitler produziu dois genocídios em massa —o de judeus e o de eslavos. Judeus de todas as partes da Europa e prisioneiros de guerra soviéticos morreram aos milhões.

Os números são assustadores:

quase seis milhões de judeus mortos, 27 milhões de russos e outras nacionalidades da antiga URSS, entre civis e militares. Não há números precisos ou consensuais, mas a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) —incluindo sua vertente asiática deslanchada pelo Japão— pode ter causado a morte por bomba, fome ou doença de 60 milhões em todo o mundo.

A história de um relativamente pequeno campo de prisioneiros alemão, pelo qual em seis anos passaram cerca de 130 mil mulheres, pode parecer algo pouco significativo em termos absolutos. Destas, morreram entre 30 mil a 90 mil — de novo, não há consenso sobre as estimativas.

Mas os números não contam toda a história.

Ravensbrück é um dos melhores exemplos da noção nazista de que a sociedade deveria ser extirpada de pessoas "indesejáveis". O campo começou suas atividades dentro de uma lógica penal tradicional —era preciso um local apenas para as mulheres, assim como hoje todos os países costumam ter penitenciárias femininas e masculinas.

As primeiras "indesejáveis" eram alemãs ou austríacas
, como prostitutas, ciganas, lésbicas, e opositoras políticas como comunistas. Com a expansão da guerra, Ravensbrück passou a receber um grupo bem internacional de mulheres —em torno de 30 países foram ali "representados". Havia polonesas —o maior contingente nacional, em torno de 40 mil—, russas, francesas, holandesas.

Muitas das polonesas foram vítimas de experimentos médicos supostamente "científicos". Eram conhecidas como "coelhas".

Segundo a jornalista Sarah Helm, autora do estarrecedor "Ravensbrück: A História do Campo de Concentração Nazista para Mulheres", apenas cerca de 10% das mulheres de Ravensbrück eram judias;

Entre as prisioneiras havia algumas "celebridades"
, como a comunista e judia alemã Olga Benário, mulher do líder comunista brasileiro Luís Carlos Prestes. Benário fora capturada no Brasil e enviada como "presente" para os nazistas. Uma campanha internacional pela sua libertação não funcionou e ela foi morta, mas sua filha Anita foi resgatada.

Outras prisioneiras "vips"
eram Gemma La Guardia Gluck, irmã do prefeito de Nova York Fiorello La Guardia, e Geneviève De Gaulle, sobrinha do líder francês Charles De Gaule (as duas sobreviveram).

O campo teve um destino trágico nos livros de história; tornou-se pouco mais que uma nota de rodapé. Localizado a 80 km de Berlim, ficou em território administrado pelos soviéticos depois da guerra e tornado parte da Alemanha Oriental. Ravensbrück tornou-se por muitos anos um local de homenagem às prisioneiras comunistas. Só com o final da Guerra Fria sua história pôde ser melhor conhecida no lado ocidental.

Helm fez um ótimo trabalho
de buscar sobreviventes e entrevistá-las. O tempo foi implacável. Uma vítima francesa, Louise Le Porz, a convidou para ficar com ela em sua casa para conversarem. E deixou uma mensagem urgente na secretária eletrônica da jornalista: "Mas você precisa se apressar. Eu tenho 93 anos".

O empenho nazista em se livrar de seres humanos "indesejáveis" coloriu toda a guerra.

Mesmo com o país à beira da derrota em 1944-45, os fornos crematórios e câmaras de gás alemães não paravam de funcionar.
Ironicamente, nos últimos meses do conflito, era mais difícil conseguir sobreviver.

Hitler e principalmente seu capanga Heinrich Himmler, líder da organização paramilitar SS, o maior arquiteto da "Solução Final", sabiam que seriam derrotados, e quiseram levar para o túmulo o maior número possível de "indesejáveis".

O livro é descomunal, com mais de 900 páginas.
A autora aparentemente fez questão de incluir todas as histórias que conseguiu garimpar. Mais do que um relato de atrocidades, também é uma homenagem ao espírito humano em condições extremamente trágicas.

Ela procurou dar voz às prisioneiras e contar relatos de solidariedade e compaixão.

Quem passava fome, mas ainda assim dividia a pouca comida, quem lutava para preservar a saúde física e mental das amigas, merece que suas vozes sejam ouvidas.

RAVENSBRÜCK (ótimo)
AUTORA: Sarah Helm
TRADUÇÃO: Cristina Cavalcanti
EDITORA: Record
QUANTO: R$ 109,90 (924 págs.)

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Os Ipês voltaram a florir em São Paulo

Primeiro foram as Paineiras

Em abril e parte de maio
, as paineiras floriram e deixaram a cidade mais bonita. Preparando-a para receber as flores dos Ipês. Pena que não tive tempo para tirar umas fotos e mostrar para vocês.

Nesta semana
, ao descer e subir a Rua da Consolação, além de alguns buracos antigos, agora temos as belas flores dos Ipês. Na Vila Madalena também temos ruas com Ipês floridos. Em breve os Ipês dos cemitérios também irão florir. E as fotos?

Com tanta notícia ruim,
a gente trabalha mais
e tem menos tempo para cuidar das flores.

Vejam alguns exemplos:

Reforma da Previdência, reforma trabalhista,
desemprego, manifestações, reuniões,
relatórios, denúncias da JBS,
presidente mentiroso e corrupto,
senador mentiroso, corrupto e ameaçador.

Mortes no Maranhão, no Pará, em Goiás...
Tantas mortes, chacinas e impunidade.

Cracolândia, violência, abandonados,
viciados, dependentes e realocados...

A solução passa por:


Diretas Já!
Constituinte Já!

Quando o Brasil vai melhorar?


Como sobrar tempo para ver as flores??
Como parar para tirar fotos?

Precisamos aprender a defender nossos direitos,
mantendo também tempo para cuidar da família,
ter lazer, ler e conversar com os amigos.

Mesmo sem fotos dos Ipês, neste final de semana,
vou mostrar outras flores.

Prestem atenção nas flores da cidade...

quinta-feira, 25 de maio de 2017

A Firjan não está entendendo nada

Enquanto o Rio de Janeiro pega fogo, a Firjan delira

O Estado em pior situação no Brasil de hoje está sendo o Rio de Janeiro.
Ex-governador preso por roubar milhões, salários atrasados, manifestações com depredações e violência nas ruas, saques, mortes, tudo isso em qualquer lugar do Rio de Janeiro. Empresas tradicionais com sede no Rio, como a Petrobras e o BANDES, estão sendo destruídas.

A Firjan, Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, instituição em crise em função da decadência industrial do Rio, gastou uma fortuna colocando matéria paga de página inteira no O Globo, página 5 de hoje.

A Firjan diz que a prioridade é aprovar as reformas constitucionais, apresentadas por este governo corrupto e por este congresso desmoralizado. Estas reformas são contra os trabalhadores e só serve aos patrões.

A Firjan diz que "O Brasil precisa chegar às eleições de 2018 sem novos sobressaltos e com a manutenção de uma base de apoio no Congresso Nacional que viabilize a continuidade da agenda de reformas". Entenderam? A Firjan quer manter a agenda golpista e a maioria parlamentar golpista!

A Firjan não está entendendo que esta agenda golpista está sendo desmoralizada a cada dia que passa. Ontem, 200 mil pessoas estiveram em Brasilia protestando contra as reformas e contra o governo corrupto de Temer e seus aliados no Congresso Nacional. O povo brasileiro não quer nem as reformas nem este governo corrupto. É só ver as pesquisas e a aceitação ridícula deste governo desmoralizado.

Realmente, já é hora de pensar, com responsabilidade e espírito patriótico, em tornar possível uma espécie de TRÉGUA INSTITUCIONAL, política e partidária.

Realmente, já é mais do que passado o momento de pacificar os espíritos.

Realmente, a Nação não pode continuar em permanente estado de crise institucional.

Quem criou a crise foram os golpistas, quem derrubou um governo eleito pelo povo foram os golpistas, quem está se aproveitando de um Congresso Nacional corrupto e venal são os golpistas. Pagando caro estão conseguindo aprovar reformas destruidoras do Bem Estar Social e voltando às trevas da época pré-CLT e pré direitos sociais criados a partir de Getúlio Vargas.

Realmente, o Brasil precisa de paz. Mas não pode ser a Paz das elites, precisa ser a PAZ DO POVO, a PAZ PARA TODOS E DE TODOS.

O Brasil precisa da Paz com Democracia e Liberdade. Para isto, o Brasil precisa de UMA CONSTITUINTE, livre e soberana, que unifique todos os setores da sociedade e onde todos estejam representados democraticamente.

Hoje é o DIA DA INDÚSTRIA.
Indústria que vem sendo destruída desde o governo de FHC, sendo substituída por importados da CHINA, gerando desemprego e empobrecimento. Indústria que, neste governo, está sendo vendida aos estrangeiros. O Brasil está perdendo sua SOBERANIA. Está virando um país sem autonomia.

A Paz passa pela Democracia!
A Paz passa pelo respeito ao Povo brasileiro!
a Paz passa por nova CONSTITUINTE.


Temer, em vão, chama as Forças Armadas

Só faltam a Folha e as Igrejas Pentecostais...

Temer vai perdendo apoio de quem o apoiou contra Dilma a cada dia que passa.

Perdeu o apoio da Globo,
perdeu o apoio das Igrejas Cristãs,
perdeu o apoio da OAB,
perdeu o apoio de parte significativa do Judiciário,
perdeu o apoio de parte significativa dos empresários,
já não tinha apoio dos movimentos sindicais e populares...

Ontem tentou o apoio das Forças Armadas

e deve perder o apoio do Judiciário, no próximo dia 6 de junho.

Só vai ficar faltando perder o apoio da Folha e das Igrejas Pentecostais.



Perdeu o apoio das Forças Armadas
, que até agora estava em silêncio constitucional, porque Temer mostrou-se incapaz de administrar um dia de protesto dos trabalhadores.

Temer tremeu.

E quem treme não pode governar.

Temer acabou.

Até a Fiesp, de Skaf botou páginas de matérias pagas defendendo REFORMA POLÍTICA, JÁ!

