quarta-feira, 26 de abril de 2017

Brasil: Uma guerra não declarada

Temer mentiu, traiu e vendeu o Brasil

Todas as maldades contidas nas reformas apresentadas por Temer ao Congresso Nacional não têm legitimidades, porque são frutos de um golpe de Estado, através de um impeachment contra um governo eleito pelo povo.

Temer era o vice-presidente do governo deposto, logo, ele mentiu quando alegou motivos jurídicos que não se concretizaram, traiu porque foi eleito sob um programa popular e democrático, e, ao se aliar aos golpistas para modificar a Constituição brasileira, tirando dela conquistas históricas dos trabalhadores da cidade e do campo, Temer está fazendo isso em troca de benesses econômicas para os que votam em suas propostas no Congresso Nacional. Tudo isso é uma aberração.

Estas reformas são criminosas porque concentram riqueza, aumentando a pobreza, aumenta o desemprego, gerando mais pobreza e desestrutura a vida familiar dos trabalhadores ao acabar com as políticas públicas. Sem contar a venda do patrimônio público a preço de banana para os estrangeiros. Acabando com a soberania nacional.

Este governo não tem legitimidade, não foi eleito pelo povo e não tem aprovação nacional. É um governo espúrio, corrupto e sem compromisso com o povo brasileiro.

Esta aliança entre políticos corruptos, judiciário partidarizado e imprensa manipuladora, representa uma verdadeira prática de guerra contra os trabalhadores e contra os pobres em geral. Vivemos numa situação de guerra, sem neutralidade no judiciário, sem transparência e ética na imprensa e sem um congresso nacional eleito por programas bem definidos.]

Na próxima sexta-feira, dia 28 de abril, o Brasil inteiro viverá mais uma Greve Geral contra o fim das aposentadorias, contra o fim do trabalho formal, contra o fim das férias, o fim do 13o. salário e contra o fim das políticas públicas.

Esta Greve Geral contará com ampla participação dos trabalhadores assalariados, do setor de transporte em geral, inclusive setor aéreo, os trabalhadores da indústria, os comerciários, bancários e trabalhadores rurais. Haverá ampla participação dos servidores públicos de todas as categorias. Todos os Estados brasileiros estarão participando da Greve Geral dia 28.

Pela manutenção dos direitos dos trabalhadores.


Pela volta da Soberania Nacional.

Por Eleições Gerais, já!


Por nova Constituinte livre e soberana.

Todos juntos na Greve Geral dia 28 de abril!

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