terça-feira, 12 de abril de 2016

Judiciário e Imprensa: Promiscuidade e Barbárie

Virou casa da mãe Joana

Tudo bem que o Legislativo esteja uma zona; tudo bem que os partidos não tenham programas nem ética; tudo bem que cada um torça para seu político;

Mas tem duas coisas que desmoralizam qualquer país e qualquer democracia:

1 - O Judiciário não pode ser visto como algo promíscuo e que investe no caos como está acontecendo no Brasil, onde qualquer juiz acha-se no direito de emitir sentença destituindo qualquer ministro de Estado, prender e convocar coercitivamente qualquer cidadão.

2 - A Imprensa também não pode ser instrumento de mentira, manipulação, incentivo à desobediência civil, nem tão pouco como instrumento golpista.

Até próximo domingo, dia 17, quando a Câmara Federal vai decidir se aceita o golpe do impeachment ou se mantêm o respeito à Constituição e à legalidade, o Brasil viverá um período de desordem, de crise de autoridade e de desrespeito às instituições.

Até domingo a ansiedade será geral, ampla e irrestrita.

Se os golpistas perderem, eles tentarão continuar a investir no caos.
Se os golpistas ganharem, vão tentar implantar um governo conservador, neoliberal, com mais desemprego, mais violência e mais repressão.

Não passando o golpe do impeachment, caberá a Lula liderar uma grande campanha de pacificação nacional, conclamando o diálogo e a retomada do crescimento econômico, além de retomar as políticas públicas e a inclusão social.

Vencendo a Democracia, Lula terá a grande missão de, mais uma vez, acalmar o Brasil e estimular a liberdade e a solidariedade. Como cada dia é mais do que uma batalha, precisamos estar prontos para os novos desafios. Mesmo que isto signifique fazer concessões e engolir alguns sapos.

Os demônios estarão soltos até a próxima segunda-feira, caberá a nós que defendemos a Democracia e a Legalidade fazer a nossa parte. Não vai ter golpe, vai ter muito trabalho para todos. Afinal, não existe almoço de graça.

Precisamos todos trabalhar muito, "orar e vigiar" e nos preparar para governar com todos e para todos. Apesar dos golpistas.

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