Skaf, pelo jeito, também perdeu o apoio da maioria dos empresários. Esta nota da Fiesp não reflete o oportunismo de Skaf. Esta nota busca recolocar a Fiesp no seu papel histórico de instituição que contribui com a democracia.

Aos poucos, os empresários vão tomando coragem e se manifestando publicamente contra esta baderna que tomou conta do governo, do congresso nacional e de parte do judiciário. Brasília virou o reduto dos Podres Poderes... É preciso prender os corruptos e os corruptores. Estes milhões de reais e de dólares passaram por quais bancos? Pelo Banco Central? Porque não aparece o fluxo desta dinheirama?

A corrupção no Brasil é SISTÊMICA!

É preciso dar um basta!

É preciso parar tudo e começar de novo.
Começar tudo outra vez, como cantava Gonzaguinha.

A Fiesp, aparentemente já está fazendo sua autocrítica, embora insista em alguns erros.
A Reforma Política que precisa ser já, NÃO É PARA AS PRóXIMAS ELEIÇÕES GERAIS, EM OUTUBRO DE 2018.

A Reforma Política necessária
deve levar em consideração TODO O POVO BRASILEIRO, deve criar novas regras de governabilidade e isto só é possível com UMA NOVA CONSTITUINTE.

Que se cancelem estas reformas neoliberais e prejudiciais ao povo brasileiro, por protegerem apenas os empresários, que se escolha um presidente interino com a responsabilidade de ajudar na elaboração da NOVA CONSTITUIÇÃO, elaborada pelos constituintes exclusivos.

A Reforma Política necessária
, não pode ser feita da mesma forma que este governo ilegítimo e este congresso corrupto estão fazendo as reformas neoliberais. A Fiesp também reconhece que este governo ilegítimo já levou o Brasil a ter mais de 14 milhões de desempregados.

Estou com a Fiesp: Fora Temer! Constituinte, Já!, Reforma Política Já!


Vamos construir UMA NAÇÃO DEMOCRÁTICA,

COM O POVO, para ter um governo DO POVO e PARA O POVO.

Nada de governos das elites!
Nada de aristocracia!

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Brasília em chamas, com 200 mil manifestantes contra Temer

A maior greve geral em 28 de Abril,
A maior marcha contra o ilegítimo governo Temer - 24 de Maio de 2017

O Povo brasileiro precisa ser respeitado.
O ilegítimo Temer, com medo do Povo, convocou o Exército para protege-lo.
Ledo engano, as Forças Armadas não vão proteger corruptos e quem é contra o POVO.

Não haverá Estado de Sítio. Não haverá DITADURA.
É mais fácil Temer ser destituído e desmoralizado,
do que o Povo aceitar que os corruptos continuem no governo.

Vejam a breve nota da CUT sobre o OCUPA BRASILIA

Maior Marcha da história – 24 de Maio de 2017
200 mil em Brasília por Nenhum direito a menos!
Fora Temer!
Diretas já!

O eixo monumental de Brasília foi tomado por 200 mil manifestantes que protestaram de forma pacífica contra as reformas trabalhista e da Previdência exigindo a retirada imediata das propostas do Congresso; recusaram o "golpe dentro do golpe" com eleição indireta de presidente, defenderam que a palavra tem que ser dada ao povo soberano em eleições diretas já!

A participação da CUT, em unidade com todas as centrais,
foi importante para o sucesso do “Ocupa Brasília”.

Mas, quando o início da Marcha chegou próximo ao Congresso Nacional, o Governo/Estado mostrou sua falta de preparo para receber uma manifestação democrática e a polícia, mais uma vez, agiu de forma repressora como sempre faz em atos de trabalhadores e trabalhadoras, que hoje, em Brasília, exerciam seu legítimo direito de manifestação. Milhares de mulheres, e homens, jovens e crianças foram recebidos com balas de borracha e gás lacrimogêneo.

Temer se aproveitou disso para invocar as Forças Armadas
para a defesa da "ordem", lembrando os piores momentos da ditadura militar.

A CUT e as demais centrais não vão esmorecer na luta em defesa dos direitos e da democracia, devendo reunir-se para discutir a continuidade da luta e, continuando a tramitar as reformas, adotar o chamado a uma nova greve geral maior do a que paralisou o Brasil em 28 de abril.

A luta continua!

Nenhum direito a menos
Fora Temer
Diretas já

Executiva Nacional da CUT

terça-feira, 23 de maio de 2017

Mensagem do irmão Luiz para Lula

É preciso ouvir o clamor deste povo

Prezado irmão Lula,

Amanhã, dia 24 de maio, o Brasil inteiro estará em Brasilia,
clamando por respeito ao povo brasileiro,
clamando por respeito ao direito de aposentar-se com dignidade,
clamando por mais emprego e salários decentes.

Os parlamentares viraram às costas para o povo e para o Brasil.
O governo comete muitos erros,
gerando mais instabilidade e mais insegurança.

O Judiciário sozinho não consegue acalmar o Brasil.
Denúncias e mais denuncias evidenciam a necessidade
de dar um basta a este violência generalizada.

Há um clamor muito grande para que seja dado um basta.
Ninguém está conseguindo acalmar todos os setores,
ninguém está conseguindo unificar o Brasil.

Nas horas difíceis do Brasil, você surgiu,
nas horas difíceis dos trabalhadores,você esteve presente,
nas horas difíceis do povo nordestino, você ajudou.

Estamos diante de desafios imensos,
O Brasil e o povo, mais uma vez, precisam de sua ajuda.
O Brasil e o povo precisam se unir pela paz.

Volte a pregar a paz, a união e a dignidade,
Volte a se oferecer para unir os diferentes,
escutar os que divergem, pacificar o Brasil

Para ajudar o Brasil...

se preciso,
faça mais uma Carta aos Brasileiros(as).

se preciso,
diga que ajuda a unir o Brasil,
e ajuda a escolher um governo provisório,
como foi o governo de Itamar.

se preciso,
diga a todos que você pode esperar por 2018,
diga que o Brasil é muito maior
do que estes mais de 30 partidos existentes,

diga que uma nova Constituinte
precisa ser realizada, para unificar o Brasil

diga que precisamos começar com o que temos,
e que o temos deve ser de todos os brasileiro.

Para que não se tenha medo de ser feliz,
é preciso saber perdoar, tolerar e respeitar.

Você já ajudou muito, e pode ajudar ainda mais.
Lembre-se de Dom Paulo Evaristo Arns,
lembre-se de todos os irmãos e irmãs.

De seu irmão Luiz, que sempre esteve com você.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

A Folha em crise

Democracia de conveniência ou Democracia para valer?

Para os leitores da Folha
, entender o que o jornal está mostrando virou um labirinto mais que político, mas um labirinto freudiano.

Um jornal que teve papel tão importante na campanha pela redemocratização do Brasil, agora patina sem saber como lidar com a tragédia do governo imoral e ilegítimo de Temer.

Por ironia do destino, na campanha das Diretas Já pela redemocratização, a Folha era a vanguarda e a Globo era o atraso.
Agora, a Globo sai na frente denunciando os descalabros do governo Temer, e a Folha, com medo das diretas, sai defendendo manter o governo Temer, até que a direita e os golpistas consigam construir o seu "Colégio Eleitoral", isto é, uma solução conservadora, sem eleições diretas, mas que seja capaz de destituir Temer escolher um sucessor por vias indiretas, impedindo que o POVO decida soberanamente o que é melhor para o Brasil.

A Folha pressiona a Globo para que a solução não seja via Diretas Já. A Folha não quer que a solução seja democrática e soberana. É o famoso "Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço". É a democracia aristocrática! Sem povo e sem soberania.

Apesar da crise de Temer e da Folha,
tivemos uma boa surpresa hoje.
A coluna semanal assinada por Aécio Neves, em homenagem aos tucanos e aos mineiros, deixou de ser publicada e foi substituída por ótimo texto de Marcos Augusto Gonçalves. Espero que a Folha o mantenha. Mesmo nestes tempos bicudos...

O Brasil precisa de mudanças estruturais e profundas. Estas mudanças podem ser feitas via golpe de impeachmente ou respeitando-se a soberania do voto universal. A Folha, numa crise conservadora, apoiou o golpe e está apoiando a transição conservadora ante as loucuras de Temer, já o seu bom jornalista, defende reformas e a modernização do Brasil, mas que isto se dê respeitando-se e com a participação de todos os brasileiros.

Democracia e Liberdade não fazem mal a ninguém.


Na Democracia, as pessoas e as empresas sempre podem se refazer e buscar as melhores opções, os melhores caminhos. Nós, que continuamos lendo a Folha, sempre contamos com a possibilidade de a Folha voltar a ser um grande jornal e voltar a ser uma referência de modernidade democrática.

Leiam o bom artigo de Marcos Augusto Gonçalves, Tempos bicudos

publicado na Folha de hoje.

É com satisfação que me vejo a suprir por um dia a ausência do ex-senador Aécio Neves neste espaço -do qual, enfim, se despede. Alivia-se o leitor de suas chorumelas, e o país, de uma fraude moral e política que obteve 51 milhões de votos no último pleito.

Acompanho com cautela o fundamentalismo messiânico do juiz Sergio Moro e sua força-tarefa
, mas não há como escapar de certo contentamento ao ver cair a máscara desse séquito de hipócritas e heróis do povo brasileiro -à esquerda e agora, finalmente, à direita- que vai sendo apanhado no exercício de atividades incompatíveis com o espírito republicano e contrárias aos interesses dos brasileiros.

Nesse cenário, não deixa de chamar a atenção que o presidente Michel Temer venha merecendo a advocacia de setores da opinião pública com o intuito de desqualificar ou minimizar as denúncias que vieram à luz com a delação do desembaraçado rebanho de executivos do grupo JBS.

Que a peça de Rodrigo Janot tem fragilidades, não se discute.
Mas como bem notou o colunista Hélio Schwartsman, na última sexta-feira (19/5), em que pesem as ambiguidades jurídicas, há um contexto que não deixa dúvida sobre do que se trata.

