segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Terrorismo de Estado no Brasil

Demissões e PDV's para intimidar os trabalhadores

Os neoliberais não reconhecem a importância das pessoas.

Para os neoliberais, só interessam os números e os resultados, principalmente se eles cobrarem BÔNUS como prêmio por terem conseguido as metas prometidas. Mesmo que estas metas sejam assassinas...

Os partidos políticos brasileiros que são neoliberias, como o PSDB, perderam várias eleições presidenciais. Cansados de perder, resolveram partir para o golpe de mão, isto é, decidiram derrubar o governo Dilma e voltar a implantar a economia neoliberal no Brasil. Para isso não faltou dinheiro nem apoio da imprensa.

Vitoriosos no golpe que derrubou o governo, os neoliberais passaram a impor sua agenda para os políticos do PMDB e dos demais partidos. Não sei quanto custa cada aprovação de projeto, mas sabemos que os parlamentares estão obedientes. Ou por medo da imprensa e do judiciário, ou por se satisfazerem com o que recebem dos empresários neoliberais.

Além de aprovarem todas as medidas recessivas e de privatizar o que resta nos governos, os neoliberais estão implantando a política do medo. A política de Terrorismo de Estado.

Como eles fazem isso?

Orientando as empresas para demitirem, a imprensa para noticiar que tudo está ruim, e aumentando o custo de vida. Como o aumento do gás de cozinha e da gasolina.

O melhor exemplo disso é a campanha começada pelo Fantástico neste domingo e repercutida em todos os jornais e rádios. PDV's da crise.

Milhares de demissões, milhares de trabalhadores sendo forçados a se aposentar, milhares de famílias sem auxilio alimentação, sem PLR's das empresas e sem dinheiro para pagar remédios, pagar transporte e pagar escolas.

Enquanto o governo Temer e os patrões demitem, as centrais sindicais falam em greve geral. Desempregados não fazem greve! Quem faz greve é quem está empregado. Contra as demissões é mais fácil fazer ocupações e manifestações. Por isso que o governo Temer tem estimulado as demissões e os ajustes nas empresas. Para reduzir os custos, reduzir as despesas com salários e benefícios e enfraquecer os trabalhadores.

E ainda falam que o mundo caminha para a disputa entre a direita e a extrema direita.

O mundo caminha para a desintegração dos Estados, dos Países e dos Partidos Políticos. Um novo mundo está sendo construído e ainda não temos condições de saber que mundo é este. Precisamos analisar os fatos nacionais e internacionais, definir prioridades, resistir ao desemprego e a dilapidação do Estado Social.

As pessoas sozinhas são fracas,
As pessoas unidas são fortes.

Os países sozinhos são fracos.
Os países unidos são fortes.

Um outro mundo é possível.
Para resistir ao Terrorismo de Estado.

Vamos investir na Solidariedade.
As pessoas em primeiro lugar.

Contra o desemprego, contra as demissões,
contra a alta do custo de vida,
pelo direito de organização e
defesa dos trabalhadores.




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