segunda-feira, 11 de julho de 2016

Theresa, mais uma mulher a dirigir um país

A Inglaterra é um país de mudanças

Talvez nem Julio César, quando ocupou a Brethânia e ajudou a construir Londres, há dois mil anos, imaginou que esta comunidade depois do Mediterrâneo, tivesse um futuro tão interessante.

Uma ilha de difícil acesso, que gostava de guerrear entre si e depois com os invasores ou quando eles mesmos invadiam outras terras, seu povo foi se adaptando aos tempos e construindo muitas histórias.

É claro que as histórias antigas são interessantes. Os ingleses são tão teimosos que brigaram com o Papa e inventaram uma nova Igreja. Só para eles... Desde cedo aprendeu a navegar e criaram a Grande Esquadra que dominou os mares por séculos. Desenvolveu o teatro, desenvolvendo um dos melhores do mundo, na pessoa de Shakespeare. E teve papel determinante no desenvolvimento do indústria, do sistema financeiro e do capitalismo.

E quando seu capitalismo estava em crise, descobriu uma mulher com nome Margareth, que mudou mais uma vez o próprio capitalismo. Por tabela, ainda ajudou a implodir a União Soviética, que tanta dor de cabeça deu a outro inglês, o Churchill. Este que foi fundamental para a criação da União Europeia.

Eis que, a mesma Inglaterra que foi fundamental para a criação da União Europeia, com medo dos imigrantes que chegam à Europa, em função das guerras criadas e mantidas pelos Estados Unidos e a Europa, decidiu, por plebiscito, sair desta organização tão importante...

No meio de tanta confusão, inclusive da renúncia do primeiro ministro atual, que não soube ganhar a disputa, surge mais uma mulher como esperança para impedir a bancarrota econômica, política e social. Na segunda guerra mundial, a Inglaterra teve os Estados Unidos como parceiro imprescindível para vencer a guerra contra os nazistas. Será que, mais uma vez, os Estados Unidos salvarão a Inglaterra? Ou os ingleses voltarão a unir-se à União Europeia, depois de alguns anos?

Como as mulheres cada vez mais ocupam os lugares que antes eram apenas dos homens, e muitas vezes conseguem ser mais competentes do que eles, talvez esta nova mulher, de nome Theresa May, tenha liderança e capacidade para ajudar a Inglaterra a superar mais este desafio.

Aqui no Brasil, os homens não conseguiram tolerar a primeira mulher na presidência do país. Os Estados Unidos talvez vivam sua primeira experiência. Mas o mundo está cheio de mulheres como dirigentes. Até na terra de Júlio César, uma mulher acabou de ser eleita prefeita. Também pela primeira vez.

É o século 21.

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