Sempre se pode, como no caso de Aécio, fingir que não é bem assim, mas o tempo muito provavelmente se encarregará de demonstrar o que já se sabe. Temer não reúne condições morais e não tem apoio da população para governar.
Duas vezes aliado do PT em chapa presidencial, trocou de lado, como é habitual na malta que o PMDB congrega, para tentar "estancar a sangria" e ser fiador de uma mudança na economia -que, de resto, se fazia necessária.
Lamentável é que o esforço de recuperação da racionalidade econômica tenha prosperado em meio a uma conspiração e de costas para o povo.

É certo que o Brasil precisava de um ajuste fiscal e precisa de uma reforma da Previdência,
mas se escolheu para atingir esses objetivos uma trilha sombria em seu desprezo pela legitimidade política, em sua aversão a qualquer medida de justiça tributária e em seu descaso por contrapesos distributivos.

Chegou-se ao ápice do economicismo elitista ao se elevar à categoria de virtude o fato de o presidente não gozar de nenhuma popularidade -circunstância que atingiria o grau de perfeição num regime ditatorial.

E agora?


Veremos uma onda de adesão às diretas que as elites até aqui se recusaram a considerar?
Defenderemos a Constituição, facultando ao Congresso desmoralizado a escolha de um novo fantoche?
Ou quem sabe seguiremos ladeira abaixo com o pato manco?
Veremos.
Como dizia-se antigamente, tempos bicudos.

domingo, 21 de maio de 2017

OAB e mais Igrejas exigem saída de Temer

25 a 1 foi a votação na OAB contra Temer

A Ordem dos Advogados do Brasil, corporação de ofício que Temer faz parte como advogado, decidiu quase que por unanimidade que Temer prevaricou e faltou com o decoro de presidente da República. De 26 Estados presentes, apenas um votou a favor de Temer.

A OAB vai protocolar o pedido de impeachment de Temer nesta segunda-feira.


Além de perder o apoio do Povo
,das organizações sociais, das Centrais Sindicais, da Globo, da Igreja Católica e das Forças Armadas, Temer agora perdeu o apoio da Ordem do Advogados do Brasil e de mais uma série de Igrejas Luteranas, Ortodoxas e Presbiteriana.

Precisamos visitar as Igrejas Pentecostais e pedir que elas também se coloquem do lado do povo brasileiro e das instituições da sociedade civil. Os pentecostais não podem ficar com a imagem que apoiam o Cunha e sua quadrilha de corruptos.

Os artistas já estão se manifestando publicamente e neste domingo o povo e suas instituições estarão nas praças de todo o Brasil, exigindo Fora Temer, Diretas Já, Constituinte soberana e respeito ao povo brasileiro.

Leia abaixo a noticia sobre o apoio das Igrejas. O texto foi copiado da Rede Brasil Atual.


O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic),


Que representa a Igreja Católica Apostólica Romana, Episcopal Anglicana do Brasil, Evangélica de Confissão Luterana, Sirian Ortodoxa de Antioquia ePresbiteriana Unida, declarou apoio à realização de eleições diretas para a Presidência da República, para o Câmara e para o Senado como instrumento para restaurar a legitimidade da representação popular.

Em documento divulgado nesta sexta-feira (19), a entidade conclama as igrejas-membro e seus fieis para a oração, intercessão e resistência em favor da democracia que garanta o acesso universal à saúde, à educação, à previdência social e ao emprego.

“Queremos uma democracia que garanta a distribuição de riquezas,
garantia de direitos aos povos indígenas,
taxação sobre grandes fortunas e
que nos permita sonhar por novo céu e nova terra.
Nenhum direito a menos!"

No documento, os religiosos denunciam o avanço das forças políticas conservadoras por meio da desestabilização do primeiro mandato da presidenta Dilma Rousseff com a suposta bandeira do combate à corrupção com vistas ao impeachment e a posse de Michel Temer. Este processo passou para a história como um golpe parlamentar perpetrado em nome da moralização da política brasileira e concretizou a ruptura democrática."

sábado, 20 de maio de 2017

40 milhões por um apartamento, Aécio?

O apartamento da mãe ou para a mãe?

Ando tão chocado com esta notícia que saiu no Estadão e em outros locais, que ainda não entendi se o apartamento ERA PARA A MÃE DE AÉCIO, ou se ERA DA MÃE DE AÉCIO.

Se era para A MÃE, fico imaginando a idade que ela teria na época e porque precisaria de um apartamento de 40 milhões de reais.

Se era DA MÃE, fico imaginando se era verdade que a mãe tivesse um apartamento de 40 milhões de reais.

Tudo isso é muito triste. Com tanto dinheiro, tanta impunidade, tanta cumplicidade nos setores mais variados do Brasil, porque Aécio e a irmão, Andrea, precisavam BOTAR A MÃE NO MEIO? As mães são sagradas.

Faço aqui um apelo a TODOS OS DELATORES e a TODOS OS CORRUPTOS,

NÃO BOTEM A MÃE NO MEIO!



Leiam abaixo partes da matéria que saiu no Estadão onde a mãe de Andrea e de Aécio, é citada.


Irmã de Aécio queria R$ 40 mi
para comprar apartamento, diz delator


Andrea Neves, presa pela Polícia Federal na Operação Patmos, alegou que dinheiro seria investido na aquisição de imóvel no Rio; Joesley Batista, da JBS, diz que 'condicionou' repasse à nomeação de um indicado seu para o comando da Vale, mas operação não se concretizou
Fábio Fabrini, Fabio Serapião e Beatriz Bulla, de Brasília
19 Maio 2017 | 17h17 Estadão - Política
Conforme um dos depoimentos do delator,

Andrea cobrou os milhões para a compra de um apartamento da mãe.


Nesse contexto, ele explicou que pediu a Aécio a nomeação de Aldemir Bendine, ex-presidente da Petrobrás, para presidir a Vale.
O dono da JBS explicou que
, com a nomeação de Bendine, resolveria o problema dos R$ 40 milhões pedidos por Andrea. Mas Aécio, segundo ele, disse que já havia indicado outra pessoa para a vaga, dando a ele a oportunidade de escolher qualquer uma das outras diretorias da mineradora.

O tucano teria dito para o delator esquecer o pedido milionário da irmã, pois todos os contatos seriam feitos com ele próprio.

Temer perdeu apoio da Globo, da CNBB e das Forças Armadas

Ou renuncia já,
ou
espera o dia 6 de junho para ser destituído


A sorte está lançada!

Temer já não tinha o apoio do POVO brasileiro.
90% eram contra ele.

Temer perdeu o apoio da Rede Globo,
que era sua principal base de sustentação.

Temer perdeu o apoio da Igreja Católica e do Papa Francisco.


E agora perdeu o apoio das FORÇAS ARMADAS.


Segundo o site do jornal VALOR, Temer reuniu-se ontem, sexta-feira, no final da tarde, com os Comandantes das Forças Armadas. Em nota divulgada pelo Centro de Comunicação Social do Exército, o general Villas Boas, Comandante do Exército, disse que:

"A atuação da Força Terrestre tem por base
os pilares da ESTABILIDADE, LEGALIDADE E LEGITIMIDADE"
.

"No encontro foi destacada a UNIDADE de pensamento das FORÇAS e a subordinação perene aos DITAMES CONSTITUCIONAIS".

Para bom entendedor, meia palavra basta.


Temer já não garante
a estabilidade do país;
Temer já não tem legalidade, pois o STF já reconheceu os crimes e autorizou a investigação;
Temer já não tem legitimidade. Aliás, nunca teve legitimidade, por ser um presidente que não foi eleito, herdou o cargo por traição e por ser parte de um golpe civil e agora por ser ostensivamente reconhecido como corrupto.

O Brasil já não aguenta mais!
O POVO brasileiro quer um BASTA!

Que todos que se corromperam sejam punidos!

Que se retorne à Soberania Nacional e a legitimidade Constitucional.


A palavra final deve ser do POVO.


O Congresso e os políticos estão manchados de grana e de sangue.

O Congresso também não tem legalidade nem legitimidade. Foi comprado.

Vamos fazer ELEIÇÕES GERAIS!
Vamos fazer NOVA CONSTITUIÇÃO!


Todos nas praças neste domingo!
Todos em Brasilia no dia 24 de maio!

A voz do Povo é a VOZ DE DEUS!

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Mônica de Bolle solta o verbo e exige saída de Temer

"O Temer não pode ficar onde está"

Quem utilizou a entrevista que saiu publicada no site do Estadão perdeu partes preciosas que foram publicadas no jornal impresso. No site do Estadão, ficamos com a impressão que parte da entrevista foi censurada. Quem diria, um jornal que lutou tanto contra a censura no Brasil, editar com cortes relevantes uma entrevista tão impactante como esta com as declaraçoes de Mônica de Bolle. E olhem que ela não é de esquerda.

Leiam a íntegra da entrevista de MONICA DE BOLLE, publicada no Estadão de hoje.

'Se ficar, Temer vai levar a economia para o buraco', diz economista

Para Mônica de Bolle, retomada da economia não justifica permanência do presidente no cargo.


Entrevista com Monica de Bolle, pesquisadora do Instituto Peterson de Economia Internacional

Alexa Salomão, O Estado de S.Paulo - 18 Maio 2017 | 17h18

Para a economista Monica de Bolle, pesquisadora do Instituto Peterson de Economia Internacional, o presidente Michel Temer cometeu um erro ao insistir em permanecer no governo e a retomada da economia não é uma justificativa para segurá-lo. "Ele vai levar a economia para o buraco", diz Monica.

'É preciso fazer uma limpeza geral no governo', diz Monica

“É preciso fazer uma limpeza geral no governo”, diz Monica., Na avaliação da especialista, não apenas Temer tem de sair. É preciso também tirar da linha sucessória e do governo todos que sejam investigados na Lava Jato ou paire algum risco de envolvimento.

"O País precisa purgar isso. Na perspectiva de corrosão institucional, se ficar como está, o Brasil caminha para virar uma Venezuela", diz ela.

A seguir trechos da entrevista que concedeu ao Estado.


O impacto da denuncia contra o presidente foi forte. Quais serão os efeitos?

Acho que, no fim, pode ser bom para o país se souberem aproveitar a oportunidade para fazer a purgação total do sistema. Tira Aécio, tira Temer, tira todos os corruptos do governo. Purga. Acaba com essa historia de dividir tudo entre direita e esquerda, PSDB versus PT.

