quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Emílio Odebrecht merece mais respeito

O Brasil capitalista acovardado!

Quando os grandes jornais dão destaques comemorando a possível prisão de um dos mais importantes empresários da História do Brasil, sem que estes tenham roubado ou matado, alguma coisa muito grave está acontecendo. Se for prender a todos que fizeram ou fazem o que os Odebrecht fizeram, tem que se prender a quase todos que lidam com negócios, inclusive juízes e promotores.

A operação Lava Jato tornou evidente o lado mais vergonhoso do empresariado nacional

O que os Odebrecht fizeram foi a mesma coisa que todos os grandes e médios empresários fizeram e fazem, inclusive distribuir dinheiro para todos os partidos. O PSDB e suas lideranças foram os mais beneficiados com as doações da Odebrecht. Só não vê quem não quer...

Só que, enquanto o grande líder dos trabalhadores e defendido a ferro e fogo pelos seus companheiros de classe social, como é o caso de LULA, não encontramos uma entidade patronal sequer emitindo uma nota de solidariedade e pesar para com os empresários humilhados e presos na operação lava jato. 

É o maior vexame da nossa história. 
Covardes, covardes e covardes. 
Também são uns pamonhas, pamonhas e pamonhas.

Uma das coisas que mais me orgulha da família Odebrecht é que eles são baianos e vitoriosos como empresários. O pai é adorado por todos que o conhecem e o filho Marcelo é, para mim, o empresário mais digno entre todos os empresários dignos que têm o Brasil.

Vejam o que saiu na capa do jornal Valor de hoje. O jornal dos empresários...


Emílio Odebrecht deve cumprir prisão domiciliar

Valor - Por André Guilherme Vieira e Letícia Casado

O empresário Emílio Odebrecht, de 71 anos, deve cumprir ao menos seis meses de prisão em regime domiciliar e seis meses em regime aberto, como parte do acordo de delação premiada negociado na Operação Lava­ Jato e que envolve cerca de 80 pessoas ligadas ao grupo.

O ex-­presidente do grupo, Pedro Novis, também terá que cumprir pena de prisão em regime domiciliar.   

Marcelo Odebrecht deve cumprir um mínimo de três anos e meio em regime fechado, progredindo em seguida para o domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica.

O tempo de prisão de Marcelo até agora será abatido do total da pena acordada. Ele está preso preventivamente desde 19 de junho de 2015.

Ao menos 52 das cerca de 80 pessoas que participam da delação da Odebrecht terão que cumprir algum tipo de pena.

Os promotores ainda querem que os delatores paguem de 20% a 30% dos valores que receberam como remuneração durante todo o período em que mantiveram vínculo trabalhista com a companhia.

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