domingo, 10 de abril de 2016

Ainda temos Lula

Ainda temos as flores

A direita golpista está atordoada dizendo que a Folha a traiu e agora só fala em eleições...

A Folha confunde a todos com suas pesquisas eleitorais. 

E se matarem o Lula? 
Será por ordem da imprensa, do judiciário ou da loucura de algum imbecil? Pode ser por um pouco de cada. Um país nas mãos de um louco chamado Eduardo Cunha.

Por isso, teremos uma semana infernal. 
Vão inventar mais quinhentas denúncias, vão tentar prender mais gente, o judiciário vai inventar pareceres e sentenças provisórias e a imprensa vai dizer 24 horas por dia que, se não tirar Dilma, será o caos. Como se o caos não fosse culpa de todos estes golpistas...

Mas esta semana começa com Lula e Chico Buarque juntos no Rio de Janeiro. O povo carioca estará nos Arcos da Lapa cantando: Não vai ter golpe!

Como não irei para o Rio. Já que estarei em Sampa, mando estas lindas flores. Flores dos pés de trevos...


Variações sobre o mesmo tema...


Mais uma foto desta rara florzinha...


O Brasil resiste aos golpistas e continua lindo, com o Rio de Janeiro.

Um comentário:

  1. Bom dia, Gilmar.

    Eu o conheci, por um breve período, quando você era presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo.

    Naquela ocasião o considerei um ser evoluído, centrado é diferente de outras lideranças do movimento sindical bancário pois, diferente deles, você respeitava as divergências.

    Hoje, nesse novo mundo, todos mudamos. Uns evoluíram outros retrocederam.

    Em respeito aquela pessoa que conheci, admirei e respeitei, faço minhas as palavras da Jornalista Miriam Leitão, publicaras no Blog do Jornalista Matheus Leitão:

    "(...)
    A vida já exigiu de mim a escolha entre dois lados. Sem caminho do meio, sem meias palavras, sem dúvidas. Escolha única possível. Mas isso era a guerra e ela é implacável. Nela, as palavras ferem e condenam. Dividem. É preciso fazer escolhas radicais e não temer o perigo extremo. É preciso vigiar a sombra e ter medo da pessoa ao lado. É forçoso desconfiar das dissimulações e disfarces. Isso era a guerra, mas os tempos são novos. Não era previsível que tudo voltasse a ser assim. Neste tempo novo, não se deveria usar as mesmas armas e armadilhas. Deveríamos estar vivendo a liberdade das diferenças, a música das dissonâncias, a beleza dos semitons. O melhor seria apreciar a sinfonia da vida, aquela que jamais será composta com uma nota só."

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