Ficou claro agora: está todo mundo envolvido nesse negócio. E precisa ampliar as ações para a próxima eleição. Quem está fora da política ou que está na política e a gente sabe que são pessoas idôneas, sérias, precisam se unir.

Precisam formar uma espécie de comissão de sábios, por assim dizer, daqui para a frente.
O Temer não pode ficar onde está.
Nem importa mais o que ele disse ou não disse.
O simples fato de ele saber (que a JBS pagava mesadas para garantir o silêncio de Eduardo Cunha e Lúcio Funaro) já o compromete.

Como presidente da República, ele tinha obrigação de denunciar. Só aí ele foi conivente com esse crime – além de estar sendo conivente com vários outros. Ele tem oito ministros implicados na Lava Jato.

Temer não tem legitimidade para permanecer no governo. Agora, isso é um fato estabelecido.


Temer decidiu não renunciar. Qual o cenário?

O Temer deveria ter a hombridade de renunciar. Se ele quer se mostrar tão diferente da Dilma, se quer entrar para a história com alguma dignidade, ele tem que renunciar. Ele tem que fazer o que ela não fez. Não pode ficar nesse jogo de tentar acobertar, de dizer que é tudo mentira. Chega. Ninguém aguenta mais ouvir isso. Insistir é um erro. Precisamos purgar isso. Na perspectiva de corrosão institucional, se ficar como está, o Brasil caminha para virar uma Venezuela.

Temer argumentou que a economia estava se recuperando, as reformas caminhando e se sair, compromete a perspectiva dessa melhora.

A economia não pode ser a desculpa para ficar. O dano que essa gente provocou para o País não justifica fechar os olhos para isso. O que está em jogo aqui é o futuro institucional do Brasil. Isso é mais importante que a economia neste momento. Além do mais, não vai vir alívio para a economia com o governo podre.

Ele vai levar a economia para o buraco - para o buraco. Não tem saída nessa situação, entendeu? Não tem solução de canto. Ou a gente faz uma mudança de rumo agora ou perde a perspectiva de um futuro melhor. Temer não é ponte para o futuro. Temer é ponte para o passado.

É um cara da República Velha. Da república corrupta.
Não é o cara que vai fazer reformas.

Na linha sucessória está Rodrigo Maia, presidente da Câmara, outro investigado na Lava Jato, que vai convocar eleição indireta. Encarar esse rito não daria no mesmo a essa altura?


Não pode ser Maia. Tira Rodrigo Maia. Tira da linha sucessória todo mundo que tem implicação na Lava Jato. Tira do governo. Não pode ficar ninguém sobre o qual recaia alguma possível suspeita. Agora também não temos ambiente político, nem candidatos para fazer eleição indireta ou direta.

Precisamos de tempo para uma transição em que possamos ajustar a economia e a política. Tem gente de bem no Brasil. Tem gente que pensa. Essas pessoas precisam se juntar.

A travessia para 2018 é: coloca a ministra Carmem Lúcia (presidente do Supremo Tribunal Federal). Faz um pacto nacional com gente de bem. Eles precisam se aglutinar. Se unir. E precisa fazer uma limpeza geral no governo. Tira todo mundo que tem implicação na Lava Jato. Aí vamos ver o que acontece na eleição lá na frente.

A república velha, corrupta, ruiu. Acabou.

Mas, desmontar essa estrutura agora não seria mais prejudicial do que benéfico, dado essas pessoas estão comprometidas com as reformas, como a da Previdência e a Trabalhista, que você mesma considera essenciais?

O que estou dizendo agora sempre foi a minha linha de argumentação, desde o começo do governo Temer. Eu calei a minha boca um tempo porque ficou desgastante rebater pessoas que conheço e respeito que jogaram pedra em mim, alegando que moro fora do Brasil.

Acontece que morar fora te dá uma visão desapaixonada para encarar a realidade dos fatos. E a realidade é: esse governo nunca foi capaz de fazer as reformas do tamanho dessas que estão sendo propostas. Não tem a mentalidade moderna que eles exigem. /A.S.

O Brasil em mais uma encruzilhada

Só eleições gerais acalmará o Brasil

Com a implosão do governo ilegítimo de Temer, o Brasil entrou em novo impasse.

É a famosa crise de hegemonia que tomou conta do mundo. Não é apenas uma doença brasileira. Esta doença está nos Estados Unidos, na França, na Inglaterra e outros países menos importantes como os países da América Latina e Oriente Médio.

A direita brasileira, que tem “O MERCADO” como mandante
e se comunica com a sociedade através da Globo e da Folha, que orientam os demais meios de comunicação; orientam também o Judiciário e determinam o que o Legislativo deve fazer. Esta direita assumiu o controle do aparelho do Estado e está fazendo tudo que for necessário para impedir que Lula ou outro candidato popular possa voltar a ser eleito.

O conceito de Mercado, como elite dirigente, gestora da economia e dos recursos nacionais é o mesmo conceito antigos de ARISTOCRACIA, Plutocracia, ou governo dos ricos.

No início do século vinte, os conservadores
do mundo sentiram-se ameaçados tanto pelo comunismo como pelo fim das MONARQUIAS. Que era uma forma de governo já em decadência desde a Revolução Francesa e a consolidação do capitalismo e da revolução industrial. Esta decadência das monarquias e o medo do comunismo levou o mundo a duas guerras mundiais.

Com a vitória dos americanos
e aliados contra o nazismo, ampliaram as experiências de governos capitalistas e governos comunistas. Onde o parlamento se sobrepõe às poucas monarquias que sobreviveram e os governos comunistas que eram fortes militarmente, mas fracos em democracia popular.

No Brasil
, como área de controle e influência direta dos Estados Unidos, a democracia sempre foi instável e precária. Com a redemocratização, o Brasil passou a sinalizar para o mundo que ‘O GIGANTE ACORDARA”.

Com a eleição de Lula
, a imagem do Brasil melhorou muito perante o mundo. E a qualidade de vida dos brasileiros, sejam pobres ou ricos, melhorou em todos os sentidos. Nunca se ganhou tanto dinheiro no Brasil...

Com a eleição da primeira mulher para presidente,
as relações começaram a tencionar e os conservadores acharam oportunidade para dar mais um golpe, derrubando a presidenta. O líder do golpe, Aécio Neves, acabou de ser destituído de suas funções de senador por Minas Gerais e de presidente nacional do PSDB.

Depois deram outro golpe dentro do golpe
, quando os golpista subordinaram-se ao MERCADO e passaram a aprovar REFORMAS DESTRUIDORAS do Bem Estar Social que o Brasil tinha e que vem sendo destruído pelos governos do PSDB e agora pelo golpista Temer.

Estamos vivendo um terceiro golpe.


Com as denúncias de corrupção no governo Temer,
com gravações e tudo mais, a tendência é a renúncia ou o impeachment de Temer. Como não há vice-presidente, os golpistas querem eleição indireta e botar um gerente para continuar as reformas destruidoras que o MERCADO exige. Está escrito nos jornais de hoje: O MERCADO exige que as reformas sejam aprovadas. NÃO É O POVO QUE DECIDE. Quem decide é o Mercado.

Para contribuir com o debate
sobre as formas de Democracia que existem ou existiram na história, passo a relatar algumas informações importantes para a tomada de decisão.

Minha dúvida é:
O povo vai exigir que o governo seja do Povo, ou o povo vai submeter-se ao MERCADO? Este processo de estabilização democrática se dará com mortes e violências ou seremos capazes de construir um Acordo Nacional pela consolidação da Democracia no Brasil? Faremos a opção democrática ou a opção venezuelana?

Como devemos “Orar e Vigiar”, acrescento abaixo informações valiosas que nos ajudarão a escolher o melhor caminho para o Brasil.

Formas de Democracia


Plutocracia – governo dos ricos ou privilegiados. Governo do MERCADO.
Aristocracia - governos dos nobres, latifundiários, MERCADO (empresas e bancos)

Democracia
– governo do povo, com o povo e para o povo

Cidadania Democrática
– define quais pessoas são elegíveis e eleitores.
Por exemplo, há também democracia étnicas, como Japão e vários países árabes, Israel também é uma espécie de democracia étnica. As mulheres só passaram a votar a partir do século passado (século 20).
O sufrágio universal, cada pessoa adulta um voto, só foi generalizado no mundo a partir da revolução russa em 1917 e da derrocada das monarquias. Os países europeus com as guerras e as perdas das colônias, tiveram que fazer concessões ao povo e entre estas conquistas do povo estava o voto popular e universal.

A evolução do voto no Brasil


No site institucional do TSE, ao abordar “A evolução do voto no Brasil”, a primeira frase que aparece é: “VOTAR É UM PRIVILÉGIO.

O privilégio de votar é uma das maiores conquistas do cidadão brasileiro.
Originalmente, apenas pessoas de pele BRANCA, do sexo MASCULINO e maiores de25 anos podiam ser eleitores no Brasil.

Com o tempo e a evolução da legislação, corrigiu-se a injustiça que afastava das urnas de votação: MULHERES, NEGROS , ANALFABETOS, RELIGIOSOS E INDÍGENAS.”

Eu sempre achei que VOTAR É DIREITO, não privilégio...


Em 1824,
depois da independência do Brasil em 1822, foram convocadas eleições para elaborar uma nova Constituição, com a cara do Brasil e não mais de Portugal.

As eleições foram indiretas para Câmara e Senado, com dois turnos. No primeiro, votava apenas quem possuísse renda mínima anual de 100 mil-réuis, quantia bem considerável para um país onde mais da metade da população era escrava. Para poder ser eleito no segundo turno, cada pessoa tinha que ganhar ao menos 200 mil-reis por ano. (O Globo) A eleição era exclusivamente um terreno branco e masculino.

Com a proclamação da República,
as eleições passaram a ser diretas, mas tinham que saber ler e escrever. Em 1896, apenas 292 mil votariam para presidente, cerca de 2% de todos os brasileiros.

Somente em 1985 os analfabetos voltaram a ter direito a voto.


A república se tornou velha em 1930, com a subida de Getúlio Vargas ao poder.


Foi a Revolução de 1930. Em 1932 foi criada a Justiça Eleitoral brasileira e o Código Eleitoral do Brasil.

