sábado, 26 de novembro de 2016

Não vou falar de Fidel, nem dos fascistas

Vamos falar dos que sonham 
e lutam para transformar seus sonhos em realidade

Fidel representou uma época bipolar.
O mal estava nos dois lados. 
O totalitarismo estava nos dois lados.
Não existia um lado somente bom.
Ambos os lados estavam contaminados.

Onde houver um grupo de pessoas,
sempre haverá algumas que valorizam
a poesia, a música, as flores,
a solidariedade e a liberdade.

Da mesma forma, também existirão pessoas,
que prestarão mais atenção na inveja, no ódio,
gostarão da mentira e preferirão dominar os mais fracos,
destruir a liberdade e a solidariedade.

Da mesma forma que no mundo
sempre existiram muitos deuses,
mesmo que todos juntos
possam representar o Deus de todos,
o Deus único, infinitamente justo.
Mesmo que as pessoas continuem
dizendo que seu Deus é melhor
do que o Deus dos outros.

Nossa geração latino americana
sonhou e lutou pela modernização
da América Latina.
E, para isso, teve que enfrentar os
conservadores. Como também contou
com a solidariedade dos progressistas.

A geração do Leste Europeu,
talvez tenha sofrido mais que a nossa.
Mas na segunda guerra mundial
os russos foram imprescindíveis
para derrotar o nazismo.

Mesmo isso não lhes dando direito
a também serem imperialistas.
A conclusão que chegamos,
é que tanto o comunismo,
como o capitalismo estão errados.

Os gregos, na sua sabedoria milenar,
já diziam:
- Nada em excesso.

E Jesus também já dizia:
- Nem só de pão vive o homem.

Por isso, a melhor homenagem de hoje,
é exatamente aos que SONHAM.
E lutam para transformar sonhos em realidade.



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