Vargas instituiu o voto secreto e obrigatório, além do sufrágio FEMININO.

Estes avanços democráticos foram suspensos com o Estado Novo, ditadura varguista e restabelecidos com a Constituição de 1946.

Esta prática democrática foi NOVAMENTE interrompida em 1964, com o Golpe Militar.


Com a redemocratização do Brasil 21 anos depois (1964-1985),
voltamos a ter NOVA CONSTITUINTE, onde foram estabelecidas novas bases para a democracia no Brasil, destacando-se as liberdades partidárias, inclusive para a esquerda.
Em 2016, voltamos a ter mais um GOLPE no Brasil e o país voltou a ter um governo não eleito pelo povo com uma prática de atender somente aos empresários e aos religiosos conservadores.

Na eminência de mais um Impeachment no Brasil
(será o terceiro em poucos anos), a democracia está novamente ameaçada pelo MERCADO, a nova forma de se chamar a Aristocracia. E o povo, ah, o povo, não sabe governar, dá trabalho, despesa e dor de cabeça, além de se corromper facilmente. Os conservadores não gostam de pobre, nem querem acabar com a pobreza.


quinta-feira, 18 de maio de 2017

Fora Temer, Retiradas das Reformas e DIRETAS JÁ!

Os Trabalhadores e a Sociedade se mobilizam contra a corrupção e as reformas abusivas

A Central Única dos Trabalhadores divulgou nota para orientar a atuação de sua base e dos sindicatos, federações e confederações após divulgação das graves denúncias contra o presidente Temer e o senador Aécio Neves. A seguir, a íntegra do texto.

FORA TEMER, RETIRADA DAS REFORMAS E DIRETAS JÁ!

A Direção da CUT considera de extrema gravidade as denúncias, fartamente documentadas com provas consistentes e divulgadas ontem nos meios de comunicação envolvendo o presidente ilegítimo Michel Temer no pagamento de propina, oriundas da empresa JBS, a Eduardo Cunha com o objetivo de mantê-lo calado em relação a crimes de corrupção envolvendo o próprio Michel Temer e o núcleo do seu governo. As denúncias atingem também um dos expoentes das forças que lhe dão sustentação política e parlamentar, o presidente do PSDB, senador Aécio Neves, que teria recebido recursos igualmente ilícitos de Joesley Batista, dono da JBS e que chegou a dizer, ao se referir a um de seus colaboradores: “Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer a delação”.

Além da clara intenção de obstruir o trabalho da Justiça, os fatos tornam público, de forma irrefutável, a natureza criminosa da quadrilha que assaltou o poder ao promover o golpe contra a Presidenta Dilma. Ao mesmo tempo, os fatos tornam insustentável a continuidade do governo golpista.

Neste momento crucial de aprofundamento da crise política, a CUT soma-se ao conjunto de forças democrático-populares para exigir Fora Temer, a retirada dos projetos da reforma da previdência e da reforma trabalhista da pauta do Congresso e a convocação e eleições diretas para eleger um novo Presidente e um novo Parlamento, com atribuições de poder constituinte. Deverá ser devolvido ao povo o direito soberano de escolher seus representantes para pavimentar o caminho para as mudanças estruturais necessárias para restaurar e consolidar a Democracia e promover um novo ciclo de desenvolvimento.

A CUT e os movimentos sociais
representados pela Frente Brasil Popular e pela Frente Povo Sem Medo têm tido um papel fundamental na resistência ao governo golpista e a sua agenda neoliberal e regressiva, desencadeando um processo crescente de mobilizações nas capitais e cidades do interior nos dias 8, 15 e 31 de março e que culminaram na histórica greve geral do dia 28 de abril que envolveu mais de 40 milhões de trabalhadores/as.

O recado foi dado: só a luta popular será capaz de derrotar o governo golpista e ilegítimo e de impedir que sejam retirados direitos fundamentais da classe trabalhadora. Apesar de termos isolado o governo golpista, que conta com baixíssimo índice de aprovação, ele insiste em manter as reformas criminosas contra a classe trabalhadora.

Diante da gravidade do momento, a CUT orienta suas bases a permanecerem em estado permanente de mobilização, e as conclama a saírem às ruas das capitais e cidades do interior no próximo domingo, dia 21, e a ocuparem Brasília no dia 24 de maio para exigir:

QUE O CONGRESSO RETIRE DA PAUTA
A REFORMA DA PREVIDÊNCIA E A REFORMA TRABALHISTA

FORA TEMER!
DIRETAS JÁ!


São Paulo, 18 de maio de 2017

Direção Executiva da CUT Nacional

STF afasta Aécio, presidente nacional do PSDB

Como Delcídio e Cunha, Aécio já não é mais senador

Irmã de Aécio é presa e a PGR pede a prisão de Aécio.


Depois de pedir 2 milhões de reais ao empresário e ameaçar de morte
quem delatasse, o presidente nacional do PSDB, ex-governador de Minas Gerais, ex-candidato a presidente da República, principal articulador do não reconhecimento da vitória de Dilma Rousseff nas eleições de 2014, depois de tudo isso,

Aécio não tem mais condições morais nem jurídicas para exercer o mandato de Senador.
Aécio feriu o decoro parlamentar, explicitamente agiu para obstruir investigação judicial e expôs o seu eleitorado e o seu Estado, Minas Gerais, ao ridículo. Triste Brasil, Triste Minas Gerais.

Já tem jornalista dizendo que estas medidas mostram que a Justiça está sendo neutra. Mentira! Tanto não é verdade que Joesley não procurou o juiz da Lava Jato, Moro, e sim procurou Fachin e os juízes do STF. Ou vocês acham que Moro iria expor Aécio, seu amigo de partido e de conversas, a uma situação desta?

O quê está acontecendo com o Brasil?


Com a redemocratização,
os políticos, os empresários, a estrutura dos Estados, Municípios e União, os funcionários destas instituições foram se acostumando com as facilidades para "quebrar galho e encurtar caminhos", Não perceberam que o Brasil estava se modernizando, que a população brasileira já tem acesso às escolas e à informação, e agora, atônitos, vêem seu mundo cair, suas vidas serem expostas e suas contas bancárias serem vasculhadas, seja no Brasil ou no Exterior.

Agora, inegavelmente, pegou os três grandes partidos brasileiros:
PT, PSDB e PMDB. Os demais são parceiros indiretos das benesses eleitorais e dos cargos nas estruturas. São 35 partidos? Me digam um único que possamos botar a mão no fogo!São todos beneficiários destes vícios de cumplicidade em editais, licitações e doações diretas e indiretas.

A hora é agora!


Vamos convocar novas eleições gerais,
limpar o Congresso Nacional, convocar uma nova Constituinte para atualizar as regras universais de convivência democrática e institucional. Sem medo de ser transparente, sem medo de sofrer.

Vamos constituir um grande acordo nacional com regras simples e objetivas.

Direitos e deveres para todos os setores da sociedade, em vez de criar estruturas dispendiosas e corruptoras, vamos criar arbitragens com moderadores reconhecidos entre as partes, submeter a eleições tanto os juízes como os políticos em geral. Nada de vitaliciedade, nada de poderes acima do cidadão comum.

Precisam praticar uma democracia efetiva,

onde esteja garantido que o Brasil é de todos,
com todos e para todos.

Da mesma forma que STF determinou o afastamento de Aécio,
o Brasil precisa que Temer, o ilegítimo e protetor de Cunha,
também seja colocado sob suspeição e impedido de exercer o mandato.

Que o próprio STF, em conjunto com o TSE, convoquem as ELEIÇÕES GERAIS!


O Brasil vai aplaudir
, participar e garantir que a honestidade,
o respeito aos brasileiros, e a segurança nacional serão restabelecidas.

Viva o Brasil!

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Aecio Neves: A vergonha de Minas Gerais

Se prenderam Delcidio, Aecio também tem que ser preso

O senador Delcidio teve autorização do Senado para ser preso e perder o mandato. O que Aecio fez é muito pior do que Delcidio. Segundo a Globo, além de Aecio pedir dinheiro para pagar advogado contra a Lava Jato, ao ser perguntado a quem deveria ser entregue a mala de dinheiro, respondeu que seria a alguém que tem medo de morrer.

Vejam as fotos divulgadas pela Globo:






Que papelão, hein Aecio?

Sua família deve estar morrendo de vergonha!

Você esqueceu que é presidente nacional do PSDB?

Você esqueceu foi foi candidato a presidente do Brasil?

Você se esqueceu de muita coisa, Aecio...

Delfim Neto e a Reforma Trabalhista

"Já passou da hora de acabar com a CLT",
palavras de Delfim Neto.

Passou Fernando Henrique - o sociólogo
- e fez muito pouco para superar a CLT e as relações de trabalho no Brasil.
Passou Luis Inácio Lula da Silva - o sindicalista - e fez muito pouco para superar a CLT e as relações de trabalho no Brasil.
Passou Dilma Rousseff - a guerrilheira - e fez muito pouco para superar a CLT e as relações de trabalho no Brasil.

Agora vem um golpista,
sem ter sido eleito pelo povo, nem muito menos pela classe trabalhadora e, por motivos escusos, faz um projeto para acabar com a CLT e tudo que este sistema de relações de trabalho representa. O golpista faz isto em conluio com um Congresso Nacional venal, corrupto e desmoralizado perante a sociedade. Verdadeiros vendilhões do templo, muitos deles apoiados por igrejas evangélicas que organizam os segmentos mais pobres da sociedade. Usam os pobres para combater a classe média e a própria classe que fazem parte: a classe operária e camponesa.

O professor e político Delfim Neto
, pessoa que tenho o hábito de ler seus artigos pelas qualidades provocativas, irônicas e cultura teórica sobre economia e governos, hoje, nos jornais, vem propondo que se acabe com a CLT.

A CUT também foi criada em 1983
propondo o fim da CLT e a criação do Contrato Coletivo do Trabalho, realizado por negociações livres e diretas sem interferência dos governos e da Justiça do Trabalho, sem também interferência do Ministério Público, seja ele do trabalho ou não.


Este governo golpista está apresentando ao Congresso Nacional
a extinção da CLT, porque a CUT está contra?


A CUT está contra exatamente
porque as negociações deveriam acontecer entre patrões e empregados, sem interferência dos governos, do legislativo e do judiciário. E é exatamente o que está acontecendo. Os patrões, através das suas entidades nacionais que patrocinaram financeiramente o golpe, mandaram seus consultores e seus advogados, incluindo professores universitários, "elaborar a proposta de reforma trabalhista" como os patrões queriam e querem. E este governo fantoche e ilegítimo está fazendo exatamente isto. Por quantos dinheiros?

Da mesma forma que a CUT defende Eleições Gerais e Nova Constituinte
para restabelecer a normalidade democrática no Brasil, a CUT defende a criação de um fórum nacional de relações do trabalho, com ampla participação dos setores do mundo do trabalho, tanto patronal quanto dos trabalhadores, tendo o governo, o congresso nacional e a justiça do trabalho como moderadores, não como determinadores. E no final de um prazo pre-estabelecido, faz-se um projeto de lei para ser homologado pelos poderes constituídos.

Se a Alemanha tem apenas onze sindicatos
, enquanto no Brasil há quase 20 mil sindicatos de patrões e de empregados, isto se dá porque tanto os governantes, como os empresários NUNCA tiveram a coragem de fazer um acordo nacional para modernizar o Estado e suas instituições. Sempre fomos contra o imposto sindical e o "Sistema S" exclusivo para os patrões. Democracia pressupõe igualdade de direitos. Algo raro no Brasil.

O que ficou claro depois do golpe do impeachment, foi que o golpe não foi apenas para tirar a presidente Dilma Rousseff do governo, o golpe foi para desacreditar o modelo de governo democrático popular do PT e de Lula, e o golpe também serviu para acabar com o Brasil do Bem Estar Social.

Realmente já passou da hora de acabar com a CLT,


também já passou da hora de se garantir o direito de aposentar-se,
também já passou da hora de se garantir o trabalho justo e decente,
também já passou da hora de acabar com os golpes no Brasil,
também já passou da hora de se fazer Eleições Gerais,
também já passou da hora de se fazer Nova Constituinte,
também já passou da hora de se respeitar os direitos da mulheres,
também já passou da hora de se garantir os direitos da Agricultura Familiar,
também já passou da hora de se garantir as Políticas Públicas,
também já passou da hora de se acabar com a corrupção no Brasil,
também já passou da hora de se combater a violência generalizada,
também já passou da hora de se acabar com a violência nos presídios,
também já passou da hora de se garantir formação qualificada para os jovens,
também já passou da hora de se proteger as empresas brasileiras,
também já passou da hora de se proteger e garantir a SOBERANIA NACIONAL,
também já passou da hora de se combater a destruição da Amazônia.

Ah, Delfim, e pensar que você assessora e governa desde 1964?
quanta chance teve para modernizar as relações de trabalho!

Ainda temos tempos para isso, Delfim.

Sempre reconheci seus méritos, mas, por favor,

não defenda apenas os patrões,
defenda os brasileiros e brasileiras,


defenda o Brasil.


Aí estaremos juntos, modernizando o Brasil.
Um país para todos, com todos e para todos.

terça-feira, 16 de maio de 2017

Enquanto a China anda para frente...

O Brasil anda para trás

Enquanto a China vai se transformando no país mais importante do mundo, superando os Estados Unidos e a Europa, o Brasil vai se transformando num Estado Policial, repressor, que destrói as Políticas Públicas, vende as empresas aos estrangeiros e abre mão da sua soberania nacional.

Enquanto a China apresenta seu Plano Marshall, as manchetes da imprensa brasileira são as trocas de favores entre o pessoal do governo ilegítimo e o Congresso Nacional corrupto e desmoralizado. Além da matéria dizendo que a Polícia Federal indicia Lula por ter apoiado empresas nacionais e multinacionais que atuam no Brasil para gerar trabalho, renda e mais riqueza para o Brasil.

E a China faz parte dos BRICS, como o Brasil.
Vejam o bom artigo do New York Times, publicado na Folha de hoje.


China lança 'projeto do século'
no centro de uma Nova Ordem Econômica

Folha, Jane Perlez e Keith Bradsher do New York Times
16/05/2017 – mundo A13

O presidente da China, Xi Jinping, apresentou neste domingo (14) uma visão abrangente de uma nova ordem econômica global, posicionando seu país como alternativa aos EUA voltados para seu próprio interior sob a Presidência de Donald Trump.
Cercado por líderes autocráticos da Rússia e Ásia Central em um fórum em Pequim, Xi prometeu mais de US$ 100 bilhões para bancos de desenvolvimento na China, algo que, segundo disse, será a ponta de lança de gastos enormes com infraestrutura em toda a Ásia, Europa e África.

Os líderes das grandes democracias ocidentais se fizeram notar por sua ausência do fórum.

Sem falsa modéstia em relação ao plano, Xi descreveu como "este projeto do século" a iniciativa, conhecida como "One Belt, One Road" (um cinturão, uma rota). Baseado em investimentos liderados pela China em pontes, ferrovias, portos e energia em mais de 60 países, o programa forma a espinha dorsal da agenda econômica e geopolítica da China.
Em uma virada nova para a China, que normalmente sempre viu com ceticismo os programas sociais do Banco Mundial, Xi disse que a iniciativa vai combater a pobreza nos países que receberão os investimentos. Ele prometeu entregar assistência alimentar emergencial e disse que a China vai começar "cem projetos contra a pobreza", embora não tenha dado detalhes sobre eles.

Xi descreveu o plano como "globalização econômica que é aberta, inclusiva, balanceada e benéfica a todos". Ele disse que a China convidará o Banco Mundial e outras instituições internacionais a unir-se a ela para fazer frente às necessidades dos países em desenvolvimento —e também os desenvolvidos—, sugerindo que estaria procurando abrir mercados novos e exportar o modelo chinês de crescimento liderado pelo Estado.

Xi destacou as diferenças entre o sistema de alianças dos EUA e sua visão do comércio sob a égide chinesa.

"Não temos a intenção de formar um grupinho que desmonte a estabilidade, mas esperamos criar uma grande família de convivência harmoniosa", disse ele, com o presidente russo Vladimir Putin na primeira fileira do centro de convenções onde o discurso foi feito.
Até agora a China gastou apenas US$50 bilhões com a iniciativa que Xi anunciou quatro anos atrás —um valor relativamente pequeno, comparado com seu vasto programa de investimento doméstico.

Mas Xi disse à plateia —composta de mais de duas dúzias de líderes nacionais, enviados de mais de cem países e representantes de várias empresas e instituições financeiras— que estava aumentando os valores disponíveis para os principais bancos chineses de investimentos.

O China Development Bank e o Ex-Im Bank vão conceder créditos de US$ 55 bilhões juntos, e o Fundo da Rota da Seda receberá US$14 bilhões adicionais, segundo Xi. Outros US$50 bilhões serão direcionados para incentivar instituições financeiras a ampliar seus negócios com fundos no exterior em renminbi (moeda chinesa).

O governo chinês planejou o fórum durante meses, lançando uma campanha ampla de divulgação da iniciativa na mídia noticiosa estatal e suprimindo opiniões divergentes de acadêmicos céticos e executivos de estatais preocupados com o gasto de valores muito altos de dinheiro.

Procurando validar o projeto, a China pressionou os países ocidentais e os aliados dos EUA a enviar seus líderes para o fórum, mas a maioria recusou o convite, enviando em seu lugar representantes de escalão mais baixo.

Entre os presentes ao fórum estavam o ministro das Finanças do Reino Unido, Philip Hammond, e Matthew Pottinger, diretor sênior para a Ásia do Conselho Nacional de Segurança dos EUA, de Washington.

Em declarações que fez no fórum, Pottinger exortou a China a exigir transparência nas licitações públicas quando as obras começarem. "A transparência vai garantir que empresas privadas possam participar de licitações em um processo justo e que o custo de participação nas mesmas valerá o investimento", disse.

Pottinger afirmou ainda que empresas americanas estão altamente interessadas em trabalhar nos projetos.
O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, não compareceu, preocupado com a aplicação de valores importantes de dinheiro chinês no Paquistão, país rival. Já o premiê paquistanês, Nawaz Sharif, cujo país é aliado de longa data da China, disse que tem orgulho em estar "lado a lado" com Pequim.

Em comunicado divulgado na véspera do fórum, o governo da Índia disse que a iniciativa corre o risco de gerar dívida insustentável para os países, receio também expresso por alguns economistas ocidentais que estudaram o programa. A China, eles disseram, não pretende dar assistência, mas pedir aos países que contraíam dívidas com bancos chineses para pagar por sua infraestrutura.

Alguns representantes dos EUA e Europa Ocidental dizem que a China está gastando no exterior e levando outros a juntar-se a ela, ao mesmo tempo em que conserva setores importantes de seu enorme mercado doméstico fora do alcance de investidores estrangeiros.
"A abertura da China a empresas estrangeiras ainda é tímida", comentou Joerg Wuttke, ex-diretor da Câmara Europeia de Comércio na China.

Horas antes do discurso previsto de Xi, a Coreia do Norte disparou um míssil balístico de médio alcance. Alguns representantes interpretaram o lançamento do teste, o primeiro desde a posse do novo presidente da Coreia do Sul, como esforço intencional de causar constrangimento a Xi Jinping.

A mídia chinesa foi instruída a reduzir a cobertura do lançamento do míssil uma hora antes do discurso de Xi, revelaram jornalistas chineses. Então, 30 minutos antes do discurso, as delegações das Coreias do Norte e do Sul tiveram um encontro breve, contou um diplomata sul-coreano que pediu anonimato.

De acordo com o diplomata, o fato de essas duas delegações se encontrarem em reuniões internacionais foi um procedimento bastante normal. Mesmo assim, pareceu simbolizar o interesse da China em organizar discussões sobre a Coreia do Norte entre todas as partes, incluindo os Estados Unidos.

A agência de notícias sul-coreana Yonhap informou que Park Byeong-seok, membro sênior do Partido Democrático da Coreia, disse à delegação norte-coreana que seu governo fez "objeções fortes" ao teste do míssil.

A presença da delegação norte-coreana, liderada por Kim Yong Jae, o ministro das Relações Econômicas, em um evento altamente programado, atraiu críticas da embaixada dos Estados Unidos em Pequim.

O governo Trump pediu à China que exerça pressão sobre a Coreia do Norte, mas não está claro o que a China já fez para reduzir ainda mais seus laços econômicos com Pyongyang.
Um representante do presidente sul-coreano, Moon Jae-in, disse que este enviou Park ao fórum a convite de Xi Jinping.

Os dois líderes teriam conversado ao telefone na quinta-feira, dias após a eleição de Moon, preparando o terreno para uma melhora nas relações tensas entre os dois países.
A expectativa é que Park se reúna com o ex-chanceler chinês Tang Jiazuan em Pequim nesta segunda-feira (15).

As discussões provavelmente vão tratar da oposição chinesa forte ao acionamento do sistema americano de defesa antimísseis, conhecido como Thaad, na Coreia do Sul, e como Moon pretende navegar a corda bamba entre os Estados Unidos, que garante a segurança de seu país, e a China, sua maior parceira comercial.

O Ministério das Relações Exteriores chinês criticou o lançamento do míssil pela Coreia do Norte, dizendo em comunicado à imprensa que violou resoluções do Conselho de Segurança da ONU e pedindo moderação.

Tradução de CLARA ALLAIN

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Itaú comprou o Citi, comprou a XP, vai comprar...

Quando o discípulo supera o mestre

Uma reflexão sobre a formação da riqueza

Não é a regra, mas, alguns filhos conseguem superar os pais, quando herdam suas empresas. Nos últimos vinte anos, o Brasil e o mundo financeiro internacional acostumaram-se a ouvir falar de Roberto Setúbal. Herdou a presidência do pai, Olavo Setúbal, que ampliou o Banco Itaú com várias fusões e aquisições, mas que era sempre o segundo maior banco privado do Brasil. Tendo sempre o Bradesco em primeiro lugar. Afinal, disputar o primeiro lugar com Amador Aguiar e depois com Lázaro Brandão não era fácil.

Mas, como dizia a propaganda do Bamerindus... "O tempo passa, o tempo voa" e Roberto Setúbal substituiu o pai, trazendo consigo o espírito americano de competidor. Agressividade, muitos estudos e muita ousadia. Fez uma revolução interna, muitas vezes traumática, tanto para os funcionários mais antigos, como para os novos. Renovou a diretoria, trazendo gente de fora e com muito estudo. Se o Itaú já era um banco de classe média, com Roberto, ficou mais elitizado ainda. Simbolizando o banco dos que têm dinheiro...

A maior cartada de Roberto Setúbal foi a compra do Unibanco, quando deixou o Bradesco perplexo, já que este tinha um documento do Unibanco prometendo-lhe a preferência quando se pretendesse vender o Unibanco. Mas Roberto ousou e abriu mão da presidência do Conselho de Administração para Pedro Moreira Salles, ex-presidente do Unibanco e agora sócio do Itaú e parceiro de Roberto, formando uma dupla da pesada.

Depois do Unibanco, o Itaú saiu comprando bancos na Argentina, Colômbia e onde tivesse banco à venda na América Latina. Seu objetivo era ser um grande banco internacional. Coisa que o governo atual não gosta. Por que o Itaú pode e as outras empresas brasileiras não podem ser multinacionais? Quem acompanha política nos últimos anos sabe muito bem porquê.

O lucro dos bancos no Brasil, de FHC para cá cresceu assustadoramente, deixando os demais setores da economia a ver navios. E o Itaú não parava de crescer. O Itaú vem lucrando mais de 2 bilhões de reais POR MÊS! O que pode levar a lucrar mais de 24 bilhões por ano! Assim, comprar o Citi no Brasil foi fácil. Deixando o Santander para trás na competição.

Agora comprou a XP, maior corretora do país.

Vejam as manchetes dos jornais de 12 de maio de 2017:

Valor: Itaú assume 49,9% da XP por 6,3bi.

Folha: Itaú compra 49,9% da XP, maior corretora do país, por R$5,7 bilhões.

Estadão: Itaú Unibanco fecha compra de 49,9% da corretora XP por R$6,3 bilhões.

Por força da regra interna do Itaú, Roberto precisou sair da presidência do banco com apenas 62 anos, trazendo para a presidência o filho de Bracher, banqueiro do BBA, que também foi comprado pelo Itaú. Somou qualidades financeiras e pessoais com o novo presidente.

Roberto assumiu uma função que não existe no Brasil. A de CO-presidente do Conselho de Administração do Itaú.

Com esta nova compra, a imprensa começa a publicar artigos dizendo que o Itaú não mandará na XP. Alguém acredita? Talvez isto seja apenas uma exigência do Banco Central. Mas o Itaú não costuma ser minoria...

Enquanto Roberto Setúbal sai da presidência do banco, ao mesmo tempo passa a fazer parte do Conselho de Administração da Shell mundial e surge a notícia de que o governo Temer pode vender o controle acionário da BR Distribuidora, que hoje pertence a Petrobras.

Podemos ter nossas críticas a Roberto Setúbal, mas que nos últimos 20 anos nenhum empresário ganhou tanto dinheiro como ele, é uma grande verdade. Este é um típico caso em que o discípulo supera o mestre.

Mas o Brasil precisa ter mais bancos e mais agências para atender os mais de 200 milhões de brasileiros neste país continental. Vamos aguardar os acontecimentos...

domingo, 14 de maio de 2017

Egito, Brasil e a Guerra Invisível

Planejada, financiada e implementada

Finalmente aparece na imprensa brasileira
um retrato do que é a DITADURA no EGITO.
Um bom relato de Yan Boechat.

Aquilo que era parte da famosa Primavera Árabe
, começada na Tunísia, transformou-se na primeira democracia muçulmana com eleições diretas e a eleição da oposição. Como no Brasil, eles não suportaram a Democracia e deram um golpe. Aqui foi civil, lá foi militar das Forças Armadas. Ambos contaram com apoio dos Estados Unidos e da Europa.

O Ocidente disse que preferia uma ditadura à uma democracia muçulmana
.
Já no Brasil, eles preferiram uma ditadura civil a um governo popular e democrático que incluiu mais de 40 milhões de brasileiros à vida econômica e social.

Estas experiências de governos autoritários
para implementar a política neoliberal bancada pelos Estados Unidos e apoiada pela Alemanha e França se somam a governos eleitos mas subordinados ao neoliberalismo.

Eles chamam isto de GUERRA INVISÍVEL.

Contra quem? Já não existe mais o comunismo, nem sequer guerrilhas. Existem apenas muçulmanos enfrentando forças armadas e ataques militares ocidentais contra seus países e seus sistemas diferentes do Ocidente. Será uma nova Cruzada?

Como eu sempre falo da ditadura do Egito,
vejam este primeiro relato
que aparece na imprensa brasileira.
Nem tudo está perdido...

Repressão marca Egito sob governo Sisi


Yan Boechat, Folha – 14/05/2017 – Mundo A19

Praça Tahir, Centro do Cairo

Símbolo máximo da onda de revoluções que derrubou ditadores no norte da África, hoje a praça pouco lembra os conturbados dias de janeiro e fevereiro de 2011. Não há um cartaz, uma foto, nada. Até mesmo os ambulantes que vendiam camisas e quinquilharias em alusão aos protestos desapareceram.

Sob o risco de engordar as estatísticas que já contam com mais de 40 mil presos políticos, os egípcios foram obrigados a esquecer o que se passou na Tahir. Ou, pelo menos, mostrar que se lembram.

Foi ali que centenas de milhares de pessoas, em especial os jovens egípcios, conseguiram dar fim à ditadura de Hosni Mubarak e, acreditavam eles, iniciar, enfim, um período de democracia e liberdade no Egito.

"O 25 de janeiro -data do início da revolução e símbolo do movimento- foi apagado de nossa história", diz Ahmed Mahtab, jovem estudante de teologia que abandonou a vida religiosa em 2011 para se juntar aos protestos.

"Se você caminhar com uma camisa lembrando a revolução, como fazíamos antes, em menos de cinco minutos você será preso, eu lhe garanto", afirma, revelando ter sido detido ao menos cinco vezes desde o ano passado.

Desde que chegou ao poder em um golpe de Estado sangrento em 2013
, o presidente do Egito e ex-chefe da segurança do Exército, Abdel Fattah al-Sisi, tem controlado o país de forma repressiva.

Além de colocar na cadeia praticamente todas as lideranças da Irmandade Muçulmana, o movimento político religioso que elegeu Mohammed Mursi como presidente após a queda de Mubarak, Sisi também atacou de forma brutal toda e qualquer oposição ao seu governo. Incluindo os jovens que lideraram o movimento revolucionário de 2011.

Boa parte dos líderes daqueles dias que eram vistos pelo Ocidente como representantes de uma geração que despertava para a democracia estão presos ou são monitorados de forma absolutamente rígida.

"As coisas estão muito, muito piores do que nos últimos anos do governo de Mubarak
.
Em 2011 haviam apenas entre 5.000 e 10 mil presos políticos, hoje já se fala em mais de 50 mil", diz Moustafa Fouad, diretor-executivo da ONG Centro Helipolies de Desenvolvimento Político e dos Direitos Humanos.

"Sisi se transformou em um ditador 'de facto', não há liberdade de expressão e todos que se opõem ao seu poder enfrentam ou a prisão ou a morte", diz ele. "O resultado da revolução foi desastroso para o Egito, tanto política como economicamente."

O Egito enfrenta ainda uma grave crise econômica
, que obrigou o governo à ceder às pressões do FMI (Fundo Monetário Internacional) para receber apoio financeiro e implementar uma série de medidas econômicas duras.
Desde o final do ano passado Sisi cortou os subsídios de eletricidade e combustível, implementou novos tributos e desvalorizou a libra egípcia.

Em pouco menos de seis meses a moeda perdeu mais de 50% de seu valor
e a inflação disparou para quase 30% no acumulado dos 12 meses. Com um deficit de 12% do PIB e uma dívida pública de 101% do Produto Interno Bruto, Sisi afirmou serem inevitáveis as medidas.

Os números macroeconômicos de fato começam a apresentar melhora, com o aumento da arrecadação e o sucesso na venda de títulos no mercado externo. Mas, para o egípcio comum, a situação está cada vez mais difícil.

"Meu salário caiu pela metade
em menos de seis meses com a inflação e os novos impostos, com o que ganho mal consigo comer", conta a psicóloga Salma Boutros, uma típica representante da classe média egípcia que participou dos protestos de 2011.

"É muito triste parar e pensar que eu acho que foi tudo um grande erro. Nós erramos, não tínhamos nada a oferecer a não ser a força para gritar. Hoje eu sinceramente gostaria que a revolução não tivesse acontecido e que Mubarak ainda estivesse no poder", conta ela, sentada em um café a poucos metros da nova e colorida praça Tahir.

sábado, 13 de maio de 2017

Violência contra o BNDES

Estado Policial atinge os funcionários e o Banco

É com imensa tristeza que olho o noticiário sobre a intervenção da Polícia Federal, a mando do TCU e de algum juiz de plantão nas operações e na autonomia do BNDES e de seus funcionários.

Estão acusando o banco de favorecimento a JBS.
O curioso é que a empresa nega que tenha havido favorecimento.
Não sei o que é pior, este circo que estão montando para perseguir Lula, o PT, e quem teve ou tem alguma relação com o PT e com Lula, ou constatar que estão destruindo grandes empresas públicas e privadas. Vivemos um clima de caça às bruxas, como na época da Guerra Fria e da luta contra o comunismo e seus pretextos. Também parecemos a Espanha da guerra civil, quando preferiram destruir o país e acabar com a liberdade durante 60 anos, a aceitar a democracia e o regime republicano.

Fui membro do Conselho de Administração do BNDES, no governo de FHC,
por seis anos, indicado pela CUT e reconhecidos meus requisitos pelo então Ministro do Planejamento, José Serra, este solicitou ao presidente da República a minha nomeação. Como Fernando Henrique estava viajando, o vice-presidente Maciel, em exercício assinou minha nomeação e mandou publicar no Diário Oficial.

Como membro do Conselho de Administração do BNDES
, dei voto favorável a renegociação das dívidas da Rede Globo com o BNDES. Recomendei que, se necessário, se ampliasse os prazos e as condições de pagamento para que a Globo pudesse superar a crise de câmbio que levou a grande desvalorização do real ante ao dólar, aumentando drasticamente o endividamento das empresas que tinham dívidas em moedas estrangeiras. Era o tal do HEDGE.

Como membro do Conselho de Administração do BNDES
, dei voto favorável que, tanto o banco como a BNDES-PAR investissem e ajudassem na gestão da Perdigão para que ela não quebrasse. O então presidente do banco, Luiz Carlos Mendonça de Barros, mostrou-se um grande visionário, e com o tempo, a Perdigão virou uma grande empresa nacional, incorporou a SADIA, criando a BRF que hoje está presente em todas regiões da Terra. Mais um caso de grande sucesso.]

Estes são dois casos de sucesso que acompanhei e posicionei-me.
Posso também citar casos de fracassos e mesmo de operações duvidosas, mas que aceitei ser voto vencido em respeito ao direito de um governo eleito pelo povo, que gozava de grande apoio nacional e internacional, poder executar o seu programa eleitoral. Fernando Henrique e sua equipe estava privatizando o Brasil... O povo o tinha elegido.

O caso de fracasso foi o financiamento para a implantação de vários Parques de Diversões em várias regiões do Brasil. O único caso que deu certo foi o do Ceará. O Hopi Hari em São Paulo está em fase falimentar... Registrava minhas preocupações, achando que era operação de risco e que se devesse implementar um parque de cada vez para se adquirir experiência. A tal da espertise, em inglês. Não vou entrar em detalhe no caso escandaloso da Bahia, na época de ACM...

Os casos mais graves que presenciei no BNDES foram as PRIVATIZAÇÕES.


Por ordem do governo federal e lei aprovada no Congresso Nacional, o BNDES, além de ser o agente executor das privatizações, financiavas as compradoras, geralmente multinacionais e fundos de investimentos estrangeiros, que ganhavam nas duas pontas: Na compra do ativo SUBAVALIADO, e no financiamento a taxas e prazos super benéficos para o adquirente.

Quase todas as privatizações de FHC foram temerárias.

Querem exemplos?

1 - A Vale do Rio Doce
, atual Vale, os compradores, em poucos anos já tinham recuperado todo o investimento e controlavam uma das maiores empresas do mundo.

2 - O caso mais escandaloso
foi a privatização da Light de São Paulo, comprada pelo Enron americana, empresa comprometida e com má fama nos Estados Unidos. A AES-Eletropaulo criou tanto problema para pagar suas dívidas com o BNDES, que durou vários mandatos e vários processos. Sem contar com a má qualidade dos serviços prestados...

3 - Outro caso escandaloso
pelo volume financeiro envolvido e pela importância da empresa, foi a privatização do BANESPA. O Santander comprou à preço de banana, como pechincha, como foi reconhecido internacionalmente. Em poucos anos o Santander já tinha recuperado tudo que pagou e passou a ser o maior lucro do Santander no mundo. Assim, o Brasil passou a abastecer o Santander para novas aquisições como fizeram com o Banco Real e com o ABN-Amro.

Os brasileiros não nasceram para ser capitalistas internacionais? Nasceram para ser vassalos?
Ou a corrupção, no varejo e ataque, justifica que os intermediários se enriqueçam, em troca do empobrecimentos dos Estados, Municípios e do próprio Brasil.

Nos seis anos que passei convivendo com diretores e funcionários do BNDES, nunca soube nem vi nenhum caso de corrupção de funcionários do BNDES, fossem concursados ou não. Lamentável saber pela imprensa que a Polícia Federal foi até a casa de vários funcionários para recolher computadores e documentos. Isto sem que a PF tenha ido ao próprio banco!

Nos seis anos que passei no banco, sempre procurei favorecer o crescimento do Brasil, priorizando o fortalecimento da economia nacional, das empresas de brasileiros e que estivessem voltadas para o bem do Brasil. Nunca me omiti nem tive medo de ser processado. Mantenho meus respeitos aos diretores e presidentes como Luis Carlos Mendonça de Barros, Eleazar de Carvalho Filho e vários outros. Mantenho minha gratidão à CUT que recomendou minha indicação ao ministro da Fazenda, José Serra, e à nomeação por concordância do então presidente da República, Fernando Henrique Cardoso.

Os golpistas, em nome de se combater Lula e o PT, estão destruindo nossas instituições e destruindo a imagem do Brasil internacionalmente.

Até quando
, os empresários, os juristas, os trabalhadores,
os acadêmicos, os economistas e
os brasileiros aceitarão esta destruição e estes abusos?

Será que teremos que pedir ajuda às Forças Armadas?


Todo apoio aos funcionários do BNDES!
Todo apoio ao BNDES, como uma instituição exemplar.

Cala a boca, Mônica! Fala, Magda!

O cômico virou trágico e ridículo

Mônica, que não é a Magda do programa humorístico, diz que ouviu do marido... e aí Mônica destrambelha-se a falar o que ouviu, o que imaginou que ouviu e o que não ouviu mas que agrada aos interrogadores.

Os interrogatórios da Lava Jato vão ficar tão famosos quanto os interrogatórios de Stalin na União Soviética, aos interrogatórios dos nazistas, quando envolviam crianças delatando os pais, os professores e os coleguinhas, Sendo que o crime dos delatados na maioria das vezes era apenas ser judeu ou judia de nascença. Seria como se resolvesse matar todos os negros que moram na Europa, só pelo fato de serem negros.

Na história da humanidade há infinitos casos de delações, delatores e traidores.

No caso de Mônica e de João Santana, ambos não são traidores. Eles não são filiados ao PT e não são militantes de esquerda. Ambos faziam negócios. Estavam trabalhando para o PT como poderiam estar trabalhando para o PSDB ou o DEM. Bastava acertar o contrato, prestar o serviço e receber o dinheiro.

Geralmente dinheiro de publicidade tem alta liquidez, seja na esfera pública como na esfera privada. Portanto, depois de serem presos, Mônica e João Santana, virarem DELATORES, quando até os grandes empresários viraram delatores e quando a imprensa está anunciando que Palocci também irá delatar, o quê se esperar de quem não é nem filiado ao PT, nem militante de esquerda? Estes tendem a contar o que viram, o que não viram e o que lhes é estimulado ou exigido que falem.

O Brasil de Macunaíma generalizou-se.


O brasileiro sem caráter, sem ética e sem compromisso virou regra para a maioria da população.

O problema, além das delações, é que a justiça continua parcial, manipulando e usando seus poderes abusivos para intimidar, prender, torturar e destruir a vida das empresas e de pessoas que, por acaso, atrapalhem seus objetivos de destruir Lula e o PT. A mando de alguém. A mando das Forças Ocultas e Não Ocultas.

A imprensa, ao perceber que Lula continua crescendo nas pesquisas, que o depoimento de Lula a Moro foi cordial de ambos os lados, cabendo ao Ministério Público fazer o papel de ridículo e de mal intencionado, a imprensa partiu para a destruição total, partir para o tudo ou nada. A imprensa está obrigando o judiciário a condenar Lula e a torná-lo inelegível.

Afinal, como na República Velha, juízes, delegados, procuradores e políticos existem para servirem aos senhores, sejam de engenho, donos de bancos, donos de TVs, rádios e jornais... Não há porquê desobedecer aos senhores patrões. Não precisa de democracia, equidade jurídica ou liberdade de imprensa. Não precisa do tal "direitos humanos".

Enquanto a direita golpista não consegue seu objetivo, muitas Mônicas e Magdas aparecerão, muitos empresários arrependidos aparecerão, enquanto os demais empresários fingem de morto, dizendo que não tem nada a ver com a história e também aparecerão muitos "jornalistas", "especialistas", "professores" e "consultores" para explicar e justificar porquê Lula precisa ser condenado e proibido de ser candidato.

A História está cheia destas farsas.


Lembram da condenação de Jesus, lá em Jerusalém, na época do Império Romano? Se a mentira serviu contra Jesus Cristo, porque não servirá para Lula? Dizem que, quem gosta de História é Museu. No entanto, se não houvesse a História, nós continuaríamos primatas, em todos os sentidos.

A verdade deve continuar sendo importante,
seja no passado, no presente ou no